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Misericórdia de Seia assinala Jornadas Europeias do Património com iniciativa dedicada à valorização da memória e do património local


A Santa Casa da Misericórdia de Seia associa-se, uma vez mais, às Jornadas Europeias do Património, que este ano decorrem sob o tema “Reviver, Resistir, Reinventar”, promovendo uma iniciativa dedicada à preservação, valorização e divulgação do património histórico local.

A iniciativa terá lugar no próximo dia 19 de setembro, pelas 15h00, no Centro Interpretativo de Seia e Seu Centro Histórico, no Largo da Misericórdia, em Seia, e pretende proporcionar um momento de encontro, partilha e reflexão em torno da história e do património da Misericórdia de Seia e da comunidade.
O programa terá início com a assinatura do protocolo de cedência da “Fonte de Ceia”, através do qual a Junta de Freguesia de São Romão cede este elemento patrimonial à Santa Casa da Misericórdia de Seia. A formalização desta cedência representa um importante contributo para a preservação e valorização deste património, reforçando a cooperação entre as instituições locais na salvaguarda da memória coletiva.

Segue-se uma tertúlia conduzida pelo historiador Sérgio Alves, subordinada ao tema “Recentes Dados de Estudo do Arquivo Histórico da Misericórdia de Seia”. O momento permitirá dar a conhecer novos dados resultantes do trabalho de investigação desenvolvido sobre o Arquivo Histórico da Instituição, contribuindo para aprofundar o conhecimento sobre a história da Misericórdia de Seia e o seu papel na comunidade ao longo dos séculos.

A participação nas Jornadas Europeias do Património constitui, para a Santa Casa da Misericórdia de Seia, uma oportunidade para abrir as portas do seu património à comunidade, promover o conhecimento da sua história e reforçar a importância da preservação dos testemunhos que ajudam a compreender a identidade e a memória coletiva de Seia.

Num ano em que o tema «Reviver, Resistir, Reinventar» convida à reflexão sobre o valor do património cultural e para a necessidade de o preservar para as gerações atuais e futuras, e reforçar o sentimento de identidade cultural, de memória coletiva e de afirmação do património comum, cuja riqueza reside na sua diversidade.

A iniciativa é de entrada livre, estando toda a comunidade convidada a participar.

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