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Celorico da Beira – Detida por cultivo de produtos estupefacientes

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial da Guarda, deteve, no passado dia 11 de julho, uma mulher de 36 anos, por cultivo de produtos estupefacientes, no concelho de Celorico de Beira.

No âmbito de uma investigação, que decorria há dois meses, por cultivo de produtos estupefacientes, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar a localização da suspeita.

Na sequência da ação, foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária, da qual resultou a apreensão do seguinte material:

Três plantas de Cannabis Sativa;

18,24 doses de Liamba;

Nove doses de Haxixe;

Um comprimido de MDMA.

A suspeita foi detida e constituída arguida e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira

FILARMONIAS 2024 – Sociedade Musical Estrela da Beira sobe ao palco com o espetáculo “Magister – O tributo”

A Sociedade Musical Estrela da Beira (SMEB), de Santa Marinha, vai subir ao palco, este sábado, 20 de julho, no âmbito da terceira edição do projeto municipal FILARMONIAS.

O concerto está agendado para as 21h30m, no Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia.

Para o Filarmonias 2024, a SMEB preparou um espetáculo com o nome Magister – O tributo, em que irá homenagear não só os últimos maestros da Banda (José Nobre, José Conde, António Ressurreição, Miguel Gonçalves e João Oliveira), mas, também, o Maestro Virgílio Silva. A iniciativa contará com a participação especial da Maestrina Diana Dias.

A SMEB é uma Instituição de utilidade pública desde 2022, com sede em Santa Marinha, Seia. Em 1846, deu os seus primeiros passos na música, criada pelos seus habitantes unicamente motivados pelo amor à música. Conta, assim, com 177 anos de existência, enraizada nas vidas dos santamarinhenses e amigos.

A SMEB procurou, sempre, promover a música, a cultura e o sentido de responsabilidade nos jovens, encabeçados pelo exemplo dos seus maestros. Cada Maestro deixa parte de si, um pedaço de alma, um presente, que por mais que o tempo passe, fica efémero na história.

Neste sentido, o concerto ‘Magister – O tributo’, inserido no projeto Filarmonias 2024, visa enaltecer estes exemplos que, ao longo do tempo, deixaram a sua marca e para sempre perdurarão na história da banda filarmónica.

3ª Edição OCUPAR A VELGA regressa a Valezim

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Entre os dias 3 e 11 de agosto, a 3ª Edição do Ocupar a Velga regressa a Valezim (Seia). Ao longo de nove dias, a aldeia participa e acolhe uma ocupação vibrante, composta por teatro, circo, performance, música, cinema e arte urbana.

Nesta edição, inspirada pelo tema “O Tempo Presente”, o evento promove um olhar atento e global sobre liberdade, espaço público, diversidade, interculturalidade e participação comunitária. Através da arte, o Ocupar a Velga 2024 deseja perspetivar, dialogar e incluir. Fazem parte Jonas&Lander, Leo Middea, Patrícia Mariano, Patrícia Portela, Projeto DME, e muito mais.

O OCUPAR A VELGA é um projeto da Produção d’Fusão, financiado pela Direção-Geral das Artes, BPI | Fundação “La Caixa”, Câmara Municipal de Seia, Junta de Freguesia de Valezim e Junta de Freguesia de Sazes da Beira.

A entrada é livre.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA EM: https://producaodfusao.com/projeto/ocupar-a-velga/

Apresentação do livro “os Flamejantes Azuis”, de Wendy Nazaré – 20 de julho, 16h, na Biblioteca Municipal de Seia

A escritora Wendy Nazaré vai estar na Biblioteca Municipal de Seia, no dia 20 de julho, pelas 16 horas, para a apresentação do seu livro “Os Flamejantes Azuis”. A iniciativa vai também contar com um pequeno momento musical acústico da própria autora, que é também cantora, e vai ser acompanhada pelo guitarrista Christophe Henin.

Nascida em 1984 em Verviers (Bélgica), Wendy Nazaré é uma artista com raízes portuguesas, inglesas, argelinas e belgas.

Em 1995, a descoberta de um segredo de família inspira-lhe as suas primeiras canções.

Em 2009, conhece o seu primeiro sucesso na Bélgica com o single Mon pays. No mesmo ano, termina um mestrado em psicologia clínica na universidade de Liège com distinção e louvor.

Em 2012, Wendy lança o seu segundo álbum e o single “Lisboa” conhece um sucesso estrondoso junto da comunidade portuguesa internacional. Em 2019, regressa com um projeto musical e volta a escrever no seu diário que se tornará, no que ela gosta de definir, como “uma biografia familiar subjetivamente recomposta”: Os flamejantes azuis. 

A história do livro

Tudo começou quando Wendy Nazaré descobriu que um amigo da família era o seu avô. Depois, acabou por descobrir uma história de amor, proibida e impossível entre os seus avós, digna dos filmes de Hollywood.

Não era o primeiro segredo a ser divulgado a Wendy que, desde pequena, começou a investigar sobre os mistérios da sua família. Em 2005, no funeral do seu avô português, Wendy recebeu cinco cassetes áudio onde este lhe contava toda a sua vida.

Começou a registar o conteúdo dessas cassetes num diário que acabou por se tornar neste livro que gosta de chamar a sua “biografia familiar subjetivamente recomposta”. Embora tudo tenha acontecido, Wendy gosta de recordar que todas as lembranças são sempre subjetivas.

Foi uma viagem emocional e terapêutica para ela. Este livro é, também, a história do seu pai, que acabou por descobrir que era português e que, apesar de ter tido uma infância movimentada, tornou-se numa pessoa importante na Bélgica, com impacto na sociedade.

É um livro sobre a resiliência, o amor apaixonado, os traumas, o perdão, a transmissão transgeracional e a fé. Quando acabou de o escrever, Wendy tinha tantas canções relacionadas com estas histórias que decidiu unir os dois projetos. Como o livro foi traduzido em português, quis adaptar as canções francesas para português, de modo a que o leitor português percebesse as histórias contadas nessas músicas.

O CD duplo “Jacarandá” inclui temas cantados em francês, inglês e como não poderia deixar de ser, em português.

Com prefácio de João Carlos Callixto, em “Os Flamejantes Azuis” iremos conhecer histórias que se entrelaçam em segredos de família e histórias de amor escondidas que vão certamente emocionar os leitores.

Foi com a descoberta dos segredos de família, e do conhecimento do avô português, que a luso-belga Wendy Nazaré se interessou pela língua portuguesa pela sua aprendizagem. Atualmente vive em Portugal. 

Gouveia – Festival da Água está a chegar a Aldeias

Nos dias 5 e 6 de julho, há uma Aldeia de Montanha que irá celebrar a água e a biodiversidade num festival voltado para a sustentabilidade, com várias propostas culturais e de lazer para os visitantes participarem. Em Aldeias, no concelho de Gouveia, a rua principal terá uma instalação artística em crochê realizada pela comunidade ao longo de vários meses. Este será o ponto alto da celebração, unindo a comunidade em torno da importância deste elemento vital para a vida.

O mote está lançado para um vasto programa cultural e educativo que tem como objetivo principal a preservação deste importante recurso natural.

Foi em comunidade que nasceu o Festival da Água em Aldeias. Há já vários meses que a população, juntamente com os utentes do centro de dia, resolveram celebrar a água, perpetuar as suas histórias e a herança da água na aldeia onde vivem com uma instalação artística em crochê, feita com a colaboração de todos e sob a mentoria de Susana António, criativa e designer.

Durante os dias do festival e ao longo de todo o verão, a rua principal de Aldeias terá em exposição, suspenso, um gigantesco ‘pano’ feito em crochê em gradientes de azul e de cor branca para que os visitantes se sintam envolvidos na corrente e no som imersivo da água. 

Nos dias do Festival da Água haverá ainda uma programação variada com música, mercadinho de produtos regionais, workshops de crochê, jantar solidário confecionado por oito chefs e muito mais

No primeiro dia, na sexta-feira, 5 de julho, além de jogos gigantes em madeira, workshops de crochê e tricot na aldeia, haverá um cantinho da história na biblioteca municipal de Gouveia, uma observação da biodiversidade das ribeiras, uma rega na horta e concertos à noite com o Grupo de Concertinas de Gouveia e Joana Almeida.

No sábado, 6 de julho, está agendado um workshop de construção de barquinhos com corcódea, de libélulas e libelinhas, prova de águas comentada, demonstração e prova de granizados e ainda um jantar solidário a favor da Liga Humanitária Social Cultural de Aldeias que contará com a colaboração de oito chefs (Óscar CabralRui CerveiraTony GranadeiroVanderson, Isabel Patriarca, Sandra Pimenta e Paulo Silva e um Chef surpresa). À noite há animação musical com o Grupo de Fados e baile na aldeia.

Este evento é organizado pela Liga Humanitária Social e Cultural de Aldeias, em parceria com a União de Freguesias de Aldeias e Mangualde da Serra, Associação Cultural e Desportiva Aldeense, Clube Desportivo Aldeense, Comunidade Local dos Baldios de Aldeias, Restaurante a Sandra; GAF, com o apoio do Município de Gouveia e da rede de Aldeias de Montanha, no âmbito do Programa Transformar Turismo.


 No âmbito do Festival da Água, vai decorrer, no dia 6, pelas 20 horas, um jantar solidário no dia 6 de julho, pelas 20h, no Centro da aldeia de Aldeias Um momento de convívio e partilha, onde os participantes poderão saborear os deliciosos pratos típicos da região, confecionados com produtos frescos e locais. A totalidade da receita do jantar reverterá para a Liga Humanitária Social e Cultural de Aldeias, que desenvolve um importante trabalho na nossa comunidade.

Manteigas acolhe semana de inovação e criatividade artística e comunitária na terra da lã e dos pastores

Manteigas está a acolher, desde o passado dia 29 de junho e até 7 de julho, a semana da inovação em torno da lã. Esta vila, terra da lã, dos lanifícios e com o seu centro emergente do capital social e da economia local ligados a este recurso milenar, recebe a segunda edição do Lãnd Innovation Week, organizado pelo município de Manteigas e pela ADIRAM – Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede de Aldeias de Montanha. Com esta iniciativa pretende-se atestar o esforço de todo um setor e da comunidade local na valorização deste que é um património único, identitário e com forte potencial criativo. O evento é aberto à participação da comunidade, visitantes e turistas.

Esta semana da inovação em torno da lã acontece não só em Manteigas, mas, também, um pouco todos os locais desta vila. Está nas ruas, nas unidades fabris como a Burel Factory e a Ecolã, nas pastagens onde as ovelhas das raças Bordaleira e Churra Mondegueira da Serra da Estrela habitam. Por toda a vila será possível sentir o pulsar da tradição e da contemporaneidade que a lã poderá aportar a este território.

O Lãnd Innovation Week pretende ser um laboratório vivo para a aprendizagem conjunta, valorizando as práticas ancestrais, acrescentando novas leituras a todo um sector que urge preservar e desvendando a ciência por trás deste recurso endógeno.

Este ano, o Lãnd começou mais cedo em maio e junho com as residências de cocriação em pleno coreto de São Pedro, envolvendo de forma ativa a comunidade local com a designer e thinker de comunidades, Susana António. Os manteiguenses foram desafiados a bordar pequenos tecidos e roupa em fim de ciclo, transformados em pequenas bandeirolas coloridas e bordadas a lã. Todos os bordados foram transformados em bandeiras festivas e, agora, estão a enfeitar as ruas da vila durante o Lãnd, criando, assim, uma enorme instalação comunitária e criativa ao ar livre, num ambiente vibrante e acolhedor nas ruas de Manteigas.

Nos dias 6 e 7 de julho há a destacar as visitas comentadas entre os teares seculares da fábrica da Ecolã e Burel Factory. Será possível descobrir a que objetos e ofícios correspondem muitos dos nomes que as bandeiras dos “lãnders” têm bordadas. As visitas são gratuitas, mas os interessados devem inscrever-se previamente para hello@land-week.com.

A 6 de julho, às 17 horas, Sara Lamúrias estará na Fábrica do Rio, em Manteigas, para uma Lãnd Talk que vai permitir conhecer mais acerca do seu trabalho como designer de moda e da sua colaboração com a @burel.factory. No mesmo dia, mas de manhã, às 11 horas, a designer de comunicação e ilustradora, Bárbara R., vai desenvolver uma Oficina de Ilustração Têxtil Colectiva que promete ser um teste à criatividade. As inscrições são gratuitas, mas limitadas (basta enviar email para hello@land-week.com).

No dia 7 de julho, os residentes criativos deste ano – Álbio Nascimento, Carolina Batalha, Susana Cereja e João Xárafarão – irão apresentar o resultado do seu trabalho de uma semana de imersão na Lãnd Talk – Residências Criativas 2024.

Durante a segunda edição do Lãnd é ainda possível ver, entre outros trabalhos, os resultados das Residências Criativas Lãnd 2023 de Jorge Moita, Bárbara R., Carla Pontes, Leonor Carradas, Catarina Damas e Brígida Ribeiros.

Para Flávio Massano, presidente da Câmara de Manteigas, o Lãnd Innovation Week é “um evento que nos orgulha muito e, este ano, queremos torná-lo ainda mais especial envolvendo de forma mais ativa a comunidade na sua organização. Acreditamos que a participação de todos é essencial para preservar a identidade e a cultura associada à lã num território com futuro”.

José Francisco Rolo, presidente da ADIRAM, o Lãnd é “o exemplo perfeito do espírito da Rede de Aldeias de Montanha: celebrar com criatividade e inovação a cultura e o talento de todo este território. É a união de todos que torna as nossas aldeias de montanha tão únicas e vibrantes”.

O Lãnd Innovation Week é um evento anual que integra o Plano de Animação da Rede de Aldeias de Montanha.

PORTAS DO SOL – Cinco Anos de Artes de Rua na Covilhã

Festival de Artes de Rua PORTAS DO SOL chega, este ano, à sua 5ª edição, um projeto iniciado pela ASTA Teatro e Outras Artes. Entre 4 e 6 de julho a ASTA desafia-o a vir para a rua, e a redescobrir o centro histórico da Covilhã. 

Em 2000, o PORTAS DO SOL nascia para dar novas vidas ao centro histórico da cidade da Covilhã. “É com satisfação que constatamos ter sido uma aposta ganha”, refere a entidade organizadora, acrescentando que “quem assistiu aos espetáculos do PORTAS DO SOL passou a ver o centro histórico com um novo olhar.” Com esta iniciativa, a ASTA procura promover as artes de rua na cidade e, com elas “a discussão em torno da defesa do espaço público e recuperação do património urbano degradado, colocando-o ao serviço da população. É urgente cuidar do espaço público que é de todos. Menos carros e mais vida, poderia muito bem ser o mote para a renovação do centro histórico”, salienta.

O PORTAS DO SOL é um espaço livre e aberto onde todos estão convidados a entrar. Aqui as portas não se fecham, porque a cultura e as artes não têm barreiras, pelo contrário, quebram-nas.

A ASTA, uma vez mais, procura trazer diferentes manifestações artísticas ao encontro da população e, simultaneamente favorecer a afirmação das artes de rua como uma tendência democratizante e emancipadora, capaz de gerar uma atitude criativa, inovadora e reivindicativa.

“Preparámos para si 31 atividades inteiramente gratuitas! Venha descobrir uma cidade que pode ser diferente, onde o espaço público está à disposição da população. Venha sentir, surpreender-se, sorrir e emocionar-se connosco. Celebrar a vida, ou não fossem as artes o maior espelho do que é a celebração da vida”, refere a ASTA.

Esta é, sobretudo, uma experiência artística, onde se criam novas recordações do centro histórico da Covilhã, partilham e compartilham momentos que ficarão gravados na memória de todos.

Fábrica de calçado da Ara vai despedir mais 180 trabalhadores até outubro

Empresa quer fazer a requalificação de cerca de 60 trabalhadores para as máquinas de injeção.

A multinacional alemã de calçado Ara Shoes anunciou, esta sexta-feira, o despedimento coletivo de mais 180 pessoas em Seia, após, em março, terem anunciado o despedimento de 130 trabalhadores, dos quais 90 eram do concelho de Seia.

Contactado pelo JSM, o presidente da Câmara Municipal de Seia, Luciano Ribeiro, confirmou que a decisão da empresa foi comunicada à autarquia no mesmo dia em que os trabalhadores foram informados no âmbito de um novo “processo de requalificação, agora nas máquinas de injeção”.

Dos 180 operários a dispensar, a empresa diz que pretende requalificar até 60 pessoas, para poderem trabalhar no processo de injeção. Ou seja, o objetivo é “limpar” a produção mais manual e fazer com que estes cerca de 60 trabalhadores recebam formação para poderem trabalhar em mais turnos nas máquinas de injeção. Com a redução de encomendas do calçado clássico, a empresa pretende adaptar-se ao mercado, “com novas formas de fabrico”, preconiza a empresa.

Luciano Ribeiro referiu que a empresa alega, ainda, que, devido à guerra, perdeu mercados como a Rússia e a Ucrânia e registou quebras na Europa estando, por isso, neste momento, também a transitar para outro tipo de produto. “Dadas as circunstâncias vai haver a necessidade de se adaptar e modernizar, criando novos produtos”, assinala o autarca.

O edil salienta que a autarquia tem feito “um acompanhamento muito próximo” com a empresa e diz ter a garantia da administração de que a unidade se vai manter em Seia, para onde o grupo continua a transferir competências. Uma das garantias dadas pela administração é que esta será a última etapa, uma vez que, agora, vão fechar a base logística do seu armazém de exportações na Áustria e transferi-la para Seia, de modo a permitir “o aumento das exportações”.

Com o despedimento de 130 trabalhadores, em março e, agora, 180 até outubro, a Ara de Seia irá ficar com cerca de 400 colaboradores, número que tinha em 2019.

O município vai continuar a acompanhar esta situação, estando a fazer a articulação entre a administração da Ara e o IEFP para que a empresa faça chegar os perfis dos trabalhadores afetados pelo despedimento coletivo para dar respostas que ajudem as famílias”.

Luciano Ribeiro admite, ainda, que é uma situação que preocupa a autarquia, mas realça que em Seia “há falta de mão-de-obra em diversos setores e pode ser uma alternativa de reconversão, assim seja a expectativa e vontade das pessoas”.

O autarca lembra que, na altura do COVID, a empresa aproveitou para se rejuvenescer. Por isso, agora, é um ajustamento”.

De referir que, das seis linhas de costura, a empresa passou para três e, agora, anuncia o fecho integral da secção de costura.

A Ara Shoes, com sede em Vila Nova de Gaia, implementou-se em Portugal em 1974, tendo a unidade de produção de Seia começado a funcionar em 1991.

Burla associada à GNR

A Guarda Nacional Republicana tomou conhecimento da circulação de uma mensagem de telemóvel fraudulenta em nome da Guarda Nacional Republicana (GNR). Várias pessoas têm recebido, no seu telemóvel a mensagem “A sua viatura consta para apreender a partir de hoje por coima em atraso pague agora” indicando em seguida, uma entidade, referência e valor para pagamento supostamente pertencente à Guarda Nacional Republicana, para evitar a apreensão.

Em comunicado enviado ao JSM,, a GNR esclarece que esta mensagem é “FALSA” e pressupõe um tentativa de burla, pois “a GNR não envia mensagens de telemóvel para efetuar pagamentos, pelo que se receber esta SMS deverá denunciar e informar de imediato as Autoridades Policiais.”

Atento a este tipo de ocorrências, a Guarda Nacional Republicana reforça o seguinte:

·         Não aceite métodos de pagamento que desconhece nem siga instruções de estranhos;

·         Informe-se primeiro sobre qualquer serviço novo de pagamento junto do seu banco;

·         Nunca adicione/associe um número de telemóvel que não seja o seu ou que desconhece a serviços bancários;

·         Não forneça dados confidenciais ou pessoais via correio eletrónico ou SMS;

·         Não siga ligações recebidas via correio eletrónico ou SMS;

·         Verifique o extrato da sua conta bancária com regularidade.

 Em caso de burla, a vítima deverá denunciar o crime ao posto policial da área de residência, por forma a que se consiga adequadamente monitorizar e melhor gerir os recursos disponíveis, ou poderá apresentar a referida queixa por via eletrónica, utilizando a plataforma digital constante no endereço https://queixaselectronicas.mai.gov.pt. A denúncia deste tipo de crime é fundamental para auxiliar à sua monitorização.

Escola Secundária de Seia é um dos estabelecimentos de ensino do distrito da Guarda a recolher pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos para reciclagem

Estabelecimentos de ensino recebem prémios em função das quantidades recolhidas

Até ao próximo dia 1 de julho decorre a 13ª edição da campanha “Escola Electrão” que promove a recolha de pilhas, lâmpadas e outros equipamentos elétricos usados para reciclagem nos sete estabelecimentos de ensino do distrito da Guarda que aderiram à campanha, que arrancou em setembro e já está a chegar à reta final.

De entre os estabelecimentos de ensino aderentes (Escola Básica Adães Bermudes, Guarda; Escola Básica e Secundária da Sé, Guarda; Escola Básica e Secundária de Manteigas; Escola Básica e Secundária Padre José Augusto da Fonseca, Aguiar da Beira; Escola Secundária de Figueira de Castelo Rodrigo e Escola Secundária de Sabugal) a Escola Secundária de Seia também está a promover esta recolha.

As escolas participantes recebem pontos em função das quantidades recolhidas, que são convertidos em prémios. Por cada 10 quilos de pilhas, 10 quilos de lâmpadas ou 100 quilos de equipamentos elétricos usados cada escola recebe um ponto e por cada 10 pontos acumulados recebe um cheque-prenda no valor de 75 euros.

Ao longo de 12 edições, esta campanha do Electrão, que sensibiliza para a necessidade de entregar pilhas, lâmpadas e equipamentos elétricos usados para reciclagem, já permitiu a recolha de mais de seis mil toneladas de equipamentos nas escolas aderentes e, paralelamente, permitiu sensibilizar milhares de alunos de uma vasta comunidade escolar para a importância de separar para reciclar, não só pilhas e equipamentos elétricos, mas também embalagens.

PRÉMIOS “REPÓRTER ELECTRÃO”

A campanha “Escola Electrão” desafia também os alunos e professores das escolas participantes a criar reportagens vídeo sobre a reciclagem, no âmbito do concurso trimestral “Repórter Electrão”.

No primeiro período foram submetidos 27 trabalhos de 13 escolas alusivos à temática da reciclagem de embalagens “Separar/ não separar” que premiaram alunos e professores de vários níveis de ensino.

Outros 29 trabalhos foram apresentados por parte de 12 escolas do país no segundo desafio, que incidiu sobre as diferenças entre lixo e resíduos.

Os desafios do concurso “Repórter Electrão” são lançados trimestralmente. É escolhido um trabalho vencedor por cada nível de ensino. Cada aluno e professor das equipas vencedoras recebe um cheque-prenda no valor de 50 euros.