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Seia homenageou Soldados da Paz no Dia Municipal do Bombeiro com entrega de novos equipamentos às corporações do concelho

O Município de Seia celebrou, ontem (24 de maio), o Dia Municipal do Bombeiro. A iniciativa, realizada em parceria com as corporações de Loriga, São Romão e Seia, ficou marcada pela homenagem pública aos “soldados da paz” e pelo reforço dos meios operacionais das três corporações do concelho.

As comemorações tiveram início junto ao Monumento ao Bombeiro, em Seia. Num momento solene e emotivo, realizou-se uma formatura conjunta dos três corpos de bombeiros, seguida da deposição de uma coroa de flores. O ato serviu para evocar e reconhecer o trabalho diário de homens e mulheres que, com dedicação e coragem, se colocam ao serviço da proteção de pessoas e bens.

A celebração estendeu-se depois às ruas da cidade, com um desfile apeado e motorizado pelas principais artérias de Seia, que permitiu à comunidade local associar-se à efeméride e manifestar o seu tributo às corporações.

O programa culminou com a sessão solene nas instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia, que contou com a presença de representantes de várias entidades oficiais.

O grande destaque da cerimónia foi a entrega de novos equipamentos às três corporações do concelho. Segundo a autarquia, este investimento traduz o compromisso contínuo do Município de Seia no reforço das capacidades operacionais e na melhoria das condições de trabalho e segurança dos bombeiros voluntários.

Uma tradição com história

Instituído em 2017, o Dia Municipal do Bombeiro visa valorizar publicamente a missão das corporações locais, destacando o seu profissionalismo e disponibilidade permanente. Além da homenagem, a iniciativa pretende sensibilizar a população para a importância do voluntariado e para o papel insubstituível que estas instituições desempenham na proteção civil, no socorro e no combate a incêndios.

Simulacro no Hospital de Seia testa resposta a incêndio

O Hospital de Seia realizou um simulacro de incêndio que mobilizou 25 bombeiros, uma viatura plataforma, duas ambulâncias, dois veículos de combate a incêndios e um veículo de abastecimento, num exercício que simulou ainda três vítimas. A ação teve como objetivo testar a capacidade de resposta dos meios de socorro e a articulação entre as equipas envolvidas.

Durante o simulacro, foram postos à prova os procedimentos de evacuação, o combate às chamas e o socorro às vítimas, num cenário pensado para avaliar o tempo de reação e a coordenação operacional. O exercício permitiu também reforçar a preparação dos operacionais para situações reais de emergência.

A presença de diferentes meios no terreno, entre eles a plataforma elevatória e os veículos de combate e abastecimento, permitiu treinar uma resposta mais completa a um eventual incêndio em ambiente hospitalar. As três vítimas simuladas ajudaram a testar os procedimentos de triagem, assistência pré-hospitalar e transporte.

Este tipo de iniciativa é considerado essencial para reforçar a segurança de utentes, profissionais de saúde e operacionais, garantindo maior eficácia numa situação de risco real.

Desporto escolar: portas que se fecham

Num tempo em que tanto se debate o impacto dos ecrãs na vida dos mais jovens, e em que os seus efeitos negativos são cada vez mais evidentes, torna-se difícil compreender o progressivo afastamento, ou mesmo o quase desaparecimento, do desporto escolar.
Aquilo que durante décadas representou uma das principais portas de entrada para a prática desportiva, para o desenvolvimento do espírito de equipa e para a construção de um verdadeiro sentido de pertença, há muito que caminha para um silencioso desligar da tomada, sem alarme nem debate público, mas com consequências reais e profundas.

O desporto escolar nunca foi apenas competição. Era descoberta. Era o primeiro contacto com diferentes modalidades, a oportunidade de experimentar, falhar, evoluir e encontrar um lugar dentro de um grupo. Era, acima de tudo, um espaço inclusivo, onde cada criança podia explorar as suas capacidades, descobrir motivações e criar hábitos saudáveis para a vida. Era também um complemento essencial ao ensino formal, ajudando a formar cidadãos mais disciplinados, resilientes e cooperantes.

No concelho de Seia, contudo, vive um realidade muito limitada. No concelho onde outrora existia uma oferta diversificada, com modalidades como futebol, basquetebol, voleibol e ginástica, capaz de responder a diferentes interesses e talentos, resta hoje praticamente uma única opção: o voleibol. Esta realidade mantém-se há décadas e resulta de sucessivas pressões exercidas junto das várias escolas para concentrarem o desporto escolar numa só modalidade.

Não está em causa o mérito do voleibol, nem o trabalho relevante que tem sido desenvolvido a nível local, com resultados e atletas de qualidade reconhecida. O problema é estrutural. Quando se promove quase exclusivamente uma modalidade, condiciona-se a liberdade de escolha, limita-se a descoberta de outras aptidões e empobrece-se o ecossistema desportivo local, regional e nacional.

O risco de fomentar apenas uma modalidade nas escolas não é teórico, é bem real e já se observa em contextos próximos. Num concelho vizinho, recentemente, um clube de basquetebol candidatou-se a uma iniciativa da Federação Portuguesa de Basquetebol, o programa “Basquetebol 3×3 nas escolas”. No âmbito dessa ação, foram enviados materiais desportivos e merchandising para as escolas locais, com o objetivo de incentivar a prática e dar a conhecer a modalidade.

A resposta foi surpreendente e preocupante: o material acabou por ser devolvido, com a indicação das escolas de que não havia interesse. E porquê? Porque nesse território a pressão instalada aponta para a prática exclusiva de outra modalidade, neste caso o andebol. Este tipo de situação levanta uma questão essencial: qual é, afinal, a missão da escola no contexto do desporto? A escola não deve ser um prolongamento de interesses externos, nem um instrumento de captação de atletas para o clube A ou B. A sua função é muito mais ampla e nobre. Cabe-lhe fomentar a prática desportiva de forma abrangente, plural e inclusiva, apresentando aos alunos diferentes modalidades, permitindo-lhes experimentar, escolher e desenvolver-se de acordo com os seus interesses e capacidades.

Quando essa diversidade desaparece, perde-se muito mais do que opções desportivas. Perdem-se oportunidades de inclusão, perde-se potencial humano, perdem-se caminhos que poderiam fazer a diferença na vida de muitos jovens. E quando não há espaço para todos, muitos acabam inevitavelmente por ficar de fora. A consequência é um afastamento progressivo da prática desportiva, precisamente numa fase da vida em que esta é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e social.

Recuperar e valorizar o desporto escolar é, por isso, mais do que uma questão desportiva. É uma questão educativa, social e até de saúde pública. É garantir que as escolas continuam a ser espaços de descoberta, de crescimento e de igualdade de oportunidades. Porque cada modalidade que desaparece representa uma porta que se fecha. E essas portas fazem hoje mais falta do que nunca.

Os Hobbies e a Sustentabilidade

A sustentabilidade é um tema de extrema importância e cada vez mais presente na sociedade atual, dada a necessidade de preservação do meio ambiente e de utilização consciente dos recursos naturais com o intuito de melhorar a qualidade de vida das gerações presentes e futuras, podendo os hobbies dar um excelente contributo para esse objetivo.
Por outro lado, na denominada terceira idade, manter-se ativo é fundamental para a saúde física, mental e emocional, pelo que, nessa fase da vida, os hobbies desempenham um papel muito importante em termos de ocupação do tempo livre, proporcionando momentos de lazer, bem-estar e desenvolvimento pessoal, sendo a sua escolha fundamental para ajudar o Planeta e preservar a saúde individual.
A relação entre hobbies e sustentabilidade mostra, portanto, que o lazer pode ir além do entretenimento, tornando-se uma ferramenta de transformação social e ambiental, pelo que ao escolher hobbies que respeitem o meio ambiente, as pessoas contribuem para um futuro mais equilibrado, consciente e sustentável.
As caminhadas diárias são um dos hobbies que atualmente é bastante praticado, e que deve continuar a ser promovido, dado que são uma forma de prevenir doenças e, quando é o caso de serem feitas em ambiente natural, ajudam também as pessoas a compreender melhor a importância de preservação dos ecossistemas. Se a esta atividade juntarmos, em simultâneo, a observação e estudo da fauna e da flora locais estimulamos ainda mais o respeito pelo meio ambiente.
Uma outra atividade que muitas pessoas desenvolvem após a reforma, e que se transforma frequentemente em hobby, é o cultivo de uma pequena horta ou a produção agrícola e frutícola em pequena escala, atividades que requerem cuidados frequentes e que ligam ao ciclo da própria Natureza, proporcionando prazer, obrigando a atividade física e tendo, inclusive, algum retorno em termos de economia familiar.
Importa referir que mesmo em ambiente urbano é possível ter uma pequena horticultura doméstica, por exemplo cultivar legumes e ervas na varanda, diminuindo assim a necessidade de comprar produtos embalados e transportados de longas distâncias.
Existem também pessoas que têm como hobbies o artesanato com materiais recicláveis, que podem ser de diversa natureza: restauração e fabrico de móveis, produção de objetos de utilidade ou de decoração utilizando materiais naturais e genuínos ou elaboração de artigos em crochet, contribuindo assim para a diminuição do desperdício e a redução de consumos excessivos ou supérfluos.
A sustentabilidade pode também ser promovida, inclusive por pessoas com mobilidade reduzida, através de hobbies ligados à consciência ambiental como a leitura, a escrita a fotografia, o desenho ou a pintura sobre temas ambientais, permitindo assim a partilha de informação e a sensibilização de outras pessoas para a temática ambiental, o que permite incentivar a mudança de comportamentos na sociedade..
xistem naturalmente muitos outros hobbies relacionados com a temática ambiental.

Existem naturalmente muitos outros hobbies relacionados com a temática ambiental como por exemplo o andar de bicicleta, como forma de lazer, mas também como substituição do automóvel para deslocações curtas, o que permite reduzir a poluição e a emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera, contribuindo em simultâneo para a preservação da saúde individual.

Refira-se que, de Norte a Sul de Portugal, existem vários exemplos de criação de ciclovias, que continuam em expansão, para incentivar a mobilidade sustentável através duma maior utilização da bicicleta.

Atualmente existem também mais de 300 Kms de linhas férreas que foram transformadas em ecopistas, ou seja, em percursos de natureza que resultam da reconversão de canais ferroviários já desativados onde agora circulam pessoas a pé, de bicicleta, de skate e até de patins.
Evidencie-se também a cozinha sustentável que, aproveitando adequadamente as sobras de alimentos, evita desperdício, constituindo uma excelente prática que deverá continuar a ser estimulada e utilizada com frequência.

Um outro hobby com ligação direta à sustentabilidade é a prática do voluntariado ambiental de que a plantação de árvores, a limpeza de praias ou a atividade de eliminação de espécies invasoras nas florestas constituem bons exemplos.

O que é decisivo é ter consciência de que pequenas ações podem fazer uma grande diferença e de que as escolhas para a ocupação dos nossos tempos livres podem ser um instrumento de preservação do Planeta, existindo múltiplas formas de cada um dar o seu contributo

Qualquer pessoa cria vídeos. Poucas criam impacto

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Durante anos, produzir vídeo foi sinónimo de conhecimento técnico, equipamentos caros e longas horas de edição. Hoje, esse cenário mudou radicalmente, com o avanço da IA, qualquer pessoa consegue criar um vídeo em poucos minutos.

Existem ferramentas que escrevem guiões, selecionam imagens, editam automaticamente e até escolhem música, tudo com uma intervenção humana mínima. Esta evolução trouxe velocidade e acessibilidade, mas também levantou uma questão inevitável: se a tecnologia já faz quase tudo, qual é, afinal, o papel do videógrafo?

Aquilo que antes diferenciava um profissional desta área, que era a sua capacidade técnica deixou de ser um fator decisivo, visto que com a evolução da IA todas as tarefas como fazer cortes, criar legendas e corrigir cor passaram a ser feitas através de um simples clique. No entanto apesar da eficiência destas ferramentas de IA existe uma dimensão do vídeo que continua fora do alcance da IA que é a capacidade de pensar, interpretar e decidir, isto porque a criação de um vídeo é muito mais que juntar imagens, é entender o objetivo de cada projeto, é entender o publico e acima de tudo é passar uma mensagem porque um vídeo pode ser perfeito no aspeto técnico e mesmo assim falhar redondamente no aspeto principal que é passar a mensagem.

A IA veio tornar a criação de vídeo mais rápida, mais barata e mais acessível, mas também tornou mais evidente a diferença entre produzir conteúdo e criar algo com significado. No cenário atual, não ganha quem faz mais vídeos, mas quem faz melhores vídeos. O futuro da videografia não está ameaçado, está a ser redefinido. E, nesse futuro, destacam-se os profissionais que vão para além da técnica e conseguem dar propósito ao que produzem. Porque, no final, não é o vídeo em si que importa, mas aquilo que ele consegue provocar em quem o vê.

Quando o céu faz barulho: A trovoada, o inimigo dos animais

Como todos sabemos, as trovoadas são um fenómeno natural e transitório, e mesmo assim, muitas vezes assustamo-nos com esses trovões. Agora imaginem sentir isto infinitamente amplificado: o som súbito dos trovões são só a ponta do iceberg! Cães e gatos (à semelhança de muitos outros do reino animal) conseguem sentir as vibrações particulares que antecedem o trovão, as mudanças na pressão atmosférica antes, durante e depois da tempestade, o som amplificado do trovão e o flash do relâmpago inesperado.

É uma experiência sensorial tão avassaladora, que muitos deles desenvolvem algum grau de fobia a estas tempestades difíceis de compreender por eles. Ao contrário dos humanos, cães e gatos têm uma audição ultra apurada: tão sensível que um trovão muito distante facilmente é percebido como próximo, ameaçador e muito mais potente do que para nós. Para além disso, a incapacidade de perceber a origem de tal som e por ser tão imprevisível, criam uma bola de neve de ansiedade por antecipação: não sabem o que é, não sabem a origem, nem quando vai voltar a rebentar outro trovão! Muitos escondem-se e isolam-se, ou tentam fugir; ladram, uivam, ou podem mesmo ter comportamentos autodestrutivos (morderem-se ou lamberem-se excessivamente ao ponto de se magoarem).

Mas se cães e gatos têm esta experiência tão violenta multissensorial, porque é que só alguns têm estes comportamentos mais evidentes durante as tempestades de trovões? Porque tal como nos humanos a sensibilidade individual varia, de acordo com as experiências e aprendizagens anteriores, falta de habituação, predisposição genética, doenças pré-existentes, etc. Felizmente, existem algumas estratégias para minimizar este desconforto e medo. Algumas estratégias simples que podem implementar são:

– criar um espaço seguro dentro de casa. Um local de fácil acesso, com janelas e persianas fechadas (minimizar o som e luz dos relâmpagos), de preferência com música ou TV em volume baixo (minimizar o foco do animal no ruído exterior).

Este local pode ser debaixo da cama, do sofá, numa caixa transportadora tapada por uma mantinha com o vosso cheiro, etc. O mais importante é ser um sítio seguro e de fácil acesso, onde ninguém vai “chatear” o animal, nem força-lo a entrar ou a sair de lá. Queremos que seja visto como um local seguro, a que ele pode aceder sempre que necessário e com conotação emocional positiva.

– manter a calma, pois se a família humana estiver stressada, este vai ser um sinal muito claro para o animal: é uma situação de risco! O que queremos é o oposto, uma família calma a agir de forma natural, a transmitir ao animal que ele está seguro.

– Atenção: forçar interações ou repreender comportamentos de medo podem ter o efeito contrário do que o humano pretende, pois vai gerar maior ansiedade e insegurança no animal! O tempo instável chegou para ficar, por isso o melhor é compreender o estado emocional do seu animal, e dar-lhe ferramentas para ele lidar da melhor forma possível com este medo que é tão natural, como a própria trovoada….

Ser livre

A liberdade não é apenas um direito político. Apesar de abril nos lembrar, todos os anos, da importância do valor da liberdade, há uma liberdade menos presente em nós: a liberdade interna.

Será que somos verdadeiramente livres por dentro?

A liberdade não se relaciona apenas com circunstâncias externas. Por vezes, é uma construção interna demorada, silenciosa e que implica consciência e coragem. Trata-se de um processo em que questionamos crenças, colocamos em perspetiva aprendizagens e relações que moldaram profundamente a forma como sentimos, pensamos e agimos. Não escolhemos tudo o que sentimos, muito menos o que pensamos, mas podemos aprender a relacionar-nos com as nossas emoções e pensamentos de uma forma diferente.

A verdadeira liberdade não é um estado pleno e definitivo. Seremos verdadeiramente livres quando aceitarmos que este é um exercício diário, uma escolha com consciência, onde existe um alinhamento connosco próprios e com os nossos valores.

Ser livre pode começar em pequenas ações como dizer não, reconhecer limites, pedir ajuda, aceitar que podemos mudar de opiniões e tomar diferentes decisões… Estas ações aproximam-nos de nós próprios e contribuem para a nossa autenticidade. Muitas pessoas vivem afastadas de si e, por isso, vivem presas nos outros.

Vale a pena olhar para dentro. Onde, na nossa vida, ainda não nos sentimos verdadeiramente livres?

Mário Patrão vence Enduro na Figueira da Foz – Piloto regista quarta vitória consecutiva entre as motos elétricas

Pela quarta jornada consecutiva o consagrado Mário Patrão voltou a triunfar na categoria de motos elétricas em mais uma etapa do Campeonato Nacional de Enduro, desta vez na mítica competição disputada na Figueira da Foz, onde participou aos comandos de uma Stark Varg. No final da prova, o piloto de Seia fez um balanço muito positivo é e mantém-se assim imbatível nesta temporada.

“Esta corrida da Figueira da Foz é uma prova emblemática, organizada por um clube com muitos anos de experiência e tradição, que volta a apresentar especiais de grande nível. A mota esteve impecável ao longo de toda a prova e conseguimos cumprir na totalidade o percurso desenhado pela organização. Consegui divertir-me bastante, principalmente nas especiais de areia, que foram das partes que mais gostei. Correu tudo muito bem e acabámos por alcançar mais uma vitória, o que nos deixa naturalmente satisfeitos. Quero agradecer aos patrocinadores, ao público – que esteve em grande número nas especiais – por todo o incentivo e apoio, e também à nossa equipa, porque fizemos uma boa prova em conjunto. Ainda faltam duas corridas para o final do campeonato, mas para já estamos no bom caminho. Vamos continuar a trabalhar porque há sempre margem para fazer melhor na próxima”, referiu o piloto.

O Campeonato Nacional de Enduro culminará nos dias 6 e 7 de junho com a última etapa em Alcobaça que à semelhança de Viana do Castelo terá uma pontuação por cada dia de prova.

“Caminhar com o Presidente!” – Santa Marinha promove caminhadas semanais noturnas com o Presidente da Junta

Iniciativa arranca a 2 de junho e repete-se todas as terças-feiras, até setembro, com o objetivo de combater o sedentarismo e promover o convívio social.

A Junta de Freguesia de Santa Marinha vai dar início, já no próximo dia 2 de junho, a um programa de caminhadas semanais noturnas aberto a toda a população. Sob o mote “Caminhar com o Presidente!”, a iniciativa convida os residentes e visitantes a percorrer as ruas e os trilhos da freguesia, aliando a prática de exercício físico aos momentos de convício e bem-estar.

As caminhadas irão realizar-se todas as terças-feiras, entre os meses de junho e setembro, com partida marcada sempre para as 20h30, junto à sede da Junta de Freguesia de Santa Marinha.

Mais do que um incentivo à atividade física, o programa visa combater o isolamento e o sedentarismo, promovendo hábitos de vida saudáveis num ambiente descontraído.

A Junta de Freguesia reforça o convite a todos os cidadãos, independentemente da idade ou condição física, para se juntarem a esta iniciativa que promete aliar o bem-estar físico ao fortalecimento dos laços comunitários da freguesia.

Cruz Vermelha de Seia promoveu dia de convívio para pessoas idosas


A Delegação de Seia da Cruz Vermelha Portuguesa promoveu, no passado sábado, dia 16 de maio, um “Dia de Convívio” dirigido às pessoas idosas do concelho, no âmbito da iniciativa “Kit +Companhia LIDL”.

Desde março de 2021, a instituição desenvolve o Projeto Netos de Companhia, uma resposta de proximidade que tem como principal objetivo combater o isolamento social e a solidão da população idosa do concelho de Seia. Através de uma unidade móvel e de acompanhamento no domicílio e em espaços comunitários, o projeto aposta na promoção da socialização, da estimulação cognitiva, do envelhecimento ativo e do acompanhamento psicossocial.

No seguimento deste trabalho e com o apoio do LIDL, surge agora a iniciativa “Kit +Companhia LIDL”, destinada a reforçar o bem-estar, a autonomia e a qualidade de vida das pessoas idosas, particularmente entre os 67 e os 80 anos e com mobilidade.

O Dia de Convívio teve participação totalmente gratuita e contou com diversas atividades, entre as quais rastreio de saúde; aula de ginástica; momentos de animação e convívio e um almoço coletivo.

A iniciativa destinou-se a pessoas idosas residentes no concelho de Seia e teve como objetivo proporcionar um dia de partilha, atividade e promoção da saúde e do bem-estar