O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMRBSE), reunido esta terça-feira, 13 de outubro, deliberou, por unanimidade, manifestar o apoio à conversão da Universidade Politécnica da Guarda em Universidade, pelo reconhecimento da importância estratégica deste processo para o desenvolvimento do território, o reforço do ensino superior e a valorização do Interior.
Carlos Condesso, presidente da CIMRBSE, sublinha a importância desta decisão para o futuro da região: “A conversão da Universidade Politécnica da Guarda, em Universidade, representa uma oportunidade para reforçar o ensino superior, a investigação e a inovação nas Beiras e Serra da Estrela. Acreditamos que o fortalecimento das nossas instituições de ensino superior é fundamental para a valorização do território, para a atração e fixação de talento e para a criação de novas oportunidades de desenvolvimento económico e social.”
A posição da CIMRBSE assenta no reconhecimento do papel que a instituição desempenha na qualificação, na formação de recursos humanos, na produção e transferência de conhecimento, na investigação e inovação, bem como na atração e fixação de talento na região. A evolução académica e científica da instituição, expressa no alargamento da oferta formativa até ao nível de doutoramento, na qualificação do corpo docente e no desenvolvimento da investigação e de projetos de cooperação nacional e internacional, sustenta uma nova etapa deste percurso institucional.
Na sequência desta deliberação, a CIMRBSE formaliza o apoio à conversão da Universidade Politécnica da Guarda, em Universidade, e solicita ao Governo que, no âmbito das suas competências e procedimentos legalmente previstos, aprecie favoravelmente a iniciativa apresentada pela instituição.
Com esta posição, a CIMRBSE reafirma o compromisso com a valorização do ensino superior e com o reforço das condições necessárias ao desenvolvimento sustentável das Beiras e Serra da Estrela. Reconhece, assim, o contributo estratégico da Universidade Politécnica da Guarda para o futuro da região.
Ao longo de todo o mês de outubro, assinala-se o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, que este ano destaca o controlo da dor como uma componente essencial dos cuidados prestados às pessoas que vivem com doenças graves, bem como do seu conforto e qualidade de vida.
À semelhança dos anos anteriores, a Área de Gestão Integrada de Cuidados Paliativos da ULS da Guarda promove, durante este mês, um conjunto de iniciativas que visam sensibilizar a comunidade, aproximar os profissionais de saúde da população e dar a conhecer a importância dos Cuidados Paliativos.
Em Seia, a equipa de Cuidados Paliativos do Polo de Seia dinamizou, no passado fim de semana, uma tertúlia no Conservatório de Música de Seia, subordinada ao tema «Cuidados Paliativos: Vamos Conversar?», proporcionando um espaço de partilha, reflexão e diálogo em torno desta área dos cuidados de saúde.
No Hospital Sousa Martins, o Serviço de Cuidados Paliativos convida a comunidade a conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela equipa, através de visitas previamente agendadas. Os interessados poderão solicitar o agendamento através do endereço de correio eletrónico equipa.paliativos@ulsguarda.min-saude.pt
Já no próximo dia 27 de outubro, a iniciativa sai do contexto hospitalar para chegar à comunidade, com a realização de um Death Café, no Bar GinGibre, pelas 20h 30. Este encontro, de participação aberta e ambiente informal, pretende criar um espaço de conversa livre e descontraída sobre a morte e o morrer, contando com a participação da psicóloga Sofia Gabriel.
Com estas iniciativas, a ULS da Guarda reforça o seu compromisso com a humanização dos cuidados, a promoção da literacia em saúde e a sensibilização para a importância dos Cuidados Paliativos, valorizando o conforto, a dignidade e a qualidade de vida das pessoas e das suas famílias.
Falar sobre Cuidados Paliativos é cuidar. É aliviar a dor, promover o conforto e reconhecer a dignidade de cada pessoa em todas as etapas da vida.
Um homem de 77 anos ficou gravemente ferido na manhã desta sexta-feira após ser vítima de um atropelamento na Estrada Nacional 231 (EN231), no troço que liga São Romão a Seia.
A vítima foi assistida no local pelas equipas de emergência e, dada a gravidade dos ferimentos, acabou por ser transportada no helicóptero do INEM (HELI-INEM) para os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
No local estiveram os Bombeiros Voluntários de São Romão com 14 operacionais e 4 veículos; o helicóptero do INEM que prestou assistência médica diferenciada e efetuou a evacuação rápida do ferido para Coimbra e a GNR.
O Festival das Sopas regressa a Folgosa da Madalena (Seia) no próximo dia 24 de outubro (sábado), associando a gastronomia tradicional ao convívio comunitário e à animação musical. Organizado pela ACRID de Folgosa da Madalena, o evento promete reunir residentes e visitantes num grande convívio.
A programação arranca às 19h00 com o início da prova de sopas. A partir das 21h30, a animação fica a cargo do grupo Caravela Musical (Tour ’26).
Informações
Adultos: 7 malgas (inclui kit de entrada, degustação das sopas e acesso ao baile). Crianças (dos 6 aos 12 anos): 4 malgas. Acesso exclusivo ao Baile: 3 malgas.
* Nas eleições autárquicas de 2025, a candidatura do Grupo de Cidadãos Eleitores “Juntos Por Loriga” – “JPL”,encabeçada por Luís Costa, venceu em Loriga, assumindo a gestão da Junta de Freguesia com um programa assente em seis grandes áreas: administração e transparência, ambiente e sustentabilidade, equipamentos e infraestruturas, cultura e turismo, saúde e bem-estar e apoio à diáspora.
Ao completar-se o primeiro ano de mandato, o Jornal de Santa Marinha regressa à freguesia no âmbito da iniciativa «Dar voz às freguesias — Um ano depois», para ouvir o presidente sobre o trabalho desenvolvido e os desafios que se colocam à comunidade.
Nesta entrevista, o atual executivo da Junta de Freguesia de Loriga, liderado por Luís Costa, tendo como secretária Cristina Romano e tesoureira Isabel Moura faz um balanço do trabalho desenvolvido, das prioridades assumidas e dos projetos que pretende concretizar.
Comunicação com a população, saúde, mobilidade, ambiente, cultura e valorização dos espaços públicos estão entre as áreas que têm marcado a ação do executivo.
“Loriga tem um enorme património humano, natural e cultural. Cabe-nos a todos valorizá-lo.”
Executivo da Junta de Freguesia de Loriga
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Jornal de Santa Marinha (JSM): Das prioridades apresentadas na campanha, o que foi possível concretizar neste primeiro ano e o que está ainda por fazer?
Luís Costa (LC): Este primeiro ano foi, sobretudo, um período de concretização de medidas de proximidade, mas também de preparação e procura de soluções para projetos que exigem maior investimento.
Na área da comunicação e proximidade, começámos já a concretizar uma das prioridades apresentadas no programa eleitoral, através da criação e melhoria de ferramentas digitais, nomeadamente website, aplicação e QR Codes, que pretendemos que sejam instrumentos úteis para informar e aproximar a população da Junta e dar a conhecer a freguesia, o património, os serviços e as suas envolvências.
Foi também realizada uma Assembleia Comunitária, procurando criar um espaço de diálogo direto com a população e ouvir as suas preocupações, sugestões e propostas.
Temos igualmente trabalhado na procura de novas fontes de rendimento para a Junta, com o objetivo de reforçar a capacidade financeira da autarquia e, consequentemente, a possibilidade de concretizar mais projetos.
Na área ambiental, desenvolvemos ações de sensibilização para a recolha de monos, procurando melhorar o sistema através da atualização das taxas, da definição de dias específicos para recolha e de uma maior sensibilização da população.
Na área dos equipamentos e mobilidade, foi possível concretizar a aquisição de uma viatura de transporte, destinada a apoiar as deslocações para Seia e freguesias anexas, bem como o transporte associado à Praia Fluvial de Loriga.
Temos também intervindo na melhoria do Parque de Caravanas do Regato. É uma intervenção que ainda não está concluída, essencialmente por limitações financeiras, mas que continua a ser uma prioridade.
Ao longo deste primeiro ano, a Junta apoiou igualmente festas, iniciativas culturais e eventos da vila, procurando dinamizar a comunidade e criar atividades destinadas a diferentes faixas etárias, incluindo crianças e seniores.
Na área da saúde, a defesa do Polo de Saúde de Loriga esteve presente desde o primeiro dia do mandato. A Junta tem mantido contactos e reuniões de trabalho com a USF Nova Estrela, procurando garantir as melhores condições possíveis para a população. A própria Junta assumiu ainda o pagamento de uma funcionária para assegurar apoio no Polo.
A questão da saúde continua, aliás, muito presente na comunidade. O encerramento temporário do Polo em setembro gerou preocupação entre os habitantes e esteve na origem de uma vigília promovida pela população, num contexto em que a USF Nova Estrela e o Município esclareceram que não estava em causa um encerramento definitivo.
Outra área em que procurámos dar resposta foi a dos animais errantes, com a colocação de abrigos e identificação, nomeadamente para gatos, em articulação com o Município e associações.
Naturalmente, há ainda muito por fazer. Projetos como a conclusão da intervenção no Parque de Caravanas, a requalificação de espaços públicos, a melhoria de algumas vias e outras intervenções previstas no programa eleitoral dependem de recursos financeiros e, em alguns casos, da articulação com o Município e outras entidades.
JSM: Quais têm sido as principais preocupações no trabalho desenvolvido e a desenvolver? Que apoios e dificuldades encontrou na concretização das prioridades?
LC: A principal preocupação tem sido responder às necessidades concretas das pessoas.
Uma freguesia como Loriga enfrenta desafios muito próprios: envelhecimento da população, necessidade de melhores acessibilidades, defesa dos serviços de proximidade, manutenção dos espaços públicos, mobilidade e necessidade de criar condições para fixar população.
A saúde é, naturalmente, uma das nossas maiores preocupações. Desde o início procurámos acompanhar de perto a situação do Polo de Saúde, mantendo contacto com as entidades responsáveis e procurando soluções sempre que surgem dificuldades.
Também a mobilidade é fundamental. A aquisição da viatura permite dar uma resposta que consideramos importante às deslocações da população para Seia e localidades próximas.
Temos contado com a colaboração do Município de Seia, associações, instituições, população e outras entidades, porque acreditamos que uma freguesia não se desenvolve isoladamente.
A principal dificuldade é, muitas vezes, financeira. Há projetos que são necessários e para os quais existe vontade de avançar, mas que exigem investimentos superiores à capacidade financeira da Junta. É precisamente por isso que temos procurado novas fontes de receita e parcerias.
A própria valorização da Praia Fluvial demonstra a importância desta articulação. Em 2026, a Praia Fluvial de Loriga voltou a receber as distinções Bandeira Azul, Qualidade de Ouro e Praia Acessível, existindo também apoios municipais para intervenções de valorização e manutenção.
JSM: Como tem sido a participação da população na vida e nas decisões da freguesia?
LC: Queremos uma Junta próxima e aberta à população.
A realização da Assembleia Comunitária foi precisamente nesse sentido: criar um momento em que os loriguenses pudessem falar diretamente, apresentar preocupações e contribuir com ideias.
A participação da população é essencial. Muitas vezes, são os próprios habitantes que conhecem melhor determinados problemas porque os vivem diariamente.
Temos procurado ouvir as pessoas no contacto direto, através da Junta e também através dos meios digitais que estamos a criar e melhorar.
Queremos que a comunicação seja cada vez mais simples e acessível. A criação do website, da aplicação e dos QR Codes pretende precisamente facilitar esse contacto e permitir que a informação chegue mais rapidamente aos fregueses.
JSM: Que passo gostaria de ver dado na freguesia ao longo do próximo ano?
LC: Gostaria de ver Loriga avançar na concretização de projetos estruturantes, sem perder a atenção às pequenas coisas que fazem diferença no quotidiano das pessoas.
Queremos continuar a trabalhar na melhoria das infraestruturas, dos espaços públicos, das acessibilidades e da mobilidade.
Gostaríamos também de avançar na conclusão da intervenção no Parque de Caravanas do Regato, continuar a valorizar a Praia Fluvial e criar condições para que o turismo possa contribuir cada vez mais para a economia local.
Outro objetivo fundamental é continuar a defender os serviços de proximidade, com particular atenção à saúde.
Queremos ainda reforçar a capacidade financeira da Junta, porque sabemos que muitos dos projetos que a população deseja dependem dessa capacidade.
JSM: Que iniciativas/atividades estão previstas para os próximos meses?
LC: Nos próximos meses queremos continuar a dinamizar a freguesia com atividades culturais, recreativas e intergeracionais, procurando envolver crianças, jovens, adultos e seniores.
Está também previsto continuar o trabalho de valorização turística e ambiental, bem como a divulgação do património e das potencialidades de Loriga.
Queremos dar continuidade ao trabalho desenvolvido na comunicação digital, tornando o website, a aplicação e os QR Codes ferramentas cada vez mais úteis para quem vive em Loriga e para quem nos visita.
Continuaremos igualmente a trabalhar na área da saúde, no acompanhamento do Polo de Saúde, na melhoria dos espaços públicos, na questão dos animais errantes e na sensibilização ambiental.
A valorização da Praia Fluvial continuará a ser uma prioridade. Este espaço voltou a receber em 2026 os principais galardões associados à qualidade, segurança e acessibilidade, reforçando a sua importância para a freguesia.
JSM: Que mensagem gostaria de deixar a todos os fregueses?
LC: A mensagem que queremos deixar é, acima de tudo, de proximidade, compromisso e confiança.
Sabemos que nem tudo se consegue fazer num ano. Há projetos que dependem de financiamento, de outras entidades e de processos que não estão exclusivamente nas mãos da Junta. Mas queremos que os loriguenses saibam que estamos presentes, ouvimos e trabalhamos diariamente pela nossa freguesia.
Queremos uma Loriga mais participativa, mais dinâmica, mais valorizada e com melhores condições para quem cá vive, para quem regressa e para quem nos visita.
O nosso compromisso é continuar a trabalhar com seriedade, procurando concretizar aquilo que é possível e lutando junto das entidades competentes por aquilo que a Junta, sozinha, não consegue realizar.
Loriga tem um enorme património humano, natural e cultural. Cabe-nos a todos valorizá-lo.
A nossa porta continuará aberta a todos os fregueses, porque uma freguesia constrói-se com a participação de todos.
Um ano de trabalho, um compromisso para o futuro.
O primeiro ano de mandato fica assim marcado por uma aposta na proximidade, comunicação, saúde, mobilidade, ambiente, dinamização comunitária e valorização turística. O próprio site oficial da Junta apresenta atualmente ferramentas digitais como o Balcão Virtual, participação de ocorrências na via pública e informação autárquica, refletindo a aposta na comunicação e nos serviços digitais.
O desafio para o próximo ano passa agora por transformar algumas das prioridades ainda em curso em obra concreta, procurando ultrapassar as limitações financeiras e reforçar a articulação com o Município e restantes parceiros.
“Trabalhar por Loriga é trabalhar pelas pessoas. É esse o compromisso que assumimos e que queremos continuar a cumprir.”
Alto Mondego–Gouveia, Guarda e Santa Comba Dão receberam certificação em Oeiras, elevando para 22 o número de Estações Náuticas da região. A Região de Coimbra será anfitriã do encontro de 2027.
O Centro de Portugal passou a contar com 22 Estações Náuticas certificadas, depois de três novas estruturas da região terem recebido hoje, 14 de outubro, a certificação oficial da Rede das Estações Náuticas de Portugal. A cerimónia decorreu em Oeiras, durante o 5.º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal, que reuniu, durante dois dias, representantes de entidades públicas e privadas, empresas e organizações ligadas ao turismo náutico e à economia do mar.
As novas certificações foram atribuídas às Estações Náuticas de Alto Mondego–Gouveia, Guarda e Santa Comba Dão, que se juntam às 19 já existentes no Centro de Portugal. Este reforço da rede regional representa mais um passo na valorização dos recursos naturais do território e na consolidação do turismo náutico como produto estratégico para o desenvolvimento turístico e económico da região.
Com as novas certificações, a rede do Centro de Portugal passa a integrar as Estações Náuticas de Alto Côa, Alto Mondego–Gouveia, Aveiro, Carregal do Sal, Castelo Branco, Castelo do Bode, Estarreja, Guarda, Ílhavo, Marinha Grande, Murtosa, Oeste, Oleiros, Ovar, Pedrógão Grande, Penamacor, Proença-a-Nova, Região de Coimbra, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Tondela e Vagos. Esta distribuição territorial evidencia uma das principais características da oferta náutica do Centro de Portugal: a sua presença tanto no litoral como no interior, abrangendo recursos naturais e ambientes muito distintos. O encontro ficou também marcado pelo anúncio de que o 6.º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal vai realizar-se no Centro de Portugal, tendo como anfitriã a Estação Náutica da Região de Coimbra. A escolha constitui uma oportunidade para dar maior visibilidade à oferta náutica regional e reforçar o posicionamento do Centro de Portugal neste segmento turístico.
A Turismo Centro de Portugal (TCP) esteve representada no encontro pela sua vice-presidente, Anabela Freitas, que participou no painel «Entidades Regionais de Turismo: Uma Visão Comum para o Turismo Náutico». A sessão reuniu representantes das cinco Entidades Regionais de Turismo do continente, num debate dedicado aos desafios e oportunidades de desenvolvimento do setor e à importância da cooperação entre regiões para aumentar a competitividade da oferta náutica nacional.
“O Centro de Portugal tem condições excecionais para se afirmar como um destino de referência no turismo náutico, graças à diversidade dos seus recursos naturais, que vão muito além do litoral. As três novas certificações demonstram o dinamismo dos nossos territórios e a sua capacidade de transformar recursos naturais em oportunidades de desenvolvimento. Recebermos o próximo encontro nacional, na Região de Coimbra, é mais uma oportunidade para dar visibilidade a este potencial e reforçar a cooperação entre todos os parceiros”, sublinha Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal.
O Centro de Portugal esteve igualmente representado por Sílvia Ribau, diretora do Departamento de Estratégia e Operação da TCP, por representantes das Estações Náuticas da região e pelo PROVERE Náutica do Centro de Portugal. O coordenador deste projeto, Hélder Almeida, participou num workshop dedicado à comunicação, comercialização conjunta e trabalho em parceria.
O 5.º Encontro da Rede das Estações Náuticas de Portugal abordou temas como a inovação digital, a sustentabilidade ambiental, a segurança nas atividades náuticas e a criação de novas oportunidades de cooperação. A organização esteve a cargo do Fórum Oceano – Cluster da Economia Azul de Portugal, da Estação Náutica de Oeiras, coordenada pela Oeiras Viva, e da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, com o apoio institucional do Turismo de Portugal.
As Estações Náuticas são redes de parceiros locais que organizam e promovem, de forma articulada, a oferta de turismo náutico de um determinado território. Reúnem entidades públicas e privadas, operadores de atividades náuticas, empresas de alojamento e restauração, associações, clubes e outros agentes locais, proporcionando aos visitantes experiências que combinam atividades na água com a descoberta da gastronomia, do património, da cultura e da natureza. A certificação, atribuída no âmbito da Rede das Estações Náuticas de Portugal, coordenada pelo Fórum Oceano, reconhece a existência de uma oferta estruturada e articulada entre os diferentes parceiros.
Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.
A passagem de nove anos após o incêndio do dia 15 de outubro de 2017 é assinalada, esta quinta-feira, em Oliveira do Hospital, com uma romagem aos cemitérios e uma cerimónia evocativa junto do memorial das treze vítimas mortais.
A partir das 17h00, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, acompanhado do presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, e dos elementos do executivo camarário, participa na romagem aos cemitérios das localidades do concelho onde se encontram sepultadas as vítimas mortais do grande incêndio do dia 15 de outubro de 2017. São depositadas coroas de flores nos cemitérios de Avô, Ervedal da Beira, Nogueira do Cravo, São Gião, São Paio de Gramaços, Cemitério Velho de Oliveira do Hospital, Travanca de Lagos e Vila Pouca da Beira.
Às 18h00, as vítimas do incêndio são evocadas no espaço do “Mural em Memória do Grande Incêndio de 15 de Outubro de 2017”, situado nas traseiras da torre dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital, junto da Central de Camionagem da cidade, projeto da Associação Juvenil dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital, vencedor do Orçamento Participativo Jovem 2022.
Às 18h45, os sinos das igrejas tocarão 13 badaladas, em homenagem às vítimas mortais. À mesma hora, a sirene dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital será acionada durante um minuto, num toque contínuo, em sua memória.
Às 19h00 é celebrada uma missa na Igreja Matriz de Oliveira do Hospital, acompanhada pelo Coral Sant’Ana. No final, tem lugar o acendimento de 13 velas em memória das vítimas.
A Sociedade Musical Estrela da Beira (SMEB) de Santa Marinha (Seia) traz à Casa Municipal da Cultura de Seia o espetáculo “Uma Comédia Romântica Universitária”, integrado no projeto Filarmonias da Câmara Municipal de Seia.
O concerto realiza-se no próximo domingo, dia 18 de outubro, às 15h30, no Cineteatro.
A iniciativa será inteiramente dedicada aos jovens músicos da banda, prestando uma homenagem especial àqueles que prosseguiram os seus estudos no ensino superior e iniciaram a vida profissional sem desligar os laços à música e à comunidade filarmónica.
O repertório do espetáculo incluirá um alinhamento dinâmico centrado nas tradições e canções de tuna académica, prometendo momentos de animação e romantismo. O evento contará ainda com a participação especial de Suzana Santos, juntamente com os jovens estudantes da SMEB.
O Rotary Club de Seia organiza, no próximo dia 24 de outubro, com início às 9horas, a palestra andante “O Valor da Água”, uma caminhada solidária destinada a angariar fundos para o combate global à poliomielite. Sob o mote “Cada passo conta. Mais saúde, mais vida”, a iniciativa combina a consciencialização ambiental e a atividade física com a causa social “End Polio Now”. O ponto de partida será junto à Escola de Alvoco da Serra, seguindo-se o percurso de 6,5 km, de grau de dificuldade fácil, na Rota da Ribeira de Alvoco (6,5 km, de grau de dificuldade fácil). O ponto de chegada está marcado para o viveiro de trutas do Aguincho.
Inscrições e valor de participação: 10 rotários: apenas caminhada. 25 rotários: caminhada com refeição incluída. Data limite de confirmação: 20 de outubro.
Contactos para informações e reservas: António Baptista (Presidente): 962 818 555 Ana Rita Alves (Secretária): 969 510 758 E-mail: presidencia@rotaryclubseia.pt
A Academia do Fado, da Canção e da Guitarra de Coimbra estará em Seia no próximo sábado, 17 de outubro, para um programa dedicado à homenagem e valorização da Canção de Coimbra, da sua tradição e dos seus intérpretes.
Pelas 11h00, terá lugar, na Sala de Sessões da Câmara Municipal de Seia, uma sessão de homenagem aos cultores da Canção de Coimbra e de apresentação de cumprimentos, num momento de reconhecimento daqueles que têm contribuído para preservar e divulgar esta importante expressão do património cultural e musical português.
O programa culminará, pelas 17h00, com um concerto na Igreja Matriz de São Romão, que contará com a participação de um Grupo de Fados e Guitarradas de Coimbra, do Orfeão Estrela da Serra e do Orfeão de Seia, num encontro entre a tradição académica coimbrã e o movimento coral do concelho.
Esta iniciativa constitui uma oportunidade para celebrar a música, a cultura e as tradições que unem Coimbra e a Serra da Estrela, promovendo o intercâmbio cultural e valorizando o património imaterial junto da população.
A organização convida toda a população a associar-se a estes dois momentos, participando nesta celebração da Canção de Coimbra e da cultura portuguesa.