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Incubadora de empresas do IPG acolhe startup norte-americana

“Seed by Seed” é o nome da primeira startup estrangeira integrada na incubadora do IPG. Vai combinar microcrédito e tecnologias digitais. “Até ao fim de 2024, pelo menos mais quatro startups de empreendedores estrangeiros vão fixar-se no Politécnico da Guarda”, afirma Joaquim Brigas.

A incubadora de empresas do Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai acolher a primeira startup financiada por investidores estrangeiros, no âmbito da parceria estabelecida em 2023 com a Empowered Startups. A “Seed by Seed” pretende facilitar o acesso a microcrédito a trabalhadores e pequenas empresas com pouca literacia digital. A instalação da startup vai ser oficializada no próximo dia 8 de março.

Este novo projeto empreendedor irá criar uma plataforma digital colaborativa para facilitar o acesso a microcrédito, quer a trabalhadores independentes, quer a empresas de pequena dimensão ligadas a setores tradicionais para criarem e expandirem o seu negócio. A Seed by Seed vai desenvolver uma rede de mentoria e cursos de formação e de capacitação à medida das necessidades dos seus clientes: os temas serão o empreendedorismo, as tecnologias digitais aplicadas à gestão empresarial e a inovação em setores de atividade tradicionais, entre outros.

“A atração desta startup só foi possível devido à aposta no apoio a projetos com uma forte base tecnológica da nossa incubadora”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “É um motivo de enorme satisfação para o Politécnico da Guarda poder ajudar trabalhadores e empresas de setores que, à partida, estão menos virados para as tecnologias digitais, a tornarem-se mais empreendedores e inovadores”.

O arranque da Seed by Seed será desenvolvido em colaboração com o Politécnico da Guarda e implementará dois projetos-pilotos em 2025, um no concelho da Guarda, outro no concelho de Seia. O empreendedor responsável por este projeto é o norte-americano Michael Racki, que integra atualmente o conselho de administração da “GoDaddy”, uma das maiores empresas do mundo ao nível do registo, gestão e armazenamento de domínios na internet.

“O modelo desnuclearizado da incubadora do IPG vai permitir apoiar os concelhos da região da Guarda na fixação e desenvolvimento de negócios empreendedores”, afirma Joaquim Brigas. “Ainda este ano vão ser integradas pelo menos mais quatro startups de investidores estrangeiros na incubadora do Politécnico da Guarda. Num futuro próximo, os concelhos da região poderão também acolher startups como a Seed by Seed”.

Para mais informações contactar por favor Nuno Coelho: 966 961 599

A partir da noite desta quarta-feira e até à próxima segunda-feira está previsto nevar com grande intensidade na Serra da Estrela.

A partir da noite desta quarta-feira e até à próxima segunda-feira está previsto nevar com grande intensidade na Serra da Estrela.

IPG procura parceiro industrial para produzir “penso inteligente”

O “Colorwound” trata e monitoriza feridas, assumindo cores diferentes quando estas estão infetadas ou já iniciaram a cicatrização. Dá indicações preciosas para profissionais de saúde, sobretudo em meio hospitalar. Concebido por alunos e investigadores, foi premiado no concurso Poliempreende 2021. A patente internacional foi aprovada, falta agora um investidor para a fase de certificação.

A Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda – IPG está à procura de uma empresa de dispositivos médicos com interesse na concessão da patente internacional do “penso inteligente” criado pelos seus estudantes e investigadores para produzir para o mercado internacional. Este penso tem o nome académico “Colorwound” e obteve em dezembro de 2023 a patente internacional: está agora pronto para iniciar o processo de certificação para ser aprovado pelo Infarmed, em Portugal, e pela Agência Europeia do Medicamento.

O penso criado na Guarda indica pelas cores que assume se as feridas têm focos de infeção ou se já estão a cicatrizar. “Acreditamos que o ‘Colorwound’ tem enorme interesse para os profissionais de saúde e, portanto, muito potencial de mercado”, afirma Sónia Miguel, docente e investigadora de Ciências Biomédicas e Bioanalíticas do IPG e uma das responsáveis pelo projeto. “Quando este penso inteligente foi um dos vencedores do concurso Poliempreende em 2021, recebemos manifestações de interesse por parte da indústria: agora que patenteámos a ideia e os métodos, queremos associar-nos a um desses parceiros para colocar o penso no mercado e torná-lo acessível, desde logo, aos profissionais que trabalham em meio hospitalar.”

O “Colorwound” visa proteger, tratar e monitorizar as feridas. Terá agora de ser testado ‘in vitro’, em animais e, por último, em seres humanos, cumprindo todos os passos necessários à sua certificação. “Este é um processo exigente que faz sentido ser cumprido com um parceiro industrial que tenha interesse em produzir e comercializar o penso em larga escala”, afirma Sónia Miguel. “É uma ideia simples, mas muito inovadora e eficaz que responde com precisão à dificuldade de saber o momento certo para substituir os pensos dos pacientes”. Segundo a investigadora, o novo penso “é também um contributo para a redução de custos e desperdícios associados aos cuidados primários de tratamento de feridas”.

Monitorização de infeções em tempo real

O penso “Colorwound” está equipado com um biomarcador que permite detetar as variações de pH no leito da ferida através da mudança de cor. O penso é originalmente de cor vermelha, mudando para a cor rosa quando fica infetado (pH maior que 7), isto é, quando deteta a presença de exsudado e ou microrganismos, característicos do processo inflamatório causado por infeções. Nestas situações, quando o penso muda de cor alerta de imediato os profissionais de saúde para a necessidade de o substituir.

É também possível saber quando o penso já está a tratar a ferida. Neste caso, a cor vermelha transforma-se gradualmente em amarela, revelando a sua cicatrização (pH menor que 7). “É um penso que protege, que trata e que monitoriza as feridas crónicas em ambiente hospitalar, facilitando o trabalho dos profissionais de saúde e garantindo aos utentes um tratamento mais cuidado e controlado”, afirma Sónia Miguel. “É o exemplo de como podemos transformar a investigação académica em inovação, concebendo produtos ou serviços com valor prático para a sociedade”.

Tudo começou em 2021 quando o projeto “Colorwound” venceu a edição regional do Poliempreende e, depois, alcançou o terceiro lugar da fase nacional do concurso. Da equipa da Escola Superior de Saúde faziam parte as docentes Sónia Miguel e Carla Castro, as alunas Ana Filipa Nunes e Catarina Dias, do curso de Biotecnologia Medicinal e o aluno Guilherme Alves, do curso de Engenharia Informática.

Na altura foi efetuado o pedido provisório da patente. Em maio de 2023, com o auxílio da consultora ClarkeModet Portugal, submeteu-se então o pedido de patente internacional “Wound dressing comprising a ph sensor composition and method of producing the same” (curativo para feridas com um sensor pH e o método para o produzir). A patente internacional foi concedida em dezembro último, passando a proteger a tecnologia do projeto e o seu método de produção.

No dia 10 de março não se esqueça de votar

Estamos a 10 dias das Eleições para a Assembleia da República.
Fazemos votos que todos os partidos, no dia 10 de março, dia destas eleições para a Assembleia da República, mantenham, durante o período de campanha eleitoral, uma elevação de respeito para com os seus concorrentes e, sobretudo, para com os eleitores.
Escrevo assim, porque na campanha pré-eleitoral e nos debates televisivos alguns dos políticos têm usado uma linguagem baixa, para não dizer malcriada, que nos seus discursos, para atingirem os seus fins não olham a meios. Os disparates, inverdades e mentiras são tão visíveis e incoerentes que são de bradar aos céus. Até nos parece que recorrem ao Facebook que lhe serve de mote para o seu já estafado discurso.
Todos os outros partidos têm-se pautado e esforçado para manter um discurso por vezes tenso, mas educado.

Forças de Segurança: Protestos, Reivindicações e Injustiças. Qual o seu papel, afinal?

Os protestos dos agentes de Segurança, através das suas Organizações Sindicais, entraram numa escalada que, de há anos a esta parte, se vem intensificando diante do silêncio “ensurdecedor” do governo e, dum modo particular, do ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro.
As manifestações dos polícias não são de hoje. Têm anos e, apesar disso, os políticos responsáveis pela governação do país não se têm mostrado sensíveis às suas reivindicações. A subida de tom dos protestos dos polícias tem de considerar-se natural dado o silêncio dos homens do poder. E se as coisas já não estavam bem, sofreram um agravamento na forma e no conteúdo por parte de polícias, gnr’s, guardas fiscais e prisionais a partir do momento em que o primeiro ministro e o seu governo decidiram conceder um significativo aumento ao subsídio de risco à Polícia Judiciária, ignorando, pura e simplesmente, as restantes polícias num claro e indesmentível desrespeito pelas suas justas e repetidas reivindicações. Se estamos de acordo com a ameaça proveniente de um sindicalista da Polícia relativamente ao ato eleitoral de 10 de Março? É claro que não pois, do nosso ponto de vista, a principal missão dos polícias é zelar pela segurança do Estado e dos cidadão. Urge, porém, entender o papel das polícias enquanto seres humanos ao respeitarem e a exigirem ser respeitados por quem manda no país. Ora, se diante de tantos e tão diversificados apelos das organizações sindicais, a resposta do Estado (entenda-se governo de António Costa e Parlamento) é um silêncio sepulcral que,

ISTO TEM TUDO E TODOS PARA CORRER MAL

Enquanto António Costa vai voando pela Europa, nas asas de um parágrafo, promovendo a sua figura para se acomodar num lugar europeu, nós vamos assistindo a uma campanha eleitoral mais do que longa até às próximas eleições em março.
Eleições que, seja qual for o resultado, têm tudo, pelas condições em se realizam e a acreditar nas sondagens, e todos, pelos perfis e experiência dos principais protagonistas, para dar mau resultado e podermos estar novamente em eleições a curto prazo.
A vitória tanto pode pender para o lado do PS como para o lado da AD, sendo improvável uma maioria absoluta, mas quase garantida uma maioria parlamentar de direita.
Em caso de vitória da AD, cujo líder disse “não é não” a uma coligação com o Chega, o PS, que sempre mostrou não olhar a meios para se manter no poder, e toda a esquerda, tudo farão para fazer cair o governo.
Saindo o PS vitorioso, naturalmente que formará uma segunda geringonça, incluindo uma extrema-esquerda numa versão ainda mais radical, e a direita em conjunto, apesar de Luís Montenegro estar a revelar uma atitude mais responsável e de estado, não resistirá muito tempo a fazer cair o governo de esquerda.

A pré-campanha e ainda a Ucrania

A pré-campanha eleitoral para as legislativas de 10 de março em Portugal, nomeadamente nos debates televisivos, aprofundou, muito provavelmente, o mau conceito que os portugueses foram criando relativamente aos políticos. Mas, diga-se, em abono da verdade, os entrevistadores também contribuíram para o aprofundamento da má imagem que deles próprios os portugueses começam a criar no que à especulação jornalística diz respeito. Iniciar debates com a questão de saber se o PS ou o Chega ou o PSD vai viabilizar o governo y ou z e centrar o debate nessa questão revela má qualidade jornalística quando existem tantos problemas sérios e graves que afetam Portugal, os portugueses e, já agora, o Mundo.

Parece que existem sondagens que dão como provável a eleição de um deputado do CHEGA no distrito da Guarda. Se tal se confirmar, altera-se o tradicional 2-1 com alternância entre o PS e o PSD, e passará a ser 1-1-1. Sinais dos tempos, sem dúvida, a que os eleitores do distrito da Guarda não são alheios. Ou seja, nem PS nem PSD resolveram, enquanto governo, os problemas sérios do interior do País.

O que está a fazer a Humanidade para gerir as alterações Climáticas? (Parte II)

Na primeira parte do artigo, publicada na edição anterior deste jornal, analisámos, de forma breve, a evolução das preocupações da Humanidade com as alterações climáticas até à cimeira de Paris em 2015.
Dentre as cimeiras do Clima realizadas posteriormente, importa destacar a COP26 que se realizou em Glasgow em 2021, com enorme visibilidade mediática, tendo havido convergência de todos os Países na absoluta necessidade de atuação urgente em favor do clima.
Foram, pela primeira vez, assumidos objetivos de Neutralidade Carbónica pela Índia (2070), China (2060), EUA (2050) e também pela União Europeia no seu conjunto (2050). Também pela primeira vez foi mencionada na declaração final, aprovada pelos 196 países presentes, a questão dos combustíveis fósseis, referindo-se a necessidade de “intensificar esforços” para reduzir o carvão e eliminar subsídios aos combustíveis fósseis.
A COP 27 realizou-se no Egito, em 2022, e começou com um cartão vermelho do secretário geral da ONU, António Guterres, aos líderes dos Países ao referir “estamos numa estrada para o inferno climático, ainda com o pé no acelerador”.
A Conferência evidenciou a necessidade de redução imediata das emissões de gases que causam efeito de estufa, apelou à aceleração da transição para as energias renováveis e aprovou ainda um acordo histórico que prevê a criação de um fundo para financiar danos causados pelas alterações climáticas em países “particularmente vulneráveis”.
No final de 2023 realizou-se a COP28 no DUBAI, com a participação de 197 Países, existindo uma enorme expetativa no sentido de saber se seria possível fixar um calendário para a eliminação dos combustíveis fósseis.
As conclusões finais, aprovadas por todos os Países presentes, acabaram apenas por “reconhecer a necessidade de reduções profundas, rápidas e sustentadas das emissões de gases com efeito de estufa” e apelam às partes para que contribuam para uma “transição para o abandono dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de uma forma justa, ordenada e equitativa, acelerando a ação nesta década crítica, de modo a atingir emissões líquidas nulas até 2050, em conformidade com a ciência”.

O meu pensamentoO que esperar de uma 1ª consulta de Psicologia?

Não ter conhecimento de como será, poderá ser um dos motivos que leva algumas pessoas a adiarem a etapa de marcação.
É normal sentir insegurança e ansiedade perante situações novas e que não conhece. Contudo, uma das estratégias para lidar com a ansiedade relaciona-se com a procura de informação. Ter acesso à informação ajuda-o a gerir as suas emoções e pensamentos, permitindo ganhar maior conforto acerca da situação que irá enfrentar.
Afinal, como será a Consulta de Psicologia?

Será que vou ter de falar muito?
Vou ter de falar sobre aqueles assuntos tão difíceis para mim?
E se eu não conseguir dizer uma única palavra?

A 1ª consulta começa pelo estabelecimento da relação terapêutica. Esta relação entre Psicólogo e Cliente é parte fundamental do processo terapêutico.
Neste momento, o Psicólogo irá referenciar a importância dos princípios éticos e deontológicos, nomeadamente a confidencialidade e sigilo profissional. Toda a informação é usada apenas para fins clínicos, numa aliança entre ambos.

A Revolução de Abrile a Deficiência

O 25 de Abril trouxe-nos a liberdade e direitos.
Também para as pessoas com deficiência, a Revolução de Abril fez-se acompanhar de grandes benefícios.
Os Direitos de Cidadania foram reconhecidos pela Constituição da República de 1976.
Em 1989, pela Lei 4/89, de 2 de maio, o direito à prevenção, ao tratamento, à reabilitação, em conformidade com a Constituição.
Também receberam muitos apoios pelo reconhecimento de uma sociedade inclusiva.
Antes de Abril, as crianças com deficiência não tinham escola. Podiam, com muita sorte, frequentar instituições para a deficiência, como as APPACDM, onde essas instituições já funcionassem, o que acontecia nas cidades grandes, mas raras no mapa do país.