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A pré-campanha e ainda a Ucrania

A pré-campanha eleitoral para as legislativas de 10 de março em Portugal, nomeadamente nos debates televisivos, aprofundou, muito provavelmente, o mau conceito que os portugueses foram criando relativamente aos políticos. Mas, diga-se, em abono da verdade, os entrevistadores também contribuíram para o aprofundamento da má imagem que deles próprios os portugueses começam a criar no que à especulação jornalística diz respeito. Iniciar debates com a questão de saber se o PS ou o Chega ou o PSD vai viabilizar o governo y ou z e centrar o debate nessa questão revela má qualidade jornalística quando existem tantos problemas sérios e graves que afetam Portugal, os portugueses e, já agora, o Mundo.

Parece que existem sondagens que dão como provável a eleição de um deputado do CHEGA no distrito da Guarda. Se tal se confirmar, altera-se o tradicional 2-1 com alternância entre o PS e o PSD, e passará a ser 1-1-1. Sinais dos tempos, sem dúvida, a que os eleitores do distrito da Guarda não são alheios. Ou seja, nem PS nem PSD resolveram, enquanto governo, os problemas sérios do interior do País.

O que está a fazer a Humanidade para gerir as alterações Climáticas? (Parte II)

Na primeira parte do artigo, publicada na edição anterior deste jornal, analisámos, de forma breve, a evolução das preocupações da Humanidade com as alterações climáticas até à cimeira de Paris em 2015.
Dentre as cimeiras do Clima realizadas posteriormente, importa destacar a COP26 que se realizou em Glasgow em 2021, com enorme visibilidade mediática, tendo havido convergência de todos os Países na absoluta necessidade de atuação urgente em favor do clima.
Foram, pela primeira vez, assumidos objetivos de Neutralidade Carbónica pela Índia (2070), China (2060), EUA (2050) e também pela União Europeia no seu conjunto (2050). Também pela primeira vez foi mencionada na declaração final, aprovada pelos 196 países presentes, a questão dos combustíveis fósseis, referindo-se a necessidade de “intensificar esforços” para reduzir o carvão e eliminar subsídios aos combustíveis fósseis.
A COP 27 realizou-se no Egito, em 2022, e começou com um cartão vermelho do secretário geral da ONU, António Guterres, aos líderes dos Países ao referir “estamos numa estrada para o inferno climático, ainda com o pé no acelerador”.
A Conferência evidenciou a necessidade de redução imediata das emissões de gases que causam efeito de estufa, apelou à aceleração da transição para as energias renováveis e aprovou ainda um acordo histórico que prevê a criação de um fundo para financiar danos causados pelas alterações climáticas em países “particularmente vulneráveis”.
No final de 2023 realizou-se a COP28 no DUBAI, com a participação de 197 Países, existindo uma enorme expetativa no sentido de saber se seria possível fixar um calendário para a eliminação dos combustíveis fósseis.
As conclusões finais, aprovadas por todos os Países presentes, acabaram apenas por “reconhecer a necessidade de reduções profundas, rápidas e sustentadas das emissões de gases com efeito de estufa” e apelam às partes para que contribuam para uma “transição para o abandono dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de uma forma justa, ordenada e equitativa, acelerando a ação nesta década crítica, de modo a atingir emissões líquidas nulas até 2050, em conformidade com a ciência”.

O meu pensamentoO que esperar de uma 1ª consulta de Psicologia?

Não ter conhecimento de como será, poderá ser um dos motivos que leva algumas pessoas a adiarem a etapa de marcação.
É normal sentir insegurança e ansiedade perante situações novas e que não conhece. Contudo, uma das estratégias para lidar com a ansiedade relaciona-se com a procura de informação. Ter acesso à informação ajuda-o a gerir as suas emoções e pensamentos, permitindo ganhar maior conforto acerca da situação que irá enfrentar.
Afinal, como será a Consulta de Psicologia?

Será que vou ter de falar muito?
Vou ter de falar sobre aqueles assuntos tão difíceis para mim?
E se eu não conseguir dizer uma única palavra?

A 1ª consulta começa pelo estabelecimento da relação terapêutica. Esta relação entre Psicólogo e Cliente é parte fundamental do processo terapêutico.
Neste momento, o Psicólogo irá referenciar a importância dos princípios éticos e deontológicos, nomeadamente a confidencialidade e sigilo profissional. Toda a informação é usada apenas para fins clínicos, numa aliança entre ambos.

A Revolução de Abrile a Deficiência

O 25 de Abril trouxe-nos a liberdade e direitos.
Também para as pessoas com deficiência, a Revolução de Abril fez-se acompanhar de grandes benefícios.
Os Direitos de Cidadania foram reconhecidos pela Constituição da República de 1976.
Em 1989, pela Lei 4/89, de 2 de maio, o direito à prevenção, ao tratamento, à reabilitação, em conformidade com a Constituição.
Também receberam muitos apoios pelo reconhecimento de uma sociedade inclusiva.
Antes de Abril, as crianças com deficiência não tinham escola. Podiam, com muita sorte, frequentar instituições para a deficiência, como as APPACDM, onde essas instituições já funcionassem, o que acontecia nas cidades grandes, mas raras no mapa do país.

Guarda – Conferência sobre Cuidados de Saúde

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“Cuidados de Saúde – Aliança de: Doente, profissionais de saúde, família e assistência espiritual” é o tema da conferência que o Núcleo Diocesano da Guarda da Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) vai promover no próximo dia 13 de março, nesta cidade.

Esta conferência, onde será conferente o Bispo da Diocese da Guarda D. Manuel Felício, vai decorrer, a partir das 18 horas, na Sala “Tempo e Poesia” da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, sendo aberta as todas as pessoas interessadas.

A iniciativa tem o apoio do Secretariado de Comunicação e Cultura da Diocese da Guarda.

Internet, os perigos escondidos!

O Município de Seia vai organizar, no dia 7 de março, uma sessão de informação sobre os riscos da presença no ciberespaço para a comunidade escolar.

A ação “Internet, os perigos escondidos!” contará com a colaboração da AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação, através do associado qualificado César Ribeiro, e vai ter lugar no Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia – BUG, instalado na antiga escola primária do Crestelo, em Seia.

Com esta sessão a autarquia pretende consciencializar os mais jovens para os riscos associados à presença digital, contribuindo para uma geração mais informada e capacitada para viver na sociedade da informação de forma segura e responsável.

A AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 2012 com o objetivo de promover e divulgar o tema da segurança da informação e suas vertentes na sociedade portuguesa

Seia apaga as luzes pelo Planeta

O Município de Seia volta a desligar as luzes de edifícios públicos no dia 23 de março de 2023, entre as 20H30 e as 21H30, em associação ao maior movimento global pelo ambiente e contra as alterações climáticas, a Hora do Planeta.

O contributo de Seia para a maior ação ambientalmente sustentável à escala mundial refletir-se-á no apagar das luzes, durante 60 minutos, nos edifícios da Biblioteca Municipal, Centro de Interpretação da Serra da Estrela – CISE, Conservatório de Música de Seia, Igreja Matriz e Paços do Concelho.

A Hora do Planeta é uma iniciativa da organização global de conservação de natureza World Wildlife Found (WWF), que tem como missão travar a degradação do planeta e construir um futuro no qual os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, garantindo que o uso dos recursos naturais renováveis seja sustentável, reduzindo a poluição e o desperdício.

O Município de Seia aderiu, pela primeira vez, à Hora do Planeta em 2011 e, desde então, todos os anos se tem associado à iniciativa, enquanto gesto simbólico representativo da consciencialização de um problema que é de todos: as alterações climáticas.

A iniciativa é complementada com o incentivo do Município de Seia à adesão da população.

Rebranding: o Renascimento necessário para as Marcas Modernas

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Nos tempos que correm, onde o mercado é tão dinâmico e competitivo, o rebranding surge como uma estratégia de marketing vital para as marcas permanecerem relevantes e desafiantes. Esta estratégia de renovação trata-se de uma redefinição completa de identidade e mensagem de uma marca, de maneira a que a mesma se adapte aos tempos modernos.
Podemos dizer que a importância do rebranding nos dias de hoje é inegável. Num mercado saturado de opções, as marcas precisam de estar constantemente a reinventar-se para se conseguirem destacar, atrair novos clientes e manter a fidelidade dos existentes. Além disso, as mudanças rápidas na tecnologia e nas tendências de consumo, exigem que as marcas sejam ágeis e flexíveis na sua abordagem.

Entrevista a Graça Saraiva, a docente mais antiga da EPSE

Graça da Assunção Monteiro de Sousa Saraiva, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Ingleses e Alemães, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é a docente mais antiga da Escola Profissional da Serra da Estrela (EPSE). Sempre atenta às necessidades da escola, esta professora, com um coração gigante que não deixa ninguém indiferente, está sempre disponível para ajudar os alunos, que contam com a sua empatia para fazer face aos seus desafios diários. A sua ânsia de propagar o bom nome da Escola é notória, envolvendo-se em todos os projetos dinamizados pela mesma e priorizando sempre o bem-estar da comunidade educativa. Atualmente, exerce também funções como Diretora Pedagógica da Escola Evaristo Nogueira, desempenhando com sucesso um papel de grande reconhecimento. Esta entrevista enquadra-se no âmbito das comemorações dos 30 anos da Escola Profissional da Serra da Estrela.

“Sinto-me uma privilegiada, por ter tido a capacidade, como Diretora de Turma, de transformar alunos indisciplinados e desmotivados em alunos interessados, empenhados e, em alguns casos, alunos brilhantes”

O seu gosto pela docência surgiu muito cedo. Em criança adorava brincar às escolinhas com as amigas. A leitura e a escrita fizeram sempre parte dos meus hábitos diários e quando entrou para o Ensino Secundário, olhava e analisava cada um dos meus professores e fazia a sua própria reflexão, dizendo para si própria que queria ser professora, ensinar, ajudar, trabalhar com crianças e jovens, criar laços de afetividade e carinho e ser relembrada, um dia mais tarde, como a Professora Graça. “Quando entrei para o Ensino Superior, a minha decisão e determinação já era a de ser Professora”, refere.

Está nesta Escola há 25 anos. Lecionou no ensino público durante 14 anos, antes de entrar na EPSE, nas escolas EB 2,3 de Loriga, Vila Nova de Tazem, Gouveia e Vilar Formoso e nas Escolas Secundárias de Seia e Gouveia. Tem quatro anos de experiência no âmbito do Programa de Generalização do Ensino de Inglês, no 1º ciclo do Ensino Básico, (AEC) nas Escolas de Ensino Básico EB1 Santiago, Santa Comba, Santa Eulália, Sameice, Sandomil, Agrupamento de Escolas Abranches Ferrão e Agrupamento de Escolas de Seia, Escola Básica 2º e 3º ciclos Dr. Guilherme Correia de Carvalho e, ainda, quatro anos de experiência de ensino de Inglês no ATL de Seia e Centro Paroquial de Seia. “Foi um caminho muito exigente, mas ao mesmo tempo compensador. Trabalhar com crianças a partir dos 3 anos tornou-se uma experiência desafiante e maravilhosa”, salienta.

O amor e o carinho que sentia e sente pelos alunos, pela própria Escola e por todo este projeto educativo, levou-a a abdicar do ensino público e a focar-se, apenas, no ensino profissional, nomeadamente no desta Escola.

Taxa de empregabilidade é maior para aqueles que se formam no ensino profissional

Quando questionada sobre as diferenças que separam o ensino regular do ensino profissional, Graça Saraiva não tem dúvidas em afirmar que estas “assentam em questões muito práticas. O ensino profissional tem uma componente mais prática do que o ensino público e prepara melhor os alunos que têm a certeza daquela que será a sua carreira futura. Estatisticamente, pelo que leio, a taxa de empregabilidade é maior para aqueles que se formam no ensino profissional. Mas, obviamente, que na hora da escolha, tudo depende daquilo que cada aluno quer seguir, o que mais gosta e pelo qual sente maior interesse.”

Experiências que a marcaram como professora

 “Ser professor é dedicar-se aos alunos, é educá-los, respeitá-los, prepará-los para o futuro e nunca desistir de um aluno, por mais contrariedades que surjam, é ser perseverante e lutador. Ser, atualmente, colega de alguns professores que já foram meus alunos e que de uma forma tão carinhosa, têm e contam experiências vividas há tanto tempo, é muito compensador,” salienta.

O facto de ter conseguido melhorar comportamentos e influenciar alunos a terem mais respeito pelos outros, a preocuparem-se com aspetos sociais, ambientais e culturais, a respeitar a diferença, a conviver com elas, marcou-a, também, como professora. “Conseguir despertar o carinho e o respeito dos meus alunos e ser lembrada por tantos, que ainda hoje, passados vários anos, me vêm visitar à Escola é, de facto, muito compensador. Sinto-me uma privilegiada, por ter tido a capacidade, como Diretora de Turma, de transformar alunos indisciplinados e desmotivados em alunos interessados, empenhados e, em alguns casos, alunos brilhantes”, refere.

A questão da interculturalidade e o valor das diferenças no seio da comunidade escolar

Para Graça Saraiva, “a Educação intercultural  significa, na perspetiva de ensino, uma educação que tem em conta as diferenças e pluralismos de grupos socioculturalmente distintos com o objetivo de promover e valorizar a diversidade em contextos multilíngues e multiculturais, é uma forma de compreender e abordar a educação enquanto projeto de transformação social tendo em vista a promoção do reconhecimento e respeito pelas diferenças.” Neste sentido, considera que “a escola atual tem procurado sensibilizar a comunidade educativa para a questão da interculturalidade e para o valor das diferenças e, aliás, é um dos domínios que é trabalhado no Projeto de Cidadania e Desenvolvimento nas escolas.”

Ser bom professor “é muito gratificante”

Na sua opinião, são muitas as características que definem um bom professor. “Um professor nunca deve faltar às aulas e chegar atrasado sistematicamente, ensinar sem educar, desconhecer os alunos, desrespeitar um aluno, inferiorizar um aluno, desmotivar um aluno a aprender, abordar apenas um ponto de vista, não ouvir os alunos, não aceitar a argumentação dos alunos quando válidas, não responder às perguntas, fazer distinções entre os alunos, com mais ou menos capacidades, não fornecer material relevante, não mostrar a importância dos conteúdos lecionados, não estabelecer e comunicar os objetivos da aula, não falar sobre a sua metodologia, não dar feedbacks construtivos, não respeitar a auto e hetero avaliação, não cumprir as promessas feitas, não se atualizar, não se adaptar ao mundo atual e às novas tecnologias, dar aulas monótonas, ser exageradamente rigoroso, não impor regras de comportamento, dispensar a disciplina, perder o autocontrolo na sala de aula, não ser sério, apesar de poder ser flexível, não variar o tom de voz, berrar na sala de aula e descuidar a sua aparência.

Ser considerado um bom professor é, para Graça Saraiva, “muito gratificante e ser lembrado com carinho e admiração pelos alunos é muito recompensador, em termos pessoais e profissionais.”

Agradecimentos

Por tudo aquilo que tem conseguido ao longo destes anos, a professora Graça, deixa vários agradecimentos: em primeiro lugar, aos seus filhos, que sempre a apoiaram neste seu percurso como Professora; ao neto às noras, aos seus alunos, pais/ encarregados de Educação, todos os seus colegas, aos funcionários, aos Conselhos de Administração e Diretores Pedagógicos, com os quais trabalhou e trabalha, a toda a Comunidade Escolar, à Comunidade Local, à família, ao seu saudoso Pai e amigos. Agradecimento especial para a Escola, ao Curso de Multimédia e à sua Coordenadora Rita Paiva.

“Paisagens Aladas com Efervescência do Pensamento” on Tour 2024/2025, uma Exposição de Ricardo Cardoso patente no Espaço Moinhos (São Romão) 

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“As minhas ambições são simples: continuar a produzir arte e que ela seja apreciada pelas pessoas.” 

O artista plástico senense Ricardo Cardoso tem patente, no Espaço Moinhos (São Romão – Seia), até ao próximo dia 31 de março, a Exposição “Paisagens Aladas com Efervescência do Pensamento”. Posteriormente, a mostra irá estar presente em localidades portuguesas (Viseu, Guarda, Oliveira de Azeméis, Miranda do Douro, Porto, etc) até 2025.

Ricardo Cardoso é um artista plástico (pintura, desenho, escultura, instalação, ilustração e performance arte) que nasceu na freguesia de Seia em 1982, onde reside.

Estudou Artes e Ofícios na Escola Secundária de Seia. É licenciado em Artes/ Desenho na Escola Superior Artística do Porto – Guimarães.

O trabalho artístico apresenta características orgânicas, abstratas, realistas, expressivas, entre outras. Na sua matriz prevalece a insatisfação, inquietude do ser e do presente.

Em 2005 iniciou a performance artística, tendo realizado uma série de performances integradas no seu projeto ”Fúrias Interiores”, sobre a condição do jovem artista. De salientar as “Experiências do presente que peneiram o Futuro”, no Festival Artis XII e “Alimentador de nano sinapses mentais”, no Artis XVI, que acontece em Seia.

Em 2019 esteve em formato online na XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira com a performance “Por entre lágrimas há rostos que brilham I”. A continuidade deste projeto teve lugar em Oliveira do Hospital no Festival Montanhas d’Arte em 2021 “Por entre lágrimas há rostos que brilham II”.

Teve Menção honrosa no 7º Concurso de Arte Jovem em São Romão, Seia (2002) e no Agiarte, Oliveira Hospital (2010). Foi homenageado pelos artistas de Seia no âmbito do Artis IX (2010) e Campânula de mérito cultural pela Câmara Municipal de Seia em 2019.

Faz parte de algumas coleções particulares e públicas e tem feito exposições individuais e coletivas por todo país.

Os seus trabalhos são principalmente realizados a partir de uma temática que escolhe de forma a criar coleções. As técnicas e suportes nos seus trabalhos estão em constante evolução, procurando sempre um caminho muito próprio. Os suportes utilizados são a tela, a madeira, o papel, a rede de alumínio, a parede, o ferro, entre outros e na técnica usa tinta esmalte, tinta plástica, óleo, acrílica, tinta-da-china, lápis, grafite, marcador, pastel, etc..

Ricardo Cardoso é um artista com o sentimento à flor da pele e pretende entrar na sua arte e fazer parte dela.