Município destaca confiança dos investidores no concelho e procura novos promotores
Estão em curso três novas unidades de alojamento turístico no Concelho de Seia: o Hotel do Gelo (antiga Estalagem de Seia, um novo hotel em Loriga (antiga fábrica da Lorimalhas) e o Hotel Rural de Torrozelo, a instalar-se a partir da reabilitação do Solar da Várzea.
No seu conjunto, estes equipamentos permitirão ampliar a oferta e os seus padrões de qualidade, ao atraírem segmentos de mercado mais exigentes.
Para a Câmara Municipal, estes novos investimentos são um resultado final de uma cadeia de confiança, a começar na rentabilidade previsível, baseada em dados concretos, como o número de dormidas, taxas médias de ocupação e estudos de mercado que mitigam o risco.
Luciano Ribeiro, o Presidente do Município, felicitou, na última Assembleia Municipal, todos os promotores, enaltecendo a qualidade dos seus projetos, que além de diversificarem a oferta, permitirão a reabilitação de património edificado e a sua devolução à comunidade.
O autarca não tem dúvidas e atribui esta dinâmica à qualidade do destino “Seia”, os seus “indicadores de segurança, apelos culturais, sociais e desportivos ou a qualidade das suas praias fluviais, entre outros equipamentos, que têm permitido ao concelho migrar de um modelo puramente sazonal (neve) para um modelo de experiência integrada e sustentável durante todo o ano.”
Novos promotores na Associação de Hotelaria de Portugal
No âmbito da sua estratégia de desenvolvimento para o Concelho, a autarquia está a construir e a consolidar uma rede colaborativa, tendo em vista dinamizar e diversificar a atividade económica.
Muito recentemente, Luciano Ribeiro reuniu com a Associação de Hotelaria de Portugal, no sentido de dar a conhecer projetos, oportunidades de investimento e o seu eventual enquadramento nas perspetivas de desenvolvimento e expansão dos seus associados.
Também os incentivos ao dispor dos agentes económicos, assumem especial relevância na diferenciação positiva para os territórios de baixa densidade, onde Seia se enquadra.
No que diz respeito ao acesso a incentivos do Portugal 2030, por exemplo, está consagrada a obrigatoriedade de 40% do volume de investimento ser destinado a estes territórios, com taxas de comparticipação mais generosas que podem atingir os 60%, incluindo uma majoração de vinte pontos percentuais na parte a fundo perdido.



