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Forças de Segurança: Protestos, Reivindicações e Injustiças. Qual o seu papel, afinal?

Os protestos dos agentes de Segurança, através das suas Organizações Sindicais, entraram numa escalada que, de há anos a esta parte, se vem intensificando diante do silêncio “ensurdecedor” do governo e, dum modo particular, do ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro.
As manifestações dos polícias não são de hoje. Têm anos e, apesar disso, os políticos responsáveis pela governação do país não se têm mostrado sensíveis às suas reivindicações. A subida de tom dos protestos dos polícias tem de considerar-se natural dado o silêncio dos homens do poder. E se as coisas já não estavam bem, sofreram um agravamento na forma e no conteúdo por parte de polícias, gnr’s, guardas fiscais e prisionais a partir do momento em que o primeiro ministro e o seu governo decidiram conceder um significativo aumento ao subsídio de risco à Polícia Judiciária, ignorando, pura e simplesmente, as restantes polícias num claro e indesmentível desrespeito pelas suas justas e repetidas reivindicações. Se estamos de acordo com a ameaça proveniente de um sindicalista da Polícia relativamente ao ato eleitoral de 10 de Março? É claro que não pois, do nosso ponto de vista, a principal missão dos polícias é zelar pela segurança do Estado e dos cidadão. Urge, porém, entender o papel das polícias enquanto seres humanos ao respeitarem e a exigirem ser respeitados por quem manda no país. Ora, se diante de tantos e tão diversificados apelos das organizações sindicais, a resposta do Estado (entenda-se governo de António Costa e Parlamento) é um silêncio sepulcral que,

ISTO TEM TUDO E TODOS PARA CORRER MAL

Enquanto António Costa vai voando pela Europa, nas asas de um parágrafo, promovendo a sua figura para se acomodar num lugar europeu, nós vamos assistindo a uma campanha eleitoral mais do que longa até às próximas eleições em março.
Eleições que, seja qual for o resultado, têm tudo, pelas condições em se realizam e a acreditar nas sondagens, e todos, pelos perfis e experiência dos principais protagonistas, para dar mau resultado e podermos estar novamente em eleições a curto prazo.
A vitória tanto pode pender para o lado do PS como para o lado da AD, sendo improvável uma maioria absoluta, mas quase garantida uma maioria parlamentar de direita.
Em caso de vitória da AD, cujo líder disse “não é não” a uma coligação com o Chega, o PS, que sempre mostrou não olhar a meios para se manter no poder, e toda a esquerda, tudo farão para fazer cair o governo.
Saindo o PS vitorioso, naturalmente que formará uma segunda geringonça, incluindo uma extrema-esquerda numa versão ainda mais radical, e a direita em conjunto, apesar de Luís Montenegro estar a revelar uma atitude mais responsável e de estado, não resistirá muito tempo a fazer cair o governo de esquerda.

A pré-campanha e ainda a Ucrania

A pré-campanha eleitoral para as legislativas de 10 de março em Portugal, nomeadamente nos debates televisivos, aprofundou, muito provavelmente, o mau conceito que os portugueses foram criando relativamente aos políticos. Mas, diga-se, em abono da verdade, os entrevistadores também contribuíram para o aprofundamento da má imagem que deles próprios os portugueses começam a criar no que à especulação jornalística diz respeito. Iniciar debates com a questão de saber se o PS ou o Chega ou o PSD vai viabilizar o governo y ou z e centrar o debate nessa questão revela má qualidade jornalística quando existem tantos problemas sérios e graves que afetam Portugal, os portugueses e, já agora, o Mundo.

Parece que existem sondagens que dão como provável a eleição de um deputado do CHEGA no distrito da Guarda. Se tal se confirmar, altera-se o tradicional 2-1 com alternância entre o PS e o PSD, e passará a ser 1-1-1. Sinais dos tempos, sem dúvida, a que os eleitores do distrito da Guarda não são alheios. Ou seja, nem PS nem PSD resolveram, enquanto governo, os problemas sérios do interior do País.

O que está a fazer a Humanidade para gerir as alterações Climáticas? (Parte II)

Na primeira parte do artigo, publicada na edição anterior deste jornal, analisámos, de forma breve, a evolução das preocupações da Humanidade com as alterações climáticas até à cimeira de Paris em 2015.
Dentre as cimeiras do Clima realizadas posteriormente, importa destacar a COP26 que se realizou em Glasgow em 2021, com enorme visibilidade mediática, tendo havido convergência de todos os Países na absoluta necessidade de atuação urgente em favor do clima.
Foram, pela primeira vez, assumidos objetivos de Neutralidade Carbónica pela Índia (2070), China (2060), EUA (2050) e também pela União Europeia no seu conjunto (2050). Também pela primeira vez foi mencionada na declaração final, aprovada pelos 196 países presentes, a questão dos combustíveis fósseis, referindo-se a necessidade de “intensificar esforços” para reduzir o carvão e eliminar subsídios aos combustíveis fósseis.
A COP 27 realizou-se no Egito, em 2022, e começou com um cartão vermelho do secretário geral da ONU, António Guterres, aos líderes dos Países ao referir “estamos numa estrada para o inferno climático, ainda com o pé no acelerador”.
A Conferência evidenciou a necessidade de redução imediata das emissões de gases que causam efeito de estufa, apelou à aceleração da transição para as energias renováveis e aprovou ainda um acordo histórico que prevê a criação de um fundo para financiar danos causados pelas alterações climáticas em países “particularmente vulneráveis”.
No final de 2023 realizou-se a COP28 no DUBAI, com a participação de 197 Países, existindo uma enorme expetativa no sentido de saber se seria possível fixar um calendário para a eliminação dos combustíveis fósseis.
As conclusões finais, aprovadas por todos os Países presentes, acabaram apenas por “reconhecer a necessidade de reduções profundas, rápidas e sustentadas das emissões de gases com efeito de estufa” e apelam às partes para que contribuam para uma “transição para o abandono dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos, de uma forma justa, ordenada e equitativa, acelerando a ação nesta década crítica, de modo a atingir emissões líquidas nulas até 2050, em conformidade com a ciência”.

O meu pensamentoO que esperar de uma 1ª consulta de Psicologia?

Não ter conhecimento de como será, poderá ser um dos motivos que leva algumas pessoas a adiarem a etapa de marcação.
É normal sentir insegurança e ansiedade perante situações novas e que não conhece. Contudo, uma das estratégias para lidar com a ansiedade relaciona-se com a procura de informação. Ter acesso à informação ajuda-o a gerir as suas emoções e pensamentos, permitindo ganhar maior conforto acerca da situação que irá enfrentar.
Afinal, como será a Consulta de Psicologia?

Será que vou ter de falar muito?
Vou ter de falar sobre aqueles assuntos tão difíceis para mim?
E se eu não conseguir dizer uma única palavra?

A 1ª consulta começa pelo estabelecimento da relação terapêutica. Esta relação entre Psicólogo e Cliente é parte fundamental do processo terapêutico.
Neste momento, o Psicólogo irá referenciar a importância dos princípios éticos e deontológicos, nomeadamente a confidencialidade e sigilo profissional. Toda a informação é usada apenas para fins clínicos, numa aliança entre ambos.

A Revolução de Abrile a Deficiência

O 25 de Abril trouxe-nos a liberdade e direitos.
Também para as pessoas com deficiência, a Revolução de Abril fez-se acompanhar de grandes benefícios.
Os Direitos de Cidadania foram reconhecidos pela Constituição da República de 1976.
Em 1989, pela Lei 4/89, de 2 de maio, o direito à prevenção, ao tratamento, à reabilitação, em conformidade com a Constituição.
Também receberam muitos apoios pelo reconhecimento de uma sociedade inclusiva.
Antes de Abril, as crianças com deficiência não tinham escola. Podiam, com muita sorte, frequentar instituições para a deficiência, como as APPACDM, onde essas instituições já funcionassem, o que acontecia nas cidades grandes, mas raras no mapa do país.

Guarda – Conferência sobre Cuidados de Saúde

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“Cuidados de Saúde – Aliança de: Doente, profissionais de saúde, família e assistência espiritual” é o tema da conferência que o Núcleo Diocesano da Guarda da Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) vai promover no próximo dia 13 de março, nesta cidade.

Esta conferência, onde será conferente o Bispo da Diocese da Guarda D. Manuel Felício, vai decorrer, a partir das 18 horas, na Sala “Tempo e Poesia” da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, na Guarda, sendo aberta as todas as pessoas interessadas.

A iniciativa tem o apoio do Secretariado de Comunicação e Cultura da Diocese da Guarda.

Internet, os perigos escondidos!

O Município de Seia vai organizar, no dia 7 de março, uma sessão de informação sobre os riscos da presença no ciberespaço para a comunidade escolar.

A ação “Internet, os perigos escondidos!” contará com a colaboração da AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação, através do associado qualificado César Ribeiro, e vai ter lugar no Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia – BUG, instalado na antiga escola primária do Crestelo, em Seia.

Com esta sessão a autarquia pretende consciencializar os mais jovens para os riscos associados à presença digital, contribuindo para uma geração mais informada e capacitada para viver na sociedade da informação de forma segura e responsável.

A AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 2012 com o objetivo de promover e divulgar o tema da segurança da informação e suas vertentes na sociedade portuguesa

Seia apaga as luzes pelo Planeta

O Município de Seia volta a desligar as luzes de edifícios públicos no dia 23 de março de 2023, entre as 20H30 e as 21H30, em associação ao maior movimento global pelo ambiente e contra as alterações climáticas, a Hora do Planeta.

O contributo de Seia para a maior ação ambientalmente sustentável à escala mundial refletir-se-á no apagar das luzes, durante 60 minutos, nos edifícios da Biblioteca Municipal, Centro de Interpretação da Serra da Estrela – CISE, Conservatório de Música de Seia, Igreja Matriz e Paços do Concelho.

A Hora do Planeta é uma iniciativa da organização global de conservação de natureza World Wildlife Found (WWF), que tem como missão travar a degradação do planeta e construir um futuro no qual os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, garantindo que o uso dos recursos naturais renováveis seja sustentável, reduzindo a poluição e o desperdício.

O Município de Seia aderiu, pela primeira vez, à Hora do Planeta em 2011 e, desde então, todos os anos se tem associado à iniciativa, enquanto gesto simbólico representativo da consciencialização de um problema que é de todos: as alterações climáticas.

A iniciativa é complementada com o incentivo do Município de Seia à adesão da população.

Rebranding: o Renascimento necessário para as Marcas Modernas

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Nos tempos que correm, onde o mercado é tão dinâmico e competitivo, o rebranding surge como uma estratégia de marketing vital para as marcas permanecerem relevantes e desafiantes. Esta estratégia de renovação trata-se de uma redefinição completa de identidade e mensagem de uma marca, de maneira a que a mesma se adapte aos tempos modernos.
Podemos dizer que a importância do rebranding nos dias de hoje é inegável. Num mercado saturado de opções, as marcas precisam de estar constantemente a reinventar-se para se conseguirem destacar, atrair novos clientes e manter a fidelidade dos existentes. Além disso, as mudanças rápidas na tecnologia e nas tendências de consumo, exigem que as marcas sejam ágeis e flexíveis na sua abordagem.