A Praia Fluvial de Valhelhas foi a grande vencedora do prémio “Praia Fluvial do Ano 2026”, garantindo o primeiro lugar da votação promovida pelo Guia das Praias Fluviais. O segundo posto foi conquistado pela Praia Fluvial de Loriga, no concelho de Seia, consolidando o destaque da região da Serra da Estrela nas preferências dos veraneantes. Os resultados nascem das escolhas de milhares de leitores e banhistas que votaram até ao passado dia 31 de agosto, abrangendo um universo de 216 zonas balneares a concurso em todo o país. O regresso do topo à Serra da Estrela, Valhelhas, localizada no concelho da Guarda, conquistou a preferência do público, mas o concelho de Seia teve motivos de sobra para festejar com a conquista da medalha de prata. Localizada em pleno Vale Glaciar, a Praia Fluvial de Loriga — um dos ex-libris naturais do município de Seia — destacou-se pela sua beleza cénica singular, águas cristalinas de nascente e forte apelo turístico no coração do Parque Natural da Serra da Estrela. A conquista reflete a aposta continuada do município de Seia, Junta de Freguesia de Loriga e das autoridades locais na preservação, acessibilidade e promoção da zona balnear de Loriga, que continua a ser uma das mais icónicas e procuradas de Portugal. A organização do Guia das Praias Fluviais avançou que a lista completa com o ranking das 100 praias fluviais mais votadas de 2026 será revelada brevemente.
Com o fim do verão à vista, nesta quinta chega o evento agrícola mais aguardado: a vindima. A colheita das uvas não é apenas um trabalho, é um ritual comunitário ancestral que une gerações, celebra a terra e ajuda a economia de muitas terras e das suas gentes. Ao percorrer os caminhos de terra por onde se erguem os vinhedos, o som das conversas, dos risos e do barulho das tesouras ecoam na tranquilidade do dia. Ao longe, avistam-se pequenos grupos de trabalhadores, curvados sobre as videiras, cortando e colocando as uvas em baldes.
O ritual da colheita manual
”Este ano, as uvas estão com uma cor magnífica e um teor de açúcar muito elevado”, comenta, com satisfação, um dos trabalhadores desta quinta em Santa Marinha, concelho de Seia, enquanto observa o trabalho já feito e aquele que ainda falta. O método manual, embora mais laborioso, continua a ser o preferido para garantir a seleção e integridade dos melhores cachos. Com tesouras afiadas, cortam os cachos de uvas tintas densas e escuras e depositam-nos em baldes. Quando cheios, estes baldes pesados são carregados para o trator e, depois, esvaziados em contentores metálicos maiores. Num dos momentos do dia, dois homens, levantam um balde cheio para despejar as uvas num reboque. A eficiência deste processo é crucial para que a uva chegue à adega o mais fresca possível.
Retemperar das energias
À medida que o sol sobe, os contentores enchem-se, para depois seguirem para a Adega. O cheiro doce do mosto começa a perfumar o ar da manhã. É agora tempo de fazer uma paragem para uma merenda reforça a meio da manhã para reabastecer energias e fortalecer laços. Junto da casa desta quinta, estende-se uma longa mesa farta: bebidas, enchidos, pão, bolo, salgados, entre outras iguarias esperam pelos trabalhadores.
Este momento de partilha é essencial.
”Vindimar sem um boa comida de grupo não é vindima”, diz uma das trabalhadoras mais velhas. “É aqui que esquecemos o cansaço das costas e celebramos o estarmos juntos.” Com a barriga cheia e o espírito renovado, o grupo regressa às fileiras de videiras. Por volta das 13h30m, mais um momento de convívio, com um almoço como manda a lei: uma bela feijoada. A tarde será longa, mas o sentimento de dever cumprido e a promessa de um novo vinho que, daqui a uns meses, será partilhado em novas mesas, alimentam o esforço.
O Município de Fornos de Algodres passou a integrar a Rural Move, uma rede de dinamização dos territórios rurais que procura aproximar pessoas, projetos e oportunidades, apoiando quem pretende viver, trabalhar ou investir no Interior de Portugal.
A integração nesta rede representa uma oportunidade para dar maior projeção ao concelho junto de potenciais novos residentes, empreendedores e profissionais, reforçando a capacidade de Fornos de Algodres se afirmar como um território com condições para acolher novos projetos e novos modos de vida.
A Rural Move trabalha numa lógica de cooperação entre territórios e parceiros, promovendo a partilha de conhecimento, experiências e boas práticas e procurando criar respostas mais ajustadas aos desafios dos territórios rurais.
Para Fornos de Algodres, esta parceria permitirá reforçar o trabalho desenvolvido pelo Município em áreas como a atração e acolhimento de novos residentes, o trabalho remoto, o empreendedorismo e a dinamização de espaços de coworking, criando novas oportunidades de ligação entre pessoas, empresas, profissionais e o território.
Para o Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Alexandre Lote, “os territórios rurais têm hoje uma oportunidade que não podemos desperdiçar. Há cada vez mais pessoas a procurar qualidade de vida, proximidade, segurança e uma relação diferente com o território, e Fornos de Algodres tem condições para responder a essa procura”.
O Presidente acrescenta que “a adesão à Rural Move permite-nos estar ligados a uma rede que trabalha precisamente estes desafios, partilhando experiências e procurando novas soluções para atrair pessoas, projetos e investimento para os territórios rurais. Queremos que Fornos de Algodres seja cada vez mais um concelho onde seja natural escolher viver, trabalhar e investir”.
Com esta integração, Fornos de Algodres reforça a sua ligação a uma rede nacional dedicada à valorização da nova ruralidade e assume uma posição mais ativa na construção de soluções para os desafios demográficos, económicos e sociais que marcam os territórios do Interior.
“A UPG aposta na proteção da inovação e na valorização da investigação científica, assumindo-as como instrumentos estratégicos para transformar conhecimento em valor, promover a transferência de tecnologia e aproximar a academia do tecido empresarial”, afirma o reitor, Joaquim Brigas. A UPG tem em curso uma pós-graduação executiva em parceria com a Inventa, consultora especializada em registo de marcas e patentes.
A Universidade Politécnica da Guarda – UPG apresentou três pedidos de patentes desenvolvidas por investigadores seus nos âmbitos digital e da saúde. Entre junho e julho, foram enviados para o Instituto Nacional da Propriedade Industrial dois pedidos de patentes nacionais para um “sistema de fabrico digital” e um “sistema de impressão aditivo” e, também, um pedido de patente internacional para um “dispositivo integrado para infusão de sangue”.
Os três pedidos foram formalizados poucos meses depois de a UPG ter lançado, em março, uma Formação Executiva em Inovação e Propriedade Intelectual para capacitar investigadores, quadros de empresas e associações empresariais e técnicos de autarquias a garantirem os direitos de marcas, domínios, produtos ou design industrial. Esta formação incide sobre a gestão de processo de inovação de forma integrada, sustentável e orientada para resultados concretos.
“Estas três patentes são um marco na afirmação da UPG como uma universidade politécnica de referência, comprometida com uma missão que une o ensino, a investigação aplicada e a proximidade às comunidades e ao tecido empresarial que servimos”, afirma Joaquim Brigas, reitor da Universidade Politécnica da Guarda. “É este o papel que uma instituição de ensino superior deve desempenhar: gerar conhecimento e garantir que esse conhecimento se transforma em valor concreto para a região e para o país.”
Dirigida a investigadores, docentes, estudantes, empresários e profissionais de diferentes setores, a pós-graduação da UPG proporciona uma abordagem prática e multidisciplinar às principais áreas da propriedade industrial, incluindo patentes, marcas, desenhos ou modelos, estratégias de proteção nacional e internacional, transferência de tecnologia, licenciamento e valorização da inovação. A formação desenvolve competências essenciais à proteção e gestão dos ativos, reforçando a ligação entre o conhecimento produzido nas instituições de ensino superior e as necessidades das empresas e da sociedade.
UPG promove “cultura de inovação” Os primeiros pedidos de registo de patentes foram submetidos pela Universidade Politécnica da Guarda a 8 de junho de 2026: o pedido de patente nacional para um “Sistema de Fabrico Digital”, da autoria do investigador Rui Pires; e um pedido internacional de patente para o “Dispositivo Integrado para Infusão de Sangue ou Hemoderivados para Administração por Via Endovenosa”, desenvolvido pelos investigadores e docentes Raquel Lima e Luís Miguel Condeço.
Posteriormente, a 17 de julho de 2026, foi submetido o pedido de patente nacional para o “Sistema de Impressão 3D Aditivo e Subtrativo Híbrido com Ângulo de Deposição Dinâmico e Alimentação por Placas Rígidas Formando uma Base Virtualmente Infinita”, desenvolvido por Rui Pires. “Estas três patentes são o resultado direto da aposta que a UPG tem feito no apoio à investigação aplicada, dando aos nossos investigadores as condições e o acompanhamento necessários para que o conhecimento que produzem seja protegido e possa gerar impacto real”, afirma Maximiano Ribeiro, vice-reitor da UPG para a Investigação.
Para o vice-reitor, proteger uma patente é também reconhecer o trabalho científico de quem a desenvolveu, assegurando que esse esforço não se perde nem é apropriado por terceiros. Já o diretor da formação executiva em Inovação e Propriedade Intelectual da UPG, Rui Carreto, destaca a vertente prática do curso: “A pós-graduação foi pensada para responder a uma necessidade concreta: muitos investigadores e empresários sabem inovar, mas não sabem como proteger e valorizar essa inovação. É isso que ensinamos, de forma aplicada, desde a identificação do que é patenteável até aos passos concretos do registo”, afirma Rui Carreto. “Os conteúdos foram desenhados em conjunto com a Inventa para que os participantes saiam com ferramentas que podem aplicar de imediato nas suas empresas, autarquias ou centros de investigação.”
A pós-graduação funciona em formato híbrido, online e presencial, e em regime pós-laboral. Segundo os responsáveis da UPG, para além das autarquias e das empresas com as quais o politécnico tem projetos em comum, também as startups instaladas na Incubadora Desnuclearizada do Politécnico da Guarda – que tem polos na Guarda, Mêda, Seia, São João da Pesqueira, Vouzela e São Pedro Sul – manifestaram necessidades de formação dos seus empreendedores, investidores e investigadores para registarem patentes e as protegerem.
“A administração assegura o acompanhamento técnico e processual dos pedidos e a correta gestão dos ativos intangíveis”, afirma Paulo Tolda, administrador da UPG.
O fecho dos Polos de Saúde de Loriga e Vide durante o período de férias dos seus três profissionais afetos à USF Nova Estrela motivou preocupação destas populações .
Residentes denunciam falhas no atendimento telefónico e escassez de vagas de consulta que aconteceu durante o dia de hoje, quando ligaram para a sede desta Unidade.
O encerramento provisório de duas extensões de saúde no concelho de Seia — designadamente em Loriga e Vide — devido ao período de férias dos seus profissionais, com efeito a partir de hoje e até 18 de setembro, levantou fortes receios na população local sobre um eventual encerramento definitivo do serviço de proximidade.
Tanto a coordenação da Unidade de Saúde Familiar (USF) Nova Estrela como a Câmara Municipal de Seia afastam categoricamente essa possibilidade, assegurando tratar-se de uma reorganização de rotina devido a férias dos seus profissionais, tal como tem vindo a acontecer em outras extensões de saúde do concelho.
A apreensão dos residentes e das Juntas de Freguesia deve-se, em grande parte, ao facto de as instalações ficarem totalmente fechadas durante este período — ao contrário do que sucedia no passado, em que os espaços permaneciam abertos para prestar apoio administrativo. O presidente da Câmara Municipal de Seia, Luciano Ribeiro, tranquiliza os munícipes, garantindo perentoriamente que “em caso algum está em causa o encerramento definitivo destes polos após as férias” e reforça o compromisso de manter o médico afeto a estas comunidades do concelho.
Em declarações prestadas esta segunda-feira, ao JSM, a médica e coordenadora da USF Nova Estrela, Sara Campos, também quis tranquilizar a população, sublinhando que a rotação e a substituição em período laboral são práticas comuns aplicadas a toda a estrutura, sem exceções geográficas.
“A USF tem 11 000 utentes e o acesso é igual para todos. Acontece o mesmo quando fecha o polo de Tourais, de Pinhanços, ou quando eu ou outro colega da sede estamos de férias. A consulta de intersubstituição é para todos”, afirmou Sara Campos. A responsável garantiu que a USF Nova Estrela se encontra operacional e sem carência de médicos ou enfermeiros nos seus quadros, desmentindo qualquer perspetiva de encerramento definitivo dos polos de atendimento local. “É habitual em períodos de férias e não tem nada de extraordinário”, lamentando qualquer tentativa de alarmismo.
A responsável explicou que as populações e os órgãos locais foram informados previamente por avisos afixados e que os utentes com tratamentos regulares viram os seus cuidados reagendados com antecedência.
Sara Campos fez ainda questão de destacar e agradecer publicamente o apoio das autarquias locais: “Temos também tido a fundamental colaboração das Juntas de Freguesia nos cuidados de limpeza das extensões que têm falta de assistentes operacionais, nomeadamente Vide e Loriga, a qual muito agradecemos”.
Dificuldades no acesso e falta de vagas
Para mitigar os impactos da deslocação à sede do concelho, a Junta de Freguesia de Loriga disponibilizou apoio no agendamento e transporte de munícipes. De referir que Loriga recebe utentes de Cabeça, Alvoco da Serra, Sazes da Beira e, ainda, de Valezim.
Apesar das garantias institucionais de que a assistência médica permanece assegurada através da sede da USF Nova Estrela — disponível cinco dias por semana para casos agudos não urgentes —, a realidade vivenciada no terreno por quem precisa de cuidados revela constrangimentos operacionais. Relatos recolhidos junto de residentes e autarca de Loriga, Luís Costa, apontam para uma forte frustração no contacto com o Centro de Saúde de Seia. Num dos casos comunicados esta segunda-feira, relatam ter tentado contactar a unidade de saúde por telefone durante uma parte da manhã. Quando os serviços finalmente devolveram a chamada, a resposta foi de que já não restavam vagas para consultas no próprio dia e que teriam de tentar durante o dia de amanhã.
Garantias de serviço
Ao JSM, a coordenadora detalhou a forma como o atendimento está estruturado e o estado atual dos recursos humanos da unidade. Refere que a USF Nova Estrela dispõe da totalidade dos quadros necessários para a população inscrita nas áreas da medicina, enfermagem e administrativa. Apenas a Unidade Local de Saúde (ULS) regista alguns constrangimentos ao nível do pessoal operacional, estando os mesmos em processo de resolução através de novos concursos e colocações.
Sara Campos assegura que “nunca existiu nem foi equacionada qualquer intenção de fechar de forma definitiva qualquer extensão”. Caso se verificasse uma ausência prolongada ou definitiva de um profissional, a USF ativaria de imediato uma escala de substituição nas próprias instalações locais.
Para dar resposta às necessidades durante a ausência temporária dos clínicos afetos às extensões, a sede em Seia assegura as consultas de intersubstituição para situações agudas que não possam aguardar pelo regresso do médico ou enfermeiro de família. Os casos de urgência ou emergência continuam a ser canalizados para o serviço de urgência hospitalar ou através da linha 112.
Ao lamentar “qualquer constrangimento pontual que possa ser sentido individualmente”, a direção da USF Nova Estrela reitera que as alterações de horários e locais de consulta refletem unicamente “ajustes associados a períodos de férias”, apelando à tranquilidade de todos os seus utentes.”
O certo é que amanhã, logo pelas 8 horas, a Junta de Freguesia disse ao JSM que irá tentar novamente entrar em contacto com a USF Nova Estrela de modo a conseguir algumas vagas para consultas.
Muitos dos desperdícios de água acontecem sem que nos apercebamos. Pequenas alterações nas rotinas diárias podem representar uma poupança significativa, sobretudo quando são adotadas por muitas famílias.
Quando se fala em utilização responsável da água, é frequente pensar-se apenas nos grandes consumos. No entanto, uma parte importante do desperdício acontece dentro de casa, em gestos tão habituais como lavar os dentes, tomar banho ou deixar uma torneira mal fechada.
De acordo com dados divulgados pela Agência Portuguesa do Ambiente, uma torneira aberta durante apenas um minuto pode gastar até 12 litros de água. Uma torneira a pingar pode representar um desperdício diário de cerca de 30 litros — aproximadamente 900 litros ao longo de um mês.
São números que ajudam a perceber como um gesto aparentemente insignificante, repetido todos os dias, pode ter um impacto considerável.
O JSM, em parceria com a APdSE — Águas Públicas da Serra da Estrela —, continua a sensibilizar a população para a adoção de comportamentos responsáveis na utilização da água da rede pública.
Fechar a torneira faz diferença
Fechar a torneira enquanto se lavam os dentes ou se faz a barba pode permitir poupar entre 10 e 30 litros de água por dia. No banho, dois minutos com a água a correr podem representar um consumo de cerca de 24 litros.
Reduzir a duração do duche e fechar a torneira enquanto se ensaboa são, por isso, medidas simples que não exigem qualquer alteração significativa no conforto diário.
Também é possível aproveitar a água que corre enquanto se espera que o duche aqueça, recolhendo-a num recipiente para utilizar posteriormente na rega, na lavagem do chão ou numa descarga do autoclismo.
Máquinas cheias e fugas reparadas
As máquinas de lavar roupa e loiça devem ser utilizadas, sempre que possível, com a carga completa e através dos programas económicos. Colocar uma máquina em funcionamento apenas com algumas peças implica gastar água e energia que poderiam ser aproveitadas numa lavagem completa.
As pequenas fugas também não devem ser ignoradas. Uma torneira que pinga continuamente ou um autoclismo com uma descarga deficiente podem provocar perdas consideráveis ao longo do tempo. Verificar regularmente as torneiras, canalizações e autoclismos ajuda a evitar desperdícios e pode também refletir-se na fatura da água.
Regar nas horas de menor calor
No exterior, os cuidados devem ser redobrados durante os meses mais quentes. A rega deve ser feita ao início da manhã ou ao final do dia, quando as temperaturas são mais baixas e se perde menos água por evaporação.
Deve também evitar-se a utilização de água da rede pública para refrescar telhados ou lavar passeios e outros espaços exteriores quando essa utilização não seja indispensável.
Estas são algumas das mensagens que a Águas Públicas da Serra da Estrela tem vindo a divulgar junto das populações de Gouveia, Oliveira do Hospital e Seia, no âmbito da campanha «Neste verão, utilize a água da rede pública com responsabilidade».
Utilizar apenas a água necessária
Poupar água não significa deixar de a utilizar nas necessidades do dia a dia. Significa evitar consumos desnecessários e utilizar apenas a quantidade de que realmente precisamos.
Uma torneira fechada durante alguns minutos, uma máquina utilizada com carga completa ou uma fuga reparada podem parecer contributos pequenos. Mas, quando estes comportamentos são adotados diariamente por milhares de pessoas, o resultado torna-se significativo.
A água é essencial à vida e a sua utilização responsável depende de todos. Cada litro que não é desperdiçado é um litro preservado para o futuro.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 20.226 litros de vinho engarrafado num produtor-armazenista localizado no concelho de Gouveia, distrito da Guarda. A apreensão ocorreu no âmbito da operação «Rótulo Seguro», motivada pela violação das regras legais de rotulagem — designadamente pela omissão da origem do produto.
A ação de fiscalização foi conduzida pela Unidade Regional do Centro, com a participação da Brigada Especializada dos Vinhos e Produtos Vitivinícolas, e visou verificar o cumprimento das normas de comercialização do setor. O lote apreendido integrava vinho tinto, branco e rosé, já engarrafado e pronto para introdução no circuito de consumo. Na sequência das irregularidades detetadas, foi instaurado o respetivo processo de contraordenação.
Em comunicado, a ASAE alerta que a falta de prestação destas informações obrigatórias «compromete a integridade do circuito comercial, gera desequilíbrios concorrenciais e representa um risco para a salvaguarda e segurança do consumidor».
A autoridade destacou ainda a importância estratégica do setor vitivinícola para a economia nacional, garantindo que manterá o reforço das ações de inspeção para combater eventuais práticas enganosas e assegurar uma concorrência justa e leal entre os operadores do mercado.
A vila de Paranhos da Beira, no concelho de Seia, estreia-se este domingo, 6 de setembro, como anfitriã da abertura da temporada 2026 do Campeonato Nacional de Enduro Sprint. A prova, organizada pela associação Talentos Objetivos sob a égide da Federação de Motociclismo de Portugal (FMP), marca um momento inédito para o desporto motorizado local.
Em declarações ao Jornal de Santa Marinha, o conceituado piloto local Mário Patrão confirmou que não estará na grelha de partida a competir, assumindo este ano as funções de diretor de prova. O responsável destacou o trabalho de preparação do traçado e a expectativa de um grande espetáculo para os entusiastas da modalidade.
A competição tem início marcado para as 10h00 e conta com um percurso total de 21,5 km, dividido em duas provas especiais:
Pista de MX das Oliveiras: Um troço técnico com 5 km de extensão.
Especial Adjunta: Um percurso paralelo à pista principal com 4,2 km.
Os pilotos da classe Elite terão de cumprir o circuito cinco vezes, enquanto as categorias Verdes, Veteranos e Senhoras farão quatro voltas. Já os participantes das classes Promoção, Elétricas e Hobby realizam três passagens pelo traçado.
É já amanhã, domingo, 6 de setembro, que arranca a temporada 2026 do Campeonato Nacional de Enduro Sprint, uma competição disputada sob a égide da Federação de Motociclismo de Portugal (FMP) e que nos últimos anos tem conquistado uma grande relevância dentro do panorama do enduro em Portugal.
Este ano a temporada arranca com uma estreia absoluta!
Será em Paranhos da Beira (Seia) que os pilotos vão abrir a temporada do Enduro Sprint. A vila fará a sua estreia como anfitriã desta competição, com organização a cargo da associação Talentos Objetivos – que integra o piloto local Mário Patrão nas funções de diretor de prova.
A competição arranca às 10H00 de domingo e os pilotos terão pela frente um percurso de cerca de 21,5 km que inclui duas especiais: uma na pista de MX das Oliveiras, com 5 km, e outra mesmo ao lado da pista, com 4,2 km. O percurso terá de ser cumprido cinco vezes pelos pilotos Elite, quatro vezes pelos Verdes, Veteranos e Senhoras e por três vezes para os pilotos das classes Veteranos, Promoção, Elétricas e Hobby.
A Santa Casa da Misericórdia de Seia associa-se, uma vez mais, às Jornadas Europeias do Património, que este ano decorrem sob o tema “Reviver, Resistir, Reinventar”, promovendo uma iniciativa dedicada à preservação, valorização e divulgação do património histórico local.
A iniciativa terá lugar no próximo dia 19 de setembro, pelas 15h00, no Centro Interpretativo de Seia e Seu Centro Histórico, no Largo da Misericórdia, em Seia, e pretende proporcionar um momento de encontro, partilha e reflexão em torno da história e do património da Misericórdia de Seia e da comunidade. O programa terá início com a assinatura do protocolo de cedência da “Fonte de Ceia”, através do qual a Junta de Freguesia de São Romão cede este elemento patrimonial à Santa Casa da Misericórdia de Seia. A formalização desta cedência representa um importante contributo para a preservação e valorização deste património, reforçando a cooperação entre as instituições locais na salvaguarda da memória coletiva.
Segue-se uma tertúlia conduzida pelo historiador Sérgio Alves, subordinada ao tema “Recentes Dados de Estudo do Arquivo Histórico da Misericórdia de Seia”. O momento permitirá dar a conhecer novos dados resultantes do trabalho de investigação desenvolvido sobre o Arquivo Histórico da Instituição, contribuindo para aprofundar o conhecimento sobre a história da Misericórdia de Seia e o seu papel na comunidade ao longo dos séculos.
A participação nas Jornadas Europeias do Património constitui, para a Santa Casa da Misericórdia de Seia, uma oportunidade para abrir as portas do seu património à comunidade, promover o conhecimento da sua história e reforçar a importância da preservação dos testemunhos que ajudam a compreender a identidade e a memória coletiva de Seia.
Num ano em que o tema «Reviver, Resistir, Reinventar» convida à reflexão sobre o valor do património cultural e para a necessidade de o preservar para as gerações atuais e futuras, e reforçar o sentimento de identidade cultural, de memória coletiva e de afirmação do património comum, cuja riqueza reside na sua diversidade.
A iniciativa é de entrada livre, estando toda a comunidade convidada a participar.