Guerra do Irão, Novo Presidente da República, País e Classe Política

Vamos procurar de maneira muito simples e objetiva verter na escrita o nosso pensamento sobre estes temas tão atuais.
No tocante à guerra no golfo pérsico/Irão/Israel/EUA trata-se de um conflito em larga escala, do qual, verdadeiramente, ninguém sairá vencedor. É verdade e ninguém o contesta de que o bloco EUA/Israel, é muito mais poderoso em todos os aspetos, com uma enorme capacidade de destruição sustentada por avançados meios de tecnologia capazes de arrasar cidades e dizimar milhões de pessoas. O grande problema é que Trump, ou não sabe ou, pior que isso, não quer acreditar que os iranianos que visam essencialmente a exterminação do povo israelita, construíram, ao longo de anos, material de guerra e bunkers para o esconder, designadamente drones e mísseis que utilizam, refletida e habilmente, para causar fortes estragos na economia do mundo através de sucessivos ataques às reservas de petróleo dos países do golfo pérsico. E quem se vai prejudicar? Toda a população do Mundo e de um modo particular os “portuguesitos” cujas estruturas económicas apresentam já sinais de indiscutível fragilidade. Quem ganha, então, com tudo isto? A Rússia! Pelo alívio ou mesmo levantamento das sansões económicas e consequente incremento dos ataques à Ucrânia.

António José Seguro, após uma longa travessia no deserto no que concerne à política, depois de ter sido ofendido e “apunhalado” por alguns dos socialistas que, agora, espreitam uma oportunidade para se lhe juntarem, concluiu com verdadeiro sucesso o seu jejum e entrou triunfante no Palácio de Belém para suceder a Marcelo sem perder a modesta compostura que sempre exibiu. Temos cá para nós que se o “Tozé” de Penamacor for capaz de manter o traço de humildade, simplicidade e modéstia que o distingue, vai dar cartas, na medida em que ele é integro, sensato, inteligente e permanece atento ao interesse do país e dos portugueses. Não se deixará ir, facilmente, na onda de “Chegas cínicos e artistas”, socialistas desesperados ou social-democratas teimosos. Seguro, vai ser igual a si próprio: prudente e seguro.
No que diz respeito a Portugal e à Classe Política, urge que esta reflita, seriamente, e tenha presente, de forma constante e responsável, a situação internacional e os efeitos que o país e os portugueses já estão e vão continuar a sentir, ao longo dos próximos tempos. É importante e necessário que os “Venturas”, “Carneiros” e Companhias tomem consciência da gravidade da situação e ajam com sentido patriótico e de autêntica responsabilidade, deixando-se de truques e aventuras que podem conduzir Portugal ao naufrágio. Alguma vez, pensaram em receber tanto dinheiro, e o direito a tanta mordomia? Repare-se bem que falámos em receber que não em ganhar ou merecer!

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