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Gouveia recebe IV Concurso de Cidades do Vinho de 9 a 12 de maio

O IV Concurso Nacional Enológico “Cidades do Vinho” realiza-se em Gouveia, de 9 a 12 de maio de 2024. Durante estes quatro dias, um painel de jurados, presidido por António Ventura e composto por trinta elementos, irá estar em Gouveia, a avaliar vinhos provenientes dos Municípios de todo o território nacional.

Para além da realização do concurso e de outros momentos institucionais, o evento irá contar com diversas iniciativas dirigidas ao público. Desde iniciativas turísticas e gastronómicas, com destaque para as visitas guiadas às quintas, provas comentadas dos Vinhos do Dão – Serra da Estrela, jantares vínicos ou a gala “IV Concurso Cidades do Vinho”, com direito à prova dos vinhos nacionais a concurso. Passando por iniciativas de conhecimento, como uma caminhada interpretativa da biodiversidade pelas vinhas do Dão – Serra da Estrela ou um painel de discussão de alguns temas do vinho, serão várias as ações que irão ter lugar neste Concurso Cidades do Vinho, direcionadas a apreciadores e curiosos.

Gouveia irá, assim, receber este evento, que conta com o alto Patrocínio da Presidência da República e que pretende promover os vinhos do Dão – Serra da Estrela e de todo o território nacional, assim como o território de Gouveia e do Dão Serra da Estrela. O concurso “Cidades do Vinho” é uma organização conjunta da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) e da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP), com o apoio da Câmara Municipal de Gouveia e do programa Wine in Moderation.

17/18 de maio – Festival de Tunas

A Associação Senatuna – Tuna Mista da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia vai promover, nos dias 17 e 18 de maio, o seu Festival de Tunas Mistas.

No dia 17, a noite é de serenatas, a decorrer nas escadarias da Igreja da Misericórdia de Seia, a partir das 21 horas.

A Festa prolonga-se pela noite dentro, no Bar Senalonga, com a animação a cargo dos DJ´s Sério e Gonçalo Martins.

No sábado, dia 18, o Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia acolherá, pelas 21h30, o Festival de Tunas Mistas, onde sobem ao palco quatro Tunas, sendo três convidadas (Tuna Mista do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra; Tuna Mista do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, de Barcelos e a Tuna Iscalina, do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa) e a Tuna da casa, Senatuna.

Depois das atuações no Cineteatro, cuja entrada é livre, a noite prossegue no Senalonga, com a animação a cargo dos Dj´s Karyoca e Thiago Olemak.

A Senatuna deixa aqui o convite para que todos os estejam presentes durante estes dois dias, que tanto significado tem para esta Associação.

Ao longo da semana, o JSM vai dar a conhecer a história e algum reportório destas Tunas que vão animar Seia nestes dois dias.

Profissionais do Hospital de Seia organizam as suas 1ªs Jornadas com profissionais de renome nacional

“Gente que cuida de gente”

Uma Comissão organizadora do Hospital Nossa Senhora de Assunção, em Seia, vai organizar as “Iªas Jornadas do Hospital Nossa Senhora da Assunção”, que vão decorrer durante dois dias, no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia.

O Hospital de Seia vai promover, nos dias 23 e 24 de maio as “Iªas Jornadas do Hospital Nossa Senhora da Assunção”, que decorrem no auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia. O programa contempla a realização de um conjunto de oito mesas redondas onde serão abordados temas como “O doente idoso no Serviço de Urgência Básica do HNSA”, “Tornar a rotina do capacitar mais leve e harmoniosa”, o “Doente Diabético”, “Tenho Dor e Agora?” ou “Uma viagem… do sono às terapias de bem-estar”.

Com esta iniciativa, a equipa organizadora, constituída por 10 elementos (Cristina Cruz, Filipa Aleixo, Isabel Afonso, Joana Lopes, José Fonseca, Lília Marques, Luís Barroca, Nair Patrão, Sónia Fonseca e Susana Dias), pretende, acima de tudo, “mostrar que existem excelentes profissionais no Hospital de Seia, divulgando, ao mesmo tempo, a toda a comunidade, o trabalho que se realiza neste Hospital”, refere.

Estas jornadas envolvem todos os profissionais do Hospital, de todos os serviços. “Queremos que o Hospital de Seia seja valorizado e que seja reconhecido, não só pelos profissionais que cá trabalham, como pelos utentes e pelo SNS do qual integramos, com muito orgulho. Somos uma unidade pequena, mas de referência à nossa dimensão, que presta cuidados de qualidade e de segurança. Temos uma equipa motivada que, todos os dias, tende a dar o seu melhor para o bem-estar do doente. É isto que nos move diariamente.”

“Está a ser muito difícil atrair pessoal médico para o interior”

Apesar dos constrangimentos que possam existir, todos os profissionais deste Hospital asseguram recursos 24 horas. “Com mais ou menos sacrifício tem-se levado tudo a bom porto.”

A falta de profissionais é óbvia, “mas não é no setor da enfermagem, técnicos, ou assistentes operacionais que existem maiores dificuldades”, salientam. “É na área médica que as dificuldades são mais evidentes. Está a ser muito difícil atrair pessoal médico para o interior”. Ao JSM estes profissionais dizem que as instituições do SNS não têm autonomia para contratar sem autorização da tutela e, por vezes, para serem prestados cuidados seguros “tem de haver muitos sacrifícios por parte das pessoas”. Por isso, o empenho, a motivação e a dedicação têm sido fundamentais para o excelente trabalho que estes profissionais têm prestado à comunidade.

Construído em 2008 para dar resposta à população de Seia, o Hospital Nossa Senhora da Assunção tem, atualmente, uma rede de lares com utentes de todas as zonas do país. “São pessoas vulneráveis que, na fase aguda da doença, vêm ter ao Hospital de Seia e o Hospital não foi preparado para esta dimensão. Além disto, foi construída uma rede de cuidados continuados, que na fase aguda, é ao Hospital que recorrem. Depois, também devido ao encerramento de alguns serviços de urgências e de SAP’s, os doentes têm de recorrer ao Hospital de Seia. O CODU referencia-nos doentes dos concelhos de Oliveira do Hospital e de Gouveia e o Hospital de Seia tem de garantir cuidados a estes doentes. Tudo dentro da nossa dimensão. Por vezes, somos ainda, responsáveis pela sua transferência e acompanhamento para outros hospitais, caso não haja resposta necessária para isso. Esta é uma situação que o Hospital tem vindo a acolher, mas que, felizmente, com a vontade de todos, temos dado uma boa resposta”.

Como dizem, este é um Hospital que tem “Gente que cuida de gente.”

Seia – Detido por venda de artigos contrafeitos

O Comando Territorial da Guarda, através do Destacamento Territorial de Gouveia, deteve, no passado dia 4 de maio, um homem de 40 anos por contrafação e apreendeu 60 artigos contrafeitos, no concelho de Seia.

No âmbito de uma operação de fiscalização ao recinto da feira mensal de Loriga, a qual visou o combate à contrafação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos, os militares da Guarda detetaram a venda de diversos artigos contrafeitos de diversas marcas, nomeadamente de roupa, calçado e acessórios de moda, os quais ostentavam logótipos e desenhos de diversas marcas registadas.

No decorrer das diligências policiais, foram apreendidos 60 artigos contrafeitos.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Seia.

A Guarda Nacional Republicana relembra que o objetivo principal deste tipo de ações é garantir o cumprimento dos direitos de propriedade industrial, visando essencialmente o combate à contrafação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos.

Inaugurado Festival Artis de Seia

Foi inaugurado, este sábado, o festival Artis, um evento promovido pela Associação de Arte e Imagem de Seia.

A iniciativa, que vai decorrer durante três meses (até 28 de julho), vai contar com muitas atividades, nomeadamente, workshops, tertúlias, sessões de cinema, teatro, entre outras.

Com a temática “Liberdade – a Arte saiu à rua”, o festival conta com obras a concurso de mais de 80 artistas nacionais e internacionais.

Inserido na inauguração, o festival abriu com um espetáculo musical a cargo dos “The Lengendary Tigerman”, um concerto contagiante, onde o público vibrou com a massa sonora explosiva, manobrada por Paulo Furtado.

Município organiza Caniltrail na Senhora do Desterro

O Canil Municipal vai organizar, no próximo dia 19 de maio, uma manhã de aventura e diversão entre famílias e canídeos. O evento designado de “Caniltrail” volta a contar com a colaboração do Sargento Jorge Guilherme, tendo como cenário a Senhora do Desterro.

Depois do sucesso da primeira edição, que aconteceu no início de abril, a organização antevê mais um grande momento de socialização, exercício físico e diversão. O encontro está agendado para as 10h da manhã, junto ao Coreto da Senhora do Desterro, e possibilitará aos participantes efetuar um percurso de 3km de aventura, com provas de obstáculos naturais.

O convite volta a ser dirigido a famílias com e sem animais, mantendo-se a possibilidade de participação com os cães alojados no Canil Municipal. Os animais participantes deverão ser portadores de coleira/arnês guiados por trela, ter identificação eletrónica e boletim sanitário do animal, com vacinação antirrábica válida.

A participação carece de inscrição prévia, até 16 de maio (em cm-seia.pt), é de participação livre, solicitando-se apenas a colaboração sob forma de donativo em géneros, a reverterem para os animais do Canil.

O Caniltrail é mais uma forma de promoção da socialização entre canídeos e tutores e da adoção responsável de animais alojados no Canil Municipal de Seia.

Seia – Formações sobre segurança e incêndios nos condomínios de aldeia

O Município de Seia, em estreita colaboração com as corporações dos bombeiros voluntários de Loriga e São Romão, realiza durante a próxima semana, um conjunto de formações nas aldeias de Corgas, Vasco Esteves de Baixo, Outeiro da Vinha e Balocas.

As formações integram a projeto delineado para o “Condomínio de Aldeia: Programa Integrado de Apoio às Aldeias Localizadas em Territórios de Floresta” – “Corgas, Vasco Esteves de Baixo, Outeiro da Vinha e Balocas”, e têm como principal objetivo dotar a comunidade de ferramentas preventivas e de segurança contra incêndios.

No total a comunidade irá receber 10 horas de formação, distribuídas por várias temáticas, nomeadamente sobre medidas de autoproteção e de extinção, segurança contra incêndios em edifícios, meteorologia, queimas e uma sessão prática sobre queima de sobrantes agrícolas.

As formações são ministradas nas aldeias que integram o projeto Condomínios de Aldeia. Os Bombeiros Voluntários de Loriga são responsáveis pela transmissão de conhecimento em Outeiro da Vinha (dias 6 e 8 de maio), Vasco Esteves de Baixo (dias 7 e 9 de maio) e Balocas (dias 10 e 13 de maio). A aldeia de Corgas, na freguesia de Sandomil, recebe os Bombeiros Voluntários de São Romão, em duas sessões a realizar nos dias 9 e 10 de maio.

O projeto Condomínios de Aldeia tem como principal objetivo garantir a resiliência, a sustentabilidade e a valorização do território, na envolvente às áreas de edificado.

Financiado pelo Fundo Ambiental, através do Plano de Recuperação e Resiliência, o projeto prevê a reconversão da paisagem na faixa de gestão de combustível com uma largura de 100 metros, para outros usos, como, a instalação de olival, plantação de medronheiros e cerejeiras. Assim como, beneficiação da galeria ripícola. No âmbito destes Condomínios de Aldeia foram, ainda, instalados dois ecopontos florestais, método alternativo à queima de sobrantes agrícolas e florestais.

O Nascer de uma Alvorada

Será com todo prazer e alegria que mais um Ano se Fala sobre o 25 de Abril.
Este ano quando perfaz os 50 anos da sua realização, deixa-nos satisfeitos que toda a imprensa lhe faça referência porque, afinal, a quase totalidade dos portugueses, não esquece esse dia glorioso. Não só porque nasceu para todos uma vida de esperança e liberdade, como, também, se deram os primeiros passos para uma vida melhor para a maioria do povo português.
O 25 de Abril foi um dia em que Nasceu uma Alvorada neste nosso Portugal amordaçado em que se descobriu que só 6 famílias em Portugal detinham 95% das Fortunas deste País. O resto vivia mal. Só por aí podemos avaliar a autêntica miséria em que o Povo vivia.
Por isso, festejar o 25 de Abril, é um dever e todos, em uníssono, dizer: VIVA O 25 DE ABRIL!
Com bastante mágoa diremos hoje que há pessoas, embora historicamente formadas, que andam por aí a desvirtuar as conquistas alcançadas para alcançar de novo os seus privilégios não olhando a meios para atingir os seus fins.
Basta ver e ouvir as televisões e rádios para ver esses barões e “capangas” a falarem e insurgirem-se que tudo está mal e o país, sendo governado por eles, correria o leite e mel. As suas atitudes são de reprovar, pobres em soluções, não sabendo como é saber governar um país onde a verdadeira classe trabalhadora deveria viver bastante melhor do que vive.
Todavia, também o 25 de Abril trouxe maus exemplos para uma certa classe governante (e não só) que, rapidamente, quiseram enriquecer. Para nós é o preço que pagamos pelas democracias propaladas onde a maior parte quer ser rica, com poder e ter dinheiro… tudo o resto, pouco importa, como sendo esta forma de pensar, a mais correta para nos trazer a felicidade. Tristes coitados! Não se esqueçam que, um dia, a justiça Divina chega a todos e tudo cá deixam e nada lhes serve os bens mundanos. Que as pessoas vivam sem dificuldades, todos concordamos… Sendo essa uma ambição legítima. Contudo, não sejamos escravos do dinheiro!
A todas as gerações que não viveram o 25 de Abril, recomendamos que o façam e venham a saber e incutir aos seus filhos e netos, o seu verdadeiro significado. HAVEMOS DE CHORAR OS MORTOS, SE OS VIVOS O NÃO MERECEREM!

Abril 2024 – 50 Anos de Democracia e Liberdade…

Comemorámos 50 anos de Democracia e Liberdade.
Foi numa radiosa manhã que o movimento dos capitães pôs em marcha um golpe militar que tinha como principal objetivo derrubar o governo do Estado Novo, instaurar, de novo, no país, a Democracia e a Liberdade, devolver o poder ao povo e acabar com as desigualdades, a corrupção, a prepotência e as vinganças governativas. O ideário dos militares permitia antever uma nova era em Portugal, um tempo de Liberdade, Justiça, tolerância, alegria, emprego, Igualdade de oportunidades, melhores salários, Saúde, Educação, numa palavra: um tempo de DEMOCRACIA. O Povo português, nós todos, afinal, devemos sentir-nos gratos aos militares de Abril, ter por todos o maior respeito e a todos testemunhar a mais profunda gratidão.

DESCOLONIZAR, DEMOCRATIZAR… e DESENVOLVER?

Aqueles que viveram o 25 de Abril recordam os famosos “3Ds” correspondentes às três medidas que integravam o programa do Movimento das Forças Armadas (MFA), objetivos que deveriam ser atingidos alicerçados num princípio fundamental, o da liberdade, o valor mais precioso e, de facto, alcançado e vivido. Portugal mudou muito desde essa data mas, se “descolonizar” e “democratizar” foram executados com maior ou menor sucesso, o desenvolvimento do país está muito longe das expetativas criadas e a situação em que hoje o país se encontra é uma desilusão, como resultado das políticas implementadas sucessivamente, nos últimos 50 anos, pelos vários atores e agentes políticos. Se acrescentarmos a isso o facto de termos recebido quase 160 mil milhões de euros da UE nos últimos 37 anos, alguns deles para alimentar a corrupção, é uma frustração, um falhanço da política e dos políticos, estando por cumprir o desenvolvimento prometido.
A juntar à pobreza, que nos deveria envergonhar, estão por cumprir direitos básicos em qualquer país desenvolvido, nomeadamente, na justiça, na habitação, na saúde, na educação e no emprego e, neste, sobretudo na camada jovem.
As últimas eleições legislativas revelaram dois dados dignos de registo e de análise;
os jovens mobilizaram-se para o ato eleitoral e manifestaram uma mudança nas opções políticas, com uma crescente atração pela direita.
Os sinais, vindos das várias camadas da população, já se vêm a manifestar há muito tempo, mas parece não incomodar os governantes políticos, acomodados nos seus lugares.