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Seia. Recuperação de Mocho Galego

O Comando Territorial da Guarda, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Destacamento Territorial de Gouveia, recolheu, está segunda-feira, dia 25 de março, um Mocho Galego (Athene noctua), na localidade de Maceira, no concelho de Seia.

Na sequência de um alerta por parte de um cidadão, os elementos do SEPNA recolheram um mocho que tinha sido encontrado no sótão de uma habitação, na localidade de Maceira. Por precaução, o animal foi transportado e entregue no Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS), com vista à sua recuperação para posterior libertação ao seu habitat natural.

A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção dos animais, apelando à denúncia de eventuais situações de maus-tratos ou abandono. Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

Vamos erguer a Bandeira da Paz

No momento em que escrevemos, estamos, ainda, na época quaresmal e, como cristão que somos, não podemos deixar de refletir sobre os ensinamentos que Jesus Cristo nos deixou para os equiparar ao tempo que hoje vivemos. Naquelas alturas, as lutas eram fratricidas e era necessário pôr fim. Cristo, cheio de Bondade e Amor, ensinou os caminhos da concórdia e fraternidade, morrendo até para salvar a humanidade.
Nos dias de hoje, infelizmente, vivemos numa época de egoísmo cujo “deus” é a luta pelo dinheiro, luxo, prazer, luxúria não olhando a meios para atingir fins, não pensando que a vida tem um fim. Se olharmos bem, o que vemos nos dias de hoje? Guerras por todo o mundo: morte às centenas de milhares, sofrimento e dor.
O Papa Francisco bem pede aos políticos do Mundo para que se sentem a uma mesa e que ponham sobre ela a bandeira da PAZ.

Cristo Ressuscitou Aleluia – Aleluia

Ainda soam aos nossos ouvidos o tocar festivo dos sinos a anunciar a Páscoa. Cristo Ressuscitou, Aleluia.
Na Semana Santa celebramos a Paixão e Morte de Cristo, o Mistério de um Deus que, para salvar a Humanidade, sofreu as agonias da morte. Loucura para os pagãos, incompreensão e escândalo para os judeus. Nos planos de Deus, este era o único caminho de Salvação.
Quando os inimigos de Cristo celebravam a vitória de terem morto um Deus, na manhã de Domingo de Páscoa, Jesus pelo Seu Poder omnipotente, levanta-se glorioso do sepulcro, deixando atónitos e cheios de medo os soldados que, em vez de guardarem Jesus, foram as primeiras testemunhas da Sua Ressurreição.

JÁ CHEGA OU AINDA É PRECISO MAIS?

A ilustração que a Maria João criou para acompanhar esta coluna, na edição do mês anterior, não podia ser mais premeditória; uma balança, em perfeito equilíbrio, com dois pratos que suportam pesos eleitorais equivalentes do PS e da AD.
Já tinha manifestado anteriormente que a vitória tanto podia pender para o lado da AD como do PS e, ainda mais anteriormente (JSM, 2023/11/30), que o CHEGA poderia vir a ter um resultado mais expressivo e decisivo no ano em que se comemoram 50 anos do 25 de Abril.
A maioria das sondagens apontava uma votação no CHEGA na ordem de grandeza daquela que se confirmou nas urnas, ou mesmo superior. Tive oportunidade de manifestar anteriormente a minha opinião sobre a previsível ascensão deste partido e as razões para tal.
Portanto, apenas para os mais distraídos é que este resultado, neste aspeto, pode constituir surpresa.

O CHEGA, A AMÉRICA E A MINHA FREGUESIA

Tudo indica, quando escrevi este artigo, que a AD de Luís Montenegro foi a força política vencedora das legislativas deste ano. Será, logicamente, ele o próximo primeiro-ministro. As restantes forças partidárias deverão, na minha perspetiva, adotar uma postura de responsabilidade, uma vez que vamos entrar, ou entrámos já, num ciclo eleitoral que só termina, em princípio, em 2026 com as presidenciais. Forçar mais umas legislativas durante ou logo após este ciclo frenético é, ou será, introduzir um fator de grave instabilidade que pode afetar a economia do país e ter consequências sociais. As decisões políticas necessitam de paz social e a permanente instabilidade político-partidária não ajuda a um ambiente de serenidade social e política. Já agora, não temam o CHEGA. A melhor forma de combater o CHEGA é governar bem. Governar bem é assumir o combate à corrupção como uma bandeira, acabar com os “ajeitamentos” para os protegidos, mexer nas regras da justiça para a tornar mais célere, agir com firmeza na política monetária – lembro que quem indica os que “mandam no dinheiro” são os políticos, é de um anacronismo e, quiçá, cinismo a toda a prova serem os políticos a indicarem e depois “viram” independentes e intocáveis – “pressionando” os decisores a tomarem decisões sensatas ao contrário das que têm sido tomadas ao nível dos juros e que, apenas, beneficiaram os bancos e os seus acionistas, rigorosamente mais ninguém. Governar bem é olhar para a saúde com vontade de resolver os problemas do utente, que paga os seus impostos e as taxas para a segurança social, e que tem direito a uma assistência na saúde disponível e não com permanentes e longas “filas de espera”. Se para melhorar a saúde for necessário contratar os serviços dos operadores privados, que se contratem. Não se pode é andar eternamente à espera que se resolvam os problemas (sem os privados) em nome de um SNS que nem sempre mostra funcionar bem. O crescimento do CHEGA, tal como já aqui disse, tem a ver com a insuficiência crescente das políticas e posturas face aos problemas do PS e do PSD quando estão no governo. São os únicos responsáveis.

50 anos do 25 de Abril: uma efeméride que é obrigatório comemorar

Nesta edição do jornal que precede o cinquentenário do 25 de Abril de 1974 torna-se para mim obrigatório recordar essa data que todos temos razão para viver de forma alegre e intensa.
A primeira palavra é naturalmente de gratidão e homenagem aos bravos capitães de Abril que, sabendo interpretar os anseios do povo português, puseram termo a 48 anos de ditadura, transformando a Revolução dos Cravos no principal marco histórico da segunda metade do século XX em Portugal.
Importa exaltar também a adesão entusiástica do povo português que, na sua sabedoria, percebeu desde a primeira hora as nobres intenções da revolução de Abril, potenciando assim a natureza pacífica de que se revestiu o ato revolucionário.
Nunca é demais recordar que os princípios orientadores da revolução de Abril assentavam nos famosos três “D”: Descolonizar, Democratizar e Desenvolver que, 50 anos depois, podemos afirmar se encontram, no essencial, devidamente cumpridos.
O processo de Descolonização, que não se pode dissociar do fim da guerra colonial e das mortes e incapacidades que a mesma provocou, foi algo complicado e teve algumas perturbações, mas acabaria por ter um desfecho relativamente positivo.

Relações amorosas em tempos conturbados

Relações são, por si só, um desafio. Num mundo cada vez mais globalizado e fugaz, construir e manter relações parece número de artista de circo.
As relações mudaram com a comunicação… e comunicar é cada vez mais difícil, mesmo quando se multiplicam as formas e os métodos de comunicarmos uns com os outros.

Construindo Pontes Digitais: O Papel Crucial dos Websites na Promoção de uma Sociedade Mais Inclusiva e Informada

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No mundo digital, a primeira impressão de uma marca advém muitas das vezes do seu website. Observo diariamente o impacto significativo que um website bem estruturado e visualmente apelativo pode ter. O seu valor alcança muitas das vezes o cerne da própria comunidade onde está inserido.

Pessoas com deficiências e violência

Segundo as estatísticas, as pessoas com deficiência tem maior risco de serem violentadas.
Para responder a essas estatísticas é importantes criar programas e ocupações que sejam eficazes no acolhimento das vítimas.
Os casos de violência contra pessoas com deficiência tornaram-se frequentes nos ambientes conflituosos, nos bairros degradados ou nas situações de desemprego dos familiares.
As mulheres e as raparigas com deficiência intelectual são as mais atingidas.

Operação “Páscoa 2024”

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A Guarda Nacional Republicana desenvolve a “Operação Páscoa 2024”, entre o dia 25 de março e o dia 1 de abril, em todo em o território continental, através da intensificação do patrulhamento e da realização de ações de sensibilização e fiscalização, com o objetivo de combater a criminalidade, contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária, regularizar o trânsito e apoiar todos os cidadãos, proporcionando-lhes as festividades da Páscoa e as respetivas deslocações, em segurança.

Tradicionalmente, esta época carateriza-se pela reunião das famílias nas suas regiões de origem e, por corresponder ao período de férias escolares, prevê-se consequentemente um aumento significativo do tráfego rodoviário nas estradas portuguesas. Neste sentido a Guarda, através dos militares dos Comandos Territoriais e dos Destacamentos de Trânsito, irá ter em curso a operação “Páscoa 2024” que visa a segurança e a proteção das pessoas, pelo que vai além da fiscalização rodoviária sendo o esforço também orientado para os locais de festividades, suas imediações, zonas residenciais e comerciais, bem como para as vias de circulação rodoviárias mais críticas.

O período de fiscalização de maior esforço de patrulhamento rodoviário, nas vias mais críticas, será entre o início do dia 28 de março e o dia 1 de abril, período que se prevê maior volume de tráfego.

A Guarda aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.

Para um deslocamento em segurança nesta época festiva, a GNR aconselha, em especial:

Adequar a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário;

Evitar manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes, mantendo uma condução atenta e defensiva.

A GNR terá especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros. Assim, os militares da Guarda estarão particularmente atentos:

A manobras perigosas;

À condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas;

Ao excesso de velocidade;

À correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem;

À utilização indevida do telemóvel;

À incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças;

Às condições de segurança dos veículos.