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Internet, os perigos escondidos!

O Município de Seia vai organizar, no dia 7 de março, uma sessão de informação sobre os riscos da presença no ciberespaço para a comunidade escolar.

A ação “Internet, os perigos escondidos!” contará com a colaboração da AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação, através do associado qualificado César Ribeiro, e vai ter lugar no Laboratório de Inovação Tecnológica de Seia – BUG, instalado na antiga escola primária do Crestelo, em Seia.

Com esta sessão a autarquia pretende consciencializar os mais jovens para os riscos associados à presença digital, contribuindo para uma geração mais informada e capacitada para viver na sociedade da informação de forma segura e responsável.

A AP2SI – Associação Portuguesa para a Promoção da Segurança da Informação é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 2012 com o objetivo de promover e divulgar o tema da segurança da informação e suas vertentes na sociedade portuguesa

Seia apaga as luzes pelo Planeta

O Município de Seia volta a desligar as luzes de edifícios públicos no dia 23 de março de 2023, entre as 20H30 e as 21H30, em associação ao maior movimento global pelo ambiente e contra as alterações climáticas, a Hora do Planeta.

O contributo de Seia para a maior ação ambientalmente sustentável à escala mundial refletir-se-á no apagar das luzes, durante 60 minutos, nos edifícios da Biblioteca Municipal, Centro de Interpretação da Serra da Estrela – CISE, Conservatório de Música de Seia, Igreja Matriz e Paços do Concelho.

A Hora do Planeta é uma iniciativa da organização global de conservação de natureza World Wildlife Found (WWF), que tem como missão travar a degradação do planeta e construir um futuro no qual os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, garantindo que o uso dos recursos naturais renováveis seja sustentável, reduzindo a poluição e o desperdício.

O Município de Seia aderiu, pela primeira vez, à Hora do Planeta em 2011 e, desde então, todos os anos se tem associado à iniciativa, enquanto gesto simbólico representativo da consciencialização de um problema que é de todos: as alterações climáticas.

A iniciativa é complementada com o incentivo do Município de Seia à adesão da população.

Rebranding: o Renascimento necessário para as Marcas Modernas

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Nos tempos que correm, onde o mercado é tão dinâmico e competitivo, o rebranding surge como uma estratégia de marketing vital para as marcas permanecerem relevantes e desafiantes. Esta estratégia de renovação trata-se de uma redefinição completa de identidade e mensagem de uma marca, de maneira a que a mesma se adapte aos tempos modernos.
Podemos dizer que a importância do rebranding nos dias de hoje é inegável. Num mercado saturado de opções, as marcas precisam de estar constantemente a reinventar-se para se conseguirem destacar, atrair novos clientes e manter a fidelidade dos existentes. Além disso, as mudanças rápidas na tecnologia e nas tendências de consumo, exigem que as marcas sejam ágeis e flexíveis na sua abordagem.

Entrevista a Graça Saraiva, a docente mais antiga da EPSE

Graça da Assunção Monteiro de Sousa Saraiva, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Ingleses e Alemães, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é a docente mais antiga da Escola Profissional da Serra da Estrela (EPSE). Sempre atenta às necessidades da escola, esta professora, com um coração gigante que não deixa ninguém indiferente, está sempre disponível para ajudar os alunos, que contam com a sua empatia para fazer face aos seus desafios diários. A sua ânsia de propagar o bom nome da Escola é notória, envolvendo-se em todos os projetos dinamizados pela mesma e priorizando sempre o bem-estar da comunidade educativa. Atualmente, exerce também funções como Diretora Pedagógica da Escola Evaristo Nogueira, desempenhando com sucesso um papel de grande reconhecimento. Esta entrevista enquadra-se no âmbito das comemorações dos 30 anos da Escola Profissional da Serra da Estrela.

“Sinto-me uma privilegiada, por ter tido a capacidade, como Diretora de Turma, de transformar alunos indisciplinados e desmotivados em alunos interessados, empenhados e, em alguns casos, alunos brilhantes”

O seu gosto pela docência surgiu muito cedo. Em criança adorava brincar às escolinhas com as amigas. A leitura e a escrita fizeram sempre parte dos meus hábitos diários e quando entrou para o Ensino Secundário, olhava e analisava cada um dos meus professores e fazia a sua própria reflexão, dizendo para si própria que queria ser professora, ensinar, ajudar, trabalhar com crianças e jovens, criar laços de afetividade e carinho e ser relembrada, um dia mais tarde, como a Professora Graça. “Quando entrei para o Ensino Superior, a minha decisão e determinação já era a de ser Professora”, refere.

Está nesta Escola há 25 anos. Lecionou no ensino público durante 14 anos, antes de entrar na EPSE, nas escolas EB 2,3 de Loriga, Vila Nova de Tazem, Gouveia e Vilar Formoso e nas Escolas Secundárias de Seia e Gouveia. Tem quatro anos de experiência no âmbito do Programa de Generalização do Ensino de Inglês, no 1º ciclo do Ensino Básico, (AEC) nas Escolas de Ensino Básico EB1 Santiago, Santa Comba, Santa Eulália, Sameice, Sandomil, Agrupamento de Escolas Abranches Ferrão e Agrupamento de Escolas de Seia, Escola Básica 2º e 3º ciclos Dr. Guilherme Correia de Carvalho e, ainda, quatro anos de experiência de ensino de Inglês no ATL de Seia e Centro Paroquial de Seia. “Foi um caminho muito exigente, mas ao mesmo tempo compensador. Trabalhar com crianças a partir dos 3 anos tornou-se uma experiência desafiante e maravilhosa”, salienta.

O amor e o carinho que sentia e sente pelos alunos, pela própria Escola e por todo este projeto educativo, levou-a a abdicar do ensino público e a focar-se, apenas, no ensino profissional, nomeadamente no desta Escola.

Taxa de empregabilidade é maior para aqueles que se formam no ensino profissional

Quando questionada sobre as diferenças que separam o ensino regular do ensino profissional, Graça Saraiva não tem dúvidas em afirmar que estas “assentam em questões muito práticas. O ensino profissional tem uma componente mais prática do que o ensino público e prepara melhor os alunos que têm a certeza daquela que será a sua carreira futura. Estatisticamente, pelo que leio, a taxa de empregabilidade é maior para aqueles que se formam no ensino profissional. Mas, obviamente, que na hora da escolha, tudo depende daquilo que cada aluno quer seguir, o que mais gosta e pelo qual sente maior interesse.”

Experiências que a marcaram como professora

 “Ser professor é dedicar-se aos alunos, é educá-los, respeitá-los, prepará-los para o futuro e nunca desistir de um aluno, por mais contrariedades que surjam, é ser perseverante e lutador. Ser, atualmente, colega de alguns professores que já foram meus alunos e que de uma forma tão carinhosa, têm e contam experiências vividas há tanto tempo, é muito compensador,” salienta.

O facto de ter conseguido melhorar comportamentos e influenciar alunos a terem mais respeito pelos outros, a preocuparem-se com aspetos sociais, ambientais e culturais, a respeitar a diferença, a conviver com elas, marcou-a, também, como professora. “Conseguir despertar o carinho e o respeito dos meus alunos e ser lembrada por tantos, que ainda hoje, passados vários anos, me vêm visitar à Escola é, de facto, muito compensador. Sinto-me uma privilegiada, por ter tido a capacidade, como Diretora de Turma, de transformar alunos indisciplinados e desmotivados em alunos interessados, empenhados e, em alguns casos, alunos brilhantes”, refere.

A questão da interculturalidade e o valor das diferenças no seio da comunidade escolar

Para Graça Saraiva, “a Educação intercultural  significa, na perspetiva de ensino, uma educação que tem em conta as diferenças e pluralismos de grupos socioculturalmente distintos com o objetivo de promover e valorizar a diversidade em contextos multilíngues e multiculturais, é uma forma de compreender e abordar a educação enquanto projeto de transformação social tendo em vista a promoção do reconhecimento e respeito pelas diferenças.” Neste sentido, considera que “a escola atual tem procurado sensibilizar a comunidade educativa para a questão da interculturalidade e para o valor das diferenças e, aliás, é um dos domínios que é trabalhado no Projeto de Cidadania e Desenvolvimento nas escolas.”

Ser bom professor “é muito gratificante”

Na sua opinião, são muitas as características que definem um bom professor. “Um professor nunca deve faltar às aulas e chegar atrasado sistematicamente, ensinar sem educar, desconhecer os alunos, desrespeitar um aluno, inferiorizar um aluno, desmotivar um aluno a aprender, abordar apenas um ponto de vista, não ouvir os alunos, não aceitar a argumentação dos alunos quando válidas, não responder às perguntas, fazer distinções entre os alunos, com mais ou menos capacidades, não fornecer material relevante, não mostrar a importância dos conteúdos lecionados, não estabelecer e comunicar os objetivos da aula, não falar sobre a sua metodologia, não dar feedbacks construtivos, não respeitar a auto e hetero avaliação, não cumprir as promessas feitas, não se atualizar, não se adaptar ao mundo atual e às novas tecnologias, dar aulas monótonas, ser exageradamente rigoroso, não impor regras de comportamento, dispensar a disciplina, perder o autocontrolo na sala de aula, não ser sério, apesar de poder ser flexível, não variar o tom de voz, berrar na sala de aula e descuidar a sua aparência.

Ser considerado um bom professor é, para Graça Saraiva, “muito gratificante e ser lembrado com carinho e admiração pelos alunos é muito recompensador, em termos pessoais e profissionais.”

Agradecimentos

Por tudo aquilo que tem conseguido ao longo destes anos, a professora Graça, deixa vários agradecimentos: em primeiro lugar, aos seus filhos, que sempre a apoiaram neste seu percurso como Professora; ao neto às noras, aos seus alunos, pais/ encarregados de Educação, todos os seus colegas, aos funcionários, aos Conselhos de Administração e Diretores Pedagógicos, com os quais trabalhou e trabalha, a toda a Comunidade Escolar, à Comunidade Local, à família, ao seu saudoso Pai e amigos. Agradecimento especial para a Escola, ao Curso de Multimédia e à sua Coordenadora Rita Paiva.

“Paisagens Aladas com Efervescência do Pensamento” on Tour 2024/2025, uma Exposição de Ricardo Cardoso patente no Espaço Moinhos (São Romão) 

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“As minhas ambições são simples: continuar a produzir arte e que ela seja apreciada pelas pessoas.” 

O artista plástico senense Ricardo Cardoso tem patente, no Espaço Moinhos (São Romão – Seia), até ao próximo dia 31 de março, a Exposição “Paisagens Aladas com Efervescência do Pensamento”. Posteriormente, a mostra irá estar presente em localidades portuguesas (Viseu, Guarda, Oliveira de Azeméis, Miranda do Douro, Porto, etc) até 2025.

Ricardo Cardoso é um artista plástico (pintura, desenho, escultura, instalação, ilustração e performance arte) que nasceu na freguesia de Seia em 1982, onde reside.

Estudou Artes e Ofícios na Escola Secundária de Seia. É licenciado em Artes/ Desenho na Escola Superior Artística do Porto – Guimarães.

O trabalho artístico apresenta características orgânicas, abstratas, realistas, expressivas, entre outras. Na sua matriz prevalece a insatisfação, inquietude do ser e do presente.

Em 2005 iniciou a performance artística, tendo realizado uma série de performances integradas no seu projeto ”Fúrias Interiores”, sobre a condição do jovem artista. De salientar as “Experiências do presente que peneiram o Futuro”, no Festival Artis XII e “Alimentador de nano sinapses mentais”, no Artis XVI, que acontece em Seia.

Em 2019 esteve em formato online na XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira com a performance “Por entre lágrimas há rostos que brilham I”. A continuidade deste projeto teve lugar em Oliveira do Hospital no Festival Montanhas d’Arte em 2021 “Por entre lágrimas há rostos que brilham II”.

Teve Menção honrosa no 7º Concurso de Arte Jovem em São Romão, Seia (2002) e no Agiarte, Oliveira Hospital (2010). Foi homenageado pelos artistas de Seia no âmbito do Artis IX (2010) e Campânula de mérito cultural pela Câmara Municipal de Seia em 2019.

Faz parte de algumas coleções particulares e públicas e tem feito exposições individuais e coletivas por todo país.

Os seus trabalhos são principalmente realizados a partir de uma temática que escolhe de forma a criar coleções. As técnicas e suportes nos seus trabalhos estão em constante evolução, procurando sempre um caminho muito próprio. Os suportes utilizados são a tela, a madeira, o papel, a rede de alumínio, a parede, o ferro, entre outros e na técnica usa tinta esmalte, tinta plástica, óleo, acrílica, tinta-da-china, lápis, grafite, marcador, pastel, etc..

Ricardo Cardoso é um artista com o sentimento à flor da pele e pretende entrar na sua arte e fazer parte dela.

JAFUMEGA – Dia 9 | sábado | 21h30

MúsicaCINETEATRO | CASA MUNICIPAL DA CULTURADia 9 | sábado | 21h30

JAFUMEGA

Falar da História do pop-rock português é falar de JAFUMEGA. A longa e diversificada experiência musical dos integrantes, assim como grande proficiência técnica, permitiu que o grupo espraiasse o seu talento por géneros muito distintos, o que seria determinante para moldar o som da banda que formaram há 45 anos, sem paralelo nos grupos da altura.

Em pleno boom do rock português, os JAFUMEGA tomam o país de assalto: “A ponte é uma passagem… prá outra margem” foi um dos versos mais ouvidos e repetidos no início da década. O êxito Ribeira, inspirado pela zona ribeirinha do Porto, é editado em 1981 e torna-se um grande sucesso de rádio, permitindo à banda um contrato com a editora multinacional Polygram. No álbum homónimo gravado em 1982 pela Polygram constam novos temas que tiveram grande impacto até aos dias de hoje, como Latin’America, Kasbah e Nó Cego.

Em 1985, os JAFUMEGA decidiram parar. Para trás ficou uma passagem breve, mas intensa, pelo pop-rock português. 45 anos depois da sua fundação, voltam a andar em digressão, para celebrar junto do público que os seguiu nos anos 80, mas também pelos que foram descobrindo a banda nas últimas décadas e nunca tiveram oportunidade de os ver ao vivo.

Da formação inicial mantêm-se Luís Portugal (voz), José Nogueira (saxofones e teclado) e Mário Barreiros (guitarras), depois da saída, por razões pessoais, de Álvaro Marques e Pedro Barreiros e do falecimento de Eugénio Barreiros, o compositor dos temas mais emblemáticos do grupo. Atualmente, ao vivo, juntam-se a este trio outros três músicos convidados.

Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes. RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

Bilhetes: Normal – 15 €; C/ Cartão Municipal – 7,5 €

Seia Basket organiza o III torneio de Mini Basket

Depois da excelente adesão aos torneios realizados em 2023, juntando centenas de pessoas entre jovens atletas, elementos dos clubes, famílias e adeptos, o Seia Basket organiza o seu III torneio de basquetebol de minis. O torneio terá lugar no sábado, dia 16 de março, no Pavilhão Gimnodesportivo Municipal Padre Martinho em São Romão, Seia, a partir das 14:00 horas.

Para este próximo evento do Clube, prevê-se mais uma agradável tarde dedicada ao basquetebol, com atletas dos escalões de sub 8, sub 10 e sub 12 de equipas oriundas de diferentes distritos da região centro, com o intuito de promover a atividade física, o espírito de equipa, bem como o convívio desportivo e o bem-estar.

Este III torneio realiza-se numa altura em que o Seia Basket comemora o seu 24º aniversário, estando prevista a realização do sorteio para a entrega dos prémios correspondentes às rifas entretanto disponibilizadas.

O Seia Basket agradece a dedicação dos seus atletas, educadores, familiares, sócios e parceiros, bem como à Câmara Municipal de Seia, que apoiam o basquetebol no concelho e que tornam mais este momento de união e partilha, possível.

As novidades e informações atualizadas podem ser acedidas através das redes sociais do clube.

ANO NOVO, vida nova!

A música acompanhou a evolução da humanidade e, com ela, a música evoluiu. A nossa banda não é exceção.
Quando estamos na nossa zona de conforto, não temos medo do desafio do dia a dia, não pestanejamos perante alguma adversidade e nesta situação é mais fácil lidar com os problemas. No entanto, todos nós sabemos que para evoluirmos temos que mudar, experimentar, testar-nos e, eventualmente, transformar-nos também com este processo evolutivo. Se o nosso objetivo é atingir a nossa melhor versão, então assim, seremos melhores seres humanos e assim seremos uma melhor banda também. Este ano, ainda que precoce, é já um ano de transformação, com uma direção reforçada, escola de música remodelada e direção artística nova.
A nossa direção artística é encabeçada por Marco Ribeiro, como maestro, com Cristiano Santos e Filipe Daniel Garcia como contramestres. Este trio artístico está empenhado em elevar a qualidade na nossa música, trazendo versatilidade e novos projetos.

Masterclass de Violino com Tiago Santos no Conservatório de Música de Seia

No próximo fim-de-semana, dias 24 e 25 de fevereiro, vai decorrer, no Conservatório de Música de Seia Collegium Musicum, um Masterclass de Violino, onde alunos de Seia, Oliveira do Hospital e Nelas terão a oportunidade desenvolver a sua prática instrumental e artística com o consagrado violinista e professor Tiago Santos.

Tiago Santos realizou os seus estudos musicais na Academia de Música de Santa Maria da Feira e, posteriormente, na Academia de Música de Paços Brandão. É licenciado e pós-graduado pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, onde se tornou mestre em Ensino de Música. Conta com várias experiências no estrangeiro como na The World Orchestra, em 2012, e da European Union Youth Orchestra, entre 2009 e 2012, além da Youtube Symphony Orchestra, em 2009. Em Portugal colaborou com a Orquestra Clás­­sica de Espinho, Orquestra de Câmara Portuguesa e Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim e, atualmente, é membro da Orquestra Filarmónica Portuguesa.

Com mais de doze anos de experiência no ensino da música e com vários alunos premiados em concursos nacionais e internacionais, Tiago Santos está presente no Conservatório de Música de Seia para aperfeiçoar e desenvolver a prática instrumental dos jovens da região, ao mais alto nível artístico.

O acordeão da Beira Alta em Salamanca. Três alunos do Conservatório de Música de Seia participam em concerto em Salamanca

O Collegium Musicum – Conservatório de Música de Seia terá 3 alunos presentes no concerto que se vai realizar dia 18 de fevereiro no Centro Municipal Integrado “Plaza Trujillo”, em Salamanca.

O grupo de 20 acordeonistas, orientados pelas professoras Flávia Castro e Sónia Sobral, vão pôr em prática os ensinamentos adquiridos no estágio intensivo de três dias em São João da Pesqueira, organizado pela Associação de Acordeonistas do Távora e Douro Sul, onde se deu, segundo Sónia Sobral, “a preparação de repertório que abrange diferentes linguagens musicais, incluindo canções emblemáticas da música portuguesa e secções simples de música improvisada e a partilha artística entre colegas de acordeão de diferentes idades e percursos”.

O concerto terá início pelas 12h30 (hora espanhola) e conta também com a participação de alunos de acordeão da Escuela Municipal de Música y Danza de Salamanca.