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JADRC é Ignition Partner Network da Portugal Ventures

A JADRC – Jovens Associados para o Desenvolvimento Regional do Centro, entidade dinamizadora da Incubadora COM.ESTRELA ( com sede em Seia), integra desde a passada a passada sexta-feira, a Rede de Parceiros de Ignição da Portugal Ventures.

Esta rede ajuda a materializar um programa de interação regular e de grande proximidade com as universidades, institutos de interface, centros de I&D, incubadoras e aceleradoras, com o objetivo de detetar oportunidades para o ecossistema empreendedor. Estas oportunidades ajudarão à criação de empresas e de novos projetos, ligando a produção científica e a tecnologia ao empreendedorismo.

Com esta nova parceria, a JADRC e a Portugal Ventures irão trabalhar em conjunto para o desenvolvimento do ecossistema empreendedor da região das Beiras e Serra da Estrela.

Caça ao javali passa a ser permitida em ZCT inferiores a 400 hectares, exceto por montaria.

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O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) autorizou a caça ao javali em zonas de caça turística (ZCT) com dimensão inferior a 400 hectares, podendo as entidades gestoras das ZCT alterar os seus Planos de Ordenamento e Exploração Cinegética (POEC) para o efeito.

Fica excluída a caça pelo processo de montaria, sendo permitido o processo de espera, ou de pequenos “ganchos” que não coloquem em causa a segurança dos caçadores.

A decisão surge num contexto em que a população de javalis em Portugal Continental está acima da capacidade de suporte do meio, sendo importante reduzi-la de forma a evitar prejuízos na agricultura e eventuais acidentes rodoviários. Por outro lado, a exploração de um número diminuto de espécies nestas ZCT conduz a uma sobre-exploração dessa espécie ou grupo de espécies.

Desta forma, nas ZCT com menos de 400 hectares, onde, de acordo com o Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de agosto, só pode ser explorada uma espécie ou grupo de espécies, entende-se que o javali deve ser incluído em todos os “grupos de espécies”, atendendo à necessidade de controlar a população, bem como às conclusões Plano Estratégico e de Ação do Javali em Portugal: javali e mais uma espécie ou javali e pombos, ou patos, ou tordos, permitindo assim aumentar a taxa de extração do javali nestas zonas durante o período de caça, definido nos Planos de Ordenamento e Exploração Cinegética.

As entidades titulares ou gestoras de zonas de caça interessadas em realizar medidas de correção de densidade de javalis podem requerer estas ações junto do ICNF.

AHBV de Gouveia têm nova Ambulância de Socorro.

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A firma Auto Ribeiro entregou, na passada quinta-feira, dia 8 de fevereiro, a nova Ambulância de Socorro (ABSC), adquirida pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Gouveia.

“Modernizar e renovar” é uma aposta da direção desta Associação, que visa, ainda, melhorar a eficiência da Prestação do Socorro e dos seus Serviços de Saúde.

Forças de segurança manifestaram-se em Oliveira do Hospital. A próxima vigília vai decorrer, novamente, em Seia, a 14 de fevereiro. Forças de segurança manifestaram-se em Oliveira do Hospital.

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Cerca de meia centena de elementos da GNR dos concelhos de Seia e Oliveira do Hospital e PSP de Gouveia estiveram, uma vez mais, em vigília, desta vez, em Oliveira do Hospital. Estas forças de segurança têm vindo a manifestar-se, um pouco por todo o país, contra a não atribuição a estes profissionais do subsídio de risco que foi dado à Polícia Judiciária.

A concentração teve início ontem, ao final da tarde, em frente ao Posto da GNR de Oliveira do Hospital, terminando no Largo Ribeiro do Amaral, em frente à Caixa Geral de Depósitos.

Segundo estas forças de segurança, esta é uma maneira de exigirem que Governo os trate com “dignidade e igualdade em relação às restantes forças policiais.”

Garantem que esta ação se vai manter, durante o tempo que for necessário, enquanto não houver alterações e propostas concretas e aceitáveis que os beneficie.

Esta vigília já decorreu por duas vezes em Seia e, na próxima quarta-feira, dia 14, pelas 18 horas, a concentração volta acontecer, novamente, nesta cidade.

De recordar que a contestação dos elementos da PSP, juntamente com os militares da GNR, teve início após o Governo ter aprovado, em 29 de novembro, o pagamento de um suplemento de missão para as carreiras da PJ, que, em alguns casos, pode representar um aumento de quase 700 euros por mês.

Os elementos da PSP e da GNR consideram tratar-se de um “tratamento desigual e discriminatório”.

Covilhã acolheu Fórum sobre Património, Cultura e Turismo. Em Seia a iniciativa decorre no dia 16 de fevereiro

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O Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPTC) da diocese da Guarda promoveu no Museu de Arte Sacra da Covilhã, no passado dia 2 de fevereiro, o I Fórum Património, Cultura e Turismo.

Esta iniciativa teve por objetivo a sensibilização dos párocos da diocese egitaniense (e comunidade em geral) para a salvaguarda e promoção do património religioso e a apresentação dos objetivos e linhas de atuação do DPCT, “no sentido de uma maior e eficaz colaboração”.

De referir que as principais competências do DPCT são a “promoção da dimensão evangelizadora do património cultural da Diocese, cuidando a pastoral do turismo e o diálogo com iniciativas culturais da sociedade civil”.

Este departamento está integrado no Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação que tem como objetivos cuidar a cultura e os bens culturais, a comunicação social e as relações-públicas da Diocese.

O Fórum contou com uma intervenção do Bispo da Diocese da Guarda, D. Manuel Felício, seguindo-se a apresentação do DPCT pela sua Coordenadora, Dulce Helena Borges, com uma comunicação intitulada “Departamento de Património Cultura e Turismo da Diocese da Guarda: objetivos e desafios”.

“Comunicar (n)a Diocese”, por Helder Sequeira; “Entre o passado e o futuro: o lugar do Património na Igreja de hoje”, comunicação de Carlos Caetano; “Porquê um Regulamento para a gestão e proteção do património e bens culturais da Diocese da Guarda”, por Aires de Almeida, e “Itinerários turísticos e património religioso. Desafios de valorização territorial”, a apresentar por Gonçalo Fernandes, e “Salvaguardar e valorizar os Bens Culturais da Igreja: estratégias e dinâmicas na Diocese de Viseu” por Fátima Eusébio (Diretora do Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja) foram os outros temas deste Fórum.

Dulce Borges, Coordenadora do DPCT, salientou que no plano de trabalho desenhado, foram definidos como objetivos “a proteção, conservação e divulgação do património cultural de matriz religiosa. Nunca será de mais realçar a importância do património, que, como é sabido, é constituído pelo conjunto de bens que, pela sua importância histórico-cultural, valor estético, artístico e documental, são representativos de valor e unicidade e, como tal, devem ser objeto da nossa maior atenção”.

Na sua intervenção, onde aludiu às áreas diferenciadas em que vão intervir os elementos que integram a atual equipa do DPCT, Dulce Borges defendeu a conclusão do inventário do património móvel, imóvel e imaterial da Diocese da Guarda, “tarefa que há anos tem vindo a ser realizada e que urge concluir, uma vez que este é o suporte fundamental para o conhecimento e estudo dos testemunhos que recebemos, os quais, obrigatoriamente, devemos salvaguardar, visando, também, a sua divulgação junto da população em geral e o estudo científico e académico do mesmo”.

A Coordenadora do DPCT acrescentou que “pela sua relevância, pretende-se que, na realização do inventário, sejam adotados processos para a sua elaboração numa plataforma digital (base de dados operacional para controlo e monitorização), permitindo implementar diferentes filtros de consulta”, acentuando ainda que este inventário “é uma ferramenta de salvaguarda, estudo e divulgação do património”.

Recorde-se que no passado mês de novembro o DPTC promoveu uma idêntica iniciativa na Guarda, tendo sido anunciada na altura esta nova atividade, face à área da Diocese e a importância em envolver o maior número de párocos e cidadãos interessados na salvaguarda, estudo e divulgação do património religioso e na implementação de roteiros turísticos.

O Departamento do Património, Cultura e Turismo da Diocese da Guarda tem agendado, para 16 de fevereiro, um outro Fórum, com os mesmos objetivos, na cidade de Seia.

Seia acolhe I Fórum sobre Património, Cultura e Turismo

O Departamento do Património, Cultura e Turismo (DPTC) da diocese da Guarda vai promover, no próximo dia 16 de fevereiro, no Espaço Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Seia, o I Fórum Património, Cultura e Turismo.

Esta iniciativa tem por objetivo a sensibilização dos párocos da diocese egitaniense para a salvaguarda e promoção do património religioso e a apresentação dos objetivos e linhas de atuação do DPCT, “no sentido de uma maior e eficaz colaboração”.

De referir que as principais competências do DPCT são a “promoção da dimensão evangelizadora do património cultural da Diocese, cuidando a pastoral do turismo e o diálogo com iniciativas culturais da sociedade civil”.

Este departamento está integrado no Secretariado Diocesano da Cultura e Comunicação que tem como objetivos cuidar a cultura e os bens culturais, a comunicação social e as relações-públicas da Diocese.

O referido Fórum decorrerá a partir das 15 horas e o programa tem agendada uma intervenção do Bispo da Diocese, D. Manuel Felício, seguindo-se a apresentação do DPCT pela sua Coordenadora, Dulce Helena Borges, com uma comunicação intitulada “Departamento de Património Cultura e Turismo da Diocese da Guarda: objetivos e desafios”.

Esta iniciativa terminará com um debate e uma intervenção, final, do Padre Henrique Santos, sendo aberta a todos os interessados na problemática do património religioso.

Recorde-se que no passado mês de novembro o DPTC promoveu uma idêntica iniciativa na Guarda, tendo sido anunciada na altura esta nova atividade, face à área da Diocese e a importância em envolver o maior número de párocos e cidadãos interessados na salvaguarda, estudo e divulgação do património religioso e na implementação de roteiros turísticos.

O Departamento do Património, Cultura e Turismo da Diocese da Guarda desenvolveu já, no passado dia 2 de fevereiro, esta atividade, no Museu de Arte Sacra da Covilhã.

Sessão de Cinema promovida pela Associação de Arte e Imagem de Seia

A Associação de Arte e Imagem de Seia (AAIS) vai promover, no próximo dia 8 de fevereiro (quinta-feira), pelas 18 horas, no espaço Internet da Casa Municipal da Cultura de Seia, uma conversa com António Ferreira e Tathiani Sacilotto, realizador e produtora do filme “A Bela América”.

António Ferreira, realizador do filme “A Bela América”, estreou-se em Cannes no ano 2000 com o filme “Respirar Debaixo d’Água” na seleção oficial da Cinefondation.

Tathiani Sacilotto, produtora do filme “A Bela América”, é cofundadora das produtoras Persona Non Grata Pictures (Portugal/Brasil) e Diálogos Atómicos (Portugal).

No final, será exibido o filme “A Bela América, pelas 21 horas, na Casa Municipal da Cultura de Seia.

História do 25 de abril vai percorrer todo o país. Também Seia vai acolher esta peça de teatro intitulada “25 de Abril, Sempre”

O TEATRO ABC – Companhia Nacional de Teatro Português está, neste ano de 2024, a preparar uma grande digressão com uma peça original de teatro português, intitulada “25 de Abril, Sempre”, escrito por um filho de um militar de abril e que tem a idade da revolução dos cravos: é ele Nuno Miguel Henriques.

Para assinalar os 50 anos da Revolução do 25 de Abril de 1974, este espetáculo irá percorrer todo o país e ser apresentado em diversas localidades além de Lisboa, Porto, Braga, Guimarães, Valença, Albufeira, Vila Nova de Gaia, Santa Maria da Feira, Carregal do Sal, São Pedro do Sul, Montemor-o-Velho, Abrantes, Oliveira de Azeméis, Almada, Covilhã, Marinha Grande, Seia, Sintra, Sátão, Valongo, Alcácer do Sal, Chaves, Loures, Santiago do Cacém, Leiria, Viana do Castelo, entre outros concelhos do continente e regiões autónomas. Também tem previstas representações em Espanha.  

“Ao longo de mais de trinta anos a nossa equipa produziu e trabalhou em eventos e espetáculos nas maiores salas portuguesas, do continente às ilhas, mas também em espaços pequenos e alternativos, como bibliotecas, museus, monumentos e instituições de ensino, entre outros”, referem os promotores.

“25 de Abril, Sempre” é um evento imparcial destinado ao público em geral, mas igualmente com uma versão pedagógica e didática para alunos de estabelecimentos escolares do 6º ao 12º ano de escolaridade e cursos profissionais.

Esta peça de Teatro Português tem uma componente histórica, pedagógica, contemporânea e interativa. Foi escrita por Nuno Miguel Henriques, autor e professor ainda hoje na área da História no ensino secundário público, sendo um criador cultural com créditos firmados desde 1991, com estudos universitários em História e não só. É filho de Militar de Abril que estará presente nos espetáculos e fazer um “prólogo sobre a história da revolução dos cravos”, tendo sido um sucesso junto da crítica e do público, que tem sido unânime quando ao rigor do texto e da representação, nas versões anteriores.

«25 de Abril, Sempre!» é uma Produção do TEATRO ABC – Companhia Nacional de Teatro Português, com autoria e direção de Nuno Miguel Henriques, sendo o elenco da companhia protagonizado por Rafael Silva, João Bizarro e Henrique Caetano, com a voz off do autor e Produção de Daniel Neves, Francisco Maia, Maria Silva e Ricardo Manuel, tendo a Conceção Sonora e Visual de Vasco Sousa com a Direção Técnica de André Moita.

Floresta Segura 2024

A Guarda Nacional Republicana, iniciou a Operação Floresta Segura, que está já a decorrer desde o passado dia 1 de fevereiro e prolonga-se até dia 30 de novembro. A ação tem com o objetivo executar ações de sensibilização e monitorização; ações de fiscalização, de vigilância e deteção de incêndios rurais (IR); investigação de causas e os crimes de incêndio florestal e validação das áreas ardidas, para prevenir, detetar, combater e reprimir atividades ilícitas, garantindo a segurança das populações, dos seus bens e a preservação do património florestal.

Das tarefas chave para a operação destacam-se:

·         A promoção de ações de prevenção e sensibilização, em coordenação e articulação com outras entidades, nomeadamente a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), direcionada aos concelhos em que se contabilizaram mais de 100 ignições;

·         Garantir uma eficiente sensibilização, monitorização e fiscalização, em todo o território nacional, priorizando as freguesias prioritárias, através do reconhecimento e georreferenciação das situações críticas de incumprimento dos critérios de gestão de combustível;

·         Garantir uma célere investigação e determinação das causas dos incêndios rurais, analisando todas estas ocorrências, compreendendo as suas causas de forma a conhecer o fenómeno regional subjacente às ignições, direcionando posteriormente as ações de vigilância e deteção, otimizando as valências disponíveis.

A severidade dos incêndios rurais de 2017 e o seu impacto dramático constituíram um ponto de viragem na definição e implementação de estratégias que visam assegurar uma eficiente Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI).

A floresta do continente é dominada por espécies autóctones, salientando-se os montados de sobreiros e azinheiras (cerca de 36% do total) e os pinheiros (cerca de 30%). Os eucaliptais ocupam 26% da superfície florestal e a restante área é distribuída por espécies de menor expressão (incluindo castanheiros, alfarrobeira, acácias, medronheiro, choupos, espécies ribeirinhas e outras resinosas. Neste âmbito, destaca-se a responsabilidade da Guarda Nacional Republicana na execução de ações de sensibilização, fiscalização, vigilância e deteção de incêndios rurais (IR), na gestão da rede de vigilância e deteção de IR, no apoio no ataque inicial (ATI) e ataque ampliado (ATA), na execução de ações de fogo controlado, na investigação das causas e dos crimes de incêndio florestal, bem como na validação das áreas ardidas e apuramento de danos.

Esta realidade florestal, associada à diversidade do país a nível geográfico, climático, social, cultural e infraestrutural, ao despovoamento do interior, ao envelhecimento da população rural, às alterações relativas ao aproveitamento e exploração da floresta, às alterações climáticas e à acumulação de elevada carga de combustível, potenciam a possibilidade de ocorrência de IR mais complexos e violentos.

No que respeita à atividade da GNR, em 2023, foram monitorizados e fiscalizados 14 319 locais, com ausência de gestão de combustível, que deram origem a 7 901 cumprimentos voluntários quanto à limpeza de terrenos, que tinham sido previamente sinalizados. Neste contexto, desde o ano de 2013 até 2023, verificou-se uma evolução positiva no que tange à redução, não só do número de ignições, mas também da própria área ardida, registando-se menos 46% de incêndios rurais e menos 72% de área ardida, relativamente à média anual do período, tendo 2023 apresentado o valor mais reduzido em número de incêndios rurais e o 3.º valor mais reduzido no que à área ardida diz respeito, desde 2013.

Relativamente às causas dos mesmos, continua a carecer particular atenção, o uso do fogo pelas comunidades mais rurais, na realização de queimas e queimadas, o qual continua a ser realizado através de perceções perante o risco de incêndio florestal muito assentes no costume e em crenças desatualizadas relativamente ao clima atual, representando cerca de 32% das situações.

Gouveia. Formação de Tripulante de Ambulância de Socorro (TAS)

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Está a decorrer, nos Bombeiros Voluntários de Gouveia, uma formação de Tripulante de Ambulância de Socorro (TAS).

A formação é composta por 210 horas e permite habilitar e capacitar os formandos de um conjunto de técnicas e conhecimentos face a qualquer situação de emergência médica com que se deparem.

A turma é composta por 12 formandos, dos quais, 6 pertencem aos Bombeiros Voluntários de Gouveia, 2 aos Bombeiros Voluntários de Melo e 4 aos Bombeiros Voluntários de Loriga.

A formação é ministrada pelo centro de formação dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, entidade acreditada pela DGERT (Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho) e pelo INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica).