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Educar para a cidadania: Projeto Agir EntreIdades promoveu interação entre alunos e idosos

O Município de Seia, em parceria com o Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho, desenvolveu, ao longo dos últimos meses, o projeto piloto “Agir EntreIdades”, uma iniciativa de educação para a cidadania que promoveu o contacto regular entre alunos e seniores.

O projeto contemplou a realização de diversas atividades colaborativas entre alunos, professores e os adultos mais velhos, tendo como objetivos a valorização do diálogo intergeracional, a promoção do envelhecimento ativo e o reforço do envolvimento comunitário, assumindo-se como uma prática inovadora no concelho.

Os alunos envolvidos dinamizaram sessões semanais nos Centros de Dia da Associação de Beneficência Social e Cultural de Tourais e do Centro de Solidariedade Social de Vila Cova à Coelheira, desenvolvendo atividades como jogos educativos, introdução ao inglês, competências digitais e atividade física. Antes disso, os jovens receberam formação específica para potenciar uma abordagem empática e consciente no contacto com os participantes seniores.

A sessão de encerramento do projeto decorreu no dia 4 de junho, na Escola Dr. Guilherme Correia de Carvalho, e foi marcada pelo acolhimento, pelos alunos, dos adultos mais velhos. Durante a sessão foram apresentados os trabalhos realizados, exibido um vídeo resumo do projeto, entregues certificados de participação e partilhados testemunhos que revelaram o impacto positivo da experiência nos jovens, nos seniores e nas instituições envolvidas.

O “Agir EntreIdades” destacou-se como uma estratégia educativa e social inovadora, promotora de laços entre gerações, inclusão social e enriquecimento mútuo. A conclusão desta fase piloto abre portas à sua ampliação a outras escolas e Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho, reforçando o compromisso de Seia com a educação, a solidariedade e a coesão social.

ASTA promove a 6ª edição do Festival de Artes de Rua “Portas do Sol” na Covilhã 


A ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes, vai apresentar, em conferência de imprensa, esta sexta-feira, dia 13 de junho, a partir das 11h30m, na Casa dos Magistrados / Galeria António Lopes, na Covilhã, a 6ª edição do Festival de Artes de Rua PORTAS DO SOL.

A edição de 2025 do PORTAS DO SOL decorre nos dias 3, 4 e 5 de julho, na zona histórica da Covilhã e contempla a realização de 32 atividades, inteiramente gratuitas.

Preço das casas sobe 7,8% na região de Seia — valorização moderada reforça atratividade

Por Bruno Abrantes – Especialista em Marketing e Conteúdo na Hexaintel |

O mercado imobiliário na região de Seia tem vindo a valorizar-se de forma estável, refletindo o interesse crescente por zonas do interior com boa qualidade de vida e preços acessíveis. Segundo dados do portal Idealista, o preço médio por metro quadrado no concelho atingiu os 669 €/m² em abril de 2025, representando uma valorização anual de 7,8% face ao mesmo mês do ano anterior.

Apesar de uma ligeira descida mensal de -0,6% face a março, a tendência trimestral manteve-se positiva, com um aumento de 5,5% nos últimos três meses.

Importa referir que o valor máximo histórico no concelho foi registado em 2022. A partir daí, verificou-se uma ligeira correção no mercado, com os preços a recuarem de forma gradual. Contudo, os dados mais recentes apontam para uma recuperação progressiva, sugerindo um regresso a um ciclo de crescimento mais sustentável.

Freguesias impulsionam o crescimento

O maior dinamismo verifica-se nas freguesias que compõem o agrupamento Seia, São Romão e Lapa dos Dinheiros, onde o preço médio chegou aos 778 €/m². Esta zona registou uma valorização mensal de 4,5% e um aumento de 6,1% no trimestre.

Estes números refletem, por um lado, o interesse crescente por zonas mais tranquilas, com contacto com a natureza e potencial turístico — atrativos típicos do interior. Mas, por outro lado, traduzem também uma realidade económica nacional: cada vez mais pessoas enfrentam dificuldades para suportar os custos da habitação nos grandes centros urbanos, como Lisboa, Porto ou mesmo cidades médias. Nesse contexto, regiões como Seia surgem como alternativas mais acessíveis, onde ainda é possível adquirir habitação a preços justos, sem abdicar de qualidade de vida.

Mercado acessível, estável e com potencial

Embora o crescimento não seja explosivo, os dados mostram que o concelho de Seia apresenta um comportamento estável e sustentado, sem sobressaltos especulativos. Os valores continuam bastante abaixo da média nacional, o que posiciona a região como uma excelente alternativa para aquisição de habitação própria, segunda residência ou até investimento de longo prazo.

A ligação à Serra da Estrela, o ambiente natural e a presença de projetos de reabilitação urbana e novos equipamentos públicos contribuem para esta atratividade crescente.

Um dos fatores que poderá também contribuir para a valorização contínua dos imóveis na região de Seia será o aumento da oferta turística e a capacidade de atrair mais visitantes ao longo do ano. Com a Serra da Estrela como âncora natural e o crescimento de iniciativas ligadas ao turismo rural, natureza e desporto, a chegada de mais turistas pode estimular o investimento local, dinamizar a economia e pressionar positivamente os preços do imobiliário — especialmente em freguesias com maior potencial para alojamento local e turismo de montanha.

Se está a ponderar adquirir habitação na região de Seia, pode realizar uma simulação de crédito habitação no site do Santander para conhecer as condições disponíveis.

Nota: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui aconselhamento financeiro profissional.

O Povo Votou. A Esquerda Colapsou

E pronto. Votou-se. Fecharam-se as urnas, contaram-se os votos, por isso vamos ao que interessa: a crónica fria da queda da esquerda.

Comecemos pelo novo inquilino da Assembleia: o JPP, partido regional da Madeira, aproveitou o descalabro do PS local e garantiu um deputado. O PAN sobreviveu por pouco: 80 mil votos, menos 45 mil do que em 2014. Mais um bocadinho e passava a dedicar-se exclusivamente à proteção das espécies parlamentares em vias de extinção — a começar por si próprio. O BE ficou reduzido a um deputado, perdendo 160 mil votos — uma sangria de 42% do seu eleitorado. Nem Louçã em TikTok os salvou, a malta jovem olhou, achou “fofo”… e votou noutro. O PCP perdeu mais 25 mil votos. Ficaram-se por três deputados — Um clássico. Ainda falam em resistência… mas contra quê? Contra a vontade do eleitor?

O Livre foi a exceção. Ganhou dois deputados e 46 mil votos. Mas se PAN, BE e PCP perderam juntos 230 mil, e o PS ainda mais, é claro: o eleitorado fartou-se. Não fugiu para a direita nem para a revolução. Foi à sua vida, que é coisa que esta esquerda já não conhece há muito. A IL ganhou um deputado e 10 mil votos. Para quem queria ser decisiva, foi um “poucochinho” dececionante.

Já o PS perdeu mais de 400 mil votos e 20 deputados. Tentaram maquilhar Pedro Nuno Santos como um líder sereno e ponderado — uma espécie de santo laico em estado de meditação profunda. Mas quando se força tanto a pose, tropeça-se no próprio teatro. E pior: em vez de deixarem o governo governar, apressaram-se a puxar-lhe o tapete mal cheiraram oportunidade. O povo viu o truque, enjoou da peça… e saiu da sala.

E o Chega? Cresceu 175 mil votos. Diabolizado por todos, tornou-se impossível de ignorar. Está à porta do poder. Se continuarem a fingir que não existe, em breve estará a tomar o pequeno-almoço no Conselho de Ministros.

A AD venceu, sim — com mais 100 mil votos. Mas ninguém lhe chamará uma vitória esmagadora. Uma vitória de Montenegro, mais do que do seu programa. É suficiente para governar? Sim, até porque a conjuntura política assim o exige. A AD tem margem para governar e a conjuntura ajuda — mas o verdadeiro teste será político, não matemático. O Chega pressiona à direita, o PS espreita à esquerda, e o povo, esse, está farto de ser arrastado por birras partidárias e jogadas táticas. Quer soluções. E se não as tiver, já mostrou que sabe a quem entregar a fatura.
Em Seia, a AD venceu com 36,29% dos votos — 799 a mais do que o PS, que ficou pelos 29,80%. Um sinal claro de desgaste socialista. Se recuarmos às últimas autárquicas, o PS teve apenas mais 172 votos que a soma de PSD + JPNT. Há base para acreditar numa viragem nas próximas eleições autárquicas.

Há sinais de movimento e gente no terreno. É importante, mas não suficiente. O PS continua com a máquina bem oleada e raízes profundas. Para haver mudança, é preciso mais do que boas intenções — se houver trabalho, escuta ativa e proximidade verdadeira, talvez a esperança deixe de ser desejo… e passe, finalmente, a ser realidade.

O futebol , a justiça e a politica, e Israel

No futebol continuam a acontecer eventos nada dignificantes para a modalidade, os seus praticantes e os responsáveis nos diversos níveis.
As agressões a Andrea Belotti por parte de dois jogadores do Sporting não deviam, nem devem, ficar impunes. A equipa da arbitragem, que não cumpriu o seu dever, deve ser repreendida e o direito desportivo deveria sancionar a omissão do árbitro e da sua equipa. No limite, para uma verdadeira justiça, o comportamento de Matheus Reis e Maxi Araújo deveria ter dado lugar à sua expulsão e, como tal, a verdadeira justiça seria repetir o jogo a partir do momento em que se cometeram as agressões, mas com o Sporting a jogar sem Matheus Reis e Maxi Araújo. Infelizmente, com o Presidente Marcelo a afirmar que foi a melhor final da taça a que assistiu é dificil fazer-se justiça “justa” em Portugal. No futebol e noutros domínios.

O Ministério Publico irá arquivar a averiguação preventiva à compra de duas casas de Pedro Nuno Santos, em Lisboa. A notícia é dada logo a seguir às eleições. Continua a ser vergonhoso o comportamento do MP que põe e dispõe da vida e do bom nome das pessoas a seu bel-prazer e sem sofrer as consequências. Antes e até ao ato eleitoral permitiu-se enxovalhar o principal adversário de Luis Montenegro nas eleições de 18 de maio. Logo a seguir vem-se decretar a “inocência”. Houve um tempo em que deu gosto ver a justiça atacar os políticos. Esse tempo foi quando, em Itália, a mafia foi devidamente combatida e alguns políticos preponderantes foram detidos, julgados e condenados por associação à mafia italiana (Giulio Andreotti). Infelizmente, em Portugal, no que à corrupção associada à política diz respeito, a única grande vitória que a justiça tem conseguido é arruinar o bom nome dos visados que andam anos para serem julgados com prejuízo, também, para o erário publico, sem que os partidos se entendam para a necessária reforma da justiça e da legislação processual, com destaque para a penal.

O nosso vizinho ibérico tem adotado uma postura correta face a Israel e à sua guerra com os palestinianos. Reconheceu o direito do povo palestino a um Estado, ou seja, reconhece o Estado da Palestina e promove encontros com países árabes e europeus para discutirem a questão de dois estados – Israel e Palestina. Incompreensivelmente, o governo português e o seu MNE parecem temer a assunção clara de uma posição que a história já confirmou ser a correta. Apesar da agressão de Israel.

JÁ CHEGA OU AINDA É PRECISO MAIS ? (II)

Nesta coluna de opinião, em março do ano passado (JSM, 2024/03/25, nr. 600), e no rescaldo das eleições decorridas nesse mesmo mês, fazia a pergunta que dá o título à coluna desta edição.

A resposta foi dada pelos portugueses, nas urnas, e de forma inequívoca, no passado dia 18. Afinal, era preciso mais e não se sabe quanto mais ainda vai ser preciso.

Os principais partidos políticos, aqueles com mais responsabilidades na governação do país, continuam sem perceber que os portugueses estão fartos de conversa fiada e não querem saber se aqueles que nos querem governar são hábeis a andar de moto ou a jogar voleibol de praia.

Os portugueses querem sentir que alguém os ouve, que alguém percebe os problemas que os preocupam e, se querem governar, que mostrem ser hábeis, isso sim, a resolvê-los, a fazer crescer o país e a discutir aquilo que realmente interessa. Quando isso não acontece, protestam e mostram a sua ira.

Mesmo que os partidos, nas audiências com o PR, façam juras de estabilidade, o que será difícil, de que serve a estabilidade se, como disse Passos Coelho, talvez o “único adulto na campanha”, não for para fazer as reformas necessárias.

A minha idade, o ter assistido à revolução de abril e presenciado o período conturbado que se seguiu, o ter votado nas primeiras eleições livres em Portugal e ter assistido a 50 anos de democracia, conferem-me alguma autoridade para afirmar que, nestes 50 anos, nunca nos confrontamos com líderes de tão baixa estatura política, intelectual, moral e ética, com total desconhecimento da vida real.

Desde o momento em que o PS escolheu Pedro Nuno Santos (PNS) para secretário-geral se sabia, mesmo os
socialistas, que estávamos perante um líder fraco, imaturo e incompetente.

E quando líderes e governantes fracos, como também é o caso de Luís Montenegro, se confrontam com opositores ainda mais fracos, o desastre está garantido.

O resultado nacional está à vista de todos, o país pintou-se de laranja e azul, com o PS a ter uma das votações e representação parlamentar mais baixas de sempre, o que é mau para a democracia.

A nível distrital verificou-se, em termos de votação e para os três principais partidos, quase que a repetição do resultado nacional e com a mesma distribuição de mandatos de 2024.

A AD elegeu a repetente Dulcineia Moura, que teve a coragem de questionar a abolição de portagens, a contrastar com a falta de seriedade do PS nesta matéria.

Aqui, o PS também não quis deixar de mostrar desprezo pelos eleitores. Em segunda escolha, indicou para cabeça de lista uma desconhecida, Aida Carvalho, que, em declarações ao jornal O Interior, disse “…conhecer relativamente bem o distrito…” e, em segundo lugar na lista, uma militante de Seia, Margarida Cardoso, que tinha já protagonizado a perda do quinto vereador do PS na câmara de Seia, nas autárquicas de 2021.

O resultado está à vista com PNS e PS a comprovaram, na prática, a teoria do “princípio da incompetência”.
Localmente e face a 2024, inverteram-se as posições entre a AD e o PS, com a derrota do PS e com uma diferença substancial de votos e a registar-se ainda um crescimento, ainda que marginal, do Chega.

No PS local já devem ter soado as campainhas, perante este desaire inédito, mas compreensível, a contrastar com o resultado animador e encorajador para a candidatura autárquica do PSD/JPNT, encabeçada por Paulo Hortênsio.

JÁ CHEGA OU AINDA É PRECISO MAIS ? (II)

Concelho de Seia terá de continuar a desenvolver-se!

No dia 18 de maio realizaram-se as Eleições Legislativas para a escolha dos deputados para a Assembleia da República, das quais saiu vencedor a AD. O PS foi o grande derrotado e o Partido Chega foi um grande vencedor com a subida da sua votação. Muito embora a AD tivesse uma grande subida na votação, não foi suficiente para uma maioria no Parlamento., podendo muito bem acontecer um impasse na governação, ficando conforme estava. Basta o PS e o Partido Chega se unirem em qualquer votação para o Governo cair.

Se isso acontecer, mas esperamos que não, pois o País precisa de estabilidade para prosseguir as reformas necessárias para o seu progresso e para o bem-estar dos portugueses, teremos de ter novas eleições e entramos num ciclo vicioso, como já aconteceu pelo menos em Itália em que todos os anos havia eleições. Esperamos que o bom senso impere na cabeça dos novos deputados e só daqui a quatro anos se renove uma nova Assembleia.

Dentro de quatro meses, aproximadamente, vamos ter eleições para as Autarquias. Estas são tão importantes como as Legislativas, pois vamos escolher quem nos vai governar no nosso concelho e nas respetivas freguesias.

Pelo concelho de Seia eleger o presidente atual Dr. Luciano Ribeiro seria e é uma boa escolha, já que nos quatro anos do anterior mandato exerceu com bom tato, proficiência e competência o exercício que ainda representa. Apesar dos seus esforços em querer chegar a todas as necessidades apresentadas pelas freguesias, temos noção que, em quatro anos, não se pode fazer tudo. Por isso, torna-se importante reconhecer o que foi feito para bem das populações, mas o que ainda está por concretizar e aqui, há que confiar na sua governação para os próximos anos.
A título de exemplo, podemos dizer que vimos Seia a transformar-se. Com as obras da Avenida 1º de Maio, a cidade ficou com outro encanto. É claro que há sempre críticas, mas estas devem ser construtivas e não destrutivas.

Sabemos e temos noção que há coisas que poderiam ter sido feitas de outra forma, mas o que foi feito, mas acreditamos que as transformações foram efetuadas com o objetivo de melhoramento.

A requalificação do Centro de Saúde foi outra realidade concretizada. Mas, há, ainda, muitas obras a concurso e outras já em curso. Podemos destacar o Posto da GNR, o Tribunal de Seia, as obras que estão em andamento na Escola Secundária de Seia e no Centro de Emprego e, também, a aquisição do edifício para a residência de Estudantes.

Por isso, na nossa modesta opinião, consideramos necessário que a sua magistratura continue para que consiga concretizar todas estas obras, mas, também, muitas outras. Damos, ainda, como exemplo, a requalificação da Estrada Santa Marinha/Pinhanços, a pavimentação da Avenida 1º de Maio, em São Romão e as estradas entre Lapa de Tourais e Lages e Santa Eulália limite do concelho e outras.

Sabemos o quanto é importante haver outros candidatos de outros partidos à Camara Municipal, porque vivemos em democracia e o povo é que tem o poder de voto e de escolha. Por isso, apesar da nossa opinião, não temos o direito de influenciar o leitor, apenas de o informar sobre as realidades. Será, portanto, de bom senso, quando chegar a altura, não nos deixarmos levar pelo desconhecimento e pela intriga que sempre campeia por e que têm objetivos bem definidos.

Como diz o ditado: “A verdade tem as pernas longas e a mentira tem as pernas curtas”, o que revela a pequenez dos seus atos.

Ao que Portugal chegou…

A campanha eleitoral chegou ao seu termo, felizmente e acreditem que os portugueses, na sua esmagadora maioria, estavam e ficaram fartos de tanta imbecilidade. Seria expectável que, ao fim de 50 anos de Abril, os partidos políticos revelassem a preocupação de mostrar o que valem aproveitando a campanha e os tempos de antena para explicar ao país e ao povo a que vêm, dando nota, com verdade e rigor, dos seus planos de ação, com base no propósito único de desenvolver Portugal e assegurar melhor qualidade de vida aos portugueses.

Dá tristeza e pena olhar para o naipe de candidatos em desfile e ter de concluir que uma grande parte, a nosso ver, não possui os mínimos para nos convencer e transmitir confiança e esperança no futuro. Se foi para este espetáculo que os capitães pensaram, projetaram e lutaram para nos oferecer, de mão beijada, o 25 de Abril com os efeitos inerentes à manhã radiosa, vamos ali e já vimos.

Os problemas de saúde por que passou o líder do Chega e que lamentamos, vergonhosamente empolados por uma comunicação social de trazer por casa e com propósitos habilidosamente estudados, demonstram à evidência que o Chega é indiscutivelmente André Ventura. Goste-se ou não dele, há que reconhecer-lhe muito talento, habilidade e inteligência que baste.

Quanto ao Partido Socialista, nada mesmo nada, nos surpreendeu, a partir do momento em que o rapazinho de São João da Madeira e a sua “dama de honor” encetaram uma caminhada com perfil e linguagem manifestamente distantes dos princípios e conceitos que os mais lídimos representantes socialistas defenderam. Resultado? Um trambolhão do arco-da-velha a fazer prever uma grande travessia no deserto. A inteligência não basta para a política. É necessário habilidade, serenidade, verdade e experiência. Pedro Nuno Santos ter-se-á esquecido que já tinha sido Secretário de Estado e Ministro? Que esperava ele do país com a sua teimosia pouco hábil e interessante? Uma recompensa? Pode vir a ser um bom político mas falta-lhe muita serenidade, experiência, habilidade e jeito!
Quanto a Montenegro, queira-se ou não, é o mais politico e claramente cuidadoso e hábil com um discurso para o povo e uma determinada aposta no que fez de palpável e que mexeu com o bolso das pessoas. Esperemos que, num futuro de dois a três anos, se não esqueça de manter o grau de elevação, verdade e rigor como até aqui.
Quanto aos restantes, parece-nos que nem vale a pena perder muito tempo. Rui Rocha, da IL, não sabe muito bem o que quer. Vive em autêntica obsessão pela Revisão Constitucional e uma Economia que mais parece voltada para os grandes grupos do que para as pessoas. Não nos parece ir longe sobretudo se começar a interiorizar a ideia de que é o maior e melhor.

Paulo Raimundo começou muito mal, mas emendou a pedalada na segunda semana de campanha. Vai melhorar, mas tem de deixar de parte a obsessão pelas rejeições de tudo e todos e olhar um pouco mais para o próprio partido de Cunhal Jerónimo, Carlos Carvalhas e outros.

O Livre é livre de pensar e fazer o que o seu líder Rui Tavares pensar na certeza de que algumas das suas ideias são para adiar ou mesmo esquecer. A situação do país, Europa e Mundo sugerem prudência e aconselham sentido de responsabilidade.

Quanto aos restantes, palavras para quê? Num mundo de oportunismo e pouco senso?

Que os partidos e seus representantes sejam responsáveis e sensatos. Portugal e os portugueses precisam de um governo que faça mais do que promete, de um governo que tenha tempo e condições para pôr em marcha o programa que os portugueses aprovaram e por cuja execução esperam ansiosamente. Mando a quem ganha! O povo falou mais alto e escolheu a AD. É dela a voz mais votada, aceite e preferida.
Mãos à obra. Deixemo-los trabalhar.

“Projeto Filarmonias”

O projeto “Filarmonias” foi criado em 2022, dinamizado pela Câmara Municipal de Seia e que une as Bandas Filarmónicas do concelho: Loriga, Torroselo, Santa Marinha, São Romão e Carragozela, tendo como objetivo divulgar e valorizar as cinco coletividades musicais do concelho. Estas Bandas Filarmónicas, muitas delas centenárias, desempenham um papel essencial na formação musical e na vida cultural das comunidades locais.

A edição deste ano do evento ‘Filarmonias’ vai ter alterações significativas. Os concertos vão decorrer em duas aldeias do concelho de Seia, na Casa Municipal da Cultura e no Anfiteatro. No concerto ao ar livre vai juntar-se a cantora Rita Guerra.

A Sociedade Musical Estrela da Beira (SMEB) será a primeira a apresentar o seu trabalho no projeto ‘Filarmonias’ 2025 e irá apresentar o seu trabalho em Sandomil. E porquê Sandomil? Correspondendo ao desafio proposto pela CMSeia a SMEB escolheu uma aldeia, que normalmente a SMEB não é convidada a estar presente e que, de outra forma, dificilmente seria anfitriã de um evento desta magnitude.

A aldeia de Sandomil estende-se nas margens do rio Alva e possui locais aprazíveis, destacando-se a praia fluvial, a ponte romana, os moinhos de água, a Corredoura e o lugar da fonte da Moura.

A SMEB é a banda mais velha do distrito da Guarda, mas nas suas fileiras corre muito sangue novo e muito sangue universitário. A média etária da SMEB situa-se nos 22 anos de idade e como tal existe muita vivacidade, alegria e energia. Foi com base nestas características que criámos o espetáculo que iremos apresentar no ‘Filarmonias’ 2025, no próximo dia 22 de Junho de 2025, iremos juntar a Tuna Académica da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia, a SenaTuna, e adicionamos ainda instrumentos menos usuais nas bandas filarmónicas que são a Guitarra elétrica, o baixo elétrico e o órgão.

Este concerto terá vários tipos de musicais, desde Pop, rock, metal, baladas etc., apresentando assim melodias para todos os gostos e que, certamente, vão ao encontro dos gostos musicais dos que estarão presentes.
A SenaTuna, que conta com 16 anos de história, o seu lema é “Beber, curtir e talvez cantar”, sendo as suas máximas “União, Dedicação e Sacrifício” será a responsável em dar voz às melodias e harmonias, assim como passar o máximo de energia e alegria ao espetáculo.

Estamos ansiosos por mostrar o resultado de vários meses de preparação, esforço e dedicação num espetáculo que será único com arranjos nunca antes apresentados e que, esperamos nós, fique para sempre na mente de todos os intervenientes e, principalmente, na mente da Aldeia de Sandomil e de todos os presentes neste espetáculo.

Próximos serviços da banda:

08 junho: Santo António – Póvoa Nova;
15 junho: Nossa Senhora das Necessidades – Vales;
19 junho: Procissão de Corpo de Deus – Santa Marinha;
21 junho: Marchas Populares (A. R. C. Vodrense) – Seia;
22 junho:
Filarmonias 2025 – Sandomil.

O pilar essencial de uma empresa de sucesso

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À medida que uma empresa cresce, cresce também uma das tarefas mais complexas e determinantes para o seu futuro: a escolha das pessoas certas para integrar a equipa. Esta é uma missão exigente, que consome tempo e, por vezes, pode gerar frustração.

Mais do que diplomas ou currículos impressionantes, o que realmente conta é a capacidade de cada pessoa contribuir para o projeto e crescer com ele. Nem sempre acertamos à primeira — e isso faz parte do processo. Há quem não acompanhe o ritmo de evolução da empresa, e isso pode afetar não só os resultados, como a dinâmica da equipa.

Por isso, o acompanhamento próximo é essencial. Ouvir, observar e demonstrar empatia são atitudes que permitem compreender o verdadeiro estado de espírito de cada elemento. Só assim conseguimos construir uma cultura de confiança e colaboração.

Fora do escritório, criar momentos informais entre colegas pode fazer toda a diferença. Atividades de equipa fora do ambiente de trabalho ajudam a fortalecer laços, revelar personalidades e fomentar um espírito de grupo saudável.

No processo de recrutamento, é fundamental manter o foco. Não se apresse. Não ceda à pressão de preencher uma vaga com o primeiro candidato disponível. Ser exigente aqui é um investimento com retorno garantido. A equipa certa não se encontra por sorte — constrói-se com visão, critério e humanidade.

por Gabriel Ambrósio – CEO