O caminho para o cosmos está a tornar-se mais inclusivo na. O Observatório de Travancinha anunciou recentemente que se encontra numa fase avançada de requalificação dos seus acessos. O objetivo central desta intervenção é eliminar barreiras físicas, garantindo que a experiência de observação astronómica seja verdadeiramente universal.
Mais do que uma simples renovação de infraestruturas, estas obras representam um compromisso do observatório com a democratização da ciência. De modo a tornar a experiência “mais próxima e mais humana”, cada detalhe do novo acesso foi pensado para proporcionar maior conforto a todos os visitantes, desde famílias com crianças a pessoas com mobilidade condicionada.
“Cada passo neste caminho é pensado para que mais pessoas possam viver a experiência do céu de forma plena”, refere o Observatório em comunicado oficial.
Com a conclusão dos trabalhos prevista para breve, o Observatório de Travancinha afirma estar a preparar-se para uma nova fase de acolhimento, aliado ao bem-estar de todos.
Enquanto as equipas trabalham no terreno, o Observatório mantém a promessa de, muito em breve, reabrir as portas com condições renovadas, reforçando o seu papel como um dos pontos de referência para o astroturismo no concelho de Seia.
A Casa Municipal da Cultura continua a sua missão de trazer a Seia propostas culturais contemporâneas. No dia 2 de maio será a vez de “A garota não” subir ao palco senense
Mantendo a sua oferta variada e pensada para todas as faixas etárias, a proposta cultural da Casa Municipal da Cultura de Seia (CMCS), ao longo do mês de maio, aposta, novamente, na diversidade de linguagens artísticas, da música ao teatro, do cinema ao serviço educativo vocacionado para escolas, famílias e toda a comunidade infanto-juvenil.
Entre os destaques da programação para este mês, o concerto de “A garota não”, a 2 de maio. Apresenta-se pela primeira vez em Seia o projeto de Catia Mazari Oliveira, que tem vindo a refletir sobre os tempos que vivemos através da sua poesia interventiva numa viagem social e política, de quem luta com o coração e dá corpo, alma e voz a um projeto absolutamente único. À CMCS traz o seu mais recente álbum, “Ferry Gold”.
O Jornal de Santa Marinha, em parceria com a Casa Municipal da Cultura de Seia, tem para OFERECER 1 CONVITE DUPLO para o espetáculo. Esta iniciativa insere-se numa colaboração que pretende aproximar a comunidade da programação cultural local e incentivar a participação do público nos eventos do concelho. Como participar? O primeiro leitor a apresentar-se na bilheteira com a edição Nº 622 do JSM (edição impressa), a partir de uma hora antes do início do espetáculo, receberá um convite duplo (2 bilhetes) para assistir ao espetáculo.
Seia Jazz & Blues regressa à CMCS
Está de regresso o Seia Jazz & Blues. Novamente no palco da CMCS, depois de nos últimos anos se ter realizado no CISE, acontece nos dias 22, 23 e 24 de maio, contando com concertos do vibrafonista Duarte Ventura, da nova voz da soul cabo-verdiana Zubikilla Spencer e do compositor e baixista André Carvalho. Durante a semana o jazz vai às escolas numa parceria com a Escola Profissional da Serra da Estrela.
Cinema continua a apostar em grandes filmes
O cinema continua a ser um ponto de interesse de programação da CMCS, numa altura em que escasseiam as salas de cinema no território interior da Serra da Estrela. Desde filmes muito badalados e aguardados como O Diabo Veste Prada 2, ao melhor cinema português dos últimos tempos com o mais recente filme de Pedro Cabeleira — Entroncamento —, passando também pela programação feita em colaboração com a AAIS, que neste mês apresenta através do cinema a vida e obra de artistas como Nam June Paik e Joan Baez. A variedade é muita.
Há ainda espaço para a infância e juventude, com mais atividades educativas guiadas pelo compositor Jaime Reis, no dia 14 de maio, e a 30 de maio apresenta-se a peça do Teatro Nacional D. Maria II / Catarina Requeijo, Não se pode! Não se pode!, na CMCS.
A flor do Cardo, elemento central na produção do Queijo Serra da Estrela DOP, dá agora origem a uma cerveja lançada pela Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau
Em 2015, a Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau explorou uma ligação improvável dentro da cultura gastronómica portuguesa, ao juntar o Queijo Serra da Estrela DOP ao pastel de bacalhau, criando uma experiência ancorada na autenticidade dos ingredientes e na sua origem. A criação da marca foi um gesto de valorização de um ecossistema: o queijo, a pastorícia e o saber ancestral que lhe dá origem, como forma de dar continuidade a um ofício que, pela sua dureza e baixa rentabilidade, ameaçava desaparecer.
Onze anos depois, a marca regressa à origem desse mesmo sistema e resgata o seu elemento mais discreto: a flor, levando-a agora para um território improvável: a cerveja. A cerveja Cardo nasce a partir do cardo (*Cynara cardunculus*), uma planta que há séculos faz parte da paisagem da Serra da Estrela e que está na origem do Queijo Serra da Estrela DOP, onde atua como coagulante natural, um dos exemplos mais antigos do uso da natureza na produção alimentar.
Partindo dessa base, a marca explorou o potencial do Cardo para além da sua função tradicional. Em colaboração com a Dois Corvos, desenvolveu uma cerveja artesanal onde a flor assume um novo papel, contribuindo para o perfil aromático e para a identidade do produto.
Desenvolvida a partir de uma Belgian Saison reinterpretada como Thistle Saison, esta cerveja integra no seu processo produtivo sementes e folhas de cardo, trazendo para o copo um ingrediente historicamente ligado à transformação do leite em queijo. O resultado é uma cerveja de perfil aromático complexo, com notas subtis e um amargor leve, mas persistente. De cor dourada a âmbar e com textura cremosa, distingue-se pela substituição das especiarias tradicionais deste estilo pelo cardo, que lhe confere identidade própria.
Pensada para a mesa, a Cerveja Cardo foi desenvolvida com foco em food pairing, destacando-se a sua ligação ao Pastel de Bacalhau com Queijo Serra da Estrela DOP, uma combinação improvável, mas irrecusável. Mais do que uma inovação de produto, a Cerveja Cardo propõe uma nova leitura sobre um ingrediente ancestral da Serra da Estrela, explorando o seu potencial para além da utilização tradicional. A Cerveja Cardo está já disponível na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau do Castelo de São Jorge e no Museu da Cerveja, em Lisboa, estando prevista em breve a sua chegada a todas as lojas da Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau.
Isto até parece que se vai tornar uma rúbrica. Não é que eu o quisesse, mas tenho todo o gosto em escrever.
Novamente, no passado dia 27 de abril, vimos outra proposta do programa eleitoral às eleições autárquicas de 2025 do Partido Social Democrata a ser indiretamente referida, desta vez em sede de Assembleia Municipal.
Em intervenção do presidente da Junta de Freguesia de Santa Marinha, Jorge Rafael Abreu, que parabenizo desde já pela abordagem ao tema, falou-se, e bem, de instrumentos de financiamento, transcrevendo, ipsis verbis, “orientados para o desenvolvimento local, a coesão territorial e a melhoria das condições de vida das populações”, como o programa “PORTUGAL 2030” ou até mesmo o “CENTRO 2030”, este último relativamente ao qual apresentei quatro possibilidades de candidatura à Assembleia de Freguesia de São Romão para a requalificação da Casa do Povo, do parque desportivo e relvado do estádio Nossa Senhora da Conceição e aproveitamento direcionado para o turismo de natureza e bem-estar na Senhora do Desterro.
O interveniente prossegue alertando para a realidade do concelho, referindo a importância de reconhecer que muitas freguesias não estão, de momento, em condições efetivas de aceder a estes instrumentos, por falta de capacidade técnica especializada para a elaboração de candidaturas, pela complexidade dos procedimentos, pela exigência burocrática, pela necessidade de acompanhamento técnico na execução dos apoios e pelas limitações financeiras por parte destes órgãos para o pré-financiamento exigido pelos projetos. Conclui com o resultado previsível: perda de captação de investimento público de qualidade para a população e para o território.
Aconselho, vivamente, a visualização da intervenção do autarca na íntegra, onde o mesmo propõe ao município a criação de uma estrutura municipal de apoio às freguesias para a captação destes financiamentos, desenvolvimento de projetos, apoio técnico às candidaturas a fundos e, consequentemente, acompanhamento na execução dos projetos e apoio ao prefinanciamento. Nada mais, nada menos do que um Gabinete de Apoio às Freguesias e um Gabinete de Empreendedorismo e Fundos Comunitários.
Consequentemente, o deputado Carlos Coito alerta que o PSD previa, precisamente, essa medida no seu programa eleitoral.
A explicação destes gabinetes dispensa reexplicação, já quase integralmente apresentada pelo presidente da Junta de Santa Marinha, e também pela densidade com que já ocupo o vosso tempo com a leitura deste artigo. O certo é que esta ideia já não é apenas um sonho nosso e, felizmente, há mais autarcas no concelho a pugnar pela mesma.
Infelizmente, a resposta obtida por parte do presidente do executivo camarário já não foi a mais positiva, resumindo, de forma geral, curta e grossa da minha parte: “Estamos a ajudar no apoio à recuperação pós-fogos, não são precisos mais…”muito sucintamente, foi isto, mas poderão sempre ir assistir e tirar as vossas próprias conclusões.
Uma vez mais, à semelhança do que escrevi no meu artigo anterior, ou nos adaptamos ou ficaremos a ver o nosso concelho ficar para trás. Espero que o Município reconheça e tenha em consideração a vontade já expressa também pelos autarcas que se juntaram ao seu projeto vencedor em outubro de 2025, e que o futuro seja positivo no alcance destes passos fundamentais para o desenvolvimento da nossa terra, para a coesão territorial e para a melhoria das condições de vida da nossa população. É urgente tornar o nosso território mais atrativo, é urgente acompanhar o desenvolvimento nacional, é urgente que nos adaptemos aos tempos e sejamos audazes.
O Clube Mini da Serra da Estrela vai levar a efeito, no próximo dia 3 de maio, mais um encontro Mini em Paranhos da Beira.
Do programa destaca-se uma visita à Feira da Tralha e ao Museu do Samarreiro em Vila Verde. Em seguida a caravana dirige-se para o Santuário de Santa Eufêmia, onde irá decorrer a benção dos MINIs e o almoço convívio.
Até ao fecho da edição do jornal, o Clube conta já com 50 carros inscritos e 102 pessoas, oriundas de Braga, Ermesinde, Espinho, V. N. Gaia, S. J. Madeira, Viseu, Arganil, Tomar, Taipas, Armamar, Belmonte, Covilhã, Guarda, Vagos, S. Pedro do Sul, Góis, Tadim, Arouca, Oliveira do Hospital, Gouveia e do concelho de Seia. Há a destacar também uma representação espanhola vinda de Granada.
De referir que o Clube Mini da Serra da Estrela vai organizar o IMM Portugal 2027 e, para tal, deslocar-se no próximo mês de maio (entre 28 e 31) a Leszno na Polónia, onde vai receber a passagem de testemunho.
Com mais de 2.200 atletas de 62 nacionalidades, a 15ª edição do “Oh Meu Deus” marca a entrada no prestigiado circuito mundial do UTMB. O diretor da prova, Paulo Garcia, falou em exclusivo ao JSM e apelou aos senenses para que saiam à rua e mostrem a hospitalidade única do concelho e da região.
Entre os dias 1 e 3 de maio, sexta-feira, sábado e domingo, todos os caminhos vão dar a Seia. O que começou há 15 anos como uma paixão mais moderada, transformou-se agora num evento de dimensão planetária. Pela primeira vez, a prova, organizada pela Horizontes, integra o UTMB (Ultra Trail du Mont Blanc) World Series, o patamar mais elevado do trail running mundial, colocando as serras da Estrela, do Açor e da Lousã no radar dos melhores atletas do mundo.
Um salto de gigante
O impacto é visível nos números: de 30 países em edições anteriores para 62 nações representadas este ano. “É um salto significativo”, refere Paulo Garcia, diretor da prova. Com uma logística enorme, o evento promete não só rigor técnico, mas um impacto económico direto superior a 2 milhões de euros para a região num único fim de semana.
“Sair à rua”: o apelo à população
Mais do que uma competição desportiva, a organização quer que este evento seja uma celebração da resiliência local. Após os incêndios e as tempestades que fustigaram o território, o trail surge como uma “pegada positiva” e um motor de renovação. Paulo Garcia deixa um convite direto a todos os habitantes: “Saiam à rua. Batam palmas, gritem, ofereçam uma laranja ou um copo de água. Convidem-nos a entrar nas vossas adegas. Estas 2.200 pessoas são gente boa que vai levar Seia no coração e, garantidamente, vai voltar.” O comércio e a restauração local são também peças-chave. Com cerca de 8 mil visitantes previstos, o apelo é para que os estabelecimentos se mantenham abertos “fora de horas para acolher quem vem de longe à procura da nossa gastronomia e cultura”.
O percurso: entre o belo e o dantesco
A prova rainha de 160 km parte da Lousã na sexta-feira, mas o grande espetáculo estende-se por todo o fim de semana com passagens em locais emblemáticos. O “ex-libris” desta edição será a mítica subida de Alvoco à Torre pela Rota dos Pastores — um troço descrito como “terrível e difícil”, mas de uma beleza incomparável. Todas as provas terão o seu epicentro no Parque Municipal de Seia, onde está montada uma Village com música, animação e feira de artigos desportivos.
Com esta prova, Seia afirma-se como destino para a prática da modalidade que já ultrapassou o atletismo de estrada em número de eventos e de praticantes.
De referir que, o Oh Meu Deus – Center of Portugal by UTMB® integra o circuito internacional UTMB World Series, que reúne cerca de 50 eventos oficiais a nível global. É a única prova em Portugal e uma de apenas duas na Península Ibérica, a par de Val d’Aran (Pirenéus espanhóis).
Neste sentido, a prova conta com mais de 2 mil atletas inscritos, distribuídos por quatro distâncias (20K, 50K, 100K e 160K), sendo que 40% da participação é internacional, com atletas de 62 países e dos 5 continentes.
A presença de atletas oriundos de países como Qatar, Irão, Nova Zelândia, China, Austrália e Coreia do Sul, para além de forte representação brasileira, norte-americana, e de diversos países europeus, afirma Portugal como destino de excelência para a prática da modalidade.
As provas de 50K, 100K e 160K integram o sistema competitivo do circuito UTMB, permitindo a atribuição de Running Stones e acesso às finais em Chamonix (UTMB Mont-Blanc), evento que reúne cerca de 10.000 atletas, sorteados de entre as largas dezenas de milhares que se candidatam anualmente.
Programa (resumo)
1 de maio 08:00 – Partida OMD 50K (Loriga / Seia) 16:00 – Partida OMD 160K (Lousã) 21:00 – Entrega de prémios OMD 50K Sunset / animação na Village (Parque Municipal de Seia) 23:59 – Partida OMD 100K (Seia)
2 de maio Animação contínua na Village (Parque Municipal de Seia) Chegadas das provas longas ao longo do dia 21:00 – Entrega de prémios OMD 100K
3 de maio 08:00 – Partida OMD 20K (São Romão) 10:00 – Abertura da Village e animação 12:00 – Entrega de prémios (160K / 100M / 20K) 14:00 – Encerramento do evento
Este é o momento de mostrar que a Serra da Estrela não é apenas um cenário de montanha, mas um território vivo, vibrante e acolhedor. Apoie os atletas, participe na festa!
O alerta foi dado às 20h48 desta terça-feira. Apesar do aparato, não se registaram feridos nem danos estruturais no edifício.
Um incêndio num forno de cozedura de pão mobilizou, na noite de hoje, os meios de socorro para a unidade fabril do Museu do Pão, localizada na Vila Chã, no concelho de Seia. O incêndio, que se cingiu exclusivamente ao equipamento, foi prontamente combatido pelos cinco trabalhadores que se encontravam nas instalações no momento do incidente. Graças à intervenção imediata destes trabalhadores, as chamas foram extintas antes da chegada das forças de socorro. Aliás, quando os Bombeiros Voluntários de Seia chegaram ao local, os trabalhadores já se encontram fora da unidade fabril. O alerta foi dado às 20h48m. No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Seia, com 18 operacionais apoiados por 5 veículos. Também a GNR esteve presente com dois elementos para registo da ocorrência.
No próximo dia 16 de maio, a subida à Torre será o palco de um desfile de potência e história com a realização de um encontro internacional que reunirá mais de 25 exemplares do Ford Mustang. Organizado pelo Mustang Clube do Norte, o evento, que coincide com a celebração do 2.º aniversário do Clube, contará com comitivas vindas da Galiza e da Alemanha, atravessando a cidade de Seia rumo ao ponto mais alto de Portugal Continental.
O próximo dia 16 de maio (sábado) ficará marcado pelo som inconfundível dos motores dos icónicos Ford Mustang que vão ecoar pelas encostas da Serra da Estrela. Num evento que promete parar o trânsito e atrair centenas de curiosos, mais de 25 exemplares destes automóveis irão realizar a mítica subida à Torre, com passagem pela cidade de Seia. O encontro, que se assume como uma celebração internacional de “paixão e performance”, reveste-se de um simbolismo especial: o Mustang Clube do Norte aproveita o cenário idílico da Serra da Estrela para comemorar o seu 2.º aniversário. Com uma comunidade crescente que já conta com 58 membros, o clube nortenho afirma-se como um pilar do entusiasta automóvel em Portugal.
A história
Em declarações exclusivas ao Jornal de Santa Marinha, Luís Maia, um dos diretores deste Clube, desmistificou a origem do nome e a mística que envolve este modelo. Ao contrário da crença popular de que o nome advém do cavalo selvagem das planícies americanas, Luís Maia esclarece que a inspiração original remete para o lendário avião de caça da Segunda Guerra Mundial, o P-51 Mustang. “O que o Mustang transmite não é apenas a força de um animal selvagem; é uma herança de engenharia e uma sonoridade quase musical. É essa paixão pelos clássicos e pelo que eles representam na história que nos move”, explicou o diretor. De salientar, ainda, que apesar de a origem do nome ter sido no avião, na altura, a Ford já usava o símbolo do cavalo no seu marketing de forma a ter um maior número de vendas deste carro. Daí muita gente associar o modelo ao cavalo.
Grande logística internacional: Mustangs vêm também da Galiza e da Alemanha
O evento contará com uma caravana de peso. De Portugal, estão confirmados cerca de 21 carros. Os vizinhos espanhóis fazem-se representar pelo Mustang Club da Galiza, que traz 6 veículos. No entanto, o maior destaque logístico vai para a comitiva do Mustang Club Germany: cerca de 10 carros já viajaram da Alemanha para solo português por camião, especificamente para participar neste convívio em altitude.
Para quem não quer perder a oportunidade de ver estas máquinas de perto, o programa está já definido. Com passagem por Seia, estas máquinas irão subir ao ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre, que acontecerá pelas 11 horas. Aqui ficarão em exposição até bem perto das 12h30m. Segue-se a descida em direção a Manteigas, onde serão vistos a serpentear as curvas da serra. O almoço de confraternização será no Restaurante Berne, em Manteigas.
Este encontro não só reforça a posição de Portugal como um destino de excelência para o turismo automobilístico, mas serve, também, como o momento perfeito para o Mustang Clube do Norte celebrar os dois anos de existência.
Para este Clube, este encontro “é uma oportunidade para os membros mostrarem os seus carros, trocarem experiências e criar memórias duradouras. São também uma oportunidade para admirar a evolução destes carros espetaculares ao longo dos anos e ver de perto modelos clássicos e modernos.”
Luís Mais deixa também um apelo: “se tem um Mustang e está no centro e Norte de Portugal, venha fazer parte do nosso clube! Não importa se o seu Mustang é um clássico restaurado ou um modelo mais recente, o que nos une é a paixão por este carro extraordinário. Ao juntar-se a nós, terá a oportunidade de participar em todos os nossos encontros, além de ter acesso a um grupo de apoio entusiasta para qualquer necessidade ou dúvida relacionada ao seu Mustang.”
O Comando Territorial da Guarda, através do Posto Territorial da Guarda, deteve, no dia 25 de abril, um homem de 30 anos por tráfico de estupefacientes, no concelho da Guarda.
No âmbito de uma ação de patrulhamento e fiscalização rodoviária, os militares da Guarda abordaram um veículo ligeiro de passageiros, durante a abordagem foi detetado um forte odor a produto estupefaciente proveniente do interior da viatura.
No decorrer da ação, foram detetadas substâncias estupefacientes na posse do suspeito.
Da intervenção policial resultou a apreensão do seguinte: 37 doses de haxixe; uma dose de liamba; 2 710 euros em numerário e um telemóvel.
O detido foi constituído arguido e notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Guarda.
A Guarda Nacional Republicana relembra que o consumo e tráfico de estupefacientes representam uma ameaça à segurança e saúde pública, apelando à denúncia de situações suspeitas às autoridades competentes.
O Seia Basket e os seus jovens atletas celebraram o 25 de Abril de forma diferente. O Dia da Liberdade foi simbolizado com uma ida, de muitos dos seus atletas e seus familiares, à cidade de Porto, onde puderam assistir, pela primeira vez, a um jogo profissional da Liga Portuguesa de Basquetebol. Com esta iniciativa, a “Mancha Laranja” foi ao Dragão Arena onde as pequenas “Raposas da Serra” puderam viver o espírito de um jogo intenso até aos últimos segundos.
No final, o resultado do F.C. Porto – Esgueira foi o menos importante, destacando-se o entusiasmo, as emoções fortes, o respeito e o espírito coletivo que incluíram uma sessão de autógrafos no final.
O Seia Basket agradece a colaboração da Casa do F.C. Porto de Seia e ao Futebol Clube do Porto que ajudaram a concretizar este grande dia.