Início Site Página 13

Praia Fluvial de Loriga acolhe exposição do CISE

​No coração do Parque Natural da Serra da Estrela, a Praia Fluvial de Loriga afirma-se como um verdadeiro refúgio de serenidade e beleza natural. Esculpida por antigos glaciares no vale acentuado da vila de Loriga, esta praia de montanha destaca-se pelas suas águas cristalinas e puras, provenientes diretamente das nascentes e ribeiras da serra.

​Um oásis natural em harmonia com o ecossistema

​Integrada numa paisagem de cortar a respiração, a praia fluvial oferece um ambiente fantástico que convida tanto ao descanso como ao deslumbramento.

Longe da agitação das praias costeiras, o ar puro de montanha e o som suave da água a correr criam uma atmosfera acolhedora e relaxante para famílias e amantes da natureza.

E é aqui que também podemos abraçar a cultura.

​Para enriquecer a experiência de quem visita o local, a praia acolhe atualmente uma exposição de fotografia ao ar livre, intitulada “Ecossistemas Ribeirinhos da Serra da Estrela”, dinamizada pelo CISE (Centro de Interpretação da Serra da Estrela).

Através de uma série de painéis fotográficos suspensos junto ao parque infantil, os visitantes são levados numa viagem visual pelas linhas de água, cascatas e habitats únicos desta regiãoserrana (como a Ribeira de Girabolhos ou o Rio Alva). A iniciativa valoriza a biodiversidade local e promove a conservação deste ecossistema tão frágil quanto soberbo.

​Visitar a Praia Fluvial de Loriga é, assim, mais do que dar um mergulho: é uma imersão completa na natureza, na tranquilidade e no património natural da Serra da Estrela.

Ninguém cresce sozinho

Antes de sermos independentes, alguém teve de nos ensinar que o mundo é um lugar suficientemente seguro para existir. É isso que também devemos transmitir às crianças para que se tornem autónomas, seguras e confiantes.

Quem vive rodeado de crianças (ou quem trabalha com elas) vive muitas vezes focado em educar crianças autónomas, confiantes, capazes de resolver problemas e de tolerar a frustração. Mas, no meio de toda esta preparação, poucas são as pessoas que se questionam: “Estarei a fazer o que está ao meu alcance para que esta criança cresça emocionalmente segura?”

A resposta está na relação. Ninguém cresce sozinho.

Talvez um dos maiores erros da sociedade seja acreditar que a independência e a autonomia se constroem com base no afastamento. Na verdade, é exatamente o contrário. A verdadeira autonomia nasce da segurança das relações.

O ser humano nasce profundamente dependente e o cérebro de uma criança organiza-se na relação com o outro. Aquilo a que chamamos segurança emocional é uma experiência partilhada: uma experiência repetida de cuidado, compreensão e reciprocidade.

O desenvolvimento emocional não acontece de forma isolada; cresce na relação. Ainda assim, continuamos a ouvir frases como “tem de aprender sozinho” e a fingir que não precisamos uns dos outros, como se a dependência fosse um erro de desenvolvimento.

Criar vínculos não exige perfeição, mas sim presença, consistência e disponibilidade emocional. E é responsabilidade de todos nós transmitir esta mensagem.

Quando uma sociedade desvaloriza o cuidado, não afeta apenas os adultos, mas também a forma como as crianças crescem e se sentem no mundo.

Talvez seja tempo de repensarmos o tempo que passamos com os outros e o tempo que damos aos outros. Talvez estejamos demasiado preocupados em ensinar competências e pouco preocupados em preservar um dos pilares mais fundamentais do bem-estar humano: as relações.

Rancho Folclórico de Seia promove XLII Festival Internacional e celebra a tradição e “O Ciclo do Pão”

No próximo dia 25 de julho, as ruas de Seia e o Anfiteatro Municipal vão vestir-se de festa para acolher a XLII edição do Festival Internacional de Folclore. Organizado pelo Rancho Folclórico de Seia, o evento promete transformar a cidade numa montra viva de tradições, música, dança e etnografia, tendo este ano como tema central “O Ciclo do Pão”.

Com uma programação que se estende ao longo de toda a tarde e noite, o festival conta com a participação de grupos representativos de várias regiões do país e além-fronteiras.

A cerimónia começa, pelas 16h30m, com a receção oficial aos grupos participantes na sede do Rancho Folclórico de Seia. Segue-se, pelas 17h30m, a sessão solene que terá lugar no Salão Nobre do Município de Seia. O jantar de confraternização está marcado para as 18h30m, um momento de convívio entre grupos e entidades convidadas, a decorrer no salão da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia. O desfile etnográfico está marcado para as 20h40. É nesta altura que a música sai à rua com o tradicional desfile dos grupos pelas principais artérias da cidade, acompanhado pelo ritmo da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Seia que subirá ao palco do Anfiteatro Municipal de Seia, sendo este o momento de abertura para este Festival.

O alinhamento desta 42.ª edição destaca-se pela diversidade cultural e pela riqueza dos trajes regionais. Em palco, o público poderá assistir às atuações do Rancho Folclórico de Seia (Beira Alta Serrana) – os anfitriões da noite; do Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo (Douro Litoral Norte); do Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz (Douro Litoral Norte); do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Miguel de Areade (Trás-os-Montes, Alto Douro e Douro Sul); do Grupo Regional da Pampilhosa do Botão (Região Vouga e Bairrada) e do Groupe Ballet Africa du Maroc (Marrocos) – que trará as cores, ritmos e a energia contagiante do continente africano.

A entrada para o espetáculo no Anfiteatro Municipal é totalmente gratuita. O público poderá, ainda, contar com um serviço de bar disponível ao longo da noite.

O Festival certame conta com o apoio do Município de Seia, da Junta de Freguesia de Seia, da Fundação INATE, da Federação do Folclore Português e do Grupo Valor do Tempo (Museu do Pão).

Um país a discutir sem saber o quê

O chamado “pacote laboral” caiu, mas o que verdadeiramente ficou exposto não foi o conteúdo das propostas. Foi a pobreza do debate público em torno delas.

Bastava aproximar-se de qualquer manifestação contra para reconhecer o padrão: discursos repetidos até à exaustão, palavras de ordem recicladas, uma autêntica “cassete riscada” afinada pelas estruturas sindicais. Perguntar a muitos manifestantes o que mudaria concretamente com a aprovação do pacote era, na maioria dos casos, obter respostas vagas, circulares ou inexistentes. A convicção estava lá, firme e sonora, por vezes emotiva, mas desligada de um conhecimento real das propostas. Protestava-se mais por alinhamento do que por compreensão.

Do lado oposto, a diferença foi sobretudo de forma, não de substância. Também aí havia certezas, mas ancoradas em generalidades de competitividade, flexibilidade, modernização. Conceitos amplos, quase incontestáveis, mas raramente traduzidos em explicações concretas sobre o impacto nas relações laborais, nos salários ou na segurança dos trabalhadores. Defendia-se o pacote como quem defende uma ideia abstrata de progresso, sem descer ao detalhe que realmente importa.

Mas é no papel da comunicação social que o retrato se torna mais preocupante. O que deveria ser um espaço de esclarecimento transformou-se, progressivamente, num palco de opinião rápida e pouco fundamentada. Noticiários e debates deixaram de ser dominados por jornalistas focados em explicar, contextualizar e questionar, passando a ser ocupados por comentadores que, na prática, escolhem um lado e o defendem como se estivessem numa bancada política.

O problema não é existirem opiniões, isso é saudável. O problema é quando a opinião substitui a informação. Quando se comenta antes de se explicar. Quando se simplifica em excesso um tema complexo para caber num soundbite. Quando se convidam sempre os mesmos rostos, com posições previsíveis, que pouco acrescentam além de reforçar trincheiras.

Faltou jornalismo no sentido mais exigente do termo: ler documentos, dissecar propostas, confrontar especialistas, traduzir linguagem técnica, identificar ganhos e riscos concretos. Em vez disso, assistiu-se a um círculo vicioso de reação e contrarreação, onde o ruído dos extremos alimenta audiências, mas empobrece o debate.

O resultado foi um país a discutir sem saber exatamente o quê. Um espaço público onde se fala muito, mas se compreende pouco. Onde a indignação circula mais depressa do que a informação. E onde decisões relevantes acabam por ser tomadas num ambiente de superficialidade coletiva.

E quando assim é, quando o conteúdo desaparece e sobra apenas o ruído, tudo se torna possível, até aquilo que, há poucos anos, pareceria impensável.

Biodiversidade e memória: exposição fotográfica a céu aberto na Praia Dr. Pedro em São Romão

A praia Dr. Pedro, na Senhora do Desterro, em São Romão (Seia), transformou-se numa galeria de arte e ciência a céu aberto. Quem percorre os passadiços em direção à Praia é agora surpreendido por uma exposição fotográfica suspensa onde a riqueza da biodiversidade da Serra da Estrela e a memória histórica das suas gentes se cruzam.

​Através de painéis fotográficos suspensos nos ramos das árvores, os visitantes são convidados a contemplar o ecossistema e o património construído.
​As imagens revelam os habitantes mais discretos da mata. Entre eles destacam-se a vibrante borboleta Fritilária-dos-pântanos (Euphydryas aurinia), o elegante Gaiteiro-azul, a adormecida Raposa-vermelha, o imponente Sardão, o esquivo Tritão-marmoreado e o diminuto Musaranho-de-dentes-brancos.

​Em contraste com as cores da fauna, fotografias históricas a preto e branco evocam o passado da engenharia civil serrana. Os painéis retratam a herança das linhas de água e das infraestruturas municipais, exibindo imagens de arquivo da Barragem do Covão do Curral e da Barragem da Lagoa Comprida.

A mostra é uma organização do Município de Seia, do Centro de Interpretação da Serra da Estrela e do Museu da Electricidade.

Lapa dos Dinheiros celebra Festas em Honra de São Sebastião entre 31 de julho e 2 de agosto

A localidade de Lapa dos Dinheiros já se prepara para acolher a edição de 2026 da tradicional Festa em honra e louvor de São Sebastião que decorre entre os dias 31 de julho e 2 de agosto.

As celebrações arrancam na sexta-feira, dia 31 de julho, a partir das 17h00. O final de tarde será marcado pela abertura do serviço de bar (19h00), preparando o recinto para uma noite de muita dança. A animação musical estará a cargo do grupo Nova Sequência, que sobe ao palco às 22h00, seguido pela atuação da DJ Rita Pais, que promete prolongar a festa pela madrugada dentro, a partir da meia-noite.
O segundo dia da festividade, 1 de agosto (sábado), começa com uma forte componente desportiva. Às 14h30 realizam-se os jogos de Voleibol Feminino e Futebol Juvenil, seguindo-se o jogo de futebol “Solteiros vs Casados”, agendado para as 15h30.

Os mais novos também terão um espaço dedicado a partir das 16h00, com insufláveis e pinturas faciais. Após o serviço de jantar (que conta com opção de take away sob reserva prévia junto dos mordomos), a noite será animada pelo grupo Canal 18 (22h00) e pelo DJ Ice Cream (00h00).

O domingo, 2 de agosto, começa com a chegada da Banda Academia de Santa Cecília – S. Romão (08h45), seguindo-se o Hastear da Bandeira e a tradicional arruada. Às 09h45, a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de S. Romão junta-se à arruada. A Missa Solene em honra de S. Sebastião está marcada para as 10h30.

O ponto alto da tarde será a solene procissão às 16h00. Seguem-se as tradicionais arrematações, sorteio de rifas (17h00) e um concerto pela Banda de S. Romão (18h00).

Pelas 19h00 realiza-se simbólica passagem de testemunho aos novos mordomos, culminando com o encerramento oficial dos festejos às 19h30.

A organização recorda que as reservas para o jantar de sábado e almoço de domingo devem ser efetuadas junto da comissão de mordomos até ao dia 20 de julho, garantindo assim um “esmerado serviço de bar” para todos os que queiram partilhar estas refeições comunitárias.

Girabolhos: mais do que uma barragem, é preciso uma visão para o território

A passada quarta-feira, durante a sessão de lançamento do concurso público para o Projeto de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos de Girabolhos, em Gouveia, tive oportunidade de entregar à Senhora Ministra do Ambiente e da Energia uma carta em nome dos Vereadores eleitos pelo PS na Câmara Municipal de Gouveia e do Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal.

Nessa carta assumimos uma posição de responsabilidade e prudência.

Não temos, nesta fase, uma posição fechada sobre o projeto porque entendemos que continuam por esclarecer questões fundamentais. E, perante tantas dúvidas, não podemos ser contra aquilo que desconhecemos, mas também não podemos passar um cheque em branco.
Um projeto com esta dimensão territorial, ambiental e financeira exige mais transparência, mais rigor, conhecimento científico atualizado e um verdadeiro processo de informação e envolvimento das populações e dos municípios diretamente afetados. Só assim será possível avaliar, de forma séria e fundamentada, se esta é realmente a melhor solução para servir o interesse público.

Desde logo porque está mais do que demonstrado que a construção de qualquer barragem implica impactos ambientais significativos. E porque o Estudo de Impacto Ambiental que esteve na origem da inclusão de Girabolhos no Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico foi realizado há quase vinte anos, num contexto completamente diferente daquele que hoje existe.

Mas há uma questão ainda mais importante.

O debate sobre Girabolhos não pode ficar reduzido à construção de uma barragem.

A pergunta essencial continua sem resposta: para quê esta barragem e qual é, afinal, a sua prioridade principal?

Inicialmente apresentada como uma resposta às cheias do Baixo Mondego e ao reforço do abastecimento de água, a proposta evoluiu agora para um aproveitamento de fins múltiplos, incorporando também uma componente hidroelétrica e um eventual modelo de concessão para viabilizar financeiramente a infraestrutura.

Com efeito, vários especialistas têm alertado que Girabolhos, por si só, dificilmente constituirá uma resposta suficiente para os desafios associados às cheias no Mondego.

Por isso, qualquer solução estrutural terá sempre de ser articulada com a modernização do Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo Mondego, com a recuperação do coberto florestal, com medidas de prevenção da erosão na zona de montanha, com a valorização dos ecossistemas e com soluções baseadas na natureza.

Para além disso, vários especialistas têm também chamado a atenção para uma questão relevante: uma barragem orientada para a produção de energia e para a viabilidade económica da sua exploração não se confunde necessariamente com uma infraestrutura concebida prioritariamente para a mitigação de cheias. Por isso, continua por esclarecer qual é, afinal, o objetivo principal deste projeto.

Mas, mais do que uma obra ou um reservatório de água, do que precisamos mesmo é de uma estratégia.

Porque uma barragem não substitui uma política de ordenamento do território, nem de adaptação às alterações climáticas. E não substitui uma visão para o desenvolvimento social e económico do Interior.

E é precisamente aí que reside a nossa principal preocupação.

A Serra da Estrela e os municípios da região têm sido, ao longo de décadas, profundamente solidários com o país. Somos uma das maiores reservas de água doce de Portugal, fornecemos recursos naturais essenciais e contribuímos para o equilíbrio ambiental, energético e económico nacional.

Mas essa solidariedade exige reciprocidade. Não é aceitável que o Interior só entre na agenda nacional quando é necessário resolver problemas do litoral.

Se existem recursos financeiros para avançar com uma infraestrutura desta dimensão, então também têm de existir recursos para concretizar o Programa de Revitalização da Serra da Estrela, que continua largamente por concretizar devido à falta de financiamento, apostando na recuperação dos ecossistemas, na reflorestação e no reforço da capacidade de retenção de água nas áreas de montanha; para reforçar a proteção civil e a prevenção dos incêndios; para melhorar as acessibilidades rodoviárias da região; para garantir um preço mais justo da água em alta; e para criar condições que atraiam investimento, empresas e população.

A Barragem de Girabolhos poderá vir a ter um papel relevante para o território e para o país. Mas não substitui o investimento estrutural que esta região continua a esperar há demasiados anos.

Por isso, o debate não deve limitar-se a ser contra ou a favor da barragem. Deve centrar-se naquilo que verdadeiramente importa: garantir que qualquer decisão tomada assenta em conhecimento científico atualizado, transparência, benefícios claros para as populações e numa estratégia efetiva para a Serra da Estrela e para o Interior.

As populações desta região merecem que o país as trate com a mesma prioridade, respeito e solidariedade que elas sempre demonstraram para com Portugal.

Folhadosa acolhe 2.º Passeio de Motas e Motorizadas no próximo dia 19 de julho

A localidade de Folhadosa, no concelho de Seia, prepara-se para receber a segunda edição do Passeio de Motas e Motorizadas. O evento realiza-se já no próximo domingo, dia 19 de julho.

Organizado pelos Mordomos da Sra. da Ribeira 2026, o passeio conta com um percurso estimado de 85 quilómetros, desenhado para dar a conhecer as paisagens serranas da zona, aliando o gosto pelo motociclismo à tradição local.

A organização preparou um itinerário completo que arranca logo pela manhã e se estende até depois do almoço. O ponto de encontro dos participantes será no Largo Dr. António Vieira, pelas 8 horas. Pelas 09h00 dá-se o início do passeio e às 10h30m haverá uma paragem estratégica para restabelecer energias a meio do percurso. O almoço partilhado está marcado para as 14 horas.

Para mais informações ou contactos de última hora com a organização, os interessados podem contactar os responsáveis do evento: Rui Santos (968 218 895), Fernando Carvalheiro (966 731 833), Bruno Campos (968 256 514) ou João Pereira (926 453 298).

O 2.º Passeio de Motas e Motorizadas conta com o apoio do Município de Seia, além de várias colaborações locais. A organização relembra todos os participantes para a importância de respeitar as regras de trânsito, sempre em segurança e manter o espírito de convívio que caracteriza este encontro, salvaguardando que não se responsabiliza por qualquer incidente que ocorra durante o evento.

São Romão viaja pelo mundo no 46.º Encontro Internacional de Cultura e Tradição “PASTOR 2026”


A vila de São Romão, concelho de Seia, prepara-se para receber a 46.ª edição do Festival de Folclore “PASTOR 2026”. Entre os dias 17 e 18 de julho (amanhã e sábado), a música, a dança e o traje tradicional vão unir Portugal, Paraguai, Equador e Letónia numa celebração marcante da etnografia global.

Organizado pelo Rancho Folclórico “Os Pastores de S. Romão”, o evento promete transformar o concelho de Seia num autêntico palco do mundo.

As festividades arrancam já esta sexta-feira, 17 de julho, com uma vertente fortemente social e comunitária através do “Folk Solidário”. Pelas 11:00h, o grupo paraguaio Ballet Ko’êti Rory fará uma atuação especial na Casa de Repouso N.ª Sr.ª da Guia (Loriga), levando a alegria das tradições sul-americanas aos mais seniores.

A noite de sexta-feira será vivida no Mercado da Vila de São Romão. A partir das 22:00h, haverá uma atuação e convívio com o grupo do Paraguai, seguida, às 22:30h, de uma Oficina de Danças dinamizada pelo grupo anfitrião, o Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão, convidando toda a população a dar os primeiros passos no folclore.

O ponto alto do certame está reservado para sábado, 18 de julho. O programa oficial começa ao final da tarde. Assim, pelas 17 horas será o momento das boas-vindas e haverá uma visita facultativa à sede do grupo (Exposições).

Pelas 18 horas acontece a receção oficial pelas entidades públicas no Salão Nobre da Sede da Junta de Freguesia de São Romão e, pelas 19 horas, está marcado o jantar de convívio entre os ranchos e convidados.
A partir das 21 horas, o foco move-se para o Estádio Nossa Senhora da Conceição (Estádio de São Romão), local onde decorrerá o festival. O público poderá assistir ao tradicional Desfile Etnográfico junto ao estádio de futebol às 21h15m.

O espetáculo principal do 46.º Festival de Folclore terá início às 21h30m e contará com um alinhamento de luxo que cruza a riqueza nacional com ritmos internacionais:

  • Rancho Folclórico «Os Pastores de São Romão» (Beira Alta Serrana) – Anfitrião
  • Grupo Danças e Cantares «Besclore» (Minho)
  • Riga Building College Ensemble «Austri» (Letónia – Europa do Leste)
  • Escuela de Danza Tradicional «Muyu» (Equador – América do Sul)
  • Escuela de Danza Tradicional «Muyu» (Equador – América do Sul)
  • Escuela de Danza Tradicional «Muyu» (Equador – América do Sul)
  • A entrada promete uma noite de cor, ritmo e partilha, honrando a promessa de manter vivas as raízes e a identidade dos povos.

Santa Marinha celebra este sábado a sua identidade, cultura, história e tradições

No próximo dia 18 de julho, a Vila de Santa Marinha vai ser o palco de um conjunto de celebrações que prometem mobilizar toda a comunidade em torno da sua identidade, cultura, história e tradições. O evento, organizado pela Junta de Freguesia local, terá como cenário principal as instalações do próprio edifício da autarquia.

As comemorações arrancam logo pela manhã, pelas 09h00, com o solene Hastear das Bandeiras no edifício da Junta de Freguesia, um momento que assinala oficialmente o início das festividades e que apela ao sentimento de pertença e orgulho da população local.

A programação regressa em força ao final do dia, pelas 21h30, com um grande momento de convívio, ceia e música. A Junta de freguesia promete uma noite calorosa e repleta de animação, revelando ainda que preparou várias “surpresas musicais” para os presentes. Embora os nomes dos artistas ou dos formatos de espetáculo continuem no segredo dos deuses, a Junta de Freguesia garante que “vale a pena estar presente” e promete uma noite verdadeiramente especial para fechar as festividades com chave de ouro.

Sob o mote “Juntos fazemos a nossa história!”, a autarquia local deixa um convite aberto a todos os residentes, visitantes e amigos de Santa Marinha para se juntarem a esta celebração da cultura e das tradições da vila.

Este evento assume-se não só como um ponto de encontro e partilha entre gerações, mas também como um momento de homenagem ao património humano e histórico que define a identidade desta comunidade.