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Convenção Anual Gate21

O Gate 21 vai comemorar o seu 45º aniversário, com uma Convenção Anual, que decorrerá no Auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia, esta sexta-feira, dia 15, pelas 14 horas.

Segundo a organização, “este evento foi planeado para oferecer uma oportunidade única de desenvolvimento profissional e pessoal, com foco em estratégias de sucesso no mundo dos negócios.”

de referir que durante esta convenção, os participantes terão a oportunidade de interagir com líderes e especialistas da área, assistir a palestras inspiradoras e participar numa sessão de Coaching de Alta Performance.

UMA FLORESTA COM FUTURO. UM FUTURO PARA O NOSSO INTERIOR.

Há 7 anos saíamos à rua. Estávamos em Outubro de 2017 e tínhamos acabado de viver um pesadelo que assolou o norte e o centro do país.
A força diabólica das chamas, num outono anormalmente quente e seco, dizimou pessoas, casas, empresas, animais e florestas, deixando para trás um cenário dantesco, triste, desolador.
No dia 19 de outubro de 2017, centenas de cidadãs e cidadãos, representantes do poder local, bombeiros, forças de segurança e proteção civil, juntavam-se no largo da Câmara Municipal de Seia, numa pacífica, mas muito simbólica, manifestação pelo ‘’futuro da nossa Serra da Estrela’’ (algo nunca visto, numa pequena e pacata cidade do interior).
Por essa altura lançavam-se também as sementes para a criação do atual Movimento Estrela Viva (MEV). Um movimento de intervenção cívica que assumiu, desde logo, um ‘’compromisso’’ com a comunidade: o de estar alerta e de agir em prol do território, protegendo-o e valorizando-o, e exercendo a sua cidadania ativa em consciência.
Desde esse momento que estamos mais atentos. Tornámo-nos mais exigentes, mas também mais disponíveis para colaborar ativamente com as autoridades e parceiros locais em soluções conjuntas para o nosso território.
Desde então, que o MEV, em colaboração direta com as autoridades e parceiros locais, tem realizado no terreno diversas ações de preservação dos ecossistemas, entre as quais, atividades de reflorestação com espécies autóctones, ações de controlo de plantas invasoras, de sustentação de solos, ou de recolha de sementes; ações de educação e sensibilização ambiental (ex.: plogging na zona da Torre, ou ações nas escolas); ou ainda ações de valorização da cultura e ofícios tradicionais, promovendo o desenvolvimento do meio rural e fazendo pontes com os vários atores da comunidade, de forma a potenciar sinergias, capacitar os cidadãos e ver nascer e crescer novos projetos colaborativos.
Sabemos que os acontecimentos de 2017 marcaram uma viragem na gestão do território rural. O governo português iniciava, por essa altura, um plano que previa uma reforma sistémica na política de prevenção de incêndios florestais, e que incluía medidas como: o bloqueio da área do eucalipto, a criação do programa ‘Aldeia Segura, Pessoas Seguras’, a promoção da limpeza dos terrenos entre as aldeias e os povoamentos florestais, a obrigação da limpeza dos terrenos privados, o cadastro florestal para identificar e responsabilizar proprietários, o uso de fogo controlado ou da pastorícia para reduzir o material combustível, a criação de faixas de proteção, o investimento no associativismo florestal e a criação de Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) – figuras de gestão coletiva do território que asseguram uma gestão mais sustentável da floresta, com maior geração de rendimento e maior eficácia na intervenção dos agentes florestais.
Nos primeiros anos, várias medidas começaram a avançar e houve, de facto, uma mudança de orientação na gestão política e técnica dos fogos. Mas a memória da tragédia foi-se desvanecendo e o plano foi perdendo fôlego, deixando o essencial por cumprir!
Em 2022, a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), que coordenou toda esta reforma, lançava um alerta: ‘’sem um novo ímpeto, o país arrisca-se a assistir de novo à destruição de infraestruturas ou a danos nas comunidades urbanas”.
Ao cenário de dificuldade na implementação destas medidas, juntam-se ainda outros fatores: as vastas áreas de monocultura intensiva de eucalipto e pinheiro que crescem de forma não controlada e, muitas vezes, em terrenos abandonados e não cadastrados; a proliferação acelerada e incontrolada de espécies invasoras (principalmente após os incêndios); as condições climáticas extremas, que só tendem a agravar-se e, finalmente, o despovoamento dos territórios rurais, problema societal há muito identificado e que continua (eternamente!) por resolver, com graves (e irreversíveis?) consequências a este e outros níveis.
A pouca atratividade socioeconómica destes territórios do interior, que se traduz na incapacidade de fixar população e investimento, intensifica o impacto dos incêndios florestais: menos pessoas nas áreas rurais traduz-se numa maior degradação florestal, numa menor capacidade para gerir o risco e numa maior vulnerabilidade destas regiões. Por sua vez, isto reduz a sua atratividade para fixação de população, criando um ciclo vicioso negativo que, se nada for feito, resultará no abandono e desertificação de um território com um património histórico, cultural e natural irrepetível. Não queremos, não podemos deixar que tal aconteça!
E todavia, este ano, os grandes incêndios voltaram. Em apenas três dias, este mês de setembro de 2024 tornou-se o quarto pior ano da última década em área ardida.
Depois da semana crítica que vivemos, é tempo de exigir respostas. E não podemos, nem devemos, embarcar na tese dos bodes expiatórios ou em teorias da conspiração, e culpar os incendiários ou os ‘’interesses instalados’’. Sim, eles existem. Mas o problema é muito mais complexo e prende-se, fundamentalmente, com a incapacidade de o Estado executar no terreno as reformas que tão bem planeia, e também com a nossa falta de exigência e de participação cívica!
Por isso mesmo, é tempo de exigirmos:
● Que sejam implementados mecanismos (fiscais, económicos ou outros) a quem rearborize os seus terrenos com árvores autóctones, mais resistentes ao fogo, a quem cumpra a lei e limpe os seus terrenos, zelando pelo bem comum! Um terreno bem gerido tem menor probabilidade de ser afetado por um incêndio;
● Que se limite a plantação de eucalipto e pinheiro-bravo, promovendo a criação de zonas “mosaico” biodiversas;
● Que se valorizem os serviços do ecossistema, tais como a água, o carbono e a paisagem e se apoiem novas formas de aproveitamento da floresta (ex.: bioeconomia) – há mais na floresta do que apenas madeira!;
● Que se promova e apoie, técnica e financeiramente, a gestão coletiva de terrenos e se mobilizem proprietários, associações florestais, empresas e municípios para esta gestão;
● Que se acelere a implementação do programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, cujo objetivo está muito aquém do que seria desejado;
● Que se promova o recrutamento de mais sapadores florestais, valorizando esta profissão e tornando-a mais apelativa;
● Que se aposte na valorização dos cursos de engenharia florestal nas unidades de ensino superior, em particular no interior do país;
● E, finalmente, que se promova uma discriminação efetivamente positiva dos territórios do interior, territórios que muitos de nós escolheram para aqui viver, trabalhar, ver nascer e crescer os seus filhos, em tranquilidade e em segurança.
É necessário, de uma vez por todas, um compromisso político sério para que se revitalizem os territórios do interior. Melhorando acessibilidades, reforçando a escassa rede de transportes públicos e de serviços de proximidade (saúde, educação,..). Apostando na promoção (e investigação) dos produtos endógenos associados a atividades tradicionais (ex.: pastorícia, apicultura) e seus derivados, promovendo o turismo de natureza, e criando sólidas condições para a fixação e criação de empresas.
É tempo de agir e de tornar estes territórios mais atrativos para viver e investir!
Queremos uma floresta com futuro e um futuro para o nosso Interior!

2.º Encontro Nacional de Coordenadores da Proteção Civil acontece em Seia

O Município de Seia receberá, no próximo dia 15 de novembro, o 2.º Encontro Nacional de Coordenadores da Proteção Civil, um evento dedicado ao tema atual e urgente das “Alterações Climáticas e Fenómenos Extremos: novo paradigma da Proteção Civil ao nível local”. O encontro, que acontecerá no Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE), reunirá especialistas e coordenadores de Proteção Civil de todo o país, promovendo a partilha de conhecimento e a discussão de estratégias inovadoras para a gestão de riscos associados a fenómenos climáticos extremos, com foco na segurança local.

A programação do encontro foi desenhada para abordar as diversas dimensões dos desafios climáticos e a sua repercussão na Proteção Civil ao nível local, desde a segurança das pessoas em situações extremas até à gestão de riscos em zonas de montanha e à recuperação pós-evento. Durante o dia, serão promovidos painéis de debate, mesas redondas e momentos de partilha que visam incentivar a cooperação interinstitucional e fortalecer as capacidades locais de resposta a estes fenómenos.

Restaurante da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia reabre com sabores de Douro e Minho

Todas as quartas-feiras o serviço será assegurado pelos estudantes de “Restauração e Catering”, “Gestão Hoteleira” e de “Cozinha e Produção Alimentar”, sob a supervisão de professores. Num espaço que reproduz o ambiente de um restaurante convencional, este semestre irá recriar a culinária de todas as regiões do país. A segunda semana será dedicada a Trás-os-Montes.

O restaurante da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia reabre esta quarta-feira com gastronomia de Entre Douro e Minho: o menu desta unidade do Instituto Politécnico da Guarda – IPG será composto por Costeletas de Sardinhas, Caldo de Castanhas Piladas, Arroz de Forno à Antiga e Pudim Abade de Priscos.

Com funcionamento semanal, os objetivos deste restaurante chamado “A Escola” mantêm-se iguais ao de anos anteriores: servir de laboratório para os alunos da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) e de aulas práticas com os seus professores, fazendo as delícias da população de Seia, dos estudantes e dos próprios docentes do Politécnico da Guarda.

O serviço será inteiramente assegurado por estudantes do IPG em Seia, sob a supervisão de professores, num espaço que reproduz o ambiente de um restaurante convencional. Neste primeiro semestre a ementa será mudada semanalmente e fará a visita à gastronomia de todas as regiões nacionais.

Se na primeira semana de funcionamento do restaurante “A Escola” os alunos vão confecionar pratos característicos da região de Entre Douro e Minho, na semana seguinte será servido um menu típico da região de Trás-os-Montes e Alto Douro: Bola de Carnes, Sopa de Chícharos Verdes, Feijoada à Transmontana e Toucinho do Céu de Murça.

“A Escola” conta com a coordenação dos chefes Nelson Soares e Rui Cerveira. “Pretendemos assegurar aos futuros profissionais uma compreensão sólida e realista das exigências do setor, preparando-os para enfrentar o mercado de trabalho com competências concretas e confiança na sua execução”, afirma o chef Nelson Soares. “Este ambiente educativo, que simula a realidade da hotelaria e restauração, enriquece a formação e é indispensável para o desenvolvimento integral dos alunos da ESTH”.

A escolha dos menus e a confeção de todos os pratos é assegurada pelos estudantes da licenciatura em Restauração e Catering e do Curso Técnico Superior Profissional (CTeSP) de Cozinha e Produção Alimentar. O serviço de sala fica a cargo dos alunos das licenciaturas em Restauração e Catering e Gestão Hoteleira, sob a supervisão de Nelson Soares.

“O restaurante veio criar a possibilidade de, num ambiente real de trabalho, os estudantes poderem preparar a sua entrada no mercado profissional, uma vez que têm a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos em várias unidades curriculares”, afirma o chef Rui Cerveira, docente do IPG e responsável pelo restaurante A Escola. “Ao mesmo tempo, é uma forma de adquirirem competências e experiência em áreas como a cozinha, a preparação de uma sala e em várias técnicas de servir”.

Segundo Nelson Soares, “o serviço de restaurante é uma componente chave para o desenvolvimento de competências essenciais ao atendimento, comunicação e gestão de situações concretas de serviço, proporcionando aos alunos a oportunidade de aplicar conceitos teóricos num contexto prático”. Para o responsável pela supervisão do serviço de sala, “A Escola não é apenas um espaço de prática, mas também um verdadeiro laboratório de ensino, onde teoria e prática se interligam de forma dinâmica e eficaz”.

A partir de hoje, o restaurante “A Escola” vai funcionar todas as quartas-feiras ao almoço, mediante reserva, a partir das 13h00. A reserva deve ser feita até ao dia anterior ao pretendido, mas, por norma, aceitam-se reservas até às 10h00 do próprio dia.

Música, Teatro e Dança na Casa Municipal da Cultura de Seia em novembro

O Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia recebe, durante este mês, um musical original de Vanessa Silva sobre empoderamento feminino, nos dias 9 e 10, um concerto filarmónico com a Banda Torroselense, a 17 de novembro, e a fechar o mês, um espetáculo de dança e sensibilização sobre violência doméstica de Catarina Branco, no dia 25.

Este fim de semana, nos dias 9 e 10 de novembro, o Cineteatro da Casa Municipal da Cultura recebe quatro sessões (16h e 21h) do musical “E Se a Eva Não Tivesse Trincado a Maçã?”, uma produção senense encenada por Vanessa Silva. O musical original reimagina o papel de Eva na história e na mitologia, explorando temas como igualdade, poder e a busca pela verdade. Ambientado num universo paralelo onde a maçã permanece intacta, a narrativa leva o público a questionar as escolhas e estereótipos que moldam a humanidade, celebrando o espírito humano e o poder da diversidade.

Com encenação de Vanessa Silva e produção da Companhia de Espetáculos VOZES EM ½ PONTA, o musical promete uma experiência sonora e visual envolvente.

No dia 17 de novembro, às 15h, será a vez da Banda Torroselense Estrela D’Alva subir ao palco com o concerto Filarmonias, sob o tema “On Fire – Harmonia em Notas, Partilha de Emoções”. Fundada em 1908, a banda, atualmente composta por 47 músicos sob a direção do Maestro Samuel Correia, desempenha um papel fundamental na cultura local e regional. A Banda Torroselense conta ainda com uma escola de música para 15 alunos, mantendo viva a tradição centenária e garantindo a continuidade deste importante legado musical. A iniciativa Filarmonias, promovida pelo Município de Seia, visa destacar o trabalho das filarmónicas do concelho e valorizar o seu impacto cultural.

No dia 25 de novembro, pelas 21h30, a Casa Municipal da Cultura de Seia apresenta NÃO É AMOR, uma criação de dança de Catarina Branco que aborda a realidade da violência doméstica, que vitimou 31.691 mulheres em Portugal em 2023. O espetáculo é um grito de alerta e uma chamada à sensibilização, explorando, através da linguagem corporal e artística, o impacto emocional e psicológico desta realidade social.

Com duração entre 45 e 60 minutos, NÃO É AMOR é interpretado por Bárbara Hoerlle Vasconcelos e Deivid Correia e conta com o desenho de luz de Renato Alexandre Marinho (NOVA LUX COLETIVO) e videografia de Nuno Mina. A coreografia de Catarina Branco envolve uma intensa expressão artística e simbólica, inspirada em outras disciplinas como a escrita e a fotografia, que refletem as experiências de vítimas de violência de género. O espetáculo conta com a parceria da CIG e da APAV e inclui sessões de trabalho com comunidades em casas de abrigo, fortalecendo o impacto social e comunitário desta obra.

NÃO É AMOR integra o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação de Seia, enquadrando-se nas áreas de Cultura e Educação como instrumento de sensibilização e prevenção para o combate às várias formas de violência.

Os espetáculos contam com o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento cultural e a inclusão social.

E Se a Eva Não Tivesse Trincado a Maçã? – O Musical Original de Vanessa Silva”. O 3º Musical Original da encenadora Vanessa Silva e da Companhia de Espetáculos VOZES EM ½ PONTA decorre nos dias 9 e 10 de novembro na Casa Municipal da Cultura de Seia

A Companhia de Espetáculos VOZES EM ½ PONTA apresenta, em quatro sessões, nos dias 9 e 10 de novembro, pelas 16h00 e 21h00, na Casa Municipal da Cultura de Seia, o espetáculo de Teatro Musical “E Se a Eva Não Tivesse Trincado a Maçã? – O Musical Original de Vanessa Silva”.

Os bilhetes estão disponíveis na Bilheteira da Casa Municipal da Cultura de Seia e na Ticketline, com o Bilhete Normal a 10,00 € e o Bilhete com Cartão Municipal a 5,00 €.

O Musical irá explorar temas de livre-arbítrio, emancipação e as consequências de escolhas individuais num contexto repleto de normas e expectativas. Através da reinterpretação do mito de Eva e do fruto proibido, o Musical desafia a noção tradicional de culpa associada às mulheres em muitas narrativas culturais e religiosas.

A mensagem central pode ser entendida como uma celebração da autonomia e da resistência feminina, questionando as estruturas de poder e o papel socialmente construído que muitas vezes limita as escolhas e liberdades das mulheres. Cada Eva na história, ao enfrentar consequências pelas suas ações independentes, reflete a luta contínua pela igualdade de gênero e pelo direito de fazer escolhas próprias, independentemente das expectativas sociais.

Este Musical convida à reflexão sobre como as sociedades podem evoluir para reconhecer e respeitar a individualidade e os direitos de todos, especialmente das mulheres, desafiando as narrativas que as têm mantido em papéis secundários ou negativos.

Para Vanessa Silva “este é mais do que um simples Musical. Para mim, é uma oportunidade de recriar a história da Eva, essa mulher que sempre foi associada à culpa e à origem do pecado. O que aconteceria se as suas escolhas tivessem sido diferentes? E se Eva tivesse tido a oportunidade de ser mais do que apenas um símbolo de desobediência?”

Através deste espetáculo, a encenadora quer trazer à tona “a reflexão sobre o livre-arbítrio e a liberdade de escolha que todos nós, especialmente as mulheres, deveríamos ter.”

Salienta, ainda, que “este é um convite para questionarmos as narrativas que sempre nos foram impostas e, em vez disso, abraçarmos a nossa própria voz, a nossa própria história. Cada Eva no Musical representa uma faceta da luta pela igualdade de género e pelo direito de ser livre. Porque, no final de contas, a verdadeira força está em escolhermos quem queremos ser e desafiarmos os limites que nos são impostos.”

Sobre a Companhia de Espetáculos VOZES EM ½ PONTA

Fundada a 3 de dezembro de 2019, em São Romão, surgiu com o intuito de responder à procura de novos estímulos e profissionalização do quadro de Alunos de VOZES EM ½ PONTA e potenciais candidatos, resgatando e desenvolvendo as competências dos melhores talentos da região. Conta atualmente com 15 artistas que apresentam Musicais e Performances. No seu portefólio, surgem a produção de 2 Musicais e 3 Performances: “Suspiro” (2021), “Locus” (2021), “Bordô” (2022), “ZEN no Vale da Meia Ponta – O 1º Musical Original de Vanessa Silva” (2022) e “À Distância de Uma Estrela – O 2º Musical Original de Vanessa Silva” (2023).

Fim de semana enriquecido com festas e eventos gastronómicos

Durante dois dias (1 e 2 de novembro), o concelho de Seia acolheu várias festas e eventos gastronómicos: no dia 1 de novembro, com a tradicional Festa dos Santos em Travancinha e no dia 2, nas Aldeias de Montanha, realizaram-se Festa da Castanha na Lapa dos Dinheiros, a Festa das Sopas nos Bombeiros Voluntários de Loriga e a Noite das Caçoilas no Sabugueiro.

Mário Patrão dominou Classe Elétricas no Enduro Sprint de Viana do Castelo

Mário Patrão voltou a estar em destaque no Campeonato Nacional Enduro Sprint ao demonstrar, uma vez mais, o domínio na classe Elétricas, desta feita na terceira ronda que se disputou em Viana do Castelo. A nova Classe Elétricas, este ano reconhecida pela FMP (Federação de Motociclismo de Portugal), já está incluída no respetivo Campeonato.

O atual Campeão do Mundo Cross Country e que desde há alguns anos vem abraçando um projeto de sustentabilidade ambiental defendendo, também, a inclusão desta Classe nos Campeonatos que se disputam sob a égide da FMP, tem demonstrado, pela sua performance, o potencial desta classe e ter uma visão preditiva face a esta categoria.

Sobre a sua prestação na prova que se disputou em terras minhotas, Mário Patrão referiu que “esta foi uma prova muito bem organizada, com especiais desenhadas junto à população o que trouxe muito público, até porque o público de Viana ado Castelo é um dos que nutre especial carinho pelo desporto motorizado. Foi uma ótima prova. Ter toda aquela moldura a assistir, a apoiar, mesmo percebendo que estava aos comandos de uma mota elétrica, com menos potência que as restantes, foi muito bom. O próprio ruído que a mota faz e a própria performance da mota, é ótimo perceber que as pessoas gostam de ver passar, gostam de observar, perceber que é bonito de se ver e que é possível fazer uma corrida bonita e limpa com uma mota elétrica é uma sensação muito boa de reconhecimento. Tive apenas uma ligeira queda numa das especiais, sem gravidade, faz parte. Correu tudo muito bem. É sinal de que estamos no bom caminho. Só posso agradecer aos patrocinadores e a todos os que me apoiam, bem como ao público em geral”, salienta o piloto senense que conquistou a vitória categórica no Veteran Trophy na última edição do Rali Dakar.

Mário Patrão regressa às competições já no próximo mês de novembro quando a dia 17 se disputar a penúltima etapa do Campeonato Nacional de Enduro Sprint em Penacova.

Mostra de Gastronomia: Aromas e Sabores da Montanha à mesa de 20 restaurantes em Seia

Até ao próximo domingo, dia 3 de novembro, a Mostra de Gastronomia “Aromas e Sabores da Montanha” promove o melhor da cozinha regional, numa verdadeira celebração da cultura e tradições da serra da Estrela.

O evento celebra os sabores autênticos da gastronomia serrana, destacando os produtos locais nos 20 restaurantes aderentes e através de diversas iniciativas, como o mercado de sabores, aulas de culinária com o chef Hélio Loureiro e um passeio de identificação de cogumelos.

Durante cinco dias, o concelho transforma-se no palco de uma viagem gastronómica pelos sabores da montanha, destacando pratos típicos como o cabrito assado, o borrego, o bacalhau com broa, a truta, o afamado Queijo Serra da Estrela, o requeijão, os enchidos, o mel e o icónico Bolo Negro de Loriga, sem esquecer o toque distinto do medronho e os premiados vinhos do Dão, sub-região da Serra da Estrela.

A Mostra contará com a participação especial do Chef Hélio Loureiro, embaixador do evento, que estará presente em várias atividades, trazendo a sua experiência e paixão pela cozinha tradicional.

Amanhã, dia 31, pelas 10h00, os apaixonados pela natureza poderão participar num passeio micológico no Souto da Lapa dos Dinheiros, onde aprenderão a identificar cogumelos comestíveis.

A 2 de novembro, das 9h00 às 13h00, o Mercado de Sabores no Mercado Municipal de Seia será o ponto de encontro para produtores locais, com uma oferta variada de produtos sazonais, desde o queijo e requeijão até ao mel, enchidos, pão e broa. As confrarias do Requeijão com Doce de Abóbora e da Broa e Bolo Negro de Loriga marcarão presença, reforçando o vínculo entre tradição e inovação.

A Mostra de Gastronomia “Aromas e Sabores da Montanha” é uma oportunidade para redescobrir a autenticidade da cozinha de Seia, explorar a riqueza dos seus produtos e valorizar o património gastronómico da região. Entre os sabores da montanha e as tradições que enchem a alma, há muitos motivos para visitar Seia e saborear o melhor deste território.

Dia Nacional do Enfermeiro de Reabilitação

Unidade de Enfermagem de Reabilitação do Hospital Nossa Senhora da Assunção promove várias atividades no Parque Municipal de Seia

A Unidade de Enfermagem de Reabilitação, do Hospital Nossa Senhora da Assunção, vai organizar um evento intitulado “Dia Nacional do Enfermeiro de Reabilitação”. A iniciativa decorrerá no próximo domingo, dia 13 de outubro, entre as 14:00 e as 18:00 horas, no Parque Municipal de Seia.

A tarde será preenchida com diversas atividades, onde todos poderão participar.

No final haverá um lanche partilhado que ficará a cargo de cada participante.