Início Site Página 153

Ninguém o pode negar! Urge reconhecer a sua ação

Pode não gostar-se da pessoa, discordar da sua maneira de ser, criticar até alguns procedimentos, verberar certas opções no que concerne aos empreendimentos do Município enquanto foi seu presidente, contestar até o cunho político-partidário que, em muitas ocasiões, incutiu à sua ação autárquica, mas há uma realidade que, cada vez se mostra mais clara, evidente e irrecusável: a transformação qualitativa que operou em todo o concelho, desde Torroselo a São Romão, de Várzea a Santa Marinha, passando pela cidade de Seia em direção a Loriga, Teixeira, Cabeça, Vide ou Alvoco da Serra.

Estamos natural e necessariamente a falar de Eduardo Mendes de Brito, aquele que, oriundo da Vila de São Romão, exerceu as funções de Presidente da Câmara durante três mandatos. Estamos tão à vontade para dissertar sobre a sua ação quanto é certo e verdadeiro que fomos adversários políticos aguerridos sem nunca termos passado as fronteiras do respeito e da educação recíprocas. Não lhe estamos a pagar qualquer favor, seja de que espécie for. O que não podemos é mantermo-nos indiferentes diante de algumas pessoas do nosso concelho, designadamente de Seia e São Romão que, calando a voz da consciência, cerrando os olhos às realidades, procuram ignorar, esquecer, omitir e negar, a portentosa obra que realizou em todas as freguesias e lugares do concelho de Seia.

Façam uma viagem através do concelho munidos de papel e caneta ou de máquina fotográfica e, no final, respondam com consciência, verticalidade, isenção e verdade: É ou não verdade o que dizemos? É ou não verdade que Eduardo Brito, foi um dos autarcas a quem se fica a dever a transformação qualitativa operada em todo o concelho? E nos Bombeiros, na Ação Social, no Campo Cultural, na componente humana, houve melhor? Então, para que são esses detratores que teimam em não querer ver e aceitar tão indiscutível realidade? Diz quem sabe que o mais cego não é aquele que não vê, mas aquele que não quer ver.
O seu a seu dono! Contra factos não há argumentos! “ Res non verba”/ “Obras e não palavras”.

3 nov. a 31 dez. | 10h às 18h – XXI Exposição de Fotografia de Ambiente do CISE

0

Exposição itinerante de fotografia de ambiente, este ano sob o tema “Reconstruindo o clima da Estrela”.

A exposição integra fotografias do senense, designer e fotógrafo, Filipe Patrocínio, e é dedicado ao “clima”, enquadrando a serra da Estrela como local privilegiado para este tipo de estudos, uma vez que contém inúmeros vestígios dos últimos períodos glaciares.

Por esta razão, recentemente, um grupo de cientistas escolheu as lagoas da Estrela como palco de investigação, procurando, através dos sedimentos acumulados no fundo das lagoas durante milhares de anos, desvendar as histórias que aqui se preservam.

Conhecedor da montanha, o fotógrafo guiou a equipa numa vertiginosa caminhada, revelando o percurso mais cómodo até às lagoas mais isoladas e menos intervencionadas da serra da Estrela. A exposição fotográfica revela-nos os desafios do projeto e as descobertas obtidas.

Entrada livre

Novembro | das 10h às 18h – Exposição “Cogumelos da Serra da Estrela”

0

Os cogumelos silvestres constituem um importante recurso natural das florestas da serra da Estrela, cuja conservação é fundamental ao equilíbrio destes ecossistemas.

Porém, estes organismos ainda são pouco conhecidos e causa de receio das populações, em virtude da possibilidade de confusão entre espécies tóxicas e comestíveis.

Para um melhor conhecimento e divulgação destes organismos e para a salvaguarda deste recurso, o CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela apresenta, durante o mês de novembro, uma exposição que retrata a diversidade de cogumelos da serra da Estrela.

A exposição reúne uma coleção de imagens do fotógrafo de natureza Samuel Duarte e quatro terrários representativos dos principais habitats florestais do Parque Natural da Serra da Estrela, os soutos e castinçais, os carvalhais, os pinhais e os vidoais. Nestes, além de se recriar alguns dos habitats da montanha, são exibidos exemplares ao vivo de vários cogumelos.

Na exposição é ainda possível adquirir informação sobre boas práticas de colheita de cogumelos, e observar, ao microscópio e à lupa binocular, alguns aspetos da morfologia destes organismos.

Entrada livre

11 nov. | sábado  – III colóquio da Diabetes da ADDG

0

A Associação de Diabéticos do Distrito da Guarda promove o terceiro colóquio dedicado ao tema das diabetes.

Entrada livre

11 nov. | sábado | 10H – Passeio Expedicionário às Penhas Douradas

0

O fim da expedição científica à Serra da Estrela de 1881 é marcado pela curiosidade em explorar o território, surgindo novas incursões de conhecimento, passeio e desporto. Os novos expedicionários, excursionistas e touristes, lançam-se na aventura, bem apetrechados de equipamentos, mantimentos e outros recursos para permanecerem na serra. Mas a Estrela guarda segredos que serão desvendados neste passeio expedicionário.

O itinerário tem início junto à Casa da Fraga, é organizado pelo CISE, com o acompanhamento e interpretação da historiadora Helena Gonçalves Pinto.

Com uma extensão de 6 km e uma tipologia circular, o passeio inclui a visita a alguns dos locais mais emblemáticos das Penhas Douradas, como o Corgo das Mós, o Vale das Éguas e o Fragão do Corvo.

A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

26 nov. | domingo – Festival de Orquestras de Música Ligeira “José Hortênsio”

0

Organização: Orquestra Juvenil da Serra da Estrela

Entrada livre

18 nov. | sábado | 21h30 – “MARIA DE MEDEIA” – Teatro das Beiras

0

Maria de Medeia fala sobre um casal de atores que decide revisitar o mito da tragédia clássica de Eurípides.

Maria de Medeia oscila entre a vida real do casal e o processo criativo, estabelecendo um paralelismo entre os desafios que enfrentam nas suas vidas pessoais e os conflitos retratados na tragédia.

Ao longo da narrativa e à medida que os ensaios avançam, os limites entre a realidade e a ficção começam a desvanecer-se e os ensaios tornam-se num campo de batalha emocional.  Esta criação é uma exploração profunda das tensões que surgem quando a arte se mistura com a vida e onde os limites entre personagens e atores, realidade e representação, amor e ódio se cruzam.

Esta proposta interroga a condição da personagem Medeia enquanto símbolo poderoso e complexo das questões de gênero, transversal a todos os séculos e que continua a provocar discussões sobre o papel e o poder das mulheres na sociedade atual.

Maria de Medeia joga-se na hibridez entre a antiguidade e as Medeias contemporâneas.

Ficha artística:

Texto: Luísa Pinto e Joaquim Gama, a partir de Eurípides

Encenação: Luísa Pinto

Assistente de Encenação: Joaquim Gama

Interpretação: Sílvia Morais e Bernardo Sarmento

Música original:  Cristina Bacelar

Espaço cénico: Luísa Pinto

Desenho de Luz: Fernando Sena

Figurinos: Rafaela Graça

Maquete Digital: Cláudio Valente

Produção: Teatro das Beiras

11 nov. | sábado | 21h30 – Sérgio Godinho

É inegável colocar Sérgio Godinho no centro da vida portuguesa desde que nos finais de 1971 publicou o seu primeiro trabalho discográfico, o EP “Romance de um dia na estrada”, que antecedeu em pouco meses a edição do LP “Os Sobreviventes”, obra charneira da nova música portuguesa.

A celebrar 50 anos de atividade criativa, onde se incluem mais de três dezenas de registos discográficos, entre gravações em estúdio, ao vivo e em colaboração, o “escritor de canções” é figura central no que de mais importante e interessante se produziu em termos líricos e musicais em Portugal.

O mais recente, “Nação Valente”, o seu 18º álbum de estúdio, assumirá papel de destaque nesta noite. As mais recentes criações e que trouxeram colaborações inéditas, inesperadas e, diríamos, bem-sucedidas com David Fonseca, Filipe Raposo ou com o velho companheiro José Mário Branco, serão testemunhos da vitalidade criativa de Sérgio Godinho.

Mas talvez que a apresentação desta noite possa assumir o título de “Nação Valente & Outras Histórias”, afinal estamos perante uma voz que nos conforta e inquieta desde a década de 70 do século passado e em que olhar a sua obra é também descobrir uma parte significativa da nossa vivência, do nosso quotidiano, do amor, das lutas, das perdas e das alegrias.

Um espetáculo a não perder que promete emoções fortes seja qual for o nível de experiência do público na arte godineana – para os novatos, uma descoberta; para os habitués, também uma descoberta mas continuada.

Bilhetes: Normal – 20 €; C/ Cartão Municipal – 10 €

CineEco – um ex-líbris de Seia

Decorreu em Seia, entre os dias 05 e 13 de Outubro, a 29ª edição do CineEco, que é o único festival de cinema em Portugal dedicado exclusivamente à temática ambiental e que, por iniciativa da Câmara Municipal, tem vindo a ser realizado, de forma ininterrupta, desde 1995.

O CineEco é de entrada gratuita e, para além dos filmes a concurso nas diversas categorias, inclui também um conjunto de atividades paralelas como sejam conferências, concertos, workshops e exposições.
Na edição de 2023 do que é o mais antigo e internacional evento de cinema ambiental existente Portugal, foram escolhidos para exibição, dentre os cerca de 300 filmes a concurso, 65 filmes de 27 países pertencentes a vários continentes.


O CineEco conseguiu já obter uma grande notoriedade e granjear um enorme prestígio nacional e internacional, sendo atualmente um grande ex-líbris da marca Seia para Portugal e para o Mundo.


Importa sublinhar aqui a visão dos pioneiros que, em 1995, lançaram em Seia esta iniciativa, altura em que não era ainda tão evidente como hoje a importância do ambiente e da sustentabilidade para a Humanidade.
Recordo a este propósito que só em 1997 as Nações Unidas conseguiram estabelecer, no Protocolo de Kyoto (Japão), o acordo de um significativo conjunto de países sobre metas e prazos para a preservação do ambiente, nomeadamente em termos de redução de emissões de gases de efeito de estufa.


O CineEco constitui hoje uma ferramenta importante em termos de divulgação e debate dos temas ambientais relevantes, sendo cada vez mais pertinente a sua existência face à agudização dos problemas originados pelas alterações climáticas e pelo esgotamento dos recursos naturais e energéticos.


A organização do CineEco faz, naturalmente, todo o sentido para o concelho de Seia, um município de montanha situado em pleno Parque Natural da Serra da Estrela onde a Natureza e a preservação do ambiente tem que constituir uma verdadeira prioridade.


Apesar disso, é de elementar justiça e absolutamente indispensável enaltecer a resiliência dos diversos executivos da Câmara Municipal, bem como das diversas Comissões organizadoras do CineEco que, mesmo nos tempos mais difíceis, em que havia grandes limitações de recursos financeiros, nunca deixaram de garantir a realização deste festival de cinema.


A notoriedade do CineEco foi ainda mais reforçada em 2021 com a publicação do livro “Cinema Ambiental em Portugal – filmes do mundo em 25 anos de CineEco”, da autoria de Mário Branquinho, que foi desde sempre um grande impulsionador e dinamizador do projeto, tendo sido diretor do festival em várias edições.
A continuidade da realização, no futuro, de um evento que, através do cinema, promove os valores ambientais e de sustentabilidade deve ser uma prioridade absoluta da Câmara Municipal, no sentido de continuar a reforçar a notoriedade de Seia em Portugal e no Mundo no âmbito da temática ambiental.


A angariação de parceiros e patrocinadores adequados e com ligação ao tema do ambiente, bem como o envolvimento da comunidade escolar e da sociedade senense em geral, são elementos importantes e indispensáveis para garantir a continuação do êxito da iniciativa.


Importa, também, envolver ainda mais a Escola Superior de Turismo e Hotelaria, nomeadamente considerando a vertente do Turismo de Natureza, na promoção e dinamização do evento, assim como garantir a adesão da comunidade empresarial do concelho.


Neste âmbito, seria muito relevante fomentar e apoiar o aparecimento de iniciativas empresariais ligadas à indústria do ambiente, nas suas mais diversas vertentes, área que no futuro se perspetiva de enorme crescimento e que, para além disso, possui uma boa interligação com a realização do CineEco, sendo que o próprio festival de cinema se pode constituir como um instrumento útil na divulgação e promoção aquém, e além fronteiras, de novos projetos empresariais senenses.

Israel e Palestina

0

Sábado, dia 7 deste mês de outubro, um grupo do Hamas, organização militar da região de Gaza, considerada terrorista, atravessou a fronteira de Israel, país extremamente militarizado, bem equipado com armas modernas e com serviços de informações conhecidos no mundo e, em território israelita mataram e levaram mais de 200 cidadãos israelitas como reféns.
Este episódio indignou o mundo pela barbárie e pela violência Logo de seguida, Israel respondeu. Começou a guerra. Começaram as notícias:

“Seis pessoas morreram num ataque aéreo a uma escola da agência da ONU em Gaza”.
Notícia: “Mortos por bombardeamentos em Gaza chegam a 3000 desde o inicio da guerra”.
Os apoios a Israel chegaram dos EUA e de países europeus.
O governo de Israel apelava que o mundo deve estar unido para derrotar o Hamas.
As notícias passaram a ser alarmantes.

“O Ministério de Saúde de Gaza diz que os hospitais colapsaram e pede à população que dê o combustível que tiver para manter o hospital em funcionamento”.
Gaza foi cercada. Está cercada há muitos anos.
A Palestina já tem muitas décadas de guerra e de opressão sobre o seu povo.
Israel cortou a eletricidade, a água, os combustíveis a Gaza.
2 milhões de pessoas ficaram sem ter o mais básico para viver.
São 2 milhões de pessoas a viver há anos num território de área reduzida.
População extremamente pobre, maioritariamente de crianças.
Notícia “Ataque a hospital de Gaza terá causado meio milhar de mortos”.
O Hamas culpa Israel. Israel culpa organizações islâmicas.
Notícia: “Escalada da guerra matou mais de 724 crianças e feriu 2.450, informou a UNICEF, organismo da ONU, que não apresentou número de vítimas menores do lado israelita.
O presidente dos EUA esteve em Israel. Levou apoio, ajuda económica e militar a Israel.
Em 1947, por iniciativa dos vencedores da Segunda Guerra Mundial, EUA e Inglaterra, formou-se o Estado de Israel, em territórios habitados por palestinianos, ficando a Palestina numa área reduzida, reconhecida pela ONU como Estado independente.
Mas parte dos seus territórios foi ocupada por Israel.
Desde 1947 já houve outras guerras, que Israel aproveitou para alargar a sua área geográfica
A Nações Unidas estão “em choque” com a morte de 29 membros da sua Instituição.
Desde o início do conflito entre Israel e o Hamas, já 29 funcionários das Nações Unidas perderam a vida em Gaza.
Palestina tem direito ao seu território, a ter o seu governo e o seu exército, para se defender.
Assim como Israel tem direito a se defender e a ter o seu território.
Um cidadão, uma criança israelita tem direito à vida, à escola, a um sistema de saúde, assim como uma criança palestiniana tem direito à vida, à saúde, à escola.
O fim desta guerra só acaba quando Israelitas e Palestinianos tenham seus territórios e se respeitem, sem ocupações e sem bombardeamentos. Em PAZ.
Os EUA e países da Europa têm responsabilidades. Devem dar contributos para a paz.
Para haver paz, não pode haver submissão de uma das partes.
Acabar com a constante anexação de territórios por Israel.
Que os povos de Gaza e da Palestina não sejam submetidos a viver em bairros degradados, num espaço geográfico reduzido e debaixo de constantes bombardeamentos.
As condições de vida naqueles territórios são desumanas. São essas condições de vida que fazem e despertam as revoltas e os terrorismos.