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Inaugurado Festival Artis de Seia

Foi inaugurado, este sábado, o festival Artis, um evento promovido pela Associação de Arte e Imagem de Seia.

A iniciativa, que vai decorrer durante três meses (até 28 de julho), vai contar com muitas atividades, nomeadamente, workshops, tertúlias, sessões de cinema, teatro, entre outras.

Com a temática “Liberdade – a Arte saiu à rua”, o festival conta com obras a concurso de mais de 80 artistas nacionais e internacionais.

Inserido na inauguração, o festival abriu com um espetáculo musical a cargo dos “The Lengendary Tigerman”, um concerto contagiante, onde o público vibrou com a massa sonora explosiva, manobrada por Paulo Furtado.

Município organiza Caniltrail na Senhora do Desterro

O Canil Municipal vai organizar, no próximo dia 19 de maio, uma manhã de aventura e diversão entre famílias e canídeos. O evento designado de “Caniltrail” volta a contar com a colaboração do Sargento Jorge Guilherme, tendo como cenário a Senhora do Desterro.

Depois do sucesso da primeira edição, que aconteceu no início de abril, a organização antevê mais um grande momento de socialização, exercício físico e diversão. O encontro está agendado para as 10h da manhã, junto ao Coreto da Senhora do Desterro, e possibilitará aos participantes efetuar um percurso de 3km de aventura, com provas de obstáculos naturais.

O convite volta a ser dirigido a famílias com e sem animais, mantendo-se a possibilidade de participação com os cães alojados no Canil Municipal. Os animais participantes deverão ser portadores de coleira/arnês guiados por trela, ter identificação eletrónica e boletim sanitário do animal, com vacinação antirrábica válida.

A participação carece de inscrição prévia, até 16 de maio (em cm-seia.pt), é de participação livre, solicitando-se apenas a colaboração sob forma de donativo em géneros, a reverterem para os animais do Canil.

O Caniltrail é mais uma forma de promoção da socialização entre canídeos e tutores e da adoção responsável de animais alojados no Canil Municipal de Seia.

Seia – Formações sobre segurança e incêndios nos condomínios de aldeia

O Município de Seia, em estreita colaboração com as corporações dos bombeiros voluntários de Loriga e São Romão, realiza durante a próxima semana, um conjunto de formações nas aldeias de Corgas, Vasco Esteves de Baixo, Outeiro da Vinha e Balocas.

As formações integram a projeto delineado para o “Condomínio de Aldeia: Programa Integrado de Apoio às Aldeias Localizadas em Territórios de Floresta” – “Corgas, Vasco Esteves de Baixo, Outeiro da Vinha e Balocas”, e têm como principal objetivo dotar a comunidade de ferramentas preventivas e de segurança contra incêndios.

No total a comunidade irá receber 10 horas de formação, distribuídas por várias temáticas, nomeadamente sobre medidas de autoproteção e de extinção, segurança contra incêndios em edifícios, meteorologia, queimas e uma sessão prática sobre queima de sobrantes agrícolas.

As formações são ministradas nas aldeias que integram o projeto Condomínios de Aldeia. Os Bombeiros Voluntários de Loriga são responsáveis pela transmissão de conhecimento em Outeiro da Vinha (dias 6 e 8 de maio), Vasco Esteves de Baixo (dias 7 e 9 de maio) e Balocas (dias 10 e 13 de maio). A aldeia de Corgas, na freguesia de Sandomil, recebe os Bombeiros Voluntários de São Romão, em duas sessões a realizar nos dias 9 e 10 de maio.

O projeto Condomínios de Aldeia tem como principal objetivo garantir a resiliência, a sustentabilidade e a valorização do território, na envolvente às áreas de edificado.

Financiado pelo Fundo Ambiental, através do Plano de Recuperação e Resiliência, o projeto prevê a reconversão da paisagem na faixa de gestão de combustível com uma largura de 100 metros, para outros usos, como, a instalação de olival, plantação de medronheiros e cerejeiras. Assim como, beneficiação da galeria ripícola. No âmbito destes Condomínios de Aldeia foram, ainda, instalados dois ecopontos florestais, método alternativo à queima de sobrantes agrícolas e florestais.

O Nascer de uma Alvorada

Será com todo prazer e alegria que mais um Ano se Fala sobre o 25 de Abril.
Este ano quando perfaz os 50 anos da sua realização, deixa-nos satisfeitos que toda a imprensa lhe faça referência porque, afinal, a quase totalidade dos portugueses, não esquece esse dia glorioso. Não só porque nasceu para todos uma vida de esperança e liberdade, como, também, se deram os primeiros passos para uma vida melhor para a maioria do povo português.
O 25 de Abril foi um dia em que Nasceu uma Alvorada neste nosso Portugal amordaçado em que se descobriu que só 6 famílias em Portugal detinham 95% das Fortunas deste País. O resto vivia mal. Só por aí podemos avaliar a autêntica miséria em que o Povo vivia.
Por isso, festejar o 25 de Abril, é um dever e todos, em uníssono, dizer: VIVA O 25 DE ABRIL!
Com bastante mágoa diremos hoje que há pessoas, embora historicamente formadas, que andam por aí a desvirtuar as conquistas alcançadas para alcançar de novo os seus privilégios não olhando a meios para atingir os seus fins.
Basta ver e ouvir as televisões e rádios para ver esses barões e “capangas” a falarem e insurgirem-se que tudo está mal e o país, sendo governado por eles, correria o leite e mel. As suas atitudes são de reprovar, pobres em soluções, não sabendo como é saber governar um país onde a verdadeira classe trabalhadora deveria viver bastante melhor do que vive.
Todavia, também o 25 de Abril trouxe maus exemplos para uma certa classe governante (e não só) que, rapidamente, quiseram enriquecer. Para nós é o preço que pagamos pelas democracias propaladas onde a maior parte quer ser rica, com poder e ter dinheiro… tudo o resto, pouco importa, como sendo esta forma de pensar, a mais correta para nos trazer a felicidade. Tristes coitados! Não se esqueçam que, um dia, a justiça Divina chega a todos e tudo cá deixam e nada lhes serve os bens mundanos. Que as pessoas vivam sem dificuldades, todos concordamos… Sendo essa uma ambição legítima. Contudo, não sejamos escravos do dinheiro!
A todas as gerações que não viveram o 25 de Abril, recomendamos que o façam e venham a saber e incutir aos seus filhos e netos, o seu verdadeiro significado. HAVEMOS DE CHORAR OS MORTOS, SE OS VIVOS O NÃO MERECEREM!

Abril 2024 – 50 Anos de Democracia e Liberdade…

Comemorámos 50 anos de Democracia e Liberdade.
Foi numa radiosa manhã que o movimento dos capitães pôs em marcha um golpe militar que tinha como principal objetivo derrubar o governo do Estado Novo, instaurar, de novo, no país, a Democracia e a Liberdade, devolver o poder ao povo e acabar com as desigualdades, a corrupção, a prepotência e as vinganças governativas. O ideário dos militares permitia antever uma nova era em Portugal, um tempo de Liberdade, Justiça, tolerância, alegria, emprego, Igualdade de oportunidades, melhores salários, Saúde, Educação, numa palavra: um tempo de DEMOCRACIA. O Povo português, nós todos, afinal, devemos sentir-nos gratos aos militares de Abril, ter por todos o maior respeito e a todos testemunhar a mais profunda gratidão.

DESCOLONIZAR, DEMOCRATIZAR… e DESENVOLVER?

Aqueles que viveram o 25 de Abril recordam os famosos “3Ds” correspondentes às três medidas que integravam o programa do Movimento das Forças Armadas (MFA), objetivos que deveriam ser atingidos alicerçados num princípio fundamental, o da liberdade, o valor mais precioso e, de facto, alcançado e vivido. Portugal mudou muito desde essa data mas, se “descolonizar” e “democratizar” foram executados com maior ou menor sucesso, o desenvolvimento do país está muito longe das expetativas criadas e a situação em que hoje o país se encontra é uma desilusão, como resultado das políticas implementadas sucessivamente, nos últimos 50 anos, pelos vários atores e agentes políticos. Se acrescentarmos a isso o facto de termos recebido quase 160 mil milhões de euros da UE nos últimos 37 anos, alguns deles para alimentar a corrupção, é uma frustração, um falhanço da política e dos políticos, estando por cumprir o desenvolvimento prometido.
A juntar à pobreza, que nos deveria envergonhar, estão por cumprir direitos básicos em qualquer país desenvolvido, nomeadamente, na justiça, na habitação, na saúde, na educação e no emprego e, neste, sobretudo na camada jovem.
As últimas eleições legislativas revelaram dois dados dignos de registo e de análise;
os jovens mobilizaram-se para o ato eleitoral e manifestaram uma mudança nas opções políticas, com uma crescente atração pela direita.
Os sinais, vindos das várias camadas da população, já se vêm a manifestar há muito tempo, mas parece não incomodar os governantes políticos, acomodados nos seus lugares.

Abril – o que falta fazer

No passar dos cinquenta anos do 25 de Abril, provavelmente, para além de sublimarmos e celebrarmos a data histórica, importará realizar um balanço sobre o que, após cinquenta anos, ficou melhor e o que, entretanto, piorou. Sim, porque nem tudo melhorou.
Melhoraram, e muito, as condições de vida do povo português, sobretudo daquele povo que vivia fora das cidades e que assistiu a uma revolução nas infraestruturas, de saneamento e abastecimento de água potável. Também as condições de habitabilidade sofreram uma melhoria tremenda, tal como o acesso à educação, tendo, em cinquenta anos, Portugal atingido taxas superiores à média europeia no número dos que frequentam o ensino superior.
Em geral, tudo melhorou, e muito, mas o quadro jurídico-político em que assenta o sistema de governação português que vigora há cinquenta anos necessita de uma intervenção para que a política e a justiça sirvam melhor a democracia e a economia portuguesas. O quadro legislativo português é demasiado permissivo a situações delapidadoras da moral e da economia, como temos vindo a assistir nos casos de indeminizações e reformas milionárias. Um país que tem divida, ainda que não tenha “déficit”, não deveria ser luxurioso, mas sim modesto e criterioso.
Também o sistema judicial deveria ser “reconstruído”, de forma a tornar-se confiável, mais seguro e mais certo, de forma a evitar os atropelos entre órgãos judiciais e judiciários. A confusão não credibiliza ninguém e o País necessita de um sistema judicial credível, eficiente e célere o suficiente para suporte da nossa economia. Os atrasos processuais não abonam a favor da captação de investidores que desejam eficiência e não apenas eficácia.

Plástico: um material útil mas extremamente perigoso

A descoberta do plástico teve origem na necessidade de trazer um alívio à Natureza dado que alguns materiais naturais estavam a desaparecer face à sua intensa utilização.
O plástico surge como um material revolucionário dado que é barato, versátil e de rápido fabrico pelo que, no pós 2ª guerra mundial, começou a ser aproveitado para bastantes utilizações: “tupperwares”, brinquedos, biberões, cadeiras, mobiliário, embalagens, bem como a ser incorporado em várias indústrias, como automóveis, computadores ou eletrodomésticos.
Atualmente o plástico é uma “peça central” na crise ambiental, a sua produção aumentou 8 vezes desde 1970, sendo que dos 8,4 mil milhões de toneladas de plástico produzidas em todo o mundo desde o início do séc. XXI só 9% foi reciclado, pelo que o plástico cobre a Terra e os Oceanos, quase como se se tratasse de uma doença.
O plástico é maravilhoso por ser bastante durável, mas é, simultaneamente, terrível por ser muito durável, demorando centenas de anos a desaparecer, sendo que quase todos os pedaços de plástico já produzidos ainda estão, de alguma forma, no Planeta.
No Oceano Pacífico existe uma ilha formada de plástico que tem cerca de 3 vezes o tamanho da França e cerca de 16 vezes o tamanho de Portugal, estimando-se que os plásticos aí existentes asfixiem ou afoguem anualmente cerca de 100 000 animais marinhos, afetando mais de 700 espécies.
A nossa sociedade está a fazer dos oceanos uma lixeira, estimando-se que todos os anos entrem entre 5 a 12 milhões de toneladas de lixo de plástico no oceano pelo que, a manter-se este ritmo, em 2050 os oceanos terão, em peso, tanta quantidade de plástico como de peixe!
Acresce que nos oceanos o plástico se parte em pequenos pedaços – os microplásticos- que são confundidos com o plâncton, pelo que o plástico entra na cadeia alimentar de peixes e aves marinhas (estima-se que cerca de 90% das aves marinhas já ingeriram plástico), provocando, em várias circunstâncias, a sua morte.
Refira-se ainda que quer os microplásticos, quer os nanoplásticos (plásticos muitíssimo pequenos) afetam atualmente todos os processos ecológicos do planeta, no solo, na água e no ar, havendo investigações que comprovam que também já estão presentes em diversos sistemas do corpo humano, sendo promotores de inflamações e favorecendo o desenvolvimento de tumores no organismo.

Chegou o calor… mas os parasitas também!

Chegaram os dias mais longos, o sol quentinho a dar as boas vindas à Primavera, e sabem quem adora esta altura do ano? As pulgas e as carraças! As pulgas são parasitas externos de mamíferos e alimentam-se do sangue dos hospedeiros que parasitam. Existem inúmeras espécies de pulgas, mas felizmente apenas algumas infestam cães, gatos e humanos. A Pulex Irritans (a pulga humana) normalmente é encontrada em mamíferos selvagens e ocasionalmente infesta cães e gatos. O grande problema das pulgas é que a única fase de vida delas que o olho humano vê é a adulta, que representa apenas 5% do total, ou seja 95% das pulgas estão no ambiente onde o animal vive e nós não as vemos! Assim sendo, se os seus animais de estimação tiverem pulgas visíveis, essa é apenas a ponta do iceberg! Deve tratar os seus animais com desparasitantes adequados, bem como o ambiente em que eles vivem, sob o risco da casa continuar infestada de pulgas não visíveis ao olho humano: os seus ovos têm apenas 0,5 milímetros de comprimento. As pulgas fêmeas iniciam a postura de ovos muito rapidamente: em apenas 20 horas após a sua primeira refeição de sangue são capazes de produzir até 50 ovos por dia, até 100 dias consecutivos!
O prurido e irritação da pele são os sinais clínicos mais rápidos e comuns na infestação por pulgas, mas em alguns animais (incluindo humanos) poderá surgir a Dermatite alérgica à picada de pulga, onde o organismo reage exageradamente à saliva de pulgas, sendo possível observar áreas de alopecia (peladas), descamação, hiperpigmentação e espessamento da pele. Além disso, os 3 tipos de pulgas mais comuns em Portugal são os hospedeiros intermediários do Dipylidium caninum, um tipo de parasitas internos (vulgarmente chamadas de lombrigas ou bichas). Além de todos estes problemas de saúde, as pulgas consomem quantidades relativamente grandes de sangue do animal que parasitam, e as consequências podem ser muito graves, inclusive anemia e até a morte.
As carraças são outro grande problema parasitário, pois alimentam-se de muitos vertebrados terrestres em todo o mundo! As carraças foram adaptando-se às áreas urbanas, podendo ser encontradas no interior das nossas residências. Depois das carraças fêmeas se alimentarem no animal, vão procurar lugares altos, sem humidade e com baixa luminosidade, com frestas, rodapés, batentes de porta, atrás de quadros e nos estrados de camas, para fazerem o ninho. É mais fácil encontrar as carraças no ambiente geralmente em paredes ou muros, ao amanhecer ou entardecer, pois são momentos em que o clima está fresco e vão procurar alimento.

O poder do Design Gráfico: A arte que transforma o mundo visual

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O poder do Design Gráfico: A arte que transforma o mundo visual
O mundo ao nosso redor é um palco de constante comunicação visual e o design gráfico é a força motriz por detrás dessa linguagem. É a ferramenta poderosa da expressão.
Quer conhecer este “poder”?
Na sua essência podemos defini-lo como a arte de comunicar através de elementos visuais. Envolve a combinação de imagens, tipografias, cores e layouts para transmitir ideias, informações ou emoções.
O design gráfico vai muito além de apenas tornar as coisas bonitas. Um bom design pode cativar a atenção de qualquer pessoa, se transmitir valores e significado para a marca. Logótipos, cores e elementos visuais distintos ajudam a criar uma imagem reconhecível e coesa, fortalecendo a presença e a reputação de uma marca.