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Ninguém o pode negar! Urge reconhecer a sua ação

Pode não gostar-se da pessoa, discordar da sua maneira de ser, criticar até alguns procedimentos, verberar certas opções no que concerne aos empreendimentos do Município enquanto foi seu presidente, contestar até o cunho político-partidário que, em muitas ocasiões, incutiu à sua ação autárquica, mas há uma realidade que, cada vez se mostra mais clara, evidente e irrecusável: a transformação qualitativa que operou em todo o concelho, desde Torroselo a São Romão, de Várzea a Santa Marinha, passando pela cidade de Seia em direção a Loriga, Teixeira, Cabeça, Vide ou Alvoco da Serra.

Estamos natural e necessariamente a falar de Eduardo Mendes de Brito, aquele que, oriundo da Vila de São Romão, exerceu as funções de Presidente da Câmara durante três mandatos. Estamos tão à vontade para dissertar sobre a sua ação quanto é certo e verdadeiro que fomos adversários políticos aguerridos sem nunca termos passado as fronteiras do respeito e da educação recíprocas. Não lhe estamos a pagar qualquer favor, seja de que espécie for. O que não podemos é mantermo-nos indiferentes diante de algumas pessoas do nosso concelho, designadamente de Seia e São Romão que, calando a voz da consciência, cerrando os olhos às realidades, procuram ignorar, esquecer, omitir e negar, a portentosa obra que realizou em todas as freguesias e lugares do concelho de Seia.

Façam uma viagem através do concelho munidos de papel e caneta ou de máquina fotográfica e, no final, respondam com consciência, verticalidade, isenção e verdade: É ou não verdade o que dizemos? É ou não verdade que Eduardo Brito, foi um dos autarcas a quem se fica a dever a transformação qualitativa operada em todo o concelho? E nos Bombeiros, na Ação Social, no Campo Cultural, na componente humana, houve melhor? Então, para que são esses detratores que teimam em não querer ver e aceitar tão indiscutível realidade? Diz quem sabe que o mais cego não é aquele que não vê, mas aquele que não quer ver.
O seu a seu dono! Contra factos não há argumentos! “ Res non verba”/ “Obras e não palavras”.

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