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Loriga distinguida como uma das melhores Vilas Turísticas do Mundo pela UN Turismo

A vila de Loriga (Seia), um dos membros da Rede de Aldeias de Montanha, alcançou um feito notável ao ser distinguida como uma das Best Tourism Villages (Melhores Vilas Turísticas) pela Organização Mundial do Turismo das Nações Unidas (UN Tourism), na 5.ª edição do prémio. A notícia, que enche de orgulho a comunidade e o país, foi anunciada durante a cerimónia oficial que decorre em Anji County, na China.

Esta prestigiada distinção, que reconhece o compromisso com a excelência turística e a sustentabilidade, representa um marco no percurso da vila do concelho de Seia. Loriga, com uma história profundamente ligada à indústria dos têxteis e lanifícios, demonstrou uma bem-sucedida estratégia de afirmação no setor do turismo.

A candidatura vencedora foi submetida pela Rede de Aldeias de Montanha, contando com o apoio essencial do Município de Seia e da Junta de Freguesia de Loriga. O reconhecimento é visto como a consagração do trabalho e da estratégia desenvolvida para valorizar os recursos naturais e culturais da vila.

Em representação de Loriga e das entidades promotoras, estiveram presentes na cerimónia na China, Andreia Silva, Técnica da ADIRAM (Rede de Aldeias de Montanha), Cláudio Figueiredo, Vereador do Turismo do Município de Seia, e José Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Loriga.

A Junta de Freguesia e o Município realçaram que este percurso vitorioso foi “possível graças a todos: às comunidades, aos empresários e à sociedade civil que acreditaram e trabalharam na afirmação de Loriga”.

Este galardão tem um sabor especial por ser o segundo atribuído a uma Aldeia de Montanha, seguindo-se à distinção de Manteigas, que recebeu o mesmo reconhecimento em 2023.

O selo Best Tourism Village, que tem a validade de três anos, contribui para a visibilidade internacional e para a promoção de boas práticas de desenvolvimento sustentável dos territórios rurais.

Loriga junta-se assim a um grupo de elite de destinos de excelência a nível mundial, reforçando o papel de Portugal na valorização do turismo de interior e de montanha. A distinção inspira a vila e a região a prosseguir o trabalho de desenvolvimento e preservação do seu património.

O “Serrão” – A nova marca de pão tradicional do Museu do Pão

Neste Dia Mundial do Pão (16 de outubro), o Museu do Pão, em Seia, lança o “Serrão”, a nova marca de pão tradicional, produzida com 100% ingredientes naturais, sem aditivos nem conservantes artificiais.

O icónico pão tradicional da Serra da Estrela passa a ter uma identidade própria, comum a toda a gama. A nova marca – “Serrão” – abrange cinco variedades, facilmente identificáveis pelas cores associadas a cada pão: amarelo (Centeio), laranja (Multigrãos), roxo (Integral), castanho (Trigo) e verde-água (Aveia). Com uma receita feita apenas com ingredientes naturais, sem aditivos nem conservantes artificiais, “Serrão” afirma-se como a nova marca de pão tradicional do Museu do Pão.

Um pão que ninguém quer que acabe: frescura looooooonga!

Mantendo a autenticidade de um pão feito à mão, na Serra, e com uma receita elaborada com ingredientes 100% naturais, “Serrão” permite desfrutar de pão fresco por muito tempo. O conceito inspira o divertido claim da marca: “Frescura Looooooonga – a menos que o comas já!”, transmitindo de forma clara que ninguém resiste a um pão tão saboroso.

Disponível no tradicional formato fatiado na maioria dos supermercados em Portugal, “Serrão” combina qualidade, sabor e conveniência, ideal para os consumidores que valorizam frescura e praticidade.

A campanha de lançamento teve início hoje, dia 16 de outubro, Dia Mundial do Pão, convidando os portugueses a descobrirem a naturalidade, o sabor autêntico e a frescura prolongada do “Serrão”.

Pedro Vitorino, diretor executivo da Primebrands, afirma: “A marca “Serrão” é a nossa homenagem ao pão tradicional português, com um toque de inovação. Queremos que os nossos consumidores sintam a qualidade de um pão feito com ingredientes 100% naturais, que promete uma frescura que se prolonga – porque o verdadeiro sabor não tem prazo. É a nossa forma de celebrar a tradição serrana, levando o verdadeiro sabor do pão português às mesas de todos os consumidores.”

O mercado do pão em Portugal: frescura, aroma e conveniência

O pão continua a ser um dos alimentos mais consumidos no país, com cerca de 70 kg per capita por ano.

O consumidor português valoriza principalmente a frescura (69%), o cheiro / aroma (57%) e o aspeto (54%) e a grande maioria considera a conveniência um dos principais fatores de compra, mostrando-se disponível para pagar mais por um produto que lhe poupe tempo.

Em 2022 a categoria de pão atingiu 498 mil toneladas prevendo-se que em 2025 cresça até às 524 mil toneladas (dados Euromonitor) o que reflete claramente a importância deste alimento na dieta e no dia a dia dos portugueses.

Museu do Pão: Tradição, Excelência e Património.

Mais do que uma marca, o Museu do Pão é hoje uma referência incontornável na panificação em Portugal. Com décadas de experiência, une tradição e inovação, produzindo pães de qualidade reconhecida.

Localizado em Seia, na Serra da Estrela, o Museu do Pão é também um dos maiores espaços museológicos do país e o maior do mundo dedicado ao tema. Antes de completar a primeira década de existência, atingiu já a marca de um milhão de visitantes, oferecendo uma experiência cultural e educativa única, com várias salas expositivas dedicadas à história, à arte e à cultura do pão.

A produção dos produtos Museu do Pão é feita na unidade própria (localizada em Vila Chã – Seia) que alia metidos tradicionais à modernidade produtiva, garantindo a máxima qualidade e segurança alimentar.

Integrado no Grupo O Valor do Tempo, o Museu do Pão assume-se como guardião do património cultural e gastronómico português, preservando a memória coletiva e convidando todos a mergulhar no universo do pão.

Rafael Abreu conquista Junta de Santa Marinha com maioria absoluta

O projeto liderado por Rafael Abreu “Avançamos Juntos Por Ti, Por Nós, Por Todos” (PS), garantiu a presidência da Assembleia de Freguesia de Santa Marinha, alcançando uma expressiva maioria absoluta. A candidatura obteve 64,27% dos votos, assegurando uma vitória clara e reforçando a confiança do eleitorado na nova liderança.

Em declarações ao JSM, o novo presidente da Junta eleito sublinhou desde logo a sua vontade de unir a freguesia: “Serei o Presidente de Todos”. Rafael Abreu acrescentou ainda a ambição de elevar o estatuto de Santa Marinha: “Queremos afirmar Santa Marinha no panorama concelhio e nacional. Temos um programa eleitoral ambicioso e vamos cumpri-lo”.

A conquista de Rafael Abreu, à frente de uma equipa descrita como “dinâmica e mobilizada”, reflete o reconhecimento da população pelo trabalho que tem sido desenvolvido e a aposta num futuro com mais desenvolvimento para a freguesia. A confiança depositada nas urnas assegura ao PS um mandato com “plena capacidade de governação” para implementar o seu programa eleitoral.

Após a confirmação dos resultados, Rafael Abreu fez ainda questão de agradecer o apoio e a crença de todos os eleitores no projeto. O novo Presidente da Junta reiterou o seu “compromisso com a comunidade”, prometendo um “mandato de proximidade e trabalho conjunto”.

Com este resultado, o Partido Socialista reforça a sua presença na esfera local. O projeto Avançamos Juntos tem agora o mandato legitimado para concretizar as medidas e iniciativas prometidas, que visam uma melhoria significativa na qualidade de vida dos cidadãos de Santa Marinha.

Um Concelho com vitalidade democrática local

Embora a vitória em Santa Marinha se tenha destacado pela sua amplitude, as eleições autárquicas confirmaram a vitalidade democrática local, onde cada freguesia optou pela candidatura que melhor se alinha com as suas necessidades e visões de futuro, complementando o quadro político autárquico na região.

Quer tenham sido eleitos por maioria absoluta, quer através de equilíbrios mais apertados, os outros candidatos do concelho que participaram na corrida eleitoral merecem o reconhecimento pela sua contribuição para o debate democrático e pela apresentação de visões alternativas para as suas freguesias.

Com os resultados finais em Seia, cada junta eleita tem agora a responsabilidade de implementar o seu programa, honrando os votos e a confiança dos seus eleitores.

Ao longo deste mandato que se vai iniciar, o JSM vai acompanhar o trabalho de todos os agora eleitos presidentes de Juntas e Uniões, dando voz aos diferentes projetos e acompanhando a concretização das medidas que prometem moldar o futuro do concelho.

Balanço das Autárquicas 2025 — PS reforça maioria em Seia

O Partido Socialista (PS) reforçou a sua posição dominante no concelho de Seia nas eleições autárquicas de 2025, aumentando, significativamente, a distância face ao principal adversário, o PSD/JPNT. Luciano Ribeiro foi reeleito presidente da Câmara Municipal, consolidando uma maioria absoluta confortável e ampliando a votação face a 2021.

Crescimento expressivo do PS

Em 2025, o PS obteve 49,44% dos votos (6.554 votos), contra 43,68% (5.618 votos) em 2021 — um acréscimo de cerca de 6 pontos percentuais e 936 votos.

Este crescimento traduz-se num reforço da legitimidade política e numa clara recuperação de eleitores num cenário em que a abstenção diminuiu ligeiramente. O PS mantém o presidente de Câmara eleito no concelho em 2021 e volta a assegurar a maioria absoluta na vereação, repetindo os 4 vereadores conquistados há quatro anos.

PSD cresce com integração do JPNT, mas não quebra hegemonia socialista

A candidatura do PSD, que integrou o movimento JPNT, obteve 33,83% (4.484 votos) — um resultado que representa a soma e reorganização dos eleitorados das duas forças que, em 2021, tinham obtido separadamente 24,59% (PSD) e 17,75% (JPNT).

No conjunto, o bloco social-democrata e independentes perde cerca de 8 pontos percentuais face à soma anterior (42,34%), refletindo alguma erosão do voto opositor, embora com maior concentração partidária.

O resultado demonstra maior coesão interna da oposição, mas também confirma que o eleitorado socialista resistiu à união dos seus adversários, ampliando a vantagem sobre o segundo partido.

Chega cresce, mas continua residual

O Chega prossegue a sua tendência de crescimento, passando de 5,58% (718 votos) em 2021 para 8,44% (1.119 votos) em 2025.

Apesar de não eleger representação no executivo, duplicou a sua presença na Assembleia Municipal (de 1 passou para dois eleitos), fixando-se como terceira força política do concelho.

PCP-PEV e CDS-PP em declínio

A coligação CDU (PCP-PEV) desceu de 3,39% (436 votos) para 2,43% (322 votos), mantendo-se abaixo do patamar mínimo de influência.

O CDS-PP, que em 2021 não apresentou lista autónoma, regressou em 2025 com 2,11% (280 votos), sem impacto eleitoral relevante.

Participação eleitoral ligeiramente superior

A taxa de participação subiu de 60,59% em 2021 para 65,58% em 2025, com 13.256 votantes num total de 20.215 inscritos.

Os votos em branco (2,06%) e nulos (1,69%) registaram uma ligeira redução, sinalizando maior envolvimento cívico e menor dispersão do voto.

Em resumo

As eleições autárquicas de 2025 confirmam a estabilidade política no concelho de Seia, com o PS a consolidar o poder e a reforçar a confiança do eleitorado.

A oposição social-democrata recupera algum fôlego, mas não o suficiente para inverter a correlação de forças.

A subida do Chega e a estagnação dos restantes partidos reforçam a tendência de bipolarização PS–PSD, num quadro de participação cidadã ligeiramente superior e menor fragmentação política.

Olhar sobre o novo ciclo autárquico

Com este resultado, Seia entra num novo mandato marcado pela continuidade política e pela expectativa de execução de projetos estruturantes. O desafio para o executivo socialista passa agora por traduzir a confiança renovada em resultados concretos, consolidando políticas de coesão territorial, apoio social e valorização económica do concelho.

Por outro lado, à oposição — reforçada em votos mas ainda sem peso executivo — caberá o papel de fiscalizar, propor alternativas e contribuir para um debate político mais plural e construtivo, à medida da exigência que os cidadãos demonstraram nas urnas.


Resultados de 2025

Lista%VotosPresidentes da CâmaraMaiorias Absolutas
PS49,446.554114
PPD/PSD33,834.484003
CH8,441.119000
PCP-PEV2,43322000
CDS-PP2,11280000
Totais96,2512.759117
EM BRANCO2,06273
NULOS1,69224

Votantes: 65,58% (13.256 votantes / 20.215 inscritos)


Resultados de 2021

Lista%VotosPresidentes da CâmaraMaiorias Absolutas
PS43,685.618114
PPD/PSD24,593.163002
JPNT17,752.283001
CH5,58718000
PCP-PEV3,39436000
Totais94,9912.218117
EM BRANCO2,91374
NULOS2,10270

Votantes: 60,59% (12.862 votantes / 21.227 inscritos)

Fonte: https://www.autarquicas2025.mai.gov.pt/resultados/territorio-nacional?local=1620

Museu do Pão em Seia celebra Dia Mundial do Pão com exposição internacional

Mais de vinte artistas de Portugal, Espanha, Itália e Polónia exploram o pão como símbolo universal, cultura e identidade

Hoje, 16 de outubro, celebra-se o Dia Mundial do Pão e da Alimentação e o Museu do Pão inaugura a sua primeira exposição internacional de desenho e pintura dedicada ao pão, reunindo artistas de Portugal, Espanha, Itália e Polónia. Esta mostra intitulada “O Pão como Desenho” marca um novo capítulo na vida do museu, ao colocar o pão não apenas como memória ou património, mas como fonte viva de inspiração artística, aberta ao diálogo intercultural.

Desde a sua inauguração em 2002, no coração da Serra da Estrela, o Museu do Pão tornou-se uma referência incontornável da museologia portuguesa e o maior espaço do mundo dedicado ao tema. Mais do que um museu para ver, é um lugar para sentir, onde a memória coletiva se reencontra em torno do gesto universal de fazer pão que atravessa 12 mil anos de história da humanidade.

Esta exposição internacional dá continuidade a esta missão. Ao transformar o pão em matéria de criação estética, os artistas convidados exploram o seu simbolismo, a sua presença quotidiana e o seu poder evocativo. O resultado é um conjunto plural de obras que tanto revisitam as raízes como projetam novos olhares, reafirmando a universalidade de um alimento que fala todas as línguas.

A exposição é comissariada por José Quaresma, Professor Associado com Agregação da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, que é também um dos artistas participantes e reúne 22 obras de João Sobreira, Lima Carvalho, Agim Sako, Alice Bomberini, António Quadros, Juan Carlos Ramos e Tomasz Matczak, entre outros. O olhar crítico sobre o Pão, aliado à sensibilidade artística, dá à exposição uma unidade que liga o rigor da investigação à liberdade da criação.

Mais do que um evento artístico, esta mostra é a expressão da própria identidade do Museu do Pão: ser lugar de encontro, de preservação e de transformação. Um espaço onde a história se abre ao mundo e o pão, alimento da humanidade, se torna obra, memória e futuro.
A mostra pode ser visitada de quarta a domingo, das 10h às 18h, no Museu do Pão, em Seia.

Pinhel – Detido por posse ilegal de arma

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Pinhel, deteve, no dia 13 de outubro, um homem de 74 anos por posse ilegal de arma, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.

No âmbito de uma investigação relacionada com o crime de ameaça agravada, ocorrido naquele concelho, os militares da Guarda desenvolveram diligências policiais que culminaram no cumprimento de um mandado de busca domiciliária e uma busca em veículo.

A operação resultou na detenção do suspeito e na apreensão do seguinte material:

  • Uma pistola;
  • Oitenta e cinco munições;
  • Setenta e três cartuchos.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa.

A GNR relembra que, de acordo com o Regime Jurídico das Armas e Munições, quem, sem se encontrar autorizado, detenha, transporte, guarde, compre ou adquira qualquer arma elencada no n.º 1 do artigo 86.º do referido diploma incorre na prática do crime de posse de arma proibida. Importa ainda esclarecer que a detenção de arma não registada ou não manifestada, quando tal seja obrigatório, constitui crime de posse ilegal de arma.

Fornos de Algodres – Detido por cultivo de canábis

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal de Gouveia, deteve, no dia 14 de outubro, um homem de 44 anos por cultivo de canábis, no concelho de Fornos de Algodres.

No âmbito de uma investigação por crime de furto, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que culminaram com o cumprimento de um mandado de busca domiciliária. No seguimento da ação foi possível detetar diverso material relacionado com o cultivo de canábis, assim como recuperar e apreender diverso material relacionado com o crime de furto, e o suspeito foi detido.

Da ação resultou a apreensão de diverso material, destacando-se:

  • 101 plantas de canábis, em diversas fases de crescimento;
  • Diverso material utilizado no cultivo de produtos estupefacientes;
  • Dispositivos de iluminação, temperatura e elétricos destinados ao cultivo de canábis;
  • Uma balança de precisão;
  • Um telemóvel;
  • Artigos de vestuário;
  • Diversas ferramentas;
  • Um martelo;
  • 80 euros em numerário.

O detido foi constituído arguido, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira.

Incêndio no Pavilhão Rainha D. Amélia – Guarda

O Pavilhão Rainha D. Amélia, do antigo Sanatório Sousa Martins, no Parque da Saúde, foi parcialmente consumido pelas chamas ao início desta madrugada.
O incêndio, já extinto, foi combatido pelos Bombeiros Voluntários da Guarda, Celorico da Beira, Gonçalo, Belmonte e Famalicão da Serra. No local estiveram 53 operacionais e 15 viaturas.
Recorde-se que estava prevista a reabilitação deste edifício, com um investimento cerca de 3 milhões de euros.
O Conselho de Administração da ULSG está profundamente consternado com o sucedido e tem acompanhado de perto todos os trabalhos para garantir a segurança de todos.
“Agradecemos, com sinceridade, a todos os profissionais, forças de segurança e bombeiros que prontamente acorreram ao local e tudo fizeram para minimizar os danos.”, pode ler-se em comunicado enviado ao JSM.

Pinhel – Detido por posse ilegal de arma

O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Pinhel, deteve, no dia 13 de outubro, um homem de 74 anos por posse ilegal de arma, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.

No âmbito de uma investigação relacionada com o crime de ameaça agravada, ocorrido naquele concelho, os militares da Guarda desenvolveram diligências policiais que culminaram no cumprimento de um mandado de busca domiciliária e uma busca em veículo.

A operação resultou na detenção do suspeito e na apreensão do seguinte material: uma pistola; oitenta e cinco munições; setenta e três cartuchos.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa.

A GNR relembra que, de acordo com o Regime Jurídico das Armas e Munições, quem, sem se encontrar autorizado, detenha, transporte, guarde, compre ou adquira qualquer arma elencada no n.º 1 do artigo 86.º do referido diploma incorre na prática do crime de posse de arma proibida. Importa ainda esclarecer que a detenção de arma não registada ou não manifestada, quando tal seja obrigatório, constitui crime de posse ilegal de arma.

Autárquicas 2025: no concelho de Seia, a participação eleitoral aumenta apesar de haver menos eleitores inscritos

Entre 2021 e 2025, o concelho de Seia registou um aumento da participação nas eleições autárquicas, passando de 60,59% para 65,58%, uma subida de quase cinco pontos percentuais.

Em números absolutos, o total de votantes aumentou de 12.862 para 13.256, ou seja, mais 394 eleitores exerceram o seu direito de voto.

Este acréscimo de participação é particularmente relevante porque ocorreu num contexto de redução do número de eleitores inscritos, que desceu de 21.227 em 2021 para 20.215 em 2025 (menos 1.012 inscritos, ou –4,8%).

A diminuição do universo eleitoral reflete a tendência demográfica de envelhecimento e decréscimo populacional que afeta a região, mas a subida da taxa de participação mostra que quem permanece no concelho está mais mobilizado e politicamente ativo.

Em termos relativos, o aumento da participação é o resultado de duas forças opostas: por um lado, a redução do eleitorado total, influenciada por fatores como a emigração, o envelhecimento e a atualização dos cadernos eleitorais; por outro, uma maior mobilização dos cidadãos recenseados, motivada por uma campanha mais próxima, pela concentração das candidaturas e por um clima político local mais competitivo.

Em números:
Participação eleitoral: +4,99%;
Votantes: +394;
Inscritos: 1.012;
Tendência: menos população, mais envolvimento.

No conjunto, o crescimento do número de votantes, apesar da perda de inscritos, é um indicador positivo de vitalidade democrática e de reaproximação dos eleitores à vida autárquica, traduzindo uma maior confiança nas instituições locais e um interesse renovado nas decisões municipais e de freguesia.