Edifícios de Fornos de Algodres e de Gouveia foram contemplados.
Foram assinados, esta segunda-feira, 21 de abril, um total de 24 protocolos entre a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de
Segurança Pública (PSP), num investimento global de 6,7 milhões de euros.
Numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre do Ministério da Administração Interna, o Secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, homologou a assinatura destes protocolos – 15 entre a SGMAI e a GNR, e 9 com a PSP –, no âmbito do Decreto lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança (DLPIEFSS).
Os protocolos assinados vão permitir às Forças de Segurança realizar investimentos considerados prioritários e urgentes, nomeadamente um conjunto de reparações indispensáveis em resultado de recentes intempéries, em várias instalações da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública, assumindo estas Forças de Segurança, pela primeira vez, a condição de responsáveis diretas pela sua concretização.
Estes investimentos destinam-se à reabilitação de edifícios nos concelhos de Aljustrel, Alter do Chão, Aveiro, Bragança, Cascais (Estoril), Chaves, Fornos de Algodres, Gouveia, Guimarães, Lisboa (Ajuda, Beato, Comando Territorial, Grafanil, ISCPSI, UEP e USHE), Marinha Grande, Setúbal, Sintra (Belas,
Queluz e Mem Martins), Valença, Vila Nova de Gaia e Viseu.
A Sociedade Musical Estrela da Beira deslocou-se, esta sexta-feira Santa, a Salamanca, para participar na Procissão do Santo Enterro.
Contudo, a chuva que caiu com grande intensidade durante todo o dia, impediu a saída da Procissão e a atuação da Banda de Santa Marinha.
Apesar do seu cancelamento, a Banda de Santa Marinha fez questão em deixar o seu contributo e, por isso, tocou para todos os que esperaram ansiosamente pela hora de saída da Procissão do Santo Enterro.
Um nobre gesto de consideração e de apreço deixado por estes músicos nesta cidade espanhola.
Desde 2014 que a SMEB participa nas festividades quaresmais e pascais em Salamanca a convite da Ilustre Cofradía De La Santa Cruz Del Redentor Y De La Purísima Concepción Su Madre.
Os Bombeiros Voluntários de Manteigas receberam, pelas 12:30 de hoje, um alerta para o resgate de quatro atletas de trail que se encontravam em treinos na zona do maciço central.
Devido às condições atmosféricas que se faziam sentir foi necessário proceder ao seu resgate na zona da Nave da Mestra.Para o local foram mobilizados meios do CB de Manteigas ABSC06; VAOP02; VCOT01; VOPE03, tendo sido auxiliados pelos CBS de Gouveia, Seia, Loriga Covilhã, FEPC, UPES e SIV de Seia, num total de 28 operacionais.
As vítimas encontravam-se conscientes e orientadas, apresentando indícios de hipotermia, tendo sido estabilizadas no local.
Contactado pelo JSM, o comandante dos BV de Manteigas, Daniel Saraiva, disse que “esta foi uma operação complexa e demorada atendendo as condições atmosféricas que se faziam sentir, assim como devido à localização das vítimas que obrigou que as equipas de socorro fizessem o resgate apeados usando os trilhos existentes.”
Estão abertas as inscrições para a 31.ª edição do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, que se realiza de 10 a 18 de outubro.
Organizado pelo Município de Seia desde 1995, o CineEco é o único festival de cinema em Portugal inteiramente dedicado à temática ambiental, decorrendo de forma ininterrupta há três décadas. Com o lema “Filmes que mudam o mundo”, o Festival é um ponto de encontro entre realizadores, investigadores, especialistas e o público em geral, promovendo o debate em torno das grandes questões ambientais da atualidade.
Com uma missão assumida de consciencialização e reflexão ambiental, o CineEco distingue-se por oferecer uma programação diversificada e de qualidade, dando visibilidade a cinematografias alternativas e valorizando o património natural e cultural. O evento aposta também na formação de públicos, através da promoção da história, estética e linguagem cinematográfica, aliadas à defesa do ambiente.
As candidaturas para filmes a concurso decorrem até ao próximo dia 6 de maio e devem ser submetidas através das plataformas Festhome (www.festhome.com) ou FilmFreeway (https://filmfreeway.com/). Serão admitidas obras de ficção, documentário, animação e experimentais, produzidas após 1 de janeiro de 2024, destinadas a cinema ou televisão, de qualquer parte do mundo.
O Festival contempla várias competições, nomeadamente: Competição Internacional de Longas-Metragens, Competição Internacional de Curtas e Médias-Metragens, Competição de Longas e Curtas-Metragens em Língua Portuguesa, Competição Panorama Regional e Competição de Curtas-Metragens até 10 minutos.
No total, estão previstos prémios em 11 categorias, num valor global superior a 12.000 euros, destacando-se o Grande Prémio Ambiente, no valor de 2.500 euros, para a melhor longa-metragem internacional. Serão ainda atribuídos prémios temáticos, como o Prémio Antropologia Ambiental, Educação Ambiental, Valor da Água, entre outros.
Em 2025, o CineEco celebra 30 anos com uma nova identidade visual, que reforça a sua profunda ligação à Serra da Estrela e ao seu património natural. O novo logótipo reflete essa essência e o espírito da montanha: um festival enraizado no território, que se assume como guardião dos valores naturais e dá voz à proteção do planeta e dos seus ecossistemas.
E quer afirmar-se como “um polo emergente de investigação científica com impacto académico nacional e internacional”.
O IPG duplica de três para seis as Unidades de I&D em que participa com classificação positiva pela FCT. Passa de uma para quatro as que foram classificadas com “Muito Bom”, podendo agora submeter à A3ES cursos de doutoramento em biotecnologia e – em associação com outras instituições – também nas áreas do desporto, da engenharia eletromecatrónica e do património, artes e restauro. “É um ponto de viragem para o Politécnico da Guarda, que reforça o seu papel nacional na investigação científica”, afirma o presidente, Joaquim Brigas.
O Instituto Politécnico da Guarda – IPG viu a sua Unidade de Investigação & Desenvolvimento em biotecnologia “Biotechnology Research for Innovation and Design of Health Product” ser esta semana classificada com “Muito Bom” pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Para além desta unidade própria – criada de raiz na Guarda e que lhe permite, a partir de agora, propor cursos de doutoramento em biotecnologia – o Politécnico da Guarda participa também noutras três Unidades I&D que obtiveram a classificação de “Muito Bom”, nas quais poderão ser submetidos à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) doutoramentos nas áreas do Desporto, do Património, Restauro e Artes e dos Sistemas Eletromecatrónicos.
“São excelentes notícias para o Politécnico da Guarda, mostrando que a política científica definida para as suas escolas nos últimos anos está a dar bons resultados”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “Quer nos projetos europeus que integra ou lidera, quer nas candidaturas à FCT, os docentes e os investigadores do IPG estão a ter desempenhos de excelência que representam para a instituição um financiamento global superior a 2,5 milhões de euros”.
Das Unidades I&D classificadas com “Muito Bom” destaca-se o Sport Physical Activity and Health Research & Innovation Center, recentemente constituído, na qual o IPG participa num consórcio liderado pelo Centro de Alto Rendimento de Rio Maior. O Politécnico da Guarda participa igualmente no consórcio do Technology, Restoration and Arts Enhancement Center, liderado pelo Politécnico de Tomar, e no Electromechatronic Systems Research Centre, liderado pela Universidade da Beira Interior, ambos classificados com “Muito Bom” pela FCT.
Com a classificação de “Bom” continuam o Centre for Tourism Research, Development and Innovation e o Centre for Studies in Education and Innovation, dos quais o IPG faz parte.
“Polo emergente de investigação científica”
“A duplicação do número de Unidades I&D com classificação positiva da FCT em que o Politécnico da Guarda participa é fruto de uma estratégia institucional sólida e bem definida que mostra agora resultados concretos e sustentáveis”, afirma Joaquim Brigas. Para o presidente do Politécnico da Guarda é, porém, mais significativa a conquista pela instituição de condições para – sozinha, no caso da biotecnologia, e em conjunto com outras instituições nas área do desporto, da engenharia eletromecatrónica e do património, artes e restauro – propor à A3ES novos cursos de doutoramento: “O reconhecimento da capacidade de investigação de elevada qualidade destas estruturas, duas delas logo na sua primeira avaliação, é um sinal claro da eficácia da política científica da instituição”, afirma Joaquim Brigas. “É um ponto de viragem para o Politécnico da Guarda, que reforça de forma expressiva o seu papel no panorama nacional da investigação académica”.
A diversidade das áreas abrangidas — da biotecnologia à engenharia, passando pelo desporto, restauro, turismo e educação — “é para o IPG uma aposta em ciências interdisciplinares, alinhadas com os grandes desafios sociais, tecnológicos e ambientais da atualidade”. O Politécnico da Guarda quer afirmar-se como “um polo emergente de investigação científica com impacto académico nacional e internacional”.
Cerimónia de tomada de posse do novo Presidente decorreu em Aveiro e contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo.
Rui Ventura tomou ontem posse como presidente da Comissão Executiva da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), numa cerimónia que teve lugar no auditório do Parque de Feiras e Exposições de Aveiro e que reuniu dezenas de personalidades do setor público e privado.
Entre os presentes, destacou-se o Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, em representação do Governo. Do lado das instituições públicas, marcaram também presença, entre outros, o presidente da Câmara Municipal de Aveiro, José Ribau Esteves, e o presidente da Assembleia Geral da TCP, José Francisco Rolo, enquanto anfitriões do evento; a presidente da CCDRC, Isabel Damasceno; o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade; e o presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros. Estiveram também presentes deputados à Assembleia da República, autarcas da região, representantes das Comunidades Intermunicipais e de outras Entidades Regionais de Turismo, bem como autoridades das Forças e Serviços de Segurança.
O setor privado esteve representado por empresários do turismo, presidentes das Comissões Vitivinícolas e dirigentes de associações como a APAVT, AHRESP, APECATE, ARAC, AHP, ADHP, entre outras.
Eleito em Assembleia Geral Extraordinária Eleitoral, realizada no passado dia 27 de março, Rui Ventura sucede a Raul Almeida, cujo falecimento, em dezembro de 2024, deixou o cargo vago. Os restantes órgãos sociais da TCP, eleitos em julho de 2023, mantêm-se inalterados.
“A Turismo Centro de Portugal é um desafio”
No discurso de tomada de posse, Rui Ventura começou por reafirmar o seu compromisso com a missão da entidade: “A Turismo Centro de Portugal é um desafio ao qual me vou dedicar de corpo e alma. Acredito no potencial do turismo nesta região e asseguro-vos que honrarei o compromisso assumido nesta campanha eleitoral. Como sempre fiz, irei, com os restantes órgãos e a equipa da comissão executiva, ouvir e ponderar as posições dos diversos players do território”.
Apelando à união em torno de um projeto coletivo, acrescentou: “Agora é o momento de agarrar as oportunidades, de atrair e agregar todos aqueles que se reveem na diversidade turística única do Centro de Portugal. Este é um território ímpar, de mulheres e homens de uma estirpe notável, o que nos faz acreditar no futuro da região. Vamos continuar a construir juntos um território único e desejável, para que possa crescer ainda mais”.
O novo presidente valorizou ainda o papel das pessoas e das comunidades locais: “Não há turismo sem pessoas, sem empresários, sem o cuidado de cada autarca em preservar o melhor de cada concelho. Desde o mais pequeno agricultor ao maior empresário da região, todos contam. A nossa região é um raro caso de resiliência em Portugal. É feita de gente autêntica, generosa e dedicada”.
Prioridades estratégicas para o mandato
Entre as prioridades traçadas para o seu mandato, Rui Ventura destacou a necessidade de uma maior articulação institucional: “Acredito que o Centro de Portugal tem condições únicas para ser uma alavanca de desenvolvimento nacional. Devemos falar a uma só voz. Somos um só território, com um único interesse comum”.
Na presença do Secretário de Estado do Turismo, Rui Ventura lançou um apelo à revisão do enquadramento legal que regula as entidades regionais de turismo. “Precisamos de trabalhar na reforma da Lei n.º 33. Os estudos demonstram que é possível avançar para uma maior autonomia administrativa e financeira, sem comprometer o alinhamento com a tutela do Turismo de Portugal. Todas as regiões já provaram que são capazes de manter esse equilíbrio”, assinalou.
Rui Ventura elencou ainda outras prioridades para o seu mandato: uma maior articulação entre a Turismo Centro de Portugal (responsável pela promoção interna do território) e a Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal (responsável pela promoção externa); a criação de um hotel-escola na região; a melhoria dos conteúdos e da experiência turística no destino; o estímulo à dinâmica territorial, através de eventos com impacto nacional e internacional; a aposta na digitalização e na sustentabilidade; a implementação de novos modelos de comercialização, distribuição, monitorização e auditoria do destino; o reforço da participação de parceiros públicos e privados nas decisões estratégicas; e o aprofundamento das relações com as regiões vizinhas de Castela, Leão, Extremadura e a Comunidade de Madrid, entre outras.
A concluir, garantiu: “Continuarei a ser sempre uma voz que jamais se calará quando estiver em causa o Centro de Portugal”.
Secretário de Estado do Turismo destaca três pilares para o sucesso
No encerramento da sessão, o Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, destacou três pilares fundamentais para o sucesso da Turismo Centro de Portugal: a equipa, o território e a comissão executiva. “Quero começar por saudar os homens e as mulheres que integram a estrutura da Turismo Centro de Portugal. Foram eles que me acolheram quando iniciei funções, e são o verdadeiro núcleo da organização. Representam um porto de abrigo e uma base sólida para o futuro”, começou por dizer. O segundo pilar, lembrou, é o território: “O segundo pilar está nesta Assembleia, nos autarcas, nos empresários, na diversidade do território. Um território com diferentes estágios de maturidade, mas onde são as empresas e os empresários que dão músculo ao turismo. Sem operação, não há verdadeira atividade turística”.
Por fim, destacou a comissão executiva da TCP: “Saúdo a equipa da direção executiva, que com o Presidente forma um triângulo virtuoso. É esta base que nos ajuda a ultrapassar momentos difíceis e que nos permite crescer nos mercados internos e externos”.
Sobre a Turismo Centro de Portugal:
A Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.
Seia está prestes a entrar no mapa da conhecida cadeia internacional McDonald’s. A gigante norte-americana da restauração rápida vai instalar-se entre duas das principais avenidas da cidade.
Ao que o JSM apurou, a aquisição dos terrenos já foi concluída.
O novo restaurante será construído numa zona estratégica da cidade, situada entre a Avenida Dr. Afonso Costa e a Avenida Professora Ester Barata, o que promete dar uma nova dinâmica comercial e urbana àquela área. A fotografia que acompanha esta notícia mostra o local onde o McDonald’s irá nascer, atualmente ocupado por uma habitação devoluta.
Apesar de ainda não haver confirmação oficial quanto à data de abertura, o JSM soube que o restaurante poderá abrir portas já no início de 2026.
Este investimento insere-se numa tendência de crescimento da cadeia em cidades de média dimensão, com o objetivo de aproximar os seus serviços a novos públicos e zonas em expansão.
Além da criação de postos de trabalho diretos, o novo espaço deverá trazer maior movimento à zona envolvente, beneficiando também o comércio local.
Espera-se, agora, que o projeto avance rapidamente, com a expectativa de se ver transformada uma área atualmente devoluta num novo ponto de encontro que servirá os residentes de Seia, Gouveia, Nelas e Oliveira do Hospital e turistas que visitem o concelho.
A neve continua a cair, desde o dia de ontem, no maciço central da Serra da Estrela. Alguns troços encontram-se encerrados.
Na manhã desta terça-feira, foram encerrados os troços entre Sabugueiro/Lagoa Comprida/Torre/Penhas da Saúde/Manteigas e, Portela do Arão/Lagoa Comprida.
De acordo com o Comando Sub-regional das Beiras e Serra da Estrela, ainda não há previsão de abertura.
Para hoje, o IPMA mantém a previsão de queda de neve nas terras altas do interior norte e centro, acima de 1.000/1.200 metros de altitude.
No próximo dia 31 de maio, pelas 15h00, o Solar do Mimo – Centro de Acolhimento de Crianças e Jovens em Risco, de São Romão (Seia), vai receber o escritor Pedro Chagas Freitas, para a apresentação do seu livro mais recente “O Hospital de Alfaces”.
Este será um encontro especial, cheio de palavras que, por certo, irão tocar, inspirar e transformar todos os presentes. Um momento único de partilha, de emoções e muitas surpresas.
Este livro é, segundo o autor, “uma história de amor. A mais bela das histórias de amor.“
Conta “a história de três gerações: avô, pai e filho entrelaçam-se em momentos tocantes que nos fazem refletir sobre o efémero da vida e como o amor nos salva em todos os momentos. Aqui há hospitais, é verdade. Há pais que choram, há mães que esperam, há filhos que resistem. Acima de tudo, há amor. Amor como cura, como anestesia, como diagnóstico. Amor que não cabe nas paredes de um quarto de hospital, nem nas palavras que tentam explicá-lo. “O Hospital de Alfaces” é isso. Uma história que dói, mas que abraça. Uma história que sangra, mas que salva. Uma história para quem já amou ao ponto de se perder. E que descobriu que, mesmo perdido, ainda é possível continuar.“
Sobre o escritor
Pedro Chagas Freitas nasceu em Guimarães em 1979. É escritor, jornalista, formador na área da escrita criativa e orador. Com quase 40 livros publicados, é um dos autores mais lidos em Portugal e em países como a Itália, o Brasil ou o México, com vendas superiores a um milhão de cópias em todo o mundo. Vencedor do Prémio Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura em 2006, é o fundador do Campeonato Nacional de Escrita Criativa. Pedro Chagas Freitas é um fenómeno literário destacando-se pela sua capacidade única de tocar corações através da palavra.
Apaixonado pela palavra, construiu uma carreira baseada na verdade afetiva. Com cada página, desafia-nos a sentir mais, a viver mais, a ser mais, combinando intensidade emocional com frases marcantes que desafiam o leitor a sentir mais do que ler.
Um nome incontornável na literatura contemporânea.
Embora não nos tenha sido possível escrever sobre o que aconteceu com a queda deste governo, em virtude deste Jornal só sair no final do mês, não deixamos de estar preocupados com a situação. Desde logo porque vamos ter eleições antecipadas para o dia 18 de maio e, neste curto espaço de tempo, os partidos políticos não deixarão de vir esclarecer as razões desta alteração. Aliás, débil como estava este governo era previsível que isto viesse acontecer. Os partidos de oposição, com a legitimidade que lhes assiste, apresentaram moções de censura ao Governo, que até foram chumbadas, reservando o Partido Socialista o direito de apresentar uma comissão de inquérito.
O Governo, por sua vez, apresentou uma moção de confiança, que não foi aprovada. Vai daí, a queda do governo. Agora, queixa-se que o Partido Socialista foi o causador desta queda do governo. Com efeito, se a AD (Partido Social Democrata e CDS) sabiam que ao apesentar uma moção de confiança no Parlamento seria chumbada, por que razão o fizeram?
Agora aqui d’el rei, a AD diz que o PS é que foi o culpado e acusam-no de uma coisa que nem sequer fez. Desculpem, mas não é correto e só serve para confundir as pessoas. O que é certo é que o País está parado por dois meses, enquanto os culpados se fazem de vítimas.
Entretanto, com o governo paralisado, as dificuldades existentes agudizam-se e nunca mais saímos do marasmo em que nos encontramos. E, durante este período, os partidos políticos preparam-se para fazerem a campanha eleitoral.
Não podemos confundir estas eleições do dia 18 de maio com as que vêm a seguir, que são as das autarquias locais, porque são coisas diferentes. As que vêm a seguir serão, eventualmente, em setembro/outubro.
Por isso, devemos estar preparados para estas duas campanhas eleitorais, porque elas são muito relevantes para o País.
Estamos na época quaresmal e que todos os cristãos vivem a Paixão e Morte de JESUS CRISTO. Se todos refletíssemos sobre ela e a vivêssemos, deixaríamos de acumular ódios e rancores e os grandes males da humanidade deixariam de existir.
Quem de nós não sofre com as gigantescas guerras em Israel e Ucrânia? Tudo isto porque por causa dos governantes que só veem bens materiais e esquecem a mensagem do Redentor. Por isso, vamos tentar viver uma quaresma pensando em nós e nos outros para que tenhamos no mês de abril uma Páscoa repleta de Alegria.