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O mito da felicidade constante

Vivemos tempos em que estar feliz quase que parece uma obrigação.

As redes sociais enganam-nos sobre isto. Sorrisos leves, viagens e férias perfeitas, relações exemplares… também ouvimos várias vezes “pensa positivo”, “é tudo uma questão de energia”, “tens de atrair boas energias”.

E quando estamos apenas “ok” ou tristes… ou quando até pensamos “estou a falhar”, “estes últimos tempos não têm corrido nada bem”…

A sociedade reforça a ideia (errada!) de que temos de estar sempre felizes, ser produtivos e sentirmo-nos realizados.

Quando o cenário não é este surgem sentimentos de culpa, tristeza, apatia… surgem pensamentos como “não posso estar assim”, “tenho que orientar a minha vida”, “isto não vai melhorar”.

Estar triste não é igual a estar deprimido. Sentir tristeza é normal e traz consigo mensagens importantes para as quais devemos estar atentos. São sinais que nos ajudam a perceber que é necessário parar e a reformular.

Quando tentamos anular ou suprimir estas emoções corremos o risco de nos a anularmos a nós próprios.

Esta cultura da felicidade constante não pode nem deve ser confundida com euforia. Uma vida equilibrada não é feita de euforia e excitação, mas sim de equilíbrio. Dias bons e maus, dias leves e difíceis.

É tempo de compreender e aceitar que não é possível estar feliz o tempo todo. É tempo de aceitar que a tristeza, e outras emoções desagradáveis, fazem parte de viver com autenticidade e no momento presente.

A verdadeira felicidade nasce da aceitação da vida tal como ela é, com imperfeições e desafios.

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