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Presidenciais 2026: Como votou o concelho de Seia? Resultados atualizados

​O Jornal de Santa Marinha acompanha, ao minuto, o escrutínio nas 24 freguesias e uniões de freguesia do nosso concelho. Explore os gráficos e conheça as escolhas dos senenses para a Presidência da República nas várias freguesias

Resultados por Freguesias

Alvoco da Serra

Carragozela e Várzea de Meruge

Girabolhos

Lapa dos Dinheiros

Loriga

Paranhos

Pinhanços

Sabugueiro

Sameice e Santa Eulália

Sandomil

Santa Comba

Santa Marinha

Santiago

São Martinho

São Romão

Sazes da Beira

Seia

Teixeira

Torrozelo e Folhadosa

Tourais e Lajes

Travancinha

Valezim

Vide e Cabeça

Vila Cova à Coelheira

Fonte oficial: https://www.presidenciais2026.mai.gov.pt/resultados/territorio-nacional?local=56289

Seis caminheiros resgatados ilesos após ficarem perdidos na Lagoa Comprida

​Seis caminheiros foram resgatados com sucesso, ao final do dia de hoje, 17 de janeiro, após terem ficado perdidos enquanto realizavam um percurso pedestre na zona da Lagoa Comprida, na Serra da Estrela. O alerta foi dado quando o grupo se viu desorientado devido ao agravamento repentino das condições meteorológicas.

​Após ter sido dado o alerta foi montada uma operação de busca e salvamento que envolveu diversas frentes de socorro. No terreno estiveram equipas dos Bombeiros Voluntários de São Romão, de Loriga e de Seia; Força Especial de Proteção Civil e GNR de Montanha.

A rapidez da intervenção e o conhecimento técnico das equipas em ambiente de montanha foram decisivos para a localização célere do grupo.

Apesar do susto e das condições adversas de visibilidade e temperatura que se faziam sentir, as seis pessoas foram encontradas em segurança.

​Segundo declarações prestadas ao JSM, o comandante dos Bombeiros Voluntários de São Romão, Nuno Monteiro, informou que “nenhum dos elementos do grupo apresentava ferimentos ou necessidade de cuidados médicos imediatos, tendo sido acompanhados até local seguro.

As autoridades aproveitam este incidente para reforçar o aviso aos praticantes de desportos de montanha que consultem previamente o estado do tempo e façam uso de equipamento adequado, dado que as condições na Serra da Estrela podem alterar-se em poucos minutos.

Rally Dakar 2026: Paulo Oliveira com sucesso na categoria de camiões e deixa mensagem de agradecimento aos leitores do JSM (em atualização)

17 junho 2026

O momento mais esperado da prova

Paulo Oliveira, piloto luso-moçambicano, natural de Seia, concluiu com sucesso a sua participação no Rally Dakar 2026. Competiu na categoria de camiões, fazendo parte da equipa TH-Trucks Rally Team (número 623), a bordo de um Scania Torpedo T5.2.
​A equipa era composta por:
​Alberto Herrero (Espanha);
​Paulo Oliveira (Moçambique) e ​Mario Rodriguez Sastre (Espanha)

A prova de 2026 foi marcada por grandes desafios, mas a equipa conseguiu manter a regularidade e chegar ao pódio final na Arábia Saudita.

Paulo Oliveira continua a ser uma figura central para o desporto motorizado moçambicano, sendo um dos poucos representantes do país nesta competição de renome mundial.

Esta não foi a primeira vez de Paulo Oliveira no Dakar e a sua experiência como navegador foi crucial para o desempenho do camião Scania e da sua equipa.

Parabéns Paulo! Um orgulho enorme!


Paulo Oliveira conclui Dakar 2026 com sucesso na categoria de camiões e deixa mensagem de agradecimento aos leitores do JSM

O piloto Paulo Oliveira celebrou hoje a conclusão da última etapa do Rally Dakar 2026, realizado na Arábia Saudita. Após 13 etapas desafiadoras, Paulo Oliveira e a sua equipa alcançaram o 19.º lugar na 13a etapa e 22° na classificação geral dos camiões, consolidando a sua posição no prestigiado Top 20 da competição.

Numa mensagem dirigida aos leitores do Jornal de Santa Marinha, Paulo Oliveira expressou a sua gratidão pelo apoio recebido ao longo da prova. “Quero agradecer todo o apoio e carinho que me deram durante esta corrida do Dakar 2026”, afirmou o piloto, destacando a superação das dificuldades e adversidades enfrentadas durante o percurso.

Esta edição marcou mais um marco na carreira de Paulo Oliveira, que adiciona a experiência de navegador de camiões ao seu currículo, que já inclui participações em motas, SSV e na categoria Classic. Com a chegada ao pódio final em Yanbu, Paulo Oliveira encerra mais um capítulo de sucesso na mítica prova de todo-o-terreno.


16 janeiro 2026

Paulo Oliveira e equipa celebram o melhor resultado na 12.ª etapa

A comitiva alcançou o 12.º lugar na categoria de camiões, num dia marcado por uma execução “perfeita” e grande otimismo para o encerramento da prova.

A equipa de Paulo Oliveira viveu, esta sexta-feira, o seu melhor momento no Rally Dakar 2026. Ao completar a 12.ª etapa da mítica prova de resistência, o trio celebrou a conquista do 12.º lugar na classificação da categoria de camiões.

Em vídeo gravado diretamente do habitáculo após o final da especial, Paulo Oliveira não escondeu a satisfação: “Foi a melhor etapa que fizemos no Dakar 2026”. O piloto descreveu o dia como “perfeito”, destacando o entrosamento e o “trabalho de equipa” como fatores decisivos para o sucesso.

“Correu tudo bem. Por nós, era começar agora o Dakar e podíamos chegar bem à vitória”, afirmou o piloto em tom de brincadeira, sublinhando o excelente momento de forma da equipa nesta fase final da competição.

A prova caminha agora para o seu desfecho. Amanhã, sábado, realiza-se a 13.ª e última etapa do Dakar, com a equipa focada em manter o ritmo e concluir a aventura com mais um resultado positivo. Paulo Oliveira aproveitou, ainda, o momento para agradecer o apoio dos fãs e o esforço dos seus colegas de equipa.


15 janeiro 2026

​Com uma média impressionante de 80 km/h em terreno fora de estrada, o piloto luso-moçambicano, natural de Seia, ultrapassou adversários e consolidou a sua posição a caminho do final da prova.

​A 11ª etapa do Rally Dakar foi um teste de fogo e resiliência para Paulo Oliveira. Num percurso marcado pela dureza extrema do solo, o piloto enfrentou um cenário de “muita pedra”, onde a navegação precisa e a preservação da mecânica foram determinantes. Mesmo com um furo que impediu o resultado perfeito, Paulo Oliveira descreveu a etapa como “muito gira e rápida”, destacando o potencial de ultrapassagem do seu camião.

​A ciência da navegação a 80 km/h

​A imagem partilhada pelo piloto revela a complexidade do seu dia a dia. Naquele momento específico, Paulo Oliveira navegava no quilómetro 343.70 da especial, seguindo um rumo de 342° (CAP). O “Roadbook” digital indica uma zona de perigo e mudanças de direção constantes entre vegetação e trilhos sinuosos.

​Manter uma média de 80 km/h em condições de fora de estrada — totalizando um dia exaustivo de 884 quilómetros — é uma prova de perícia física e mental. Cada detalhe no ecrã, desde os perigos marcados a vermelho até às notas de direção (como o “OBLIC” visível no visor), tem de ser processado em frações de segundo enquanto o veículo salta sobre as rochas do deserto.

​Reta final rumo ao bivouac

​Após concluir a especial, a equipa enfrenta agora os últimos 200 km de ligação para o merecido descanso no bivouac. Com o espírito “Estamos juntos”, Paulo Oliveira agradeceu o apoio constante dos fãs, entrando na fase decisiva da maior prova de rally do mundo com o otimismo em alta e a meta final no horizonte.


14 janeiro 2026

Paulo Oliveira protagoniza subida abismal na 10.ª etapa

​O piloto luso-moçambicano, natural de Seia, consolidou a sua posição entre os melhores da categoria de camiões após dois dias de isolamento total e resistência extrema no deserto.

​A 10.ª etapa do Rally Dakar 2026 marcou um dos momentos mais críticos e vitoriosos para a equipa de Paulo Oliveira. Após concluir a temida etapa maratona, o piloto do “Torpedo” Scania celebrou não apenas a sobrevivência ao deserto, mas um desempenho desportivo de alto nível que o coloca em destaque na “divisão pesada” do rally mais duro do mundo.

​Resistência sem assistência

​A etapa maratona, que se estendeu por dois dias e cerca de 1.200 quilómetros, testou os limites da tripulação. Sem o apoio das equipas de assistência mecânica, Paulo Oliveira e os seus companheiros tiveram de enfrentar o isolamento total no bivouac.
​”Dormimos no acampamento sem qualquer assistência. Tivemos de montar a nossa própria tenda de campanha e comer rações de combate,” relatou o piloto, visivelmente satisfeito, à chegada a Bisha.

​Recuperação na classificação

​Apesar das dificuldades logísticas e de um contratempo anterior com o turbo e o sistema de alimentação do camião, a performance nas areias foi irrepreensível. Na primeira fase da maratona, a equipa percorreu mais de 700 km, conseguindo recuperar diversas posições.
​No segundo dia (Etapa 10), foram mais 400 quilómetros de condução técnica e precisa. Segundo o piloto, o balanço é extremamente positivo:
​”Ontem fizemos uma etapa excelente, ganhámos muitos lugares e ficámos em segundo lugar na nossa categoria. Hoje voltámos a fazer uma grande etapa, chegando agora a Bisha com o sentimento de dever cumprido após o azar que tivemos.”

Na etapa de hoje, o piloto recuperou cinco posições na classificação geral após uma etapa marcada pela consistência e resiliência nas dunas.

A 10.ª etapa foi de celebração para Paulo Oliveira. Após os desafios enfrentados nas jornadas anteriores, o piloto conseguiu imprimir um ritmo forte e seguro, o que lhe permitiu escalar cinco lugares na tabela classificativa em relação ao dia de ontem.

Aos comandos do camião número 623, partilhado com Alberto Herrero e Mario Rodriguez, Oliveira demonstrou que a estratégia de gestão mecânica e navegação precisa está a dar frutos nesta reta final da prova mais dura do mundo. A equipa superou as dificuldades do terreno, consolidando agora a sua posição no Top 20 da categoria.

A subida de hoje é um reflexo da determinação de Paulo Oliveira, que tem enfrentado uma edição do Dakar particularmente exigente a nível físico e técnico. Com este salto na classificação, a equipa entra nas últimas etapas com a moral reforçada, mantendo o objetivo claro de cruzar a linha de meta e garantir um resultado histórico.

Com o final da prova em Riade a aproximar-se, todos os olhos estão postos na capacidade de resistência de Paulo Oliveira e da sua equipa.

​Uma lenda em quatro categorias

​Paulo Oliveira continua a cimentar o seu nome na história do Dakar. Depois de completar a prova em Motos (2022), SSV (2023) e Classic (2024), a sua estreia em 2026 na categoria de Camiões (T5) torna-o um dos raros pilotos a nível mundial a competir em quatro divisões distintas.
​Representando a bandeira de Moçambique e com o apoio incondicional da sua terra natal, Seia, Paulo Oliveira entra agora na fase final da competição com o objetivo claro de levar o gigante Scania até ao pódio final em Yanbu.


13 janeiro 2026

Paulo Oliveira brilha na 9.ª etapa e supera desafio maratona no Dakar

O piloto luso-moçambicano, natural de Seia, foi um dos primeiros a chegar ao bivouac após uma etapa marcada pelo ritmo elevado.

A nona etapa do Rally Dakar 2026 ficou marcada por uma exibição de consistência e velocidade de Paulo Oliveira. Num dos momentos mais críticos da prova — a etapa maratona — o piloto conseguiu, no dia de hoje, imprimir um ritmo forte, cruzando a linha de chegada entre os primeiros a alcançar o bivouac.

A chegada ao bivouac da etapa maratona traz desafios que vão além da condução. Sem a assistência das equipas mecânicas, os pilotos enfrentam o isolamento total. A escassez de sinal de rede no local obrigou Paulo Oliveira a um esforço extra: subir, literalmente, ao alto das dunas para conseguir comunicar o sucesso desta jornada.

“Fizemos uma excelente etapa. Fomos dos primeiros a chegar ao bivouac, mas a rede aqui é muito limitada”, partilhou o piloto, visivelmente satisfeito com o rendimento da máquina e o resultado alcançado.
Esta fase da competição é crucial para a classificação geral, pois exige uma gestão inteligente do equipamento. Qualquer dano sofrido hoje terá de ser reparado pelo próprio piloto, sem ajuda externa, antes da etapa de amanhã. O facto de Paulo Oliveira ter chegado cedo permite-lhe um descanso precioso e tempo para os ajustes necessários no seu camião.
Com este resultado, Paulo Oliveira reafirma o seu lugar de destaque na prova, demonstrando que a experiência e a resiliência são as suas melhores armas nas areias da Arábia Saudita.

TH Trucks Team supera etapa maratona e consolida posição no Dakar

A tripulação do camião 623 superou as exigências da nona etapa e mantém-se firme na luta entre os 25 melhores da classificação geral.

A dureza do Rally Dakar 2026 subiu de tom na 9.ª etapa, mas a equipa TH Trucks Team demonstrou a resiliência necessária para vencer os desafios do deserto. Ao volante do camião número 623, a equipa de paulo Oliveira alcançou o Bivouac da etapa maratona garantindo o 24.º lugar na classificação geral.
Numa prova onde a fiabilidade mecânica é tão importante como a velocidade, a TH Trucks registou um tempo total acumulado de 182h 05′ 17″ até ao momento.

Apesar da distância de +139h 44′ 49″ para o líder da categoria, e com todos os percalços nas várias etapas, a TH Trucks está posicionada à frente de equipas de renome como a Buggyra ZM Racing (603) e a Boucou Competition (647) na tabela classificativa.


12 janeiro 2026

Frustração e uma enorme vontade de não continuar marcam o dia de Paulo Oliveira no Dakar

O deserto da Arábia Saudita voltou a mostrar a sua face mais implacável para o piloto luso-moçambicano, natural de Seia, Paulo Oliveira. Na 8ª etapa do Rally Dakar 2026, disputada esta segunda-feira num percurso circular em torno de Wadi Ad-Dawasir, a frustração tomou conta da equipa da TH Trucks Team após um problema mecânico crítico no camião Scania “Torpedo”.

O que deveria ter sido uma etapa de recuperação transformou-se num pesadelo técnico. De acordo com o depoimento do piloto, a equipa já vinha de um dia difícil após ter partido o turbo na etapa anterior. Hoje, a situação agravou-se quando um dos tubos que alimenta o sistema de turbo rachou em pleno deserto.

Sem máquina de soldar disponível para efetuar a reparação nas dunas, Paulo Oliveira e a sua equipa — composta pelos espanhóis Alberto Herrero e Mario Sastre — viram-se obrigados a abandonar o setor cronometrado e regressar ao bivouac.

“Neste momento, a vontade é terminar, ir embora hoje e não voltar a correr,” confessou um Paulo Oliveira visivelmente abatido, sublinhando o peso psicológico da dureza extrema da prova.

O “Joker” e a luta pelo pódio

Apesar do desânimo, a aventura ainda não chegou ao fim. A equipa decidiu utilizar o “joker” previsto no regulamento, o que lhes permite continuar em prova, embora com penalizações pesadas.

A perda definitiva da possibilidade de lutar pelas medalhas oficiais da etapa é uma realidade. O próximo passo é o regresso amanhã para a etapa maratona, com o objetivo de concluir a prova no dia 17 em Yanbu.
A equipa ainda mantém a esperança de subir ao pódio final para elevar a bandeira de Moçambique, um dos principais propósitos desta participação.

Embaixador de uma Nação

Paulo Oliveira, natural de Seia mas a competir com licença moçambicana, carrega consigo a responsabilidade de ser Embaixador do Turismo de Moçambique. Este papel estratégico de promoção da “Marca Moçambique” é, segundo o piloto, o que o motiva a não desistir, apesar da vontade de abandonar.

Com cerca de 8.000 quilómetros previstos para esta 48.ª edição do Dakar, a resiliência de Paulo Oliveira será testada ao limite nas próximas 48 horas, enquanto tenta converter a frustração de hoje numa vitória moral na linha de chegada em Yanbu.


11 janeiro 2026

Paulo Oliveira em maratona de 16 horas

​A 7.ª etapa do Rally Dakar revelou-se um verdadeiro teste de resistência para Paulo Oliveira e para a sua equipa. Num dia marcado por desafios técnicos extremos e mais um contratempo mecânico, o piloto completou a tirada após cerca de 16 horas de prova, demonstrando a resiliência necessária para enfrentar a mítica prova de todo-o-terreno.

​A jornada começou cedo, com a partida às 08h20 para uma ligação inicial de 300 km. Pela frente, uma especial de 460 km dividida em dois cenários distintos: uma secção inicial de elevada exigência técnica, seguida por um exigente setor de 70 km de dunas, onde a navegação e a tração foram cruciais.

​Incidente a meio do percurso

​O momento crítico do dia ocorreu por volta do quilómetro 250 da especial. A equipa viu-se forçada a parar devido à quebra do turbo do camião. Longe da assistência oficial, a reparação teve de ser efetuada em plena pista, sob as condições adversas do deserto. A perícia mecânica e o espírito de entreajuda permitiram que o veículo voltasse à prova, embora com uma perda de tempo considerável.

​”Foi um dia muito longo. Saímos cedo e estamos a chegar agora, após 16 horas dentro do camião. Tivemos de arranjar o turbo em plena pista, mas conseguimos concluir mais uma etapa,” relatou o piloto, satisfeito pelo objetivo cumprido.

​Próximo desafio: 760 km no horizonte

​Sem tempo para grandes descansos, a equipa foca-se agora na 8.ª etapa. O dia de amanhã promete ser igualmente exigente, com um total de 760 km a percorrer. Paulo Oliveira aproveitou ainda para agradecer as inúmeras mensagens de apoio que tem recebido, que servem de combustível para enfrentar a dureza do rally mais difícil do mundo.


11 janeiro 2026

Paulo Oliveira foca-se na recuperação e mantém mira no pódio em Yanbu

​Após o dia de descanso, o piloto luso-moçambicano e natural de Seia retomou a prova na sétima etapa, ocupando agora a 22.ª posição da geral, mas com a motivação intacta para a reta final.

​O Rally Dakar não dá tréguas, e depois de um sábado estratégico de descanso e recuperação física, Paulo Oliveira e a sua equipa voltaram hoje à ação para a sétima etapa da “maratona do deserto”. Com o camião devidamente revisto e a energia renovada, o piloto iniciou a segunda semana de prova com um objetivo claro: recuperar o terreno perdido.

​Resiliência após uma semana exigente

​A primeira metade da prova foi marcada pela dureza extrema das dunas sauditas, o que resultou numa ligeira descida na classificação geral, com Paulo Oliveira a ocupar atualmente o 22.º lugar. No entanto, no seio da equipa, o clima é de total confiança. O foco está agora na consistência e na navegação precisa para escalar posições nos próximos dias.
​”Perdemos algumas posições, mas a luta continua. O camião está preparado e nós estamos prontos para dar o máximo nesta reta final”, afirmou o piloto antes do arranque para a etapa de hoje.

​Yanbu no horizonte

​Com a competição a aproximar-se do fim, todas as atenções estão viradas para o dia 17 de janeiro, em Yanbu. O objetivo de alcançar um lugar no pódio permanece no horizonte, alimentando a determinação da equipa em superar os desafios técnicos e geográficos que ainda restam.
​A jornada até Yanbu promete ser um teste de resistência não só para a mecânica do camião, mas também para a capacidade estratégica de Paulo Oliveira.


10 janeiro 2026

Paulo Oliveira supera “pesadelo” mecânico e recarrega baterias em Riade

​O piloto luso-moçambicano, natural de Seia, aos comandos do camião “Torpedo”, de 1100 cv, da Scania, enfrentou uma sexta etapa dramática com uma fuga de óleo no cárter. Apesar da pesada penalização, a determinação em chegar ao pódio final em Yanbu mantém-se intacta.


​O Rally Dakar é conhecido por não dar tréguas, e a sexta etapa, que ligou Hail a Riade, foi a prova viva disso para Paulo Oliveira. Após uma semana de contratempos e de superação constante nas dunas sauditas, o piloto chegou ao dia de descanso em Riade com um misto de exaustão e alívio, depois de um problema mecânico ter ameaçado a sua continuidade na prova.

​O drama da 6.ª etapa

​O dia de sexta-feira, o mais longo desta edição com cerca de 950 quilómetros (incluindo a ligação), começou com boas perspetivas. Paulo Oliveira e a sua equipa, no momento em estavam na neutralização, detetaram uma fuga crítica de óleo no cárter do camião.

A equipa ainda tentou reparar o dano no local, mas a gravidade da avaria impediu-os de reentrar na pista a tempo de validar todos os pontos de controlo. A solução foi percorrer o último setor por estrada até ao bivouac, o que resultará numa forte penalização na classificação geral.

​”Foi um dia de muita frustração. Estávamos a rodar muito bem, mas estas coisas acontecem nas corridas. Chegámos ao bivouac já depois da meia-noite”, desabafou o piloto.

​Resiliência e solidariedade

​Esta não foi a primeira contrariedade de Paulo Oliveira nesta edição. Na quarta etapa, a equipa já tinha demonstrado o “espírito Dakar” ao sobreviver a três furos, tendo conseguido terminar a jornada graças a um pneu emprestado por outro concorrente.

​Apesar da penalização na sexta etapa colocar a equipa um pouco mais longe dos lugares cimeiros da geral, o foco mantém-se no objetivo principal: terminar a prova.

​Olhos postos em Yanbu

​O dia de hoje, sábado, serviu para “recarregar baterias” e permitir que a equipa de assistência fizesse uma revisão profunda ao “Torpedo”. Mas hoje, foi dia, também, de Paulo Oliveira almoçar com a embaixada de Moçambique em Riade. “Recebemos o amável convite da embaixada de Moçambique em Riade para almoçar com o Sr Embaixador Faizal Cassamo e a sua equipa! Tivemos a oportunidade de partilhar a experiência na corrida!”

Com sete etapas ainda pela frente até à meta final em Yanbu, marcada para o dia 17 de janeiro, Paulo Oliveira mantém o otimismo.
​”Hoje foi dia de descansar e de preparar a segunda semana. Temos muitos quilómetros pela frente e queremos estar no pódio final. Vamos lutar para lá chegar”, concluiu.
​A prova regressa à estrada este domingo, com a caravana a enfrentar mais um setor exigente de dunas, onde a navegação será, mais uma vez, o fator decisivo.


9 janeiro 2026

Problemas técnicos condicionam etapa de Paulo Oliveira no Rally Dakar

O piloto Paulo Oliveira, em competição na categoria de camiões do Rally Dakar, teve, nesta sexta etapa, enormes dificuldades técnicas que condicionaram o seu desempenho em prova.

Após um dia descrito como “muito duro e pesado”, a equipa conseguiu proceder à reparação do camião Torpedo (n.º 623). No entanto, não foi possível regressar à especial cronometrada para cumprir os cerca de 150 quilómetros finais da etapa, tendo o percurso até ao bivouac sido feito por estrada, a aproximadamente 350 quilómetros de Riade.

A situação poderá implicar penalização na classificação, apesar dos esforços desenvolvidos pela equipa para minimizar esse impacto. Segundo o piloto, a alternativa — regressar à etapa — implicaria enfrentar extensas zonas de dunas, com elevada probabilidade de pernoita no deserto.

O dia de amanhã será de descanso.


8 janeiro 2026

“O ‘resort’ de cinco estrelas de Paulo Oliveira em pleno Dakar”

O piloto natural de Seia, Paulo Oliveira, continua a sua aventura nas areias do deserto e, com o bom humor que o caracteriza, partilhou um vídeo onde mostra as condições reais em que a equipa pernoitou ontem à noite.

Num pequeno vídeo enviado diretamente do acampamento, Paulo Oliveira brinca com a situação, referindo-se ao cenário como o seu “resort”.

Apesar do cansaço acumulado nas etapas, o piloto luso-moçambicano mantém o espírito positivo, destacando o ambiente único de cada camaradagem e a beleza austera da paisagem.

Paulo Oliveira supera etapa Maratona no Dakar e mantém foco na classificação

​Paulo Oliveira concluiu, esta quinta-feira, a 5ª etapa do Rally Dakar na Arábia Saudita, alcançando a 16ª posição na categoria de camiões após dois dias de intensos desafios no deserto.

​Em vídeo enviado diretamente do acampamento em Al-Hofuf, o piloto descreveu a dureza da “Etapa Maratona”, uma prova de resistência de dois dias sem assistência mecânica externa. “Cá estamos nós em Al-Hofuf. Terminámos a etapa maratona, uma etapa de dois dias, ontem e hoje, com cerca de 1050 quilómetros no total”, relatou o piloto natural de Seia.

​A jornada não foi isenta de contratempos. Paulo Oliveira revelou que, esta quarta-feira, a equipa sofreu três furos, o que resultou numa chegada tardia ao bivouac.

​”Dormimos num bivouac onde todos os pilotos e participantes tiveram de montar a sua tenda e comer de um kit de ração de combate”, explicou, em tom de brincadeira.

​Após as dificuldades do primeiro dia, o dia de hoje trouxe um cenário mais positivo. Paulo Oliveira descreveu a 5ª etapa como uma “etapa limpíssima”, sem furos e com um bom ritmo de progressão, o que terá permitido à equipa subir na classificação geral, embora os resultados oficiais ainda estivessem a ser processados no momento da gravação.

​O piloto prepara-se, agora, para o encerramento da primeira semana de competição. “Amanhã vai ser o último dia desta primeira semana. Estamos na luta”, concluiu, agradecendo o apoio dos fãs.

​920 km rumo a Riade

​A caravana do Rally Dakar enfrenta esta sexta-feira aquele que é, para muitos, o derradeiro teste de fogo da primeira semana de prova. A 6ª etapa, que liga Hail a Riade, apresenta-se como a mais longa desta edição, estendendo-se por um total impressionante de 920 quilómetros.

​A caravana do Dakar continua a sua travessia pelas areias sauditas, testando os limites de resistência de máquinas e homens na prova de rally mais dura do mundo.


8 janeiro 2026

Paulo Oliveira supera mais desafios numa etapa dura do dakar 2026

4ª etapa do foi um verdadeiro teste de fogo para o piloto Paulo Oliveira e equipa da TH Trucks Team. Foram 690 km de pura superação entre as dunas da Arábia Saudita

O piloto Paulo Oliveira continua a escrever uma página de resiliência e determinação na edição de 2026 do Rally Dakar. Esta quarta-feira, 7 de janeiro, o navegador de Seia concluiu a 4ª etapa na 27ª posição da categoria de Camiões, num dia marcado pela dureza extrema do formato maratona.

Esta quarta etapa do Rally Dakar 2026 revelou-se extremamente exigente para o piloto. Numa jornada que se estendeu desde as primeiras horas da manhã até à noite, o piloto enfrentou não só os 440 quilómetros da etapa, mas também obstáculos mecânicos que puseram à prova, mais uma vez, a resiliência da equipa.

Com um total de 690 quilómetros percorridos – incluindo 250 quilómetros de ligação – o piloto luso-moçambicano, natural de Seia, e a sua equipa passaram uma parte da prova a mudar pneus, devido a uma série de furos que a viatura sofreu ao longo do percurso. “Tivemos três furos. Conseguimos furar três vezes”, relatou o piloto.

A situação tornou-se crítica quando, após o terceiro furo, a equipa já não dispunha de rodas sobressalentes. A continuidade na prova só foi possível graças à solidariedade de outros participantes, que emprestaram um pneu. “Tivemos de mudar a jante, mas conseguimos chegar bem”, explicou Paulo Oliveira, sublinhando que, apesar do tempo perdido com as reparações, a equipa chegou dentro do tempo regulamentar.

Foco na segurança

Apesar dos contratempos, Paulo oliveira manteve uma atitude positiva, destacando que estes incidentes “fazem parte do rally”. O piloto enfatizou que a segurança é a prioridade máxima e que a equipa se mantém em jogo, pronta para os desafios que se avizinham.

“Estamos bem, estamos em jogo e em segurança, que é o mais importante”, concluiu, agradecendo o apoio de todos os fãs e seguidores que têm acompanhado a sua prestação nesta edição do Dakar.

Apesar de um dia longo, que terminou já sob o manto da noite, a meta foi cruzada dentro do tempo.

De referir que na categoria de camiões (T5), a consistência é mais valorizada do que a velocidade pura. Estar no Top 25 mundial nesta categoria, especialmente após incidentes mecânicos graves, coloca Paulo Oliveira num patamar de elite no rally.

Paulo Oliveira já está hoje em prova, na 5ª etapa, e o foco continua intacto.


7 janeiro 2026

Paulo Oliveira enfrenta hoje a “mítica” etapa maratona no coração do deserto

​O piloto luso-moçambicano Paulo Oliveira já está em plena etapa maratona, um dos momentos mais decisivos e temidos do Rally Dakar. Em direto do deserto, Paulo Oliveira partilhou com os seus seguidores e com o JSM os detalhes deste desafio de 48 horas que testará a sua resistência física e mecânica.

​A etapa maratona é conhecida por retirar aos pilotos qualquer apoio das suas equipas de assistência. Durante estes dois dias, Paulo Oliveira terá de ser o seu próprio mecânico e gestor de recursos.

​”Vamos dormir hoje no meio do deserto, em tendas que nós próprios montamos. Não temos assistência nesta etapa”, revelou o piloto, sublinhando o carácter austero deste segmento da prova.

​O percurso desenhado para esta fase é colossal:
​neste primeiro dia serão cerca de 600 km de especial em dunas e terreno arenoso; a pernoita será feita em acampamento isolado no deserto, onde haverá, por certo, dificuldades no acesso a comunicações ou internet. Depois deste dia intenso, a quinta feira será marcada por mais 600 km de navegação exigente até à chegada a Al-Ula..

​A representar as cores de Moçambique, Paulo Oliveira apelou à compreensão de todos devido à previsível falta de notícias diretas, dada a ausência de sinal de internet na zona de acampamento. Contudo, poderão acompanhar o seu progresso através do “tracking” oficial no site do Dakar.


7 janeiro 2026

Paulo Oliveira concluiu ontem a 3ª etapa na 19ª posição

O dia de ontem foi particularmente difícil.
Paulo Oliveira concluiu ontem, a 3ª etapa do Rally Dakar 2026, na 19ª posição da categoria de camiões.

Esta terceira etapa do Rally Dakar revelou-se uma das mais duras para Paulo Oliveira até ao momento. O que se previa ser um dia de ataque às dunas e de consolidação de posição, transformou-se numa corrida contra o relógio — não apenas contra os adversários, mas contra a própria mecânica do veículo.

O piloto enfrentou uma jornada de superação após falhas mecânicas na sua viatura, perdendo tempo precioso na ligação entre os setores cronometrados.

Apesar deste enorme percalço, Paulo Oliveira conseguiu chegar dentro do tempo, ficando, nesta terceira etapa, no 19⁰ lugar.
Após ter terminado o prólogo em 17º e a primeira etapa em 23º, este 19º lugar na terceira etapa consolida uma prestação sólida e regular na prova.
Paulo Oliveira, natural de Seia, continua a ser uma figura de destaque, sendo reconhecido também como o primeiro moçambicano a competir nesta mítica prova de todo-o-terreno.
O Dakar 2026 está hoje nas etapas de maratona, onde a resistência será ainda mais crucial, já que os pilotos não terão assistência técnica externa ao final do dia.


6 janeiro 2026

Um olhar na primeira pessoa sobre o Dakar.

O piloto Paulo Oliveira chegou há pouco ao bivouac partilhou com o JSM este momento registado durante a prova, revelando a dureza, a intensidade e a dimensão única do Dakar, vivido no terreno por quem o enfrenta todos os dias.

Um enorme percalço a 4 quilómetros da meta fez com que o piloto tivesse de contrariar esta situação e utilizar os seus conhecimentos de mecânica para resolver a situação.

“Chegámos agora ao Bivouac dentro do tempo! Estamos na luta! Obrigado pelo apoio”.

O JSM está a aguardar por mais informações.

Este registo, enviado diretamente do terreno, serve como um lembrete para quem assiste no conforto do ecrã. O Dakar é uma prova de sobrevivência onde a glória não se mede apenas pelo pódio, mas pela capacidade de olhar para o infortúnio, a poucos passos do fim, e encontrar forças para terminar o que se começou.


5 janeiro 2026

Segunda etapaPaulo Oliveira termina mais uma etapa longa e exigente

Apesar dos contratempos mecânicos e das condições adversas de visibilidade, a equipa mantém-se firme na classificação geral. O espírito de entreajuda marcou, novamente, o final desta 2ª etapa, com o auxílio a um concorrente em dificuldades.

Diretamente do refeitório do acampamento — o único local com sinal de internet — Paulo Oliveira partilhou um balanço do que descreveu como um “verdadeiro dia de Dakar”. Foi uma etapa longa e exigente, num total de 500 quilómetros, dos quais 400 foram disputados ao cronómetro, testando os limites de resistência tanto da máquina como dos pilotos.

Contra-tempos e resiliência

A jornada começou com um ritmo forte, mas a sorte não esteve do lado da equipa de Moçambique nos primeiros quilómetros que participa na prova ao volante do camião “Torpedo”. Logo aos 10 km de prova, um furo custou cerca de 15 minutos preciosos. Mais tarde, na primeira zona de assistência, novos problemas surgiram: um tubo do radiador furado e um pneu degradado obrigaram a uma paragem prolongada.

“Foi um dia longo, de muito pó”, relatou o piloto luso-moçambicano, natural de Seia. “Na segunda fase da etapa, tentámos atacar e ultrapassar alguns concorrentes, mas a visibilidade era quase nula. Tivemos de abrandar significativamente para garantir a segurança.”

Solidariedade no deserto

Mesmo sob a pressão do cronómetro, a equipa de Paulo Oliveira não esqueceu os valores do desporto. Já perto do final do dia, encontraram um concorrente preso nas dunas e não hesitaram em parar para ajudar. “Não podíamos deixar ninguém para trás”, sublinhou o piloto. Este gesto de solidariedade, embora tenha custado mais algum tempo, reflete o espírito de missão da equipa.

A chegada ao acampamento aconteceu já de noite cerrada, por volta das 20h30. Apesar das dificuldades, a equipa mantém a sua posição na tabela classificativa.

“O grande objetivo é chegar ao final. Estamos a lutar contra grandes equipas, com orçamentos muito superiores, que treinam o ano inteiro. Somos uns privilegiados por estarmos aqui”, concluiu Paulo Oliveira, agradecendo o apoio constante que tem chegado de todos e de Seia.


4 janeiro 2026

Equipa de Paulo Oliveira supera percalços e conclui 1ª etapa do Rally Dakar em 23º lugar.

Esta primeira etapa do Rally Dakar, uma jornada de 500 km, foi marcada por solidariedade e superação. O piloto Paulo Oliveira celebrou a conclusão do primeiro dia de competição e já está focado na etapa seguinte.

Paulo Oliveira no Rally Dakar 2026: a 1ª etapa – filmado dentro do camião: o “Torpedo”

A equipa de Moçambique de Paulo Oliveira, concluiu, com sucesso, a primeira etapa oficial do Rally Dakar, chegando ao acampamento em Yanbu após um dia intenso de competição.

Apesar dos desafios técnicos enfrentados ao longo dos 500 quilómetros percorridos, o balanço da jornada foi considerado positivo pelo piloto.

A equipa garantiu a 23ª posição na classificação geral de camiões, um resultado sólido diante dos imprevistos ocorridos no deserto.

Desafios e espírito de equipa

O dia não foi isento de dificuldades. Logo ao quilómetro 40, a equipa sofreu um furo no pneu, um incidente que custou cerca de 15 minutos preciosos para a substituição e reparação.

No entanto, o destaque do dia foi o gesto de desportivismo e solidariedade africana. A equipa moçambicana interrompeu a sua prova para prestar auxílio à equipa de Angola, que também participa nesta edição. “Parámos para ajudar o carro de Angola que está a participar pela primeira vez em buggy’s. Ainda os rebocámos e passámos as dunas com eles e, por isso perdemos bastante tempo.”, explicou o piloto, reforçando o espírito de entreajuda que caracteriza as grandes maratonas de todo-o-terreno.

Foco na próxima etapa

Abastecimento para a etapa de amanhã que será, novamente, de 500 Kms

Mesmo com o tempo perdido no auxílio e no furo, a equipa mantém-se competitiva e confiante. “Não era bem o que estávamos à espera [em termos de tempo], mas foi o que conseguimos”, afirmou o piloto, visivelmente cansado, mas satisfeito com o desempenho do camião e da navegação.

O descanso será curto. Para amanhã, estão previstos mais 500 quilómetros de prova, onde a estratégia será manter a consistência e tentar recuperar posições na tabela geral.


1 janeiro 2026

Paulo Oliveira, o piloto luso-moçambicano, natural de Seia, já está na Arábia Saudita para participar no Rally Dakar. Este é o seu quarto Rally Dakar Rally onde vai estar ao volante de um camião SCANIA de 1100 cavalos, o “Torpedo”.

A edição de 2026 marca um marco histórico na carreira do piloto. Após ter completado em 2022 a prova em Motas, em 2023 num SSV (veículo ligeiro) e, em 2024, na categoria Classic ao volante de um mítico UMM, Paulo Oliveira estreia-se agora na “divisão pesada, na categoria T5: os camiões. Com esta transição, o piloto, que corre com a bandeira de Moçambique, entra para o restrito grupo de “lendas” que conseguiram o feito de alinhar em quatro categorias diferentes no rally mais duro do mundo.

A prova decorre de 3 a 17 de janeiro nas areias da Arábia Saudita.


30 dezembro 2025

Paulo Oliveira, o piloto luso-moçambicano, natural de Seia, parte hoje para a Arábia Saudita onde vai participar no Dakar ao volante de um camião SCANIA de 1100 cavalos, o “Torpedo”.

O piloto luso-moçambicano, natural de Seia, parte hoje rumo à Arábia Saudita para enfrentar o seu quarto Rally Dakar. Ao volante de um camião SCANIA de 1.100 cavalos, Paulo Oliveira torna-se um dos raros atletas no mundo a competir em quatro classes distintas da prova rainha do todo-o-terreno.

Paulo Oliveira, o piloto senense, que corre sob a bandeira de Moçambique, inicia hoje a sua viagem para a 48.ª edição do Rally Dakar, que decorrerá de 3 a 17 de janeiro nas areias da Arábia Saudita.

A edição de 2026 marca um marco histórico na carreira do piloto. Após ter completado em 2022 a prova em Motas, em 2023 num SSV (veículo ligeiro) e, em 2024, na categoria Classic ao volante de um mítico UMM, Paulo Oliveira estreia-se agora na “divisão pesada, na categoria T5: os camiões. Com esta transição, o piloto entra para o restrito grupo de “lendas” que conseguiram o feito de alinhar em quatro categorias diferentes no rally mais duro do mundo.

Um desafio de 1100 cavalos chamado “Torpedo”
O piloto não esconde o entusiasmo perante o novo “monstro” que terá de domar: um camião SCANIA, com 1100 cavalos, com o nome “Torpedo”. A transição para o camião exigiu uma aprendizagem acelerada de condução e mecânica, num veículo com potência bruta capaz de ultrapassar dunas de centenas de metros de altura. “É um orgulho enorme levar a nossa bandeira à maior corrida do mundo. Esta edição será totalmente nova, numa área onde nunca estive. O objetivo é o de sempre: chegar ao fim, honrar Moçambique e trazer mais uma medalha”, afirmou o piloto ao JSM.

A prova deste ano promete ser uma das mais exigentes, com um percurso que ultrapassa os 10 mil quilómetros (incluindo ligações e especiais cronometradas). Paulo Oliveira, que é também uma referência empresarial como administrador do Grupo Salvador Caetano em Moçambique, vê no Dakar mais do que uma corrida: é uma plataforma de inspiração para a juventude moçambicana e um teste máximo aos limites humanos. 

Desta forma, para além do desafio desportivo, Paulo Oliveira leva consigo a missão de promover Moçambique no palco mundial. O piloto tem sido uma peça fundamental na afirmação do país no desporto motorizado internacional, provando que a determinação de um homem de Seia pode conquistar os desertos mais impiedosos do globo.

Com o apoio de uma vasta legião de fãs em Portugal e Moçambique, o “piloto das quatro classes” que este ano vai dominar o “Torpedo” está pronto para escrever mais um capítulo de superação no deserto.


O número 623

Paulo Oliveira não estará sozinho nesta aventura de toneladas e cavalos de potência. O piloto integrará a tripulação do imponente camião número 623, partilhando o cockpit com os experientes Alberto Herrero, piloto com mais de 20 anos de Dakar e Mario Rodriguez Sastre.

A viatura, preparada pela reputada estrutura TH-Trucks Rally Team, ostenta as cores de Moçambique e o apoio de parceiros estratégicos, tanto de Moçambique como de Portugal, reforçando a ligação do piloto aos dois países que representa. Um desses parceiros é de Seia, a Confraria do Requeijão com Doce de Abóbora, reforçando a ligação que continua a existir com a sua terra natal.

Durante as próximas duas semanas, os olhos estarão postos no camião 623 e na capacidade de superação de um piloto que já provou não ter limites de categoria.
De referir que o JSM vai acompanhar, durante estas duas semanas, a viagem de Paulo Oliveira pelas areias do Rally Dakar 2026.

Força Paulo!

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ESTH Seia debateu “sem filtros” os desafios da sustentabilidade no Turismo

O evento, organizado pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) do Instituto Politécnico da Guarda, reuniu especialistas, governantes e empresários para uma reflexão sobre os desafios e oportunidades do turismo no interior do país.

A Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia (ESTH) transformou-se, na passada quarta-feira, 14 de janeiro, no epicentro da discussão sobre o turismo do futuro. O fórum “Sustentabilidade em Turismo – Boas Práticas Sem Filtros”, organizado no âmbito do Mestrado em Gestão e Sustentabilidade no Turismo, promoveu um diálogo aberto entre a escola, entidades públicas e o setor privado, focando-se na aplicação prática de estratégias que respeitem o território e as comunidades locais.

Na sessão de abertura, Ricardo Guerra, diretor da ESTH, congratulou-se com a adesão massiva, reiterando o compromisso da instituição na formação de profissionais capazes de unir a rentabilidade económica à proteção ambiental. “A nossa escola está profundamente ligada ao território e às empresas. Num setor que enfrenta dificuldades na contratação de mão-de-obra qualificada, reforçamos o nosso papel na preparação de profissionais conscientes e críticos”, afirmou, destacando, ainda, o protagonismo dos alunos do Mestrado na organização do evento.

Seia: um laboratório de boas práticas

Representando o Município de Seia, a vereadora Teresa Pereira apresentou o concelho como um exemplo vivo de como o turismo pode crescer em harmonia com a preservação natural e cultural.

Durante a sua intervenção, Teresa Pereira apresentou um roteiro de boas práticas que têm colocado o município no mapa internacional do turismo sustentável.

Entre os casos de sucesso mencionados, destacou alguns exemplos, tais como a vila de Loriga que foi, recentemente, reconhecida internacionalmente como uma das Best Tourism Villages.

Frisou, ainda, numa rede diversificada que une natureza e cultura. A este respeito, destacou o Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) e o Festival de Cinema Ambiental CineEco, pilares fundamentais de desenvolvimento do território. Também, a vasta rede de percursos pedestres e os museus municipais que, segundo a vereadora, oferecem uma imersão direta na paisagem e na história local. Também iniciativas como o “Ocupar a Velga” e “Cabeça Aldeia Natal” são “referências de como a comunidade pode ser o motor da atração turística”.

Contudo, Teresa Pereira reconheceu, também, que a pressão excessiva sobre recursos naturais e a sazonalidade continuam a ser desafios reais. “Uma aldeia tem de continuar a ser uma aldeia. Se perde a sua identidade, deixa de ser um destino diferenciado”, alertou, referindo-se aos limites do crescimento e a necessidade de evitar erros de massificação que possam descaracterizar a região. O exemplo dado foi o fenómeno Cabeça Aldeia Natal. Teresa Pereira apelou a uma “discussão aberta sobre o que não correu bem”.

Para além dos destinos físicos, Teresa Pereira salientou a importância vital da valorização dos saberes tradicionais e dos produtos locais como motor económico. O setor agroalimentar e a preservação de modos de vida rurais foram apontados como fatores de diferenciação face a destinos de massas.

Eventos como a Feira do Queijo e a Festa da Transumância e dos Pastores não são apenas momentos de celebração, mas estratégias de preservação do património imaterial que atrai o turismo gastronómico e cultural. A autarca mencionou ainda o papel de destaque do Museu do Pão e de produtos como o mel, os enchidos, os licores e a produção de lã e burel, que aliam a tradição à modernidade.

“O turismo só faz sentido quando gera valor económico, social e ambiental de forma equilibrada”, defendeu a vereadora, sublinhando que a autenticidade é o recurso mais valioso do Interior.

Certificação e estratégia regional

Rui Ventura, recentemente empossado presidente da Turismo Centro de Portugal, aceitou o convite para este fórum, tendo sido a sua primeira visita oficial à escola, trazendo um anúncio importante: a região vai iniciar este ano um processo de certificação de sustentabilidade ao mais alto nível. “O desafio já não é apenas crescer, é crescer com responsabilidade. O turismo do futuro é aquele que deixa o lugar melhor do que o encontrou”, sublinhou Rui Ventura. O dirigente destacou ainda que os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) são uma “oportunidade histórica” para a transição climática e qualificação dos destinos de baixa densidade.

O risco em ser-se “vítima do próprio sucesso”

O vice-presidente do Instituto Politécnico da Guarda, Carlos Rodrigues, reforçou esta visão, lembrando que a sustentabilidade não é apenas um conceito, mas um desafio de gestão. Relatou, a propósito, o exemplo do evento Cabeça Aldeia Natal, referenciado anteriormente pela vereadora Teresa: “Um destino fantástico que pode tornar-se vítima do seu próprio sucesso se não for gerido sob critérios de sustentabilidade”, alertou, referindo-se à pressão turística sobre as pequenas localidades, sublinhando que o sucesso mediático de um destino pode tornar-se o seu maior inimigo se ultrapassar a capacidade de carga do território.

O programa estendeu-se ao longo do dia com painéis que cruzaram diversas visões. Magda Fernandes (Associação Geopark Estrela) e Sérgio Alves (Cerdeira Home for Creativity) debateram como o território deve liderar os projetos turísticos. No campo empresarial, nomes como Fernando Morais e Fernando Levy, do prestigiado Six Senses Douro Valley, partilharam a experiência de uma operação hoteleira de luxo assente em princípios sustentáveis.

O evento contou ainda com uma vertente prática, incluindo a plantação de árvores no bosque (“Deixa a tua Marca Verde”) e um workshop de “Cozinha Consciente” conduzido pela Chef Carolina Oliveira.

O fórum encerrou com um “Dão de Honra”, celebrando o sucesso de uma iniciativa que provou que, no turismo, o caminho para o sucesso passa, obrigatoriamente, pelo respeito pela origem, pelas pessoas e pelo ambiente.

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Município de Seia abre candidaturas para o Programa Municipal de Comparticipação de Medicamentos 2026

O Município de Seia abriu hoje as candidaturas ao Programa Municipal de Comparticipação de Medicamentos e/ou Outros Produtos Farmacêuticos, que decorrem entre 16 de janeiro e 15 de fevereiro de 2026. Esta medida de apoio social procura atenuar os encargos com a aquisição de medicação essencial, apoiando munícipes em situação de maior vulnerabilidade económica.

O programa comparticipa 50% da despesa suportada pelo utente na aquisição de medicamentos e/ou outros produtos farmacêuticos, desde que prescritos por receita médica do Serviço Nacional de Saúde e adquiridos em farmácias aderentes do concelho de Seia.

Para o ano de 2026, o programa dispõe de uma dotação orçamental de 10.000 euros, permitindo apoiar até 100 beneficiários.

Podem candidatar-se munícipes com 66 ou mais anos ou com grau de deficiência ou incapacidade igual ou superior a 60%, que residam no concelho de Seia há mais de um ano em regime de permanência, estejam recenseados há pelo menos seis meses e apresentem um rendimento mensal per capita do agregado familiar igual ou inferior a 920 euros, correspondente à Retribuição Mínima Mensal Garantida. Os candidatos não podem beneficiar de outros apoios para o mesmo fim, não podem ter dívidas ao Município e devem ter despesas mensais regulares com medicação.

As candidaturas devem ser submetidas entre 16 de janeiro e 15 de fevereiro de 2026, através do preenchimento do formulário disponível em https://servicosonline.cm-seia.pt

ou presencialmente no Balcão Único do Município de Seia.

Para mais informações, os interessados podem contactar a Unidade de Desenvolvimento Social do Município de Seia através do telefone 238 310 237 ou do e-mail uds@cm-seia.pt. O regulamento completo do programa encontra-se disponível em cm-seia.pt.

Seis projetos candidatos ao Concurso municipal  “Empreender + Oliveira do Hospital”

Há seis ideias de negócio candidatas ao “Empreender + Oliveira do Hospital – Concurso Municipal de Ideias e Negócio” lançado pelo Município de Oliveira do Hospital para estimular a renovação e a diversificação do tecido económico concelhio.

Terminado o prazo para apresentação das candidaturas, que decorreu de 1 de agosto a 30 de novembro do ano transato, foram submetidas 9 candidaturas, sendo que após a análise técnica e documental foram validadas 6 candidaturas por cumprirem integralmente os requisitos de admissibilidade estabelecidos no regulamento. As restantes três foram classificadas como não conformes, por se encontrarem insuficientemente instruídas, não reunindo os elementos necessários para a sua validação.

As seis candidaturas consideradas elegíveis são de áreas diversas relativamente ao setor de atividade, como a agricultura; a floresta; o ramo alimentar; as tecnologias e comércio, e as tecnologias de informação e comunicação. Regista-se a participação de duas promotoras mulheres e quatro homens, cujos projetos apresentados preveem geração de postos de trabalho, desde a criação do próprio emprego à constituição de equipas de trabalho com vários trabalhadores.

As informações foram apresentadas, em reunião do executivo, pelo Presidente do Município de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, referindo que “este é um renovado investimento no estímulo ao aparecimento de novas ideias de negócio, passíveis de ganhar dimensão empresarial, num concelho de empresários e de reconhecida tradição empreendedora, como é Oliveira do Hospital. Num território que dispõe de ensino superior até grau de mestrado, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, e de ensino profissional de referência, aliados à livre iniciativa dos cidadãos que estão integrados num ecossistema de tradição empresarial e empreendedora, num concelho industrial, julgamos que estão conjugadas as condições para um ambiente favorável à criação de ideias negócio que este concurso pretende estimular”.

Estes seis projetos considerados elegíveis serão agora alvo de apreciação do júri do concurso que integra representantes de entidades com competências relevantes nas áreas do empreendedorismo e desenvolvimento económico. Estas entidades constituem, igualmente, a rede de apoio aos empreendedores candidatos.

No âmbito da estratégia municipal de incentivo ao empreendedorismo e à inovação, orientada para a renovação e diversificação do tecido económico local, a fixação de quadros qualificados e a promoção da criação de riqueza, o Município de Oliveira do Hospital lançou, publicamente no final de julho de 2025, uma nova edição do concurso Empreender destinado a distinguir e apoiar as melhores ideias de negócio.

Serão premiados planos de negócio inovadores, exequíveis e que respondam às necessidades do mercado, suscetíveis de originar novos produtos, processos ou sistemas.

A Câmara Municipal de Oliveira do Hospital assegura, através do seu orçamento, 35 mil euros destinados aos valores dos prémios para os três melhores classificados, a saber:  13 mil euros para o 1.º classificado; 9.500 euros e 7.500 euros para o 2.º e 3.º classificados. Poderá ainda ser atribuída uma ou mais menções honrosas até ao montante global máximo de 5 mil euros, ficando todos os promotores obrigados a manter a atividade no concelho de Oliveira do Hospital pelo período mínimo de cinco anos. 

Vila Nova de Foz Côa – Detido por falsificação de notação técnica

O Comando Territorial da Guarda, através do Posto Territorial de Vila Nova de Foz Côa, deteve, no dia 13 de janeiro, um homem de 36 anos pela prática do crime de falsificação de notação técnica, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.

No decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária, desenvolvida na localidade de Pocinho, no concelho de Vila Nova Foz Côa, os militares da Guarda abordaram um condutor e verificaram que este, durante a condução de um veículo pesado de mercadorias, fazia uso de um cartão de tacógrafo pertencente a outra pessoa, permitindo-lhe assim exceder os tempos de condução legais e evitar o cumprimento dos tempos de repouso obrigatórios, comprometendo gravemente a segurança rodoviária.

No seguimento das diligências policiais, o suspeito foi detido, tendo sido apreendido o cartão tacográfico utilizado de forma fraudulenta.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa, para aplicação das respetivas medidas de coação.

O tacógrafo é um aparelho de controlo destinado a ser instalado a bordo dos veículos rodoviários para indicação, registo e memorização automática ou semiautomática de dados sobre a marcha desses veículos, assim como sobre tempos de condução e de repouso dos condutores. O tacógrafo pode ser analógico ou digital, equipando, em regra, os veículos pesados de mercadorias e de passageiros em circulação, não só em território nacional, mas também em todo o território regulado por acordos multilaterais do Espaço Económico Europeu.

A Guarda Nacional Republicana relembra que, para além da gravidade criminal e contraordenacional destes ilícitos, a manipulação e viciação dos tacógrafos constitui uma prática de risco no ambiente rodoviário, introduzindo um elemento em violação das regras de segurança estabelecidas a nível europeu no que se refere aos limites de tempo de condução e períodos mínimos de repouso estabelecidos para os condutores e cumprimento dos limites de velocidade estabelecidos para os veículos.

As Presidenciais e os Candidatos – Mórbida tristeza

Temos acompanhado, dentro do possível, a campanha para as Presidenciais e assistimos à esmagadora maioria dos debates. Sabem a que conclusão chegámos? O nosso país, infelizmente, a exemplo do que se passa na Europa, salvo raríssimas exceções, não possui políticos de classe. A montra para as Presidenciais vem mostrar à evidência que os candidatos e os seus apoiantes mais diretos deviam envergonhar-se com a tristeza das suas intervenções e a pobreza das suas propostas.

Há muito tempo que vimos repetindo a máxima de que enquanto não houver alguém que os tenha no sítio, Portugal e os portugueses estão lixados. Enquanto não houver a coragem de consignar aos candidatos e aos partidos que os apoiam a responsabilidade de custearem as despesas das campanhas, isto não entra nos eixos e o país continuará a ser depauperado. Mas por que raio de razão é que o dinheiro dos impostos dos portugueses tem de pagar os gastos habilidosos dos partidos? O povo costuma dizer e com carradas de razão: “Quem quer boleta, trepa”.

É sabido e está provado que os partidos vivem à sombra do dinheiro que o Estado lhes dá. E porque é que tem de ser assim? Nos clubes não são os sócios que pagam as quotas? Mas há alguém, neste mundo, que acredite que candidatos e partidos agem de boa fé, com imparcialidade, honestidade intelectual e isenção? Ninguém porque toda a gente sabe, até os surdos, cegos e aleijados, que candidatos e partidos agem só e exclusivamente em função dos seus interesses, colocando primeiro e acima de todos os outros, os interesses pessoais e partidários. Já pensaram o que seria aplicar os largos milhões de euros que Portugal entrega aos partidos, na Saúde, na Educação ou na Segurança? É mais do que tempo de alguém despir o casaco, dar um murro na mesa e dizer: “acabou o regabofe”; querem festa e foguetes? Então, puxem da carteira e paguem! Tenham vergonha, senhores políticos e deputados. Façam, ao menos, um bem a Portugal e aos portugueses! Paguem do vosso bolso as loucuras que cometem. Deixem de sugar Portugal e os portugueses! Em 2026, cumpram, ao menos, este desígnio!

Terra de Gigantes: Ultramaratona arrancou sob neve e frio extremo na Serra da Estrela

​A edição deste ano da “Terra de Gigantes” teve início esta manhã na Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental, marcada por condições climatéricas adversas. Os atletas foram recebidos por um cenário de neve intensa, temperaturas negativas e vento forte, fatores que elevaram o nível de exigência logo nos quilómetros iniciais.

​A prova, organizada pela Horizontes – Turismo Desportivo, desafia os participantes a percorrer a distância entre o maciço central da Serra da Estrela e a vila da Nazaré. Conhecida pela sua dureza física e psicológica, a competição une o interior à costa, atraindo especialistas nacionais e internacionais em trail e ultramaratonas.

​A organização reforçou que a segurança é a prioridade, mantendo vigilância apertada sobre os atletas que agora seguem caminho em direção ao mar, numa jornada de superação através de paisagens diversificadas.

Assista a todos os vídeos no canal de YouTube JSM em https://www.youtube.com/playlist?list=PLCw3zVNpVWBiQ6c1zAb0JTAl4hQ-KQ7Dt

Oliveira do Hospital recebe IV Seminário “Sim à Igualdade. Não à Violência”

O Município de Oliveira do Hospital acolhe, esta quinta-feira, 15 de janeiro, a realização do IV Seminário “Sim à Igualdade. Não à Violência” que vai reunir um painel de especialistas ao longo de todo o dia na Casa da Cultura César Oliveira.

Trata-se de uma iniciativa da Adiber, enquanto entidade coordenadora do Gabinete Intermunicipal de Apoio à Vítima (GIAV) da Beira Serra, contando com a parceria dos quatro municípios desta região, Oliveira do Hospital, Arganil, Góis e Tábua.

Este seminário será um espaço de reflexão e debate sobre a temática da Violência Doméstica contra Mulheres e Crianças, abordando o enquadramento legal, o papel das forças de segurança e o impacto desta realidade, bem como os desafios atuais na promoção da igualdade de género.

A violência contra as Mulheres constitui um flagelo grave e persistente, com impactos profundos a nível individual, familiar e social. Este seminário reunirá especialistas e profissionais da área, para promover o debate, sensibilizar para esta problemática e divulgar as respostas e mecanismos de proteção existentes.

Com início às 9H00, a abertura do encontro está a cargo do presidente da Adiber, Miguel Ventura e dos representantes dos Municípios parceiros, seguindo-se o 1.º painel com a participação da jurista Ana Leonor Marciano, especialista em Direitos Humanos, sobre o tema “Violência doméstica e Outros Crimes Contra Mulheres – Legislação e possíveis alterações”. Ainda de manhã, o Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Coimbra, unidade especializada da Guarda Nacional Republicana, dará o seu contributo para a reflexão relativamente ao “Trabalho das forças de Segurança em Crimes de Violência Doméstica”.

Da parte da tarde, no 2.º painel de oradores estará presente Mauro Paulino, psicólogo clínico e forense e conhecido comentador num canal televisivo generalista, com o tema “Impacto da Violência Doméstica”; e Rosa Oliveira, da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que trará para cima da mesa “Igualdade de Género – Desafios na Atualidade”.   

Aberto a todas as pessoas interessadas, as inscrições são gratuitas, mas obrigatórias, através do link https://forms.gle/rzCrduXBu5zLREih6 ou pelos contactos igualdade@adiber.pt / 911708135.