A partir de hoje e até 10 de agosto (domingo), a Guarda Nacional Republicana (GNR) realiza uma operação de fiscalização rodoviária, direcionada para o controlo de velocidade, focando-se nas vias mais críticas sob a sua responsabilidade, onde se verifica uma maior incidência na sinistralidade e incumprimento dos limites de velocidade, com o objetivo de promover a segurança rodoviária, em todo o território nacional continental.
O excesso de velocidade continua a ser, em Portugal, uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave, seja pela diminuição do tempo de reação do condutor para fazer face a um imprevisto ou pelo agravamento das suas consequências em resultado da maior violência do embate. É também a infração mais comum em todos os países europeus e a principal causa de morte nas estradas em toda a Europa. Com esta ação, A GNR pretende sensibilizar a opinião pública para a importância da adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores profissionais, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas. Relativamente ao controlo de velocidade, durante o ano de 2024, a GNR controlou 13 151 582 veículos e registou 9 644 em excesso de velocidade. Por este motivo, com esta ação, pretende-se também sensibilizar os condutores, para a importância da adoção de comportamentos mais seguros, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.
Esta operação decorre no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol), organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias. No final de 2021, a GNR tornou-se membro da RoadPol, passando a integrar no seu planeamento operacional, as operações planeadas pela referida organização. Neste âmbito a RoadPol estabeleceu quatro áreas de atuação prioritárias no âmbito da segurança rodoviária: as estradas, os veículos, os utilizadores e a velocidade. À semelhança de anos anteriores, a Roadpol elaborou um planeamento de operações de fiscalização de âmbito rodoviário para o corrente ano.
Estas operações, de âmbito europeu, têm como principal finalidade a criação de um ambiente rodoviário mais seguro, através de uma intervenção simultânea sobre as principais causas de acidentes procurando influenciar positivamente os utilizadores das vias a adotarem comportamentos mais seguros.
Entre os dias 4 e 9 de agosto, a aldeia de Valezim, no concelho de Seia, em plena Serra da Estrela, recebe a 4.ª edição do Ocupar a Velga — um festival que convida a ocupar o território com arte, comunidade e encontros. Durante seis dias, artistas, moradores e visitantes partilham experiências através de espetáculos, oficinas, laboratórios criativos e propostas pensadas para todas as idades.
Com uma proposta de combate à desertificação do território, o festival já acolheu um público que atinge 3.500 pessoas, tornando-se uma referência na Região das Beiras para quem procura viver o mês de agosto com muita cultura e imersão na natureza.
A ocupação propõe um cruzamento entre circo, dança, música e cinema, promovendo novas perspetivas e espaços para a imaginação de futuros possíveis
A programação de 2025 destaca-se com o espetáculo MUDA, de Clara Andermatt com o Instituto Nacional de Artes do Circo, inspirado na estética do cinema mudo; Furo Lento, a nova criação de Rui Paixão, um western distópico sobre extinção e colonização espacial; o regresso de Robert Panda com I AM STUPID; e Chá das Cinco, da companhia portuense Coração nas Mãos, pensado para toda a família.
O programa integra ainda oficinas ambientais, sessões de leitura e histórias rítmicas, um laboratório de artes performativas para crianças dos 6 aos 13 anos, sessões de curtas-metragens internacionais na aldeia vizinha de Sazes da Beira e uma oficina de combate à desinformação.
O encerramento fica a cargo da Lena d’Água, acompanhada pela Banda Filarmónica de Loriga, seguido de um Oráculo — para dançar até ao ano seguinte.
O Ocupar a Velga afirma-se como uma ocupação onde o território se transforma pelo cruzamento das artes e a experiência do encontro com elas. Um convite à passagem, à transformação e à construção de novas formas de sentir.
A Produção d’Fusão, é uma estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes.
Produção d’Fusão
A Produção d’Fusão inicia o seu trabalho em 2017, com vista a desenvolver atividade na área da produção artística e cultural. Criada enquanto Casa de Artistas, com o principal objetivo de ajudar artistas emergentes no desenvolvimento da sua carreira autoral profissional, tem alargado a sua área de trabalho à mediação de públicos e programação cultural.
Faz o acompanhamento de obras artísticas, desde a sua elaboração até à digressão dos espetáculos em Portugal e no estrangeiro. Conta com larga experiência na área das artes performativas e na produção e gestão de espetáculos e agenciamento de artistas, dinamização de formações, projetos artísticos com a comunidade e mentoria de produção.Desde a sua criação, teve a oportunidade de trabalhar com Ana Rita Barata, André de Campos, Be Dias, Bruno Alexandre, Diana Niepce, Jonas&Lander, John Romão, Marina Nabais, Pedro Ramos, Piny e Sérgio Diogo Matias.
É atualmente responsável pela difusão do trabalho artístico de Rui Paixão (circo), Bernardo Chatillon (teatro/dança), e do projeto infantil Panda Express (dança).
Desde 2022 organiza anualmente o Ocupar a Velga, projeto de programação cultural no espaço público, em agosto, na aldeia de Valezim, Seia, sendo responsável pela curadoria e organização de todo o evento.
Paralelamente desenvolve projetos pontuais de pré-produção, produção executiva, gestão e/ou acompanhamento de candidaturas. Tem sede na aldeia de Valezim, Serra da Estrela.
O Movimento Independente “Juntos por Loriga” formalizou a sua candidatura à Junta de Freguesia de Loriga no passado dia 30 de julho, com a entrega da lista de candidatos no Tribunal de Seia.
Segundo o Movimento Independente “este ato simbólico e administrativo marca o início de uma nova etapa no compromisso assumido com a nossa terra.
“A candidatura foi apresentada “com consciência, clareza e um profundo sentido de responsabilidade, refletindo o trabalho sério e dedicado que tem vindo a ser desenvolvido”, referem.
O movimento descreve, ainda, a candidatura como um projeto realista, fundamentado nas necessidades da freguesia e apoiado por uma equipa dedicada.
A lista de candidatos, assinada por mais de 100 pessoas, é composta por pessoas da terra que, segundo o Movimento, têm amor por Loriga e se comprometem a ser uma Junta de Freguesia próxima das pessoas, atenta e empenhada em servir a comunidade. “Este é um número que não só legitima este movimento, como demonstra que existe confiança, esperança e vontade de mudança entre a população.”
A candidatura nasceu da convicção de que “Loriga merece mais”. O objetivo é lutar por uma freguesia mais participativa, mais justa e mais viva, encarando o seu nome não apenas como uma marca, mas como uma missão. “Loriga merece mais. Merece uma Junta próxima das pessoas, empenhada em ouvir e encontrar soluções, e com verdadeira vontade de servir. ”Para o Movimento Independente este gesto reforça a certeza de que não estão sós, “estamos juntos por Loriga.”
A corporação dos Voluntários de Vila Nova de Tazem está a lançar uma campanha de angariação de fundos, para a aquisição de um novo veículo de combate a incêndios, após ter visto, recentemente, um dos seus veículos de combate a incêndios totalmente destruído a caminho de uma ocorrência.
O incidente ocorreu no dia 28 de Julho, quando os bombeiros se deslocavam na Grif do Comando Regional das Beiras e Serra da Estrela, de urgência para um incêndio em Ponte da Barca – ocorrência que foi, inclusive, noticiada pelo JSM. Felizmente, os operacionais sofreram apenas ferimentos ligeiros, mas o veículo — essencial para o trabalho diário da corporação — ficou inoperacional e representa uma perda grave para a capacidade de resposta da equipa.
Neste contexto, está em curso uma campanha de angariação de fundos com o objetivo de financiar a aquisição de um novo veículo de combate a incêndios. O apoio, a colaboração e a solidariedade de todos ajudará a devolver aos bombeiros as condições essenciais para continuar a salvar vidas
Dados da campanha
Nome da campanha: “Campanha de angariação de fundos para substituir a viatura acidentada”
IBAN/NIB para donativos: BPI – 0010 0000 5083 4190 0017 4 CA – 0045 4060 4010 3274 3610 8
“Nesta ocasião especial temos a honra, o prazer e o privilégio de fazer a abertura das Festas do Concelho de Seia!”
A Ginjas Band vai atuar no dia 14 de agosto, dia de abertura das Festas do Concelho de Seia, com um concerto no Palco 2, agendado para as 21h. A banda, que celebra 25 anos de carreira, tem uma ligação especial ao concelho, já que o seu vocalista e guitarrista, Pedro Garcia, é natural de Alvoco da Serra.
Pedro Garcia, que é também médico pediatra em Lisboa, descreve-se como “um músico disfarçado de médico”. Na sequência de uma promessa feita, em entrevista ao JSM, no ano passado, o artista regressa agora para tocar para as suas gentes, acompanhado pela sua banda.
Mas há outra novidade! Além da atuação em Seia, a Ginjas Band tem um segundo concerto agendado para o dia seguinte, 15 de agosto, na Eira de Alvoco da Serra. Este espetáculo será particularmente especial para Pedro Garcia: tocar naquele espaço idílico para todos os seus amigos vai ser algo memorável, ou não fosse Alvoco da Serra a sua “vitamina anual”. “Não consigo deixar de vir à minha terra natal no verão. Para mim, Alvoco da Serra é vida, é a minha vitamina anual.”
O ano passado Pedro atuou sem a sua banda nas Festas do Concelho, onde subiu ao palco com o músico, produtor e cantor João Só. Um momento único, vibrante e enérgico que levou o público ao rubro.
A Ginjas Band nasceu em 1999 formada por 4 elementos: Pedro Garcia (Voz e Guitarra); Frederico Gonçalves (Voz e Guitarra); Nelson Milagre (Baixo) e Gonçalo Machado (Bateria).
Durante anos, à sexta-feira o Ginjas Bar (mítico bar em Alfama nos anos 90) enchia-se de uma pequena multidão para ver e ouvir “A Banda” que ganhou o nome daquele local de culto e tributo ao Rock.
O gosto pela música e a amizade trouxe novos elementos: André Ruivo (Voz e Guitarra); Gonçalo Sousa (Guitarra e Voz); António Nogueira da Silva (Piano, Teclados e Voz) e Vitor Veríssimo (Voz, Guitarra, Percussão).
Com 25 anos, a Ginjas Band mantém a chama do Rock bem acesa.
“Nesta ocasião especial temos a honra, o prazer e o privilégio de fazer a abertura das Festas do Concelho de Seia!”, refere o músico.
As Festas do concelho de Seia, promovidas pelo Município de Seia em parceria com a União das Freguesias de Seia, São Romão e Lapa dos Dinheiros e a Associação Empresarial da Serra da Estrela, são um dos pontos altos do calendário cultural do concelho que atrai, todos os anos, milhares de visitantes ao Parque Municipal da cidade.
Durante quatro dias, de 14 a 17 de agosto, Seia volta a ser palco de uma celebração que alia música ao vivo, animação, gastronomia e artesanato, num ambiente festivo que une tradição e modernidade e reforça o sentido de pertença da comunidade.
E a promessa vai ser cumprida. Recorde a entrevista que Pedro Garcia deu ao JSM.
Ontem à noite, a Igreja Matriz de Paranhos da Beira acolheu um concerto memorável de Luísa Amaro e Gonçalo Lopes, uma iniciativa promovida pelo R.F. Paranhos da Beira,, no âmbito do Festival de Músicas e Danças Tradicionais – Arriba-Monte.
A Igreja Matriz esteve repleta de público que vibrou com a atuação dos dois fantásticos músicos: Luísa Amaro, na guitarra portuguesa, e Gonçalo Lopes, no clarinete baixo.
Com esta performance, Luísa Amaro interpretou música da sua própria autoria e ao longo do concerto foi partilhando memórias ligadas às suas vivências por Paranhos da Beira, já que o seu pai era desta vila, e ao percurso artístico junto de Carlos Paredes – nome maior da guitarra portuguesa.
Luísa Amaro é a primeira mulher guitarrista profissional e compositora para guitarra portuguesa. Desde 1984, tocou ao lado de Carlos Paredes em centenas de concertos por todo o mundo. Em 1996, iniciou a sua carreira a solo e já lançou cinco álbuns.
Gonçalo Lopes, clarinetista, iniciou a sua formação na Academia de Amadores de Música e frequentou a Escola do Hot Clube. Atua regularmente em Portugal e no estrangeiro, tendo colaborado em projetos de música medieval e jazz, além de acompanhar Luísa Amaro, desde 2006, em diversos concertos e gravações.
Um concerto carregado de muita emoção para esta extraordinária mulher guitarrista portuguesa, com raízes em Paranhos da Beira.
O Centro Museológico de Paranhos da Beira é um espaço dedicado à preservação da história e da cultura da freguesia, com particular destaque para a tradição local da olaria de Paranhos da Beira e Carvalhal da Louça.
O centro está instalado na antiga Escola Primária das Quatro Esquinas e oferece várias salas temáticas:
“O Mundo Rural”: Uma exposição sobre a vida e as tradições agrícolas da região.
Olaria Tradicional: Uma sala dedicada à história e às peças de cerâmica de Paranhos da Beira e Carvalhal da Louça.
“Oficina do Oleiro”: Um espaço de experimentação onde é possível conhecer as técnicas tradicionais de modelação do barro.
Equipamento Escolar: Uma sala com equipamento escolar da década de 1930.
Sala Joaquim Homem Ferreira: Um espaço com mobília e livros doados por uma família local.
Biblioteca: O centro também dispõe de uma biblioteca com cerca de 2000 livros. Disponibiliza os serviços de leitura local e de empréstimo domiciliário e providencia ao público um catálogo, pesquisável através da Internet. O conjunto dos livros, que constitui o acervo da desta biblioteca, foi doado pelos beneméritos Dra. Amélia Catarino e D. Fernanda de Paula Santos e Sr. José Santos.
Visitas e Contactos
O Centro Museológico tem o apoio do Rancho Folclórico de Paranhos da Beira, da Câmara Municipal de Seia e da Junta de Freguesia.
O centro está aberto ao público às sextas-feiras e domingos, das 14h30 às 17h. Para visitas noutros dias, é necessário fazer uma marcação prévia.
As Festas do Senhor do Calvário regressam a Gouveia entre os dias 7 e 11 de agosto, afirmando-se, uma vez mais, como a maior romaria das Beiras e um dos momentos mais marcantes do calendário cultural e religioso da região.
Quinta do Bill, Julinho KSD, Delfins, Nena e The Gift são os principais artistas que vão subir ao palco das Festas, que prometem atrair milhares de pessoas à cidade.
Organizado pelo Município de Gouveia, este evento conjuga tradição, fé, cultura e entretenimento, numa programação diversificada que mobiliza a população local, os visitantes e as comunidades emigrantes. Este ano, as Festas do Senhor do Calvário irão decorrer no Parque da Ex Bellino & Bellino e zona circundante, nomeadamente a Rua Dra. Lurdes Almeida e a Avenida dos Bombeiros Voluntários de Gouveia, que irão concentrar e acolher toda a programação cultural, musical, de lazer, restauração e divertimentos, mantendo viva a tradição num ambiente renovado e acessível.
Ao longo de cinco dias, Gouveia transforma-se num espaço de celebração com atividades que vão desde concertos com artistas de renome nacional, eventos religiosos, feira de artesanato e associativismo, gastronomia tradicional e diversões populares. Os festejos em honra do Senhor do Calvário, iniciam-se no dia 7 de agosto, quinta-feira, pelas 19h30, com a Saudação à Cidade pela Sociedade Recreativa e Musical de Moimenta da Serra, seguindo-se, pelas 20h00, a abertura da Feira Industrial, Comercial e de Artesanato e Associativismo, bem como da Festa do Livro e Espaço da Miniatura Automóvel.
O palco 2 recebe, pelas 21h00, o primeiro teatro infantil, a peça “Os Sete Cabritinhos”, do Teatro do Botão, um momento direcionado para o público mais jovem.
Pelas 22h00, todas as atenções se concentrarão no palco principal onde os Quinta do Bill fazem as honras de abertura, com um concerto sinfónico que irá reunir as Bandas Filarmónicas do Concelho de Gouveia, num momento de comunhão musical e celebração da música portuguesa que se prevê verdadeiramente emocionante.
A noite finaliza em grande estilo dentro do Pavilhão da Ex. Bellino & Bellino, com o Gouveia Summer Sessions (Bambas Bar), que promete dar vida às noites gouveenses. A música e a diversão são garantidas, o DJ Dilcio faz as honras de abertura.
Na sexta-feira, dia 08 de agosto, pelas 17h30, decorre a sessão pública de entrega do Prémio Abel Manta de Pintura 2025, seguida da inauguração da exposição das obras selecionadas pelo júri.
A saudação à cidade, pelas 19h30, será protagonizada pela Sociedade Instrução e Recreio de Paços da Serra, que mais tarde irá atuar no palco 2. Ainda antes deste concerto, pelas 21h00, sobe ao palco o teatro infantil “As Cantigas da Carolina” (Cativar).
O espetáculo mais aguardado do dia tem início pelas 23h00, com o cantor e rapper português Julinho KSD, cujo single de estreia “Básico” e o álbum “Sabi na Sabura” foram certificados platina. O artista trará a sua energia única ao palco dos Bellinos, com um concerto que promete misturar crioulo, português e inglês.
Julinho KSD é um dos artistas mais acarinhados pelo público jovem, cuja sonoridade urbana, multicultural e energética promete ser um dos pontos altos do evento. O Dj Varelas e os Doublefifteen (Roby, Rockefeller & Bszy) vão animar a pista, para uma noite inesquecível de ritmo, dança e celebração.
O sábado, dia 09, é, essencialmente, dedicado à tradição, decorrendo, pela manhã, no Mercado Municipal, a entrega dos incentivos à produção de ovinos e caprinos do concelho de Gouveia, seguida da degustação de uma deliciosa sopa de grão à pastor. Pelas 17h00, terá lugar, no Estádio Municipal do Farvão, a 1.ªjornada do Campeonato de Portugal – Série B, num jogo a disputar entre o Clube Desportivo de Gouveia e o Sport Comércio e Salgueiros.
Seguir-se-á a saudação à cidade pela Associação Cultural e Recreativa da Banda de Vila Nova de Tazem e posteriormente o concerto, que irá decorrer no palco 2 do Parque da Ex. Bellino & Bellino.
Pelas 21h10, terá lugar o desfile etnográfico pelas principais artérias da cidade, o percurso inicia na Avenida 25 de abril, até ao Parque da Ex. Bellino & Bellino, onde terá lugar o XLVIII Festival Internacional de Folclore de Gouveia.
É, também, nessa noite que, pelas 23h45, sobem ao palco principal os Delfins. Esta banda histórica da música portuguesa promete emocionar diferentes gerações com os grandes êxitos que marcaram décadas.
A lendária banda fundada em 1984, cujo repertório inclui sucessos como “Sou Como Um Rio”, “Nasce Selvagem” ou “Baía de Cascais”, promete um concerto memorável. A noite finaliza, mais uma vez, com o Gouveia Summer Sessions e os Dj John Wood e Dj Kamba.
O domingo, dia 10 de agosto, é dia da Super Especial Rally de Gouveia, a prova citadina que reúne os amantes das quatro rodas, momento que promete trazer emoção, velocidade e espetáculo às ruas da cidade, a partir das 14h00.
Ainda no domingo, antes da abertura da Feira Comercial, de Artesanato e Associativismo, a Sociedade Musical Gouveense “Pedro Amaral Botto Machado” protagoniza a saudação à cidade.
Pelas 20h45 o palco 2 acolhe o teatro infantil “A Carochinha e o João Ratão” (A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos), seguindo-se um concerto pela Banda Filarmónica da Mamarrosa.
A partir das 23h00, é a cantora Nena que sobe ao palco principal, jovem artista em ascensão, conhecida pelos temas “Portas do Sol” e “Teorias da Conspiração” e mentora do programa The Voice Kids Portugal. A sua atuação promete um concerto intimista e emocional, especialmente dedicado aos públicos mais jovens e familiares.
O Dj Sayless e o Dj Delmont abrem a pista de dança e encerram mais uma noite memorável do Calvário. Na segunda-feira, dia 11 e Dia do Município, as Festas do Senhor do Calvário iniciam com a saudação à cidade pela Banda Filarmónica Gratidão Riotortense, seguindo-se o ato solene do içar das bandeiras e a sessão solene no Teatro Cine de Gouveia.
O público infantil tem como proposta para este dia a peça “A Cinderela” (A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos), que se apresenta, pelas 18h15, no palco 2.
O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Gouveia, deteve, hoje, dia 30 de julho, um homem de 39 anos pelo crime de incêndio florestal, no concelho de Fornos de Algodres.
A detenção ocorreu na sequência de um incêndio florestal que deflagrou naquele concelho, tendo os elementos da Guarda desenvolvido diligências policiais que permitiram apurar que o incêndio teve origem durante uma limpeza de mato realizada com recurso a uma capinadeira. No decurso desta ação, o suspeito terá provocado, de forma acidental, um incêndio.
O detido foi constituído arguido, e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Celorico da Beira.
A Guarda Nacional Republicana mantém-se vigilante na prevenção e combate aos incêndios rurais, contribuindo ativamente para a responsabilização criminal dos seus autores e para a proteção de pessoas, bens e do património natural.
A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais.
A GNR relembra ainda que:
As queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal; A realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras é interdita sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural «muito elevado» ou «máximo», estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos; Para evitar acidentes siga as regras de segurança, esteja sempre acompanhado e leve consigo o telemóvel. A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção ambiental e dos animais. Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.
Todos os anos, por volta desta altura, entre junho e setembro, somos bombardeados, à hora do almoço e do jantar, pelos noticiários nacionais com imagens das chamas que, de norte a sul do país, assolam populações inteiras. São imagens de pessoas desesperadas, a tentar salvar as suas vidas ou, por vezes, o pouco que ainda lhes resta, mas também da Proteção Civil e das corporações de bombeiros, exaustas pelo esforço no teatro de combate a este flagelo, e dos agentes de segurança pública, que tentam manter os ânimos o menos exaltados possível. A todos eles deixo o meu abraço solidário pelas perdas sofridas, mas também o meu agradecimento e reconhecimento pelos esforços, coragem e dedicação.
No meio desta azáfama, temos, também, ano após ano, os microfones dos vários canais mediático nacionais a cobrir os acontecimentos, seja em direto, seja em peças jornalísticas gravadas. Registam a angústia e o sofrimento de quem vê a vida consumida num rastilho e entrevistam pessoas que tentam salvar as suas propriedades ou que prestam auxílio no terreno, mas, no fim, podemos concluir que, muitas vezes, os órgãos de comunicação social mais atrapalham do que ajudam. Pior ainda, acabam por alimentar o desejo mórbido de muitos pirómanos à solta.
Sem deixar cair por terra o direito à informação, essencial, aliás, para a população, creio que é necessário continuar a expor e sensibilizar para carências ou até mesmo falhas nos sistemas de combate. Manter as pessoas atualizadas e, principalmente, evitar que estas se desloquem às áreas afetadas é fundamental. Tal é diferente de transformar toda esta desgraça num espetáculo mediático, com vasto tempo dedicado, em peças nos telejornais e reportagens. Além de dificultar o trabalho de quem está no terreno, por se colocarem em locais impróprios ou porque acabam por precisar eles próprios de ser socorridos, em nada contribuem para o combate ou prevenção dos incêndios a não ser com sensacionalismo.
Chegados ao cerne da questão, foquemo-nos então na prevenção.
Não teriam os órgãos de comunicação social maior preponderância se começassem a dar mais tempo de antena, nos meses de abril e maio, a entrevistas, vídeos e informações com foco em medidas de prevenção e redução do risco de incêndios? Não digo que ocupem 50% a 60% dos seus programas com esse conteúdo (como acontece nos momentos de desgraça), mas talvez 20% a 30% fosse um bom começo.
Poderia esta medida ter impacto real e ajudar a reduzir o número de incêndios? A comunicação social não é, evidentemente, um meio de combate nem um fator de propagação, mas pode ser um agente de prevenção.