Gostaria que passado um mês desde que publiquei o último Editorial, que os vários conflitos entre países e entre os homens já tivessem acabado. Mas não! Esses conflitos, além de não terem melhorado, cada vez estão mais acesos.
Todos andamos preocupados com o conflito entre a Ucrânia e Rússia e, agora, rebentou outro entre o Irão e Israel. Se o primeiro é terrível o segundo não é menor.
Com tudo isto, o mundo anda todo às aranhas. Fazem-se reuniões, promovem-se e fazem-se encontros e mais encontros e não se chega a lado nenhum, já que todos estão na expetativa que os americanos entrem na guerra. Ai de nós, porque uma guerra a nível mundial seria inevitável.
Embora estes focos de guerra se desenvolvam por Nações longe de Portugal, não quer dizer, que eles não cheguem até nós. Fazemos votos para que isso não venha a acontecer, até, porque, bem basta os 14 anos de guerra no Ultramar, não tendo havido nenhuma potencia que nos tenha ajudado. Por isso, esta guerra não é nossa e não temos obrigação de ter que enviar homens para defender os políticos e as Nações que não se entendem.
Estamos a cerca de dois meses para que Portugal entre em Eleições para as autarquias. Aqui é nosso dever votar, porque o que está em causa é escolher um presidente que governe e saiba governar. Nós, senenses, há quatro anos votámos no Dr. Luciano Ribeiro e não estamos arrependidos, porque tem sabido e tem cumprido, com sabedoria e talento, o papel que prometeu aos eleitores.
Todos nós gostaríamos que qualquer Presidente nos alindasse a nossa rua ou bairro. Ora isso não pode ser tudo feito de um momento para o outro. O que se tem de analisar é que muitas coisas foram feitas durante este tempo de mandato, por isso é que, conscientemente, voto na candidatura do Dr. Luciano. Os outros candidatos, sinceramente não conhecemos nada do seu curriculum ou qualquer obra que tenham feito. No entanto, daremos sempre espaço quando dispusermos de informações e de quaisquer elementos.
Contamos, também, com os presidentes de juntas que vão trazendo para cada uma das suas terras o melhor que cada população deve ter para viver.





