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O mundo e nós

Enquanto a China envia ajuda alimentar a Cuba, os Estados Unidos da América e Israel agridem o Irão e a Rússia mantém a sua agressão e invasão da Ucrânia. O Direito Internacional não existe e, quando existe, só funciona quando os mais fortes o reivindicam. No tempo da chamada “guerra fria”, até se podia compreender as guerras na Coreia e no Vietnam, uma vez que cada “bloco” apoiava uma das partes. Mas, mesmo com as superpotências de então – Rússia e Estados Unidos da América – a intervirem diretamente nos conflitos, faziam-no apoiando cada uma das partes não configurando, propriamente, uma agressão. Ora, o que se passa atualmente, tanto com a Ucrânia como com o Irão – e já antes na Venezuela, e no passado no Iraque e na Líbia – são e foram agressões puras, condenadas pelo Direito Internacional. Não existe motivo que fundamente, de forma válida, a intervenção na Venezuela, por parte dos Estados Unidos da América, que não demonstrou que as acusações a Maduro – de liderar uma rede de tráfico de droga – são verdadeiras. Tal como a agressão russa à Ucrânia não tem nenhum fundamento válido. A deriva de Putin, baseada numa obsessão anti NATO e anti Estados Unidos da América, não se sustenta no direito internacional, mas numa pura obsessão. Aliás, o mesmo se passa com Trump. A deriva “trumpista” não tem sustentação no Direito Internacional, mas apenas na sua obsessão individualista de querer exibir poder e força. O que impressiona nisto tudo é a total impunidade que as lideranças loucas de Israel, Rússia e Estados Unidos da América gozam, mesmo matando milhares de pessoas e “estoirando” milhares de milhões de dólares dos respetivos orçamentos. Perante este comportamento das duas superpotências e da potência regional judaica, a China contrasta com a atitude de solidariedade pacífica manifestada perante Cuba. A América bloqueia, a China ajuda. Eis a diferença.

Por cá vamos tendo um pouco mais do mesmo. Isaltino acusado de gastar muito em comida à conta da camara de Oeiras. Só que não é qualquer comida, nem é comida em qualquer sítio. Isaltino já cumpriu prisão efetiva uma vez, mas não aprendeu a lição. A ver vamos.

O Presidente Seguro não vai ser um otimista como Marcelo. Não vai colocar-se debaixo do guarda-chuva de Montenegro como Marcelo do de António Costa. O Presidente Seguro já deu o mote ao seu mandato. Vai andar por aí, em presidências abertas, e falará do que entender dever falar. Seguro lembra-se de Mário Soares. Também se lembra da eficácia das suas presidências abertas. A agenda política portuguesa será, seguramente, marcada por elas. Aguardemos.

Por aqui temos visto muita atividade municipal de interesse. Em fevereiro realizou-se a Feira do Queijo e a participação na Bolsa de Turismo de Lisboa. Em março, o Presidente Luciano Ribeiro, acompanhado da Presidente da Assembleia Municipal, Engenheira Cristina de Sousa e de dirigentes de diversas áreas técnicas do município, reuniu com os moradores da Raposeira para envolver os mesmos na discussão sobre o projeto que o executivo pretende ver implementado para a área do quele bairro. Ainda em março o Município de Seia “brilhou” com a organização e presença no dia do Concelho de Seia na Assembleia da República. Parabéns ao Município!

Recomeços sem idade

Quando falamos em desafios desenvolvimentais, tendemos a associá-los à infância e à adolescência, fases amplamente estudadas e reconhecidas pelas suas etapas específicas. No entanto, o desenvolvimento humano não se encerra nessas etapas. Ao longo da vida adulta, continuam a emergir transições internas, muitas vezes silenciosas, mas psicologicamente exigentes.
Persiste, na nossa atual cultura, a ideia de um percurso normativo de vida: formação académica, inserção profissional, matrimónio, constituição de família, etc. Ainda que estas etapas não sejam universais nem obrigatórias, funcionam frequentemente como referências estruturantes. Após a sua concretização pode surgir um estado emocional pouco claro, caracterizado por uma aparente estabilidade externa, mas acompanhado por uma sensação interna de desalinhamento. Este fenómeno pode ser influenciado pela dificuldade em identificar objetivos de vida, pela consciência da finitude e pela necessidade de redefinição da identidade. As narrativas limitadoras (“já não vais a tempo”, “é tarde demais”) refletem, em muitos casos, a internalização de expectativas sociais rígidas sobre o tempo e sobre a vida.
Importa, por isso, introduzir o conceito de recomeço não como ruptura, mas como ajustamento. Recomeçar pode traduzir-se em mudanças subtis: reorganização de prioridades, redefinição de vínculos, investimento em dimensões pessoais até então negligenciadas. São processos frequentemente invisíveis do ponto de vista externo, mas com elevado impacto no bem-estar psicológico.
A consciência da passagem do tempo, embora potencialmente geradora de desconforto, pode também constituir uma oportunidade de desenvolvimento. Neste sentido, recomeçar não implica regressar a um ponto anterior, mas sim integrar a experiência acumulada numa nova forma de estar e de viver.
O desenvolvimento ao longo da vida não é linear. É um processo contínuo de adaptação, onde cada fase traz consigo a possibilidade de reconfiguração. Assim, mais do que uma questão de idade, os recomeços são uma expressão da capacidade humana de atribuir novos significados à própria trajetória.

DEPOIS DA PANDEMIA, DA TEMPESTADE E DA GUERRA VEM A BONANÇA?

Um antigo provérbio popular pretende dizer-nos que os períodos de crise e de sofrimentos são passageiros e, habitualmente, seguidos de momentos de tranquilidade e prosperidade, mas os provérbios populares já não são o que eram.
Da mesma forma que depois da pandemia nem tudo voltou ao normal, também depois da tempestade e da guerra, a bonança não chegará a todos. Todos conhecemos exemplos, mas poucos foram aqueles que aproveitaram o período da pandemia para fazer novas criações, para reinventar o seu negócio e para renovar ou, simplesmente, para pensar numa forma diferente de enfrentar os imprevistos e as incertezas e salvaguardar um futuro mais tranquilo.
Somos uma sociedade pouco securitária, onde pessoas e instituições apenas recorrem a seguros e coberturas de risco em situações extremas ou porque são obrigadas, uma sociedade onde muita gente vive acima das suas possibilidades e necessidades, privilegiando a visibilidade, numa vida de aparência, de pequenos esquemas e de fugas ou contornos aos seus deveres, na ilusão de benefícios pessoais permanentes, tentando transmitir uma imagem de tranquilidade e prosperidade, que muitas vezes não existem. Não criam redes nem almofadas para amparar qualquer imprevisto e passam a vida a lamentar-se dos pequenos infortúnios e a apontar o dedo às falhas dos outros.
Por outro lado, também uma boa parte das empresas e instituições vive em permanente sobressalto, a viver o dia-a-dia sem preparar o futuro, sem estudar o mercado, sem se comparar com a melhor concorrência, sem potenciar e valorizar os seus colaboradores, sem manter uma relação forte e séria com os seus clientes, sem criar reservas, mas sempre a pensar no lucro fácil e rápido e a procurar o próximo subsídio.
Subvenções ou subsídios, tanto para pessoas como para empresas e instituições, é coisa que não falta neste país, nem sempre acompanhados da devida fiscalização e vigilância, procurando garantir que os beneficiários ou as atividades sejam sustentáveis.
Para aqueles para quem já não havia bonança antes desta sucessão, que não vai parar, de adversidades, também não a vão adquirir depois de passar a tempestade. Espera-se, ao menos, que aprendam com os erros do passado e adotem medidas mais preventivas.
Para as empresas e instituições, a tempestade e a guerra vão proceder a uma seleção natural, a uma purga das mais fracas ou que já estavam convalescentes e, por outro lado, à sobrevivência das mais fortes e melhor preparadas, aproveitando algumas para renovar e reinventar, fortalecendo-se ainda mais.

DEPOIS DA PANDEMIA, DA TEMPESTADE E DA GUERRA, VEM A BONANÇA?

Guerra do Irão, Novo Presidente da República, País e Classe Política

Vamos procurar de maneira muito simples e objetiva verter na escrita o nosso pensamento sobre estes temas tão atuais.
No tocante à guerra no golfo pérsico/Irão/Israel/EUA trata-se de um conflito em larga escala, do qual, verdadeiramente, ninguém sairá vencedor. É verdade e ninguém o contesta de que o bloco EUA/Israel, é muito mais poderoso em todos os aspetos, com uma enorme capacidade de destruição sustentada por avançados meios de tecnologia capazes de arrasar cidades e dizimar milhões de pessoas. O grande problema é que Trump, ou não sabe ou, pior que isso, não quer acreditar que os iranianos que visam essencialmente a exterminação do povo israelita, construíram, ao longo de anos, material de guerra e bunkers para o esconder, designadamente drones e mísseis que utilizam, refletida e habilmente, para causar fortes estragos na economia do mundo através de sucessivos ataques às reservas de petróleo dos países do golfo pérsico. E quem se vai prejudicar? Toda a população do Mundo e de um modo particular os “portuguesitos” cujas estruturas económicas apresentam já sinais de indiscutível fragilidade. Quem ganha, então, com tudo isto? A Rússia! Pelo alívio ou mesmo levantamento das sansões económicas e consequente incremento dos ataques à Ucrânia.

António José Seguro, após uma longa travessia no deserto no que concerne à política, depois de ter sido ofendido e “apunhalado” por alguns dos socialistas que, agora, espreitam uma oportunidade para se lhe juntarem, concluiu com verdadeiro sucesso o seu jejum e entrou triunfante no Palácio de Belém para suceder a Marcelo sem perder a modesta compostura que sempre exibiu. Temos cá para nós que se o “Tozé” de Penamacor for capaz de manter o traço de humildade, simplicidade e modéstia que o distingue, vai dar cartas, na medida em que ele é integro, sensato, inteligente e permanece atento ao interesse do país e dos portugueses. Não se deixará ir, facilmente, na onda de “Chegas cínicos e artistas”, socialistas desesperados ou social-democratas teimosos. Seguro, vai ser igual a si próprio: prudente e seguro.
No que diz respeito a Portugal e à Classe Política, urge que esta reflita, seriamente, e tenha presente, de forma constante e responsável, a situação internacional e os efeitos que o país e os portugueses já estão e vão continuar a sentir, ao longo dos próximos tempos. É importante e necessário que os “Venturas”, “Carneiros” e Companhias tomem consciência da gravidade da situação e ajam com sentido patriótico e de autêntica responsabilidade, deixando-se de truques e aventuras que podem conduzir Portugal ao naufrágio. Alguma vez, pensaram em receber tanto dinheiro, e o direito a tanta mordomia? Repare-se bem que falámos em receber que não em ganhar ou merecer!

O interior vive de quem nunca desiste

O futuro do interior do país não é um destino traçado, mas um caminho em construção, feito de escolhas, de visão e, sobretudo, de vontade coletiva.
Durante décadas, o interior foi muitas vezes associado à perda: de população, de serviços, de oportunidades. Mas essa narrativa ignora um dos seus maiores ativos, as pessoas que, de forma silenciosa e voluntária, mantêm vivo o pulsar das nossas terras. São homens e mulheres, mas também crianças e adolescentes que, através das associações, promovem cultura, desporto, solidariedade e comunidade, travando uma luta desigual contra a realidade de um mundo cada vez mais centrado nos grandes centros.
É graças a esse voluntariado que o interior continua ativo, dinâmico e com identidade. Que se organizam eventos, se preservam tradições e se criam espaços de encontro. Este esforço, muitas vezes invisível, merece não só reconhecimento, mas também apoio efetivo. Importa, por isso, criar condições para que estas associações tenham meios, estabilidade e incentivo para continuar a desempenhar um papel tão determinante. Sem elas, muitas localidades perderiam o pouco que ainda as une e dinamiza.
O que se espera do futuro? Um interior mais conectado, mais valorizado e mais atrativo. Um território que saiba transformar os seus recursos e a sua autenticidade em oportunidades reais. Mas esse futuro não acontecerá por acaso. Exige ação, compromisso e responsabilidade. Exige também uma nova forma de olhar para o território, onde a proximidade, a qualidade de vida e o sentido de comunidade sejam reconhecidos como vantagens e não como limitações.
E aqui impõe-se um apelo claro a quem tem responsabilidades políticas, seja ao nível local ou nacional, esteja a governar ou na oposição: unam-se em torno do que realmente importa. O interior não pode continuar refém de miudezas, de quezílias e de temas sem cabimento, que em nada contribuem para melhorar a vida das pessoas.
É tempo de colocar o bem comum acima de interesses menores e trabalhar de forma séria, consistente e colaborativa. Mais do que discursos e ruído inútil, exige-se presença, proximidade e capacidade de decisão no terreno.
O interior não precisa de discursos; precisa de soluções. Precisa de quem valorize quem cá está, de quem reconheça o papel insubstituível das suas gentes e de quem tenha a coragem de agir. Precisa também de políticas que não mudem ao sabor de ciclos eleitorais, mas que sejam pensadas a longo prazo, com estabilidade e continuidade. O interior exige compromisso duradouro e uma visão que ultrapasse agendas imediatistas.
Porque o futuro do interior constrói-se todos os dias, por quem cá vive, por quem cá luta e por quem nunca desistiu.

Quando a integridade é posta à prova

A vida é ritmada por ciclos e é precisamente nos momentos de maior exigência que a verdadeira conduta humana se revela. Ser simpático, gentil ou colaborante quando tudo corre bem é relativamente fácil. Quando as circunstâncias são favoráveis, o equilíbrio emocional parece natural e espontâneo. No entanto, é nos momentos de tensão, de conflito ou de incerteza que se percebe quem realmente somos.
Os desafios colocam-nos à prova quando o contexto se torna complexo e quando as variáveis exigem coragem, presença íntegra e capacidade de colocar o essencial acima do mundano, acima do mais fácil, do mais confortável ou do mais imediato. É precisamente nesses momentos que, não raras vezes, cedemos a atalhos pouco dignos. Chamemos-lhe, sem rodeios, uma forma de “cobardia”. A palavra pode parecer dura, mas descreve bem a consequência de atos pouco maduros, irrefletidos ou movidos por interesses circunstanciais.
A ética, a conduta e a moralidade não são meras expressões bonitas reservadas a códigos, estatutos ou regulamentos institucionais. São, ou deveriam ser, princípios vivos que orientam o pensamento, os atos e até as omissões de cada pessoa.
A relações humanas são uma das mais belas pontes que ligam indivíduos e comunidades, delas nasce progresso, crescimento coletivo e sabedoria partilhada. Contudo, quando essas relações são contaminadas pela ambição desmedida ou pelo desejo de vantagem pessoal a qualquer custo, podem transformar-se em fontes de desconfiança, conflito e desgaste humano. Convém, por isso, recordar algo simples, mas essencial: não vale tudo.
Liberdade, direitos e oportunidades não podem ser confundidos com oportunismo, deslealdade ou manipulação em benefício próprio. A integridade não é uma palavra abstrata é uma escolha diária. Cuidar das nossas ações e do modo como nos relacionamos com os outros é também cuidar do futuro que ajudamos a construir. Aquilo que espalhamos nas nossas atitudes acaba sempre por germinar na realidade que nos rodeia.
Somos, cada um de nós, pequenos grãos. Pequenos, sim, mas não insignificantes. Todos fazemos parte do mesmo solo onde plantamos e do mundo que dele nascerá.

Estar no interior não significa estar fora do mercado

Durante muitos anos, a realidade das empresas no interior assentava numa lógica simples. Um bom serviço, uma reputação sólida na comunidade e o passa palavra eram suficientes para garantir clientes e estabilidade. Durante muito tempo, isso bastou. Mas o comportamento das pessoas mudou de forma clara. Hoje, grande parte das decisões começa no digital. Antes de escolher um restaurante, contratar um serviço ou fazer uma compra, as pessoas pesquisam, comparam e procuram referências online. Isto altera por completo a forma como as empresas devem pensar a sua presença no mercado.
É neste contexto que a gestão de anúncios pagos nas plataformas digitais ganha importância. Trata-se de um processo estratégico que tem como objetivo colocar uma empresa perante as pessoas certas no momento certo. Não se resume a promover publicações. Exige compreensão do público, análise de dados e capacidade de ajustar a comunicação em função dos resultados.
Para as empresas no interior, isto representa uma oportunidade relevante. A limitação geográfica deixa de ser um obstáculo tão rígido quando existe a possibilidade de chegar diretamente a potenciais clientes através de plataformas digitais. Os anúncios online permitem ainda algo que raramente existe nos meios tradicionais: medir resultados com clareza. Saber quem viu, quem interagiu e quem efetivamente se tornou cliente traz uma vantagem competitiva evidente.
O maior desafio não é tecnológico. É cultural. Enquanto algumas empresas já compreenderam esta mudança, outras continuam a ignorar uma ferramenta que hoje é essencial. Num mercado cada vez mais competitivo, não estar presente no digital é, na prática, deixar espaço para que outros ocupem esse lugar.

Encontro de Minis de Paranhos da Beira decorreu ontem com uma visita à Feira da Tralha, em Vila Verde (Seia)

Clube Mini da Serra da Estrela organizou mais um encontro que reuniu entusiastas de norte a sul do país e até além-fronteiras, reafirmando o vigor deste movimento associativo.

A caravana começou por visitar a Feira da Tralha e o Museu do Samarreiro, em Vila Verde, proporcionando aos participantes um mergulho nas tradições e nos ofícios de outrora.

O ponto alto da jornada decorreu no Santuário de Santa Eufémia, local escolhido para a emblemática bênção dos veículos e para um almoço convívio que reforçou os laços entre os “ministas”.

Mais de 50 carros inscritos e 102 participantes, num encontro cujos representantes vieram de Braga, Ermesinde, Espinho, V. N. Gaia, S. J. Madeira, Viseu, Arganil, Tomar, Taipas, Armamar, Belmonte, Covilhã, Guarda, Vagos, S. Pedro do Sul, Góis, Tadim, Arouca, Oliveira do Hospital, Gouveia e do concelho de Seia.
O cariz internacional do encontro foi assegurado por uma comitiva vinda de Granada, Espanha, que fez questão de se associar à festa na Serra da Estrela.

Rumo ao IMM 2027 com paragem na Polónia
As atenções do Clube Mini da Serra da Estrela viram-se agora para o palco mundial. O clube foi o escolhido para organizar o International Mini Meeting (IMM) em Portugal, no ano de 2027, um dos eventos mais prestigiados do mundo para os amantes deste modelo.
Para oficializar esta responsabilidade, uma delegação do clube desloca-se entre os dias 28 e 31 de maio a Leszno, na Polónia. Será nesse momento que Portugal receberá o “testemunho” oficial da organização, iniciando-se a contagem decrescente para receber milhares de Minis em solo nacional em 2027.

Torroselo celebra a Festa dos Carolos em Honra de São Martinho

Entre os dias 8 e 10 de maio realiza-se, em Torroselo, a Festa em Honra de S. Martinho, conhecida como a Tradicional Festa dos Carolos.

As celebrações começam na sexta-feira, 8 de maio, com o início dos preparativos. Assim, pelas 14h00 realiza-se a demolha e lavagem do carolo.

No sábado, 9 de maio, a atividade concentra-se no recinto de São Bento, onde, a partir das 09h30, decorre a preparação e confeção dos Carolos.

O dia 10 de maio (domingo) marca o encerramento das festas com um programa intenso que envolve toda a comunidade. O dia começa cedo com a alvorada às 08h00, seguida pela ornamentação dos tabuleiros, às 09h00. À tarde, após a abertura do bar e a arruada pela Banda de Torroselo às 14h00, seguem-se os seguintes momentos religiosos.

  • 15h00: Missa Solene em Honra de São Martinho.
  • 16h00: Tradicional Procissão dos Tabuleiros.
  • 16h30: bênção e partilha dos Carolos.

  • O final da tarde será animado por nova atuação da Banda de Torroselo e pelo sorteio das rifas.

Inaugurado hoje, na Casa Municipal da Cultura de Seia, o Festival ARTIS 2026

As Galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia receberam ao final da tarde de hoje, a sessão inaugural do ARTIS 2026, um evento que já se consolidou como um marco no calendário cultural do concelho.

A cerimónia de abertura contou com a participação especial da Escola Profissional da Serra da Estrela, (EPSE) que apresentou o momento musical intitulado “Insurgência”. A peça foi interpretada ao piano pelo jovem músico Simeon Jesus.

​Mais do que uma simples exposição, este Festival é um ponto de encontro entre artistas e comunidade.