O Comando Territorial da Guarda, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Destacamento Territorial de Gouveia, resgatou, este domingo, dia 9 de agosto, uma cobra-de-água (Viperina), no concelho de Seia.
Na sequência de um alerta dado por um popular, informando que o animal se encontrava dentro de uma habitação, os elementos do SEPNA deslocaram-se ao local, onde localizaram e procederam à sua recolha em segurança.
Após avaliação do estado de saúde do espécime, e tendo-se confirmado que se encontrava em boas condições, a cobra foi devolvida ao seu habitat natural, fora do perímetro urbano.
A Guarda Nacional Republicana, através do SEPNA, mantém como prioridade a proteção da natureza e da biodiversidade, apelando à colaboração da população na comunicação de situações de risco ou de eventuais infrações ambientais, através da Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), disponível 24 horas por dia.
Entre os dias 6 e 9 de agosto, o Comando Territorial da Guarda, através do Destacamento Territorial de Pinhel e do Posto Territorial de Vila Nova de Foz Côa, realizou uma Operação Especial de Combate à Criminalidade, que resultou na detenção de seis homens, com idades compreendidas entre os 35 e os 60 anos, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Os militares da Guarda desenvolveram diversas ações de patrulhamento e fiscalização, tendo sido possível apurar um conjunto de ilícitos criminais e contraordenacionais, das quais resultaram seis detenções, das quais:
Três por tráfico de estupefacientes;
Uma por posse de arma proibida;
Uma por condução de veículo em estado de embriaguez;
Uma por desobediência, por recusa em realizar o teste de despistagem de substâncias psicotrópicas no âmbito da condução de veículo;
17 autos de notícia por contraordenação por consumo de estupefacientes, tendo os respetivos visados sido notificados para comparência nas Comissões para a Dissuasão da Toxicodependência das respetivas áreas de residência;
Dez autos de notícia por contraordenação, por infrações ao Código da Estrada;
Um homem constituído arguido pela prática do crime de contrafação.
Da ação resultou ainda a apreensão do seguinte material:
97 doses de haxixe;
69 doses de MDMA;
Oito doses de liamba;
2 mocas;
255 artigos contrafeitos, nomeadamente relógios, cintos, malas, bonés, bonecos, t-shirts e óculos de sol, ostentando diversas marcas de elevado reconhecimento comercial, com um valor presumível de cerca de 21 mil euros.
Os factos de natureza criminal foram comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa.
“Com estes cursos, a UPG dá um sinal claro em Gouveia de quanto está empenhada na difusão e na transferência de conhecimento, bem como na valorização económica e social dos recursos humanos da sua região”, afirma o reitor da universidade, Joaquim Brigas. Segundo o Município de Gouveia, os três novos cursos na cidade reforçam “a oferta de ensino superior e a qualificação dos recursos humanos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território”.
A Universidade Politécnica da Guarda – UPG vai lançar em Gouveia três cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP) no ano letivo de 2026-27. Os cursos em “Enogastronomia”, em “Gerontologia” e em “Riscos de Proteção Civil” vão ser ministrados pela UPG em colaboração com o Instituto de Gouveia – Escola Profissional, com o apoio da Câmara Municipal de Gouveia.
As três instituições vão celebrar um “Protocolo de Colaboração Tripartido” que será assinado amanhã, dia 12 de agosto, quarta-feira, no polo da Escola de São Julião do Instituto de Gouveia – Escola Profissional. A assinatura do protocolo está marcada para as 16:30 e será realizada pelos líderes das três instituições signatárias.
“A Universidade Politécnica da Guarda tem como uma das suas missões mais importantes contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade no seu território de influência, formando profissionais qualificados para todas as áreas, como o tecido empresarial, o setor social ou as autarquias”, afirma o seu reitor, Joaquim Brigas. “Com estes três cursos em Gouveia, a UPG dá um sinal claro de quanto está empenhada na difusão e na transferência de conhecimento, bem como na valorização económica e social dos recursos humanos da sua região”.
O Município de Gouveia sublinha, por seu lado, que os três novos cursos na cidade reforçam “a oferta de ensino superior e a qualificação dos recursos humanos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território”.
“Num território que enfrenta desafios demográficos exigentes, uma universidade deve desempenhar hoje uma missão que vá além do ensino: tem de atrair talento, apoiar a inovação, qualificar profissionais e ajudar a fixar pessoas”, afirma o reitor da Universidade Politécnica da Guarda, Joaquim Brigas. “Para além de ensinar, desenvolver investigação e produzir conhecimento nas suas escolas, a UPG terá cada vez mais disponibilidade para apoiar a inovação das empresas, colaborar com os municípios, formar profissionais ao longo da vida e ajudar a resolver os desafios da sociedade na região”.
A cantora Ruth Marlene proporcionou uma noite repleta de emoção e proximidade na última sexta-feira, durante a sua atuação nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Nazaré, na aldeia de Cabeça, concelho de Seia.
O espetáculo ficou marcado pelo carinho do público e por momentos de grande cumplicidade, destacando-se a sobriedade e o afeto com que a artista acolheu várias crianças que subiram ao palco para cantar e dançar ao seu lado.
Visivelmente comovida com a receção calorosa do público, a cantora foi deixando algumas mensagens emotivas: ”O mundo precisa de mais amor e empatia. Ver o carinho destas crianças e a energia de todos vós lembra-nos do que verdadeiramente importa.”
A passagem de Ruth Marlene por Cabeça reforçou o ambiente festivo que se vive na aldeia, deixando nas centenas de pessoas presentes uma memória pautada pela música, afeto e muito carinho.
Lourosa, no concelho de Oliveira do Hospital, volta a ser palco de mais uma edição da Feira Moçárabe – um evento único no país por constituir uma viagem histórica ao tempo em que os cristãos e os muçulmanos coabitaram pacificamente nestas terras.
Realizado junto à Igreja Moçárabe de S. Pedro de Lourosa – monumento nacional edificado em 912 d.C. e o símbolo máximo do diálogo de culturas com 1114 anos -, o evento convida o público a recuar ao século X entre hoje e domingo.
No caminho da fundação do reino, Lourosa volta a celebrar o seu papel na história, ao longo de três dias que conjugam cultura e espetáculo. Este monumento nacional, construído antes da fundação da nacionalidade, é a mais antiga igreja moçárabe do país em funcionamento ininterrupto e celebra a coexistência pacífica entre comunidades que, na região, seguiam três religiões diferentes: cristãos, muçulmanos e judeus sefarditas. Numa atualidade mundial marcada por vários conflitos, a Igreja Moçárabe de Lourosa mantém-se como uma marca viva do que significa a tolerância entre a diversidade de religiões e crenças, e como um símbolo de coabitação e convívio entre povos diferentes.
Organizado pela Junta de Freguesia de Lourosa, com o apoio do Município de Oliveira do Hospital e da ADI – Agência de Desenvolvimento Integrado de Tábua e Oliveira do Hospital, este é um dos eventos mais aguardados no mês de agosto. O público acorre cativado pelo ambiente de recriação histórica que toma conta do espaço e pelo diferenciador programa de animação cultural.
Além da atmosfera de época que se respira por todo o recinto, haverá animação itinerante com rábulas, estórias e personagens históricas. Um acampamento e jogos medievais, música, espetáculos de fogo, danças orientais, mostra de répteis e falcoaria, bem como um carrossel medieval para os mais novos são as grandes atrações em permanência ao longo dos três dias do evento. Os visitantes encontram ainda uma oferta variada de gastronomia de época e um mercado com várias bancas de artesanato, produtos locais de qualidade, entre outros.
A abertura oficial da Feira Moçárabe de Lourosa, pelas 19H30 desta sexta-feira (dia 7), dá início a um fim de semana intenso. O arranque faz-se com um cortejo de abertura pelas artérias históricas rumo ao adro da milenar Igreja Moçárabe, seguido de danças e bailias mouras e animação teatral com bobos, entre outros. No dia seguinte, sábado (dia 8), a feira abre portas a partir das 17H com vários momentos de animação de rua, dança e música. Saltimbancos, demonstração de cetraria e voo de aves de rapina, seres místicos, espetáculo de répteis, presença de personagens históricas vão ocupam os visitantes. Antes do encerramento, à meia noite, destaque vai para o tão aguardado espetáculo noturno de malabarismo de fogo.
No domingo, dia 9, a reabertura do evento acontece pelas 12H00 dando início a um forte programa de animação cultural. Entre arruadas, danças mouras, trupes de saltimbancos, espetáculos com fauna, os grandes destaques do dia vão para a encenação “Juízo de Deus – Torneio de Armas e Honra”, “O Purgatório” e o “Espetáculo de fogo” noturno que encerra os festejos.
A Feira Moçárabe de Lourosa teve a primeira edição em 2012 e assume-se como um evento de referência, promotor da divulgação do património cultural e da riqueza histórica de Oliveira do Hospital. O certame tem vindo a crescer de ano para ano, atraindo milhares de visitantes cativados por uma recriação histórica que envolve e transforma o todo o espaço envolvente.
Salão Paroquial encheu-se para uma sessão que reuniu historiadores, médicos, representantes institucionais e população em torno da memória da epidemia que marcou a história da vila.
O Salão Paroquial de Loriga registou uma expressiva afluência de público para a apresentação da obra O Inverno do Tifo – Loriga 1927, da autoria do jurista e investigador J. da Silva Amaro, num encontro que constituiu simultaneamente uma evocação histórica, uma reflexão científica e um tributo às vítimas da epidemia de tifo exantemático que assolou a vila durante o inverno de 1927.
A sessão reuniu diversas personalidades ligadas à história, à medicina, à cultura e às instituições locais, refletindo a relevância que o tema continua a assumir quase um século depois dos acontecimentos.
O painel foi composto pela historiadora Lúcia Moura, pelo médico da vila, António Nolasco, pelo engenheiro Eduardo Ambrósio, da Associação de Arte e Imagem de Seia, pelo historiador Moura Brito, pelo Presidente da Junta de Freguesia de Loriga, Luís Costa, pelo Presidente do Conselho de Administração da Fundação Cardoso de Moura, Rodrigo Amaro, pela Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Seia, Teresa Pereira, encerrando a sessão com a intervenção do autor.
Nas palavras de abertura foi destacada a importância da preservação da memória histórica de Loriga e do papel que a investigação desempenha na compreensão dos acontecimentos que marcaram profundamente a identidade da comunidade.
Um dos momentos mais relevantes da sessão foi a intervenção do médico António Nolasco, que conduziu a assistência numa viagem ao conhecimento médico da época. Explicou a natureza do tifo exantemático, a sua forma de propagação, as enormes limitações dos cuidados de saúde existentes na década de 1920 e o elevado número de vítimas provocado por uma doença que, antes do aparecimento dos antibióticos e de melhores condições sanitárias, representava uma das mais graves ameaças para as populações.
A dimensão humana da epidemia foi depois aprofundada pelas intervenções dos historiadores, Lúcia Moura e Moura Brito, que analisaram os seus efeitos para além da vertente clínica. Foram recordadas as dificuldades sociais vividas pelas famílias, o impacto económico sobre uma comunidade fortemente dependente da indústria e do comércio, as medidas administrativas adotadas para tentar conter o surto e o contexto político e institucional de Portugal na década de 1920. A epidemia foi, assim, apresentada não apenas como um acontecimento sanitário, mas como um fenómeno que alterou profundamente a vida quotidiana de Loriga.
Na sua intervenção, Eduardo Ambrósio destacou a qualidade da investigação e da construção literária da obra, considerando que esta constitui um contributo relevante para a preservação da memória histórica do concelho e da região. Dirigindo-se aos representantes institucionais presentes, lançou igualmente o desafio para que o livro mereça uma divulgação mais ampla, defendendo que o seu valor histórico e cultural justifica um maior reconhecimento público. Entre as propostas apresentadas, salientou mesmo a pertinência de ser ponderada uma edição especial da obra, de forma a reforçar a sua divulgação e a perpetuar a memória dos acontecimentos que marcaram Loriga em 1927.
Na intervenção da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Seia, Teresa Pereira, foi sublinhada a importância de iniciativas culturais desta natureza para a valorização da história e da identidade do concelho. A responsável destacou que a cultura constitui um dos pilares da projeção do município e reafirmou o compromisso da Câmara Municipal em apoiar eventos que promovam o património histórico e cultural local. Manifestou ainda disponibilidade para colaborar na divulgação da obra e da memória da epidemia de 1927, incentivando a realização de apresentações, encontros e outras iniciativas em escolas, bibliotecas e espaços culturais do concelho, contribuindo para aproximar as novas gerações deste importante episódio da história regional.
Na sua intervenção, J. da Silva Amaro explicou o percurso de investigação que deu origem ao livro, desenvolvido ao longo de vários anos através da consulta de documentação histórica, imprensa da época, arquivos e testemunhos que permitiram reconstruir um dos episódios mais dramáticos da história local.
O autor salientou que a publicação surge num momento particularmente simbólico, antecedendo o centenário da epidemia, que será assinalado em 2027.
Mais do que recordar um episódio trágico, afirmou, o objetivo da obra é impedir que a memória coletiva se desvaneça com o passar das gerações.
“As comunidades vivem da sua memória. Quando esquecem o seu passado, perdem uma parte daquilo que são. Este livro pretende preservar a memória daqueles que sofreram, daqueles que combateram a doença e daqueles que, muitas vezes de forma silenciosa, permitiram que Loriga sobrevivesse a um dos períodos mais difíceis da sua história.”
Ao longo da apresentação foi igualmente destacado que o livro combina duas dimensões complementares. A primeira assenta numa investigação histórica rigorosa, sustentada em documentação e fontes primárias. A segunda desenvolve uma narrativa histórica que cruza personagens reais com personagens ficcionadas, procurando aproximar o leitor da realidade humana vivida durante aqueles meses de sofrimento, medo e esperança.
Após o encerramento da sessão, seguiu-se um prolongado momento de convívio, durante o qual o autor autografou exemplares da obra e conversou com os leitores, num ambiente marcado pela proximidade e pelo interesse suscitado pelo tema.
Com O Inverno do Tifo – Loriga 1927, J. da Silva Amaro acrescenta mais um importante contributo para a historiografia local, recuperando um episódio que marcou profundamente a comunidade loriguense e oferecendo às gerações presentes e futuras um testemunho rigoroso sobre uma das páginas mais dramáticas da sua história.
A proximidade do centenário da epidemia confere à publicação um significado ainda mais especial, transformando esta obra não apenas num livro de história, mas também num exercício de memória coletiva e de homenagem a todos aqueles que viveram os difíceis meses do inverno de 1927. As intervenções dos vários participantes convergiram, aliás, numa ideia comum: preservar a memória do passado é um dever para com as gerações futuras, e a cultura desempenha um papel essencial na construção dessa consciência coletiva.
O Comando Territorial da Guarda, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial de Gouveia, deteve, no dia 5 de agosto, seis homens e uma mulher, com idades compreendidas entre os 26 e os 55 anos, por furto qualificado e recetação, nos concelhos de Gouveia, Mangualde, Viseu e Aveiro.
Na sequência de uma investigação que decorria há cerca de um ano e meio, relacionada com furtos de cabo de cobre da rede aérea de telecomunicações, os militares da Guarda deram cumprimento a seis mandados de detenção fora de flagrante delito, efetuaram ainda uma detenção em flagrante delito e realizaram 10 buscas domiciliárias e 13 buscas não domiciliárias, em veículos e armazéns. Foi possível apurar que os suspeitos se dedicavam de forma reiterada à subtração de cabo de cobre daquela infraestrutura, atividade ilícita que terá proporcionado um lucro estimado em mais de 80 mil euros.
Da ação resultou a apreensão do seguinte material:
940 quilogramas de fio de cobre;
Sete veículos;
Seis mil euros em numerário;
Diversas peças em ouro, no valor aproximado de 49 mil euros;
103 Peças roupa contrafeita, no valor aproximado de 2 mil euros;
Uma caçadeira de canos cerrados;
Uma carabina;
Três catanas;
Munições de diversos calibres;
21 doses de cocaína;
Diversas cisalhas, rebarbadoras e varas telescópicas utilizadas na prática dos furtos;
Diversa documentação relacionada com a comercialização de fio de cobre. Seis detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Gouveia, tendo sido aplicada a quatro arguidos a medida de coação de prisão preventiva.
No âmbito desta investigação foram ainda constituídos arguidos seis suspeitos.
Aos restantes três arguidos foram aplicadas as medidas de coação de termo de identidade e residência e de proibição de contactos, por qualquer meio, com os restantes arguidos e testemunhas identificadas e a identificar no processo.
A operação contou com o apoio do GIOP da Unidade de Intervenção, dos Destacamentos de Intervenção dos Comandos Territoriais da Guarda, de Castelo Branco, Aveiro e de Viseu e de diversas valências do Comando Territorial da Guarda, designadamente da Secção de Investigação Criminal, da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPCPC), dos elementos do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), Secção de Investigação Criminal do Comando Territorial de Aveiro e de militares dos Postos Territoriais dos Comandos Territoriais da Guarda e de Viseu.
A Guarda Nacional Republicana mantém uma atuação permanente no combate à criminalidade contra o património, desenvolvendo ações de prevenção e investigação que visam a identificação e responsabilização dos autores deste tipo de ilícitos, contribuindo para a proteção das infraestruturas críticas e para o reforço do sentimento de segurança das populações.
A localidade de Aguincho (Seia) prepara-se para receber mais uma edição da sua tradicional celebração anual. Organizada pela Associação Cultural, Recreativa e Social do Aguincho (ACRSA), a iniciativa “Aguincho em Festa” decorre nos próximos dias 14 e 15 de agosto, prometendo dois dias repletos de animação, convívio e muita tradição local.
As festividades arrancam logo pela manhã de sexta-feira, 14 de agosto : • 10h00: Abertura oficial com música ambiente a cargo de “Alta Tensão”. • 15h00: Animação garantida para os mais jovens (e não só) com a popular Festa da Espuma. • 22h00: Baile abrilhantado pelo Duo Nando & Bela. • 02h00: A noite encerra com a energia das batidas do DJ MR Waves.
O segundo dia de festa, 15 de agosto , destaca a gastronomia e o folclore tradicional: • 13h00: Almoço Convívio centrado no porco no espeto, confecionado pelos “Grelhados CORAGEM”. • 18h30: Arruada e concerto a cargo do grupo de concertinas “Os Oliveirenses”. • 21h00: Entrega dos prémios das rifas vendidas ao longo do evento.
Durante todo o evento, estará em funcionamento um serviço de bar permanente para servir petiscos e refeições rápidas, incluindo bifanas, cachorros, tostas e o tradicional caldo verde. A organização deixa o convite aberto a todos para estarem presentes nas Festas do Aguincho.
Iniciativa convida os jovens a participar, dar a sua opinião e celebrar o Dia Mundial da Juventude antes do arranque das Festas do Concelho. O Sunset Adrenalina convida todos os participantes a desfrutar de um espaço de convívio e animação, com luta de sumo, touro mecânico, vídeo 360.º, música, street food e Sunset Lounge, criando um ambiente pensado para o encontro, a partilha e a criação de novas experiências.
O Município de Seia assinala o Dia Mundial da Juventude, no próximo dia 12 de agosto, com um programa dedicado à participação, ao diálogo e à celebração da juventude, sob o mote “Sunset Young Talks 2.0”. A iniciativa decorre a partir das 14h30, no CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela, convidando os jovens a fazer ouvir a sua voz, a partilhar ideias e a participar ativamente na construção do futuro do concelho.
O programa tem início com a reunião do Conselho Municipal da Juventude, durante a qual será apresentada publicamente a proposta do Plano Municipal da Juventude, documento estratégico que resulta de um processo participado de auscultação dos jovens do concelho e que pretende definir as prioridades e linhas de atuação das políticas municipais de juventude para os próximos anos.
Criado há uma década, o Conselho Municipal da Juventude é o órgão consultivo do Município para as questões relacionadas com a juventude, promovendo o diálogo entre os jovens e o poder local. Integra representantes da Assembleia Municipal, do Município, de associações juvenis, do movimento escutista, de associações de estudantes dos estabelecimentos de ensino do concelho e das organizações partidárias de juventude com representação nos órgãos autárquicos ou na Assembleia da República.
Às 16h00, realiza-se a conversa “O Plano é Teu. E Agora?”, conduzida pelo locutor, apresentador e humorista Fernando Alvim e pelo Presidente da Câmara Municipal de Seia, Luciano Ribeiro. Num ambiente informal e sem filtros, os jovens serão convidados a questionar, desafiar, partilhar ideias e refletir sobre os desafios e oportunidades do futuro.
A partir do final da tarde, o Sunset Adrenalina convida todos os participantes a desfrutar de um espaço de convívio e animação, com luta de sumo, touro mecânico, vídeo 360.º, música, street food e Sunset Lounge, criando um ambiente pensado para o encontro, a partilha e a criação de novas experiências.
O programa inclui ainda um momento dedicado à observação do eclipse solar parcial previsto para esse dia. Em parceria com as Óticas Lince, serão disponibilizados óculos certificados para que os jovens possam acompanhar este fenómeno em segurança.
A iniciativa termina com um convite para continuar a celebração no Parque Municipal de Seia, onde Mizzy Miles sobe ao palco no concerto de abertura das Festas do Concelho de Seia (às 22h30), dando início a quatro dias de música, animação e convívio.