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Vamos viver o Natal sem guerras, invejas ou soberba!

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Estamos nas épocas festivas do Natal e Ano Novo.
Por todas as aldeias, vales e cidades as pessoas engalanaram as suas ruas, portas e janelas, dando mais luz e alegria ao significado desta quadra do Ano.
Lamentamos, tão só, que este entusiasmo, para muita gente não passe só por isso, porque, infelizmente, durante o ano esquecem-se da mensagem do Deus Menino nascido em Belém.
No ano que está a terminar e que todos tínhamos a esperança de se tornar mais humanista e solidário, temos chegado à conclusão que foi muito mau para milhões e milhões de pessoas, havendo, todavia, muitos que vivem faustosamente.
Esta gente esqueceu-se que, a ambição desmedida, os leva à miséria humana e, por isso, não passam de uns seres mórbidos.
Sempre respeitámos todo o ser humano, mas, perdoem-me o desabafo; os desfavorecidos da sociedade e todos aqueles que sofrem, são aqueles que, mais amo e me fazem feliz. Por isso, dentro do possível, tento acudir, a todas as suas aflições e angústias.
Deixemos de lado todas as guerras, invejas e soberba. Vamos viver o Natal, com alegria, tendo como frase principal, a mensagem do menino Jesus feito Homem:
“Glória a Deus nas alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade!”

Políticos de ontem e de hoje, Que diferença e que deceção!

O que escrevemos e quanto escrevemos é sempre o espelho fiel do que pensamos e a expressão exata da análise rigorosa que produzimos.
Vivemos o 25 de Abril com a alegria, o regozijo e o entusiasmo de quem tinha plena consciência do virar de uma página negra na História do país. Era a chegada da Liberdade, o nascer da Democracia com a certeza absoluta de que, a partir dali, caberia ao povo a responsabilidade de escolher quem queria que o governasse. Temos de ter a noção de que, nestas transformações, profundas e lapidares, há sempre engulhos pelo caminho, contratempos e resistências. Daí, não podermos nem devermos estranhar o 25 de Novembro e as indiscutíveis razões por que foi celebrado. 25 de Abril só há um, na verdadeira aceção do contexto político. E isso ninguém o pode esquecer nem negar. Mas celebrar com pompa e circunstância o 25 de Novembro é um dever e uma obrigação de todos quantos amam a Liberdade e a Democracia. É que sem o 25 de Novembro e o extraordinário papel corporizado por Ramalho Eanes, Jaime Neves e outros, Abril poderia ter sido ensombrado de saudade, e até aniquilado. Cometeram-se muitos erros, alguns exageros, reconhecidos desmandos e desvios dos ideais que o ditaram mas convenhamos que o saldo é francamente positivo e Portugal e o seu povo estão bem melhores.
Nos dias de hoje, olhamos para a casta de políticos que o país possui e não podemos deixar de nos sentir tristes, constrangidos e inexoravelmente dececionados. Infelizmente, não aparece ninguém capaz de nos convencer e arrastar. É, indubitavelmente, uma miséria franciscana! O que é que estes políticos têm a ver com o Sá Carneiro, Cavaco Silva, Freitas do Amaral, Álvaro Cunhal, Mário Soares, Balsemão, Ramalho Eanes e tantos, tantos outros? Absolutamente nada!
Não devemos encobrir esta inegável realidade! Os políticos atuais que nos perdoem mas se forem justos, sérios e isentos terão de reconhecer e afirmar esta incontestável verdade. Não perdemos a esperança de que o futuro nos reserve o aparecimento de alguém que saiba e queira cumprir Abril.
No que concerne à Europa, há que afirmar sem receio de cometer exageros de que o panorama é tão cinzento e preocupante quanto o do nosso país. Voltemos atrás, visitemos a História Europeia e não nos cansemos de repetir o nome de tão grandes e notáveis figuras políticas que outrora tanta notabilidade atingiram e que jamais poderemos esquecer.
Ó tempo volta para trás e traz-nos rapidamente políticos dessa estirpe.

A Erosão da Pontualidade

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Há sinais subtis de que uma sociedade se começa a afastar de si própria. Um deles, talvez dos mais silenciosos, é a erosão da pontualidade. Aquilo que durante séculos foi expressão de respeito, de consciência e de carácter tornou-se hoje quase um detalhe dispensável. Perdeu-se o foco, perdeu-se o pudor de falhar a hora combinada, como se o tempo, esse bem finito e irreversível, fosse terreno elástico ao serviço da conveniência individual.
A antiga regra do “quarto de hora académico”, criada num contexto em que a distância física e a imprevisibilidade justificavam certa margem, foi transformada num salvo-conduto universal. De exceção passou a hábito, de tolerância passou a desculpa. E o mais desconcertante é que este costume, envolto em aparente benevolência, acaba por premiar quem chega tarde e penalizar quem cumpre. O esforço silencioso de quem organiza o seu dia, de quem calcula caminhos e distâncias, de quem simplesmente respeita, fica soterrado sob a complacência generalizada para com os atrasos.
Chegámos ao ponto em que até o teatro, esse lugar onde o tempo tem uma respiração própria e onde o início de um espetáculo é um instante quase litúrgico, já hesita em fechar as portas à hora marcada. Interrompe-se a penumbra, suspende-se a concentração dos que chegaram dentro do horário prometido, como se a ficção pudesse ser pausada ao sabor da desatenção de cada um. É um gesto pequeno, mas que revela muito, porque a prioridade deixou de estar na comunidade que cumpre para se centrar no indivíduo que tarda.
No fundo, falamos de respeito. Não o respeito protocolar, cheio de fórmulas, mas o respeito essencial, aquele que reconhece no outro um igual, com tempo, com vida, com limites. Ser pontual é dizer sem palavras que o tempo do outro tem valor. Quando este princípio se dissolve, dissolve-se também uma parte da responsabilidade que sustenta a convivência humana.
Recuperar a pontualidade não é um exercício de nostalgia. É um ato de maturidade cívica. É reafirmar que a consideração ainda importa, que a palavra dada ainda tem peso, e que o mundo se torna mais habitável quando cada um entende que o tempo dos outros não é um recurso descartável. É isso que está em causa: não minutos, mas a própria noção de respeito.

2025 para 2026

A Sociedade Musical Estrela da Beira (SMEB) despede-se de 2025 com o sentimento de dever cumprido. Honrámos todos os compromissos contratados, lutámos para evoluir, melhorar e preparar o nosso futuro.
Em retrospetiva, olhando para este ano, em termos de projetos musicais desenvolvidos, começámos com um concerto único na nossa Igreja dando as boas vindas ao ano Jubilar da Esperança sob o lema “Peregrinos da Esperança”. Em Abril, mais um momento na nossa Igreja, com um Concerto sobre a Semana Santa, que nos causou arrepios, pois pudemos refletir sobre os momentos e os sentimentos desta semana tão importante na vida dos cristãos sob a forma angelical da música. Depois, avançámos com toda a força para o concerto do projeto Filarmonias que pretendíamos que fosse mais um momento único juntando a SMEB a uma Tuna Académica criando um grande espetáculo, único e inesquecível, mas que não foi possível mostrar ao público por motivos 100% alheios à SMEB. No entanto, não ficará esquecido…. Tivemos, então de voltar a pensar, desenvolver e criar um novo espetáculo para apresentar no âmbito deste projeto, e, no Sabugueiro, ouviram-se “Ecos musicais: Do chão da rua aos sons do Céu”, mostrando diferentes sonoridades reproduzidas pela SMEB com músicas tocadas nas nossas Ruas, nas Procissões, nas Eucaristias e nos concertos. Criámos este momento mais artístico e diferenciado, passando sensações e melhorando a forma de nos apresentar perante novos e diferentes públicos com diferentes sonoridades, evidenciando a nossa versatilidade, adaptando-nos a qualquer projeto.
Chega então o nosso aniversário, onde comemorámos os nossos 179 anos de existência em que prestámos homenagem a todas e todos os que passaram e apoiaram a SMEB, com especial homenagem ao atual presidente. Estas homenagens fazem com que o legado da SMEB se perpetue e aproxime a banda da comunidade. Pouco depois do nosso aniversário fomos ao encontro de bandas da Sociedade Musical de Moçamedes (SMM de Vouzela) para comemorar os seus 150 anos de existência, tendo sido uma honra participar neste marco enorme para a SMM.
Para finalizar 2025, fomos convidados a participar no evento na Cabeça – Aldeia Natal, com um concerto nesta Aldeia de Montanha, o qual fomos brindados com um grande nevão que nos fez viver muito mais intensamente todas as sensações desta deslocação e no próprio concerto.
Vem aí o ano de 2026 e será um ano marcante para a nossa banda. Iremos ter uma nova direção (mandato 2026-2027) e será um ano com várias comemorações, marcado pelos nossos 180 anos de existência. Assim, convidamos todos vocês a estarem muito atentos às nossas redes sociais para não perderem nenhum dos eventos que estão já em desenvolvimento. Em janeiro, iremos cantar as janeiras nos dias 3 e 4 e faremos as já tradicionais Migas dos Reis no dia 18.
Desejamos a todos, boas festas e que o ano de 2026 seja rico em todos os sentidos.

Verdades que matam: o perigo de viver num mundo onde nada é o que parece

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Já reparou como hoje em dia é cada vez mais difícil saber o que é verdade? Em setembro passado, circularam vídeos com figuras públicas como Luís Montenegro, Mário Centeno ou Paulo Macedo a promoverem esquemas de investimento. Só que aquilo não era real — eram deepfakes, vídeos manipulados com recurso a inteligência artificial. E, mesmo assim, muita gente acreditou. É inquietante pensar que nem o que vemos com os nossos próprios olhos é, hoje, garantia de verdade.
O problema já não se limita às notícias falsas escritas. Agora é tudo: imagens, vídeos, áudios. A tecnologia evoluiu ao ponto de qualquer pessoa conseguir criar conteúdos falsos com uma qualidade impressionante. E, por mais que tentemos ser racionais, o impacto visual é forte. Um vídeo falso pode espalhar-se por dezenas de redes sociais em minutos, muito antes de alguém se aperceber de que tudo não passa de um engano.
Esta realidade tem um efeito perigoso: instala a dúvida permanente. Quando tudo pode ser falso, começamos a desconfiar de tudo, até do que é verdadeiro. Cria-se uma crise de confiança que afeta não apenas a informação que consumimos, mas a forma como nos relacionamos com o mundo, com as instituições e uns com os outros.
Como nos proteger? A verdade é que não existe uma fórmula mágica. Mas existem atitudes simples que fazem a diferença. Antes de partilhar, parar. Perguntar: “Será que isto é mesmo verdade?” Procurar a fonte original. Confirmar se outros meios de comunicação credíveis estão a falar do mesmo assunto. Recorrer a ferramentas de verificação como o Polígrafo ou os dossiês de fact-checking da Lusa. E, quando subsiste a dúvida, não partilhar. Mais vale travar uma mentira do que ajudar a propagá-la.
O maior perigo não é acreditarmos numa notícia falsa isolada. É desistirmos de procurar a verdade. É aceitarmos a confusão como normal e deixarmos de questionar. A partir daí, a mentira deixa de precisar de ser convincente, basta ser repetida.
Estamos a viver uma crise de confiança sem precedentes. Mas cada um de nós tem hoje um papel claro: o de guardião da realidade. Começa em gestos simples: duvidar, procurar, perguntar. Só assim conseguiremos manter um pouco de lucidez num mundo onde, cada vez mais, nada é exatamente o que parece.

Estará tudo certo?

À medida que o final do ano se aproxima instala-se a perceção de que dezembro assinala um ponto de viragem. Contudo, este mês não precisa de simbolizar o mês das grandes transformações. Pode, simplesmente, servir como aliado para aquelas decisões adiadas ao longo do tempo. Não é necessário que o alcance das mudanças seja sumptuoso, basta reconhecer que qualquer percurso é construído através de múltiplos passos. Podemos assumir passos firmes e convictos, outros vulneráveis e inseguros. E… está tudo certo! Somos seres humanos sensíveis, emocionais, em desenvolvimento crescente.
Estará então tudo certo?
Esta expressão tem vindo a ganhar contornos de cliché. Ainda assim, quando utilizada no contexto adequado, tem a capacidade de introduzir leveza, permitindo abrir espaço para a possibilidade de uma versão de nós mais compassiva e menos crítica. O risco surge quando é usada de forma indiscriminada, como se legitimasse tudo sem distinção.
“Está tudo certo” apenas quando existe um compromisso real consigo próprio, quando se cultivam escolhas alinhadas com a realização pessoal e com a busca de felicidade e bem-estar, sem ultrapassar os limites do próprio espaço interno. Está tudo certo quando o caminho é percorrido com respeito e responsabilidade, não apenas com foco no bem individual, mas também com consciência de que fazemos parte de um todo maior que se estende para além de nós. O puzzle da vida estará completo com a integração idiossincrática de todas as diferentes peças.
Assim, dezembro recorda que não é necessário esperar por um recomeço absoluto para iniciar algo significativo. Muitas vezes, a verdadeira mudança nasce da coragem de retomar o que ficou suspenso, de avançar gradualmente e de reconhecer que o progresso se constrói passo a passo. Que a evolução simboliza consolidar valores universais de liberdade, tolerância, inclusão e honestidade. Nesse movimento ponderado e intencional, sim, está tudo certo.

GNR de Seia funcionará, temporariamente, a partir de amanhã, na antiga Escola do Crestelo durante obras no quartel

A intervenção no quartel atual representa um investimento de 2,1 milhões de euros e terá a duração de 20 meses

E já a partir de amanhã que todos os serviços da GNR de Seia passarão a funcionar na antiga Escola Primária do Crestelo, cedida pela Câmara Municipal de Seia enquanto decorrerem as obras de requalificação e ampliação do quartel. O edifício escolar sevirá de sede provisória ao Posto Territorial de Seia, onde se irão manter todas as condições operacionais e de atendimento ao público, assegurando a segurança e a proximidade durante o período de execução da obra.

A obra, adjudicada à empresa SoluçãoVida – Engenharia e Sustentabilidade, Lda., conta com um orçamento aproximado de 2,1 milhões de euros. O projeto de modernização inclui a requalificação integral dos dois blocos principais para funções administrativas e operacionais; a recuperação de duas moradias geminadas (casas de função) destinadas aos militares e a reorganização do espaço exterior, incluindo a zona de parada e estacionamento.

Neve obriga ao encerramento das escolas em Gouveia esta sexta-feira


O Município de Gouveia decidiu suspender as atividades letivas no período da tarde de amanhã, 23 de janeiro, devido ao agravamento das condições meteorológicas e à previsão de queda de neve.


O Município de Gouveia, através do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, anunciou o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino do concelho para a tarde desta sexta-feira, dia 23 de janeiro. A medida foi tomada em articulação direta com o Agrupamento de Escolas de Gouveia e o Instituto de Gouveia – Escola Profissional.

​A decisão surge como resposta direta às previsões meteorológicas que apontam para a queda de neve e condições climatéricas adversas, visando garantir a segurança de alunos, professores e funcionários.
​Como consequência deste encerramento antecipado os transportes escolares irão realizar-se apenas durante o período da manhã, coordenados com o horário de fecho das escolas, sendo que as aulas mantêm-se com normalidade até ao meio-dia

Contactos de emergência

As autoridades locais pedem à população que tome as devidas precauções e disponibilizam os seguintes contactos para qualquer eventualidade:
​Proteção Civil de Gouveia: 962 032 999
​Bombeiros Voluntários de Gouveia: 238 492 138

Almeida – Detido por falsificação de notação técnica

O Comando Territorial da Guarda, através do Destacamento de Trânsito da Guarda, no dia 19 de janeiro, deteve um homem de 41 anos pela prática do crime de falsificação de notação técnica, no concelho de Almeida.

No decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária, os militares da Guarda abordaram um condutor e verificaram que o mesmo, durante a condução de um veículo pesado de mercadorias, fazia uso de um cartão de tacógrafo pertencente a outra pessoa, o que lhe permitia exceder os tempos máximos de condução legalmente estabelecidos e evitar o cumprimento dos períodos obrigatórios de repouso, comprometendo gravemente a segurança rodoviária. A ação culminou na detenção do indivíduo e na apreensão do cartão tacográfico utilizado de forma fraudulenta.

O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Almeida.
A Guarda Nacional Republicana relembra que a manipulação, adulteração ou viciação de tacógrafos, para além de constituir uma infração grave do ponto de vista contraordenacional e, em determinadas situações, criminal, representa um fator acrescido de risco para a segurança rodoviária. Estas práticas comprometem o cumprimento das normas europeias relativas aos limites máximos de condução, aos períodos mínimos de repouso e ao respeito pelos limites de velocidade, colocando em causa não só a segurança dos próprios condutores, mas também a dos restantes utilizadores da via pública.

O cumprimento rigoroso das regras associadas à utilização do tacógrafo constitui, assim, um elemento essencial para a prevenção da fadiga ao volante, a redução da sinistralidade rodoviária e a promoção de uma circulação mais segura e responsável

Folgosa do Salvador promove viagem ao “Entrudo Chocalheiro” de Podence para apoiar as Festas de São Marcos

A Comissão de Festas da Folgosa do Salvador organiza, no próximo dia 14 de fevereiro, uma excursão cultural a Podence. A iniciativa visa angariar fundos para as tradicionais celebrações em honra de São Marcos.

Com o objetivo de preservar o património cultural e garantir a continuidade das tradições locais, a Comissão de Festas da Folgosa do Salvador anunciou a organização de uma viagem ao emblemático Entrudo Chocalheiro de Podence. O evento, agendado para o dia 14 de fevereiro, surge como uma peça-chave na estratégia de angariação de fundos para as Festas em Honra de São Marcos, previstas para os dias 24 a 26 de abril de 2026.

O programa da viagem oferece aos participantes uma experiência completa no Nordeste Transmontano. A partida está marcada para as 08h00, no Largo da Capela da Folgosa do Salvador.

Pelo valor de 45 Marcos, a inscrição inclui: transporte; almoço; visita ao museu Estação das Artes, em Mirandela e tarde livre para acompanhar as festividades dos Caretos de Podence, Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O regresso está previsto para as 17h30.

A organização sublinha que estas festividades representam um pilar da identidade local, transmitido de geração em geração. Contudo, a Comissão de Festas alerta para as “crescentes dificuldades na organização e manutenção” do evento anual de abril, tornando a participação nestas iniciativas de angariação de fundos vital para a sobrevivência do calendário festivo da aldeia.

Inscrições

Os interessados devem garantir o seu lugar com brevidade, uma vez que as vagas são limitadas e a viagem está sujeita a um número mínimo de participantes. As inscrições estão abertas até ao dia 31 de janeiro e podem ser efetuadas junto dos mordomos Marco e Ana, através dos contactos 964 532 957 ou 918 387 087.

A organização recomenda ainda o uso de vestuário e calçado confortável para melhor usufruto do dia.