JORNAL DO CONCELHO DE SEIA E REGIÃO

Eventos, Cultura e Lazer:

Escola Profissional da Serra da Estrela celebra a chegada de 2026 com Concerto de Ano Novo

​O evento terá lugar no Cineteatro da Casa Municipal...

Seia celebra o Carnaval com a 49.ª edição da Feira do Queijo

O Município de Seia promove, de 14 a 17 de...

Associação SenaTuna da ESTH Seia promove III Encontro “Pedro Levita” já esta sexta-feira

A cidade de Seia prepara-se para uma tarde e...
Publicidadespot_imgspot_img

A lei do mais forte e outros temas

A lei do mais forte é o atual status quo mundial, iniciado por Vladimir Putin e agora impulsionado por Donald Trump. Pelo meio fica Israel, a demonstrar, no Médio Oriente, que o poder das armas é que determina o futuro e a própria existência. Veja-se Gaza e a chacina permanente e sem fim à vista. Com a cumplicidade de Trump – diria, até, com a sua anuência!


A cimeira da NATO realizada em Haia parece indicar mais uma “vitória” de Trump, se conseguir os tais 5% por parte dos países da União Europeia que integram a NATO. Lá se vai o sonho de uma organização de defesa comum europeia, já que não há capacidade para “alimentar” duas soluções na defesa – uma europeia e outra atlântica.

Mas não devem os países da União Europeia deixar de definir uma estratégia de defesa comum, que possa contar com a NATO mas que assegure a defesa dos interesses e do território europeus.

A europa não deve ficar dependente da imprevisibilidade alheia, deve fortalecer-se independentemente da aliança e mostrar-se coesa na defesa dos princípios que caracterizam as democracias europeias e combater a prática da “lei do mais forte”. Claro que só sendo forte é que pode enfrentar os atuais “donos do Mundo”.


As autárquicas são a próxima “disputa” eleitoral em Portugal. No que a Seia, enquanto Município e às suas freguesias, diz respeito, são conhecidos os “cabeças de lista” das principais forças políticas à Camara Municipal, mas pouco ou nada se sabe ainda relativamente aos outros órgãos, pelo menos oficial e publicamente.

Ainda há muito tempo, claro. Aliás, parece que para alguns “dossiers”, leia-se, freguesias, não está a ser fácil “arranjar” candidatos.

O Partido Socialista tem a responsabilidade de ser o Partido que governa Seia, quase ininterruptamente, desde o 25 de abril. Tem, pois, a obrigação de ter, nos seus quadros, militantes capazes de assumirem os lugares a eleger. Tal como os dirigentes estão, no meu entender, obrigados a colocar os militantes em primeiro lugar. Como, de resto, em qualquer outro partido político deverá ser assim.

Os partidos são, constitucionalmente, estruturantes do regime democrático, devendo assegurar o preenchimento das listas para os órgãos a eleger, assegurando, desse modo, o cumprimento da democracia – são os partidos que são votados, pelo que não deverá existir qualquer complexo ou alinhamento na ideia de independentismos.

» Onde comprar o Jornal de Santa Marinha «

ARTIGOS DE OPINIÃO

As tuas prioridades também mudam?

Tentamos controlar e antever a maior parte dos acontecimentos...

QUEM PERDEU E QUEM GANHOU PERDENDO

Nesta coluna, na edição anterior, afirmava que a história...

O envenenamento de animais de rua e abandonados não é a solução!

O recente episódio de envenenamento de animais de rua...

Estudante universitária e a dedicação à SMEB

Por Beatriz Oliveira Ser estudante universitária em Portugal, nos dias...

Da bazuca ao tiro no pé

Todos se lembrarão da famosa “bazuca”, tema obrigatório nos...

As Invasões Francesas na Serra da Estrela

Entre 1810 e 1811, a 3.ª Invasão Francesa atravessou...

Como é que se pode acreditar?!…

Uma grande parte dos políticos não tem vergonha, só...