Israel, Gaza, Ucrânia, Rússia, Europa, Irão, Putin, Trump ou Benjamin Netanyahu? Mentira – Inveja – Destruição – Tragédia!
Podemos dar as voltas que quisermos, arranjar as desculpas que entendermos, argumentar como melhor nos aprouver ou tentar ludibriar a nossa própria inteligência. Tudo isso não conseguirá iludir a verdadeira razão, a clareza de ideias e o realismo do nosso pensamento: o Mundo está louco e as Nações colocaram à frente dos seus destinos políticos que na sua esmagadora maioria, são incompetentes, irresponsáveis, acéfalos, ditadores e facínoras da pior espécie. Com este tipo de gente, infelizmente, o mundo caminha, a passos largos para o seu fim. Com que legitimidade moral, esta “tralha”, invade, assalta, rouba e mata?
É verdade que nós estamos integrados num conjunto de países que constituem o bloco europeu. Não temos quaisquer dúvidas de que apesar de sermos pequeninos e a nossa voz, por isso mesmo, não se poder fazer ouvir com a intensidade de som que seria desejável, temos conseguido melhorias assinaláveis que, doutro modo, não seria possível. Temos de concordar com os que afirmam que a Europa não tem força para impor o que quer seja e tem cometido o erro de escolher responsáveis, na sua maioria, sem classe, sem visão e sem força, para a liderança.
Estamos num beco com uma saída, cada vez mais estreita, entregues à loucura de um Putin que age sem respeito por nada nem ninguém, de um Trump que mais parece um comediante afirmando uma coisa e o seu contrário nem sabendo bem como foi possível a América o ter escolhido para liderar tão grande nação; de um tirano que, à frente de Israel sempre escolheu as armas como seu aliado e de um líder iraniano que, tal como os seus companheiros, vive obcecado pela ideia de submeter toda a população do globo a uma doutrina sanguinária que é a dele.
Vivemos, de facto, tempos de incerteza, medo, ansiedade e pânico em que o respeito, a dignidade, a justiça, a generosidade, a solidariedade e o amor foram apagados do manual de procedimentos quotidianos. Até quando ficaremos sujeitos a toda esta “tralha”? E o que será que nos poderá acontecer?
Que o Papa Francisco bata ao coração de todos eles se é que ainda têm coração e os acorde para as realidades e sentimentos que devem nortear as comunidades, as pessoas e os países que formam a Casa Comum.
Resta-nos ter confiança, fé e esperança no futuro.





