Ano após ano repetimos as mesmas saudações desejando tudo e a todos no princípio de cada ano. Felicidades e um bom ano.
Realmente este desejo é uma ambição de que só para alguns, também o desejam e provocam a guerra.
Tomando por base o ano 2023, duvidamos que o presente ano traga a +az que o mundo deseja, pois o princípio é mau, desolador e triste.
Todos os dias nos entra por casa adentro imagens horríveis de mortes de homens, mulheres e crianças, dos palcos da guerra em Gaza, Ucrânia entre outros, que arrepiam os mais incrédulos.
Choca-nos que a comunidade internacional em vez de intervir se perde em palavras, uns apoiando, outros reprovando e, ainda outros, que ficam no sim, sim.
Ao vermos tudo isto, ficamos apavorados e a pensar o que vai ser da humanidade num futuro próximo.
Com tanta gente à frente das nações com estados, com mentalidades tão cruéis, não auguramos nada de bom.
Salvé 2024!
2024, JÁ É TARDE
Costumo utilizar esta coluna para, no início do ano, manifestar os meus desejos e expectativas para o futuro do nosso concelho. Foi assim que na coluna do ano passado (Jornal de Santa Marinha, 587, 2023-01-31) referia que o nosso concelho continuava a ser um exemplo de fraco desenvolvimento, apontando as razões para tal, e referia que o ano de 2023 seria um ano decisivo para tomada de medidas e ações que suportassem uma estratégia e um rumo para o desenvolvimento do concelho.
Infelizmente, a realidade e a entrevista do presidente da câmara a este jornal, no mês passado, demonstram exatamente o contrário. O concelho e, nomeadamente, a cidade de Seia, continua a definhar de dia para dia, literalmente, e não há como esconder a desilusão dos munícipes.
Responsabilidade civil e política…
O trágico acidente que vitimou a jovem estudante de dezasseis anos na Escola Secundária de Seia deverá, ao menos, servir para o Ministério da Educação efetuar um levantamento sério da situação em todas as escolas, em colaboração com os municípios. A substituição dos vidros por outros mais seguros, por muito dinheiro que custe, deve ser um imperativo, porque pode prevenir outros acidentes. Ignorar, pura e simplesmente, e não fazer nada, responsabiliza os autarcas por nada terem feito apesar dos alertas e do acidente fatal.
No plano nacional, surpreenderam-me as palavras de António Costa, o, ainda, primeiro-ministro socialista, quando afirmou, numa entrevista a um canal de televisão, que a culpa do crescimento do Chega era (é) do PSD. Efetivamente, pensei, imediatamente, quão enganadoras eram aquelas palavras, porquanto lhes faltava o advérbio “também”.
Sonhos – Maravilhas – Sorrisos ou tão somente, Propaganda – Falsas Promessas e Mentiras?!…
Ao ouvirmos as parangonas dos últimos dias, repetidamente propaladas por alguns dos líderes partidários, nomeadamente, André Ventura, Pedro Nuno Santos e Mariana Mortágua, respetivamente do Chega, Partido Socialista e Bloco de Esquerda, somos forçados a pensar tratar-se de um sonho ou um conto fantasioso dos que os nossos avós contavam há quase cem anos.
Pensamos nós, com total legitimidade, que a meses de se completarem 50 anos sobre o 25 de Abril, nenhum político devia ter a ousadia de falar para o povo com o desplante, a desfaçatez e a lata dos líderes dos partidos! Haverá alguém, por menos culto que seja, por mais “inocente” que se mostre ou inconsciente que se revele que possa acreditar nas promessas fantasiosas, ilusionistas e engenhosamente preparadas, dos políticos que a 10 de Março se vão apresentar às eleições legislativas? Onde está a sua credibilidade?
Lagartas do pinheiro – uma questão de saúde pública
Todos sabemos que as alterações climatéricas estão a alterar várias situações, e a descida das lagartas do pinheiro infelizmente é uma delas, acontecendo cada vez mais cedo. Com as temperaturas amenas que estamos a sentir durante o dia, as processionárias (também conhecidas por lagartas do pinheiro) já começaram a descer dos seus ninhos, formando longas filas que podem aguçar a curiosidade dos nossos animais de companhia e até das crianças!
O problema é que cada uma destas lagartas possui milhares de pêlos urticantes que podem ser altamente nocivos, ou mesmo mortais, para qualquer ser vivo. Estes pêlos têm a capacidade de induzir necrose dos tecidos que entraram em contacto com eles, deixando muitas vezes sequelas nos animais que sobrevivem, como perder partes da língua e dos lábios também.
O meu pensamentodiz-me que eu…
Que pensamentos tem a seu respeito? O que pensa sobre si enquanto membro de uma família? O que pensa sobre si enquanto trabalhador? O que pensa sobre si enquanto parte de uma relação?
Pensamentos de que não é uma pessoa de valor, de que os outros parecem ser melhores, de que não tem nada a acrescentar ao seu contexto de trabalho, de que não tem importância para a sua relação…
Este padrão de pensamento pode condicionar a sua vida, as relações com os outros e consigo próprio.
Os nossos pensamentos têm influência direta sobre o que sentimos, sobre as nossas crenças e comportamentos. Muitas vezes, para conhecermos os nossos padrões de pensamento precisamos de ajuda de um profissional.
Recolher informações da nossa história ajuda-nos a compreender como este padrão de pensamento pode ter as suas causas na infância (por exemplo, em famílias que valorizam o sucesso de forma excessiva, centradas nos resultados e não nos processos, em que a crítica impera e a desvalorização é regra).
Ano novo, SMEB nova!
E de repente já estamos em 2024! Num piscar de olhos o ano de 2023 deu lugar a 2024. O ano passado foi um ano muito positivo para a SMEB. Tivemos muitas festividades, eventos e alguns concertos que nos encheram o coração de alegria e de boa disposição. Sem exceção, este ano não será diferente.
Para começar o ano, começamos já com algumas mudanças que vale a pena salientar.
É de conhecimento geral de que no final do passado ano, a direção terminava o seu mandato de 2 anos e relembrámos os nossos amigos de que podiam apresentar listas para votação. Na falta de novas listas, surgiram e bem, elementos novos para integrar a direção já existente. Contamos, agora, com seis novos elementos que integram com força a nossa SMEB; apenas dois elementos que por razões pessoais e alheias à nossa banda se despediram da direção mas continuam a ter a SMEB no seu coração.
Esta direção tem agora pela frente vários projetos e eventos no seu plano de atividades que muito agradarão aos amigos da SMEB.
O que está a fazer a Humanidade para gerir as alterações Climáticas? (Parte I)
A ciência já provou, sem qualquer margem para dúvida, que as alterações climáticas são resultado da atividade humana, pelo que é legítimo e necessário perguntar que iniciativas está a desenvolver a Humanidade para evitar o aquecimento global e suas consequências: secas, inundações, tempestades, tufões, enfim muitas das catástrofes naturais que vivemos atualmente e que ameaçam intensificar-se no futuro, podendo mesmo levar ao desaparecimento da Humanidade como a conhecemos.
A primeira constatação é que o estudo e a preocupação com este tema são relativamente recentes. De facto, o primeiro alerta da comunidade científica para este problema foi feito em 1988 e o primeiro relatório de avaliação da situação foi publicado em 1990, portanto há pouco mais de 30 anos.
Pela verdade
Neste espaço de opinião tenho várias vezes alertado para as dificuldades por que passam as instituições que acolhem e se dedicam a pessoas com deficiências e a idosos.
AS dificuldades são reais e muitas instituições estão em verdadeiras aflições de sustentabilidade.
Consciente da situação e porque sinto esta realidade, está a passar por mim uma forte onda de indignação ao ler uma notícia de uma Instituição com elevado número de utentes e uma longa história de dedicação a esses jovens. Agora, o presidente dessa mesma IPSS está a ser investigado por suspeita de ter desviado mais de 100 mil euros da Associação para despesas pessoais como pagar viagens e comprar telemóveis” e por ter nomeado familiares para cargos na instituição.
Na edição 598 do JSM: Preto & Branco, o bar mais antigo da Serra da Estrela, conta com um novo conceito que pretende chegar a públicos de todas as faixas etárias
Gerente do Senalonga desde 2020 e do Preto & Branco desde 1 de junho do ano passado, Tiago Camelo pretende conquistar alguns clientes do “Preto” que se foram perdendo, nomeadamente, os da faixa etária acima dos 40 anos. Por isso, a equipa com que conta tem sido fundamental em todo este processo. Atualmente e após meio ano à frente deste bar icónico de Seia, Tiago Camelo reorganizou alguns conceitos no Preto & Branco, os quais já foram lançados este ano. O novo conceito passa pela maior divulgação de iniciativas e diversidade de eventos que já estão a oferecer.
Com uma já longa história, o Bar Preto & Branco abriu as portas em 1986, atravessou mais de três décadas, sendo, hoje, considerado o Bar mais antigo da Serra da Estrela, uma vez que se encontra aberto, ininterruptamente, desde essa altura até aos dias de hoje.
Tiago Camelo “abraçou” estes dois bares, o Senalonga desde 2020 e o Preto & Branco desde 1 de junho do ano passado, que são uma referência no concelho de Seia.



