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Escola Secundária de Seia vai estar na final do Projeto GERAt que vai decorrer hoje no Estoril

A Escola Secundária de Seia vai estar, amanhã, dia 28 de maio, na Final Nacional do projeto educativo GERAt – território, turismo e talento. Após conquistar o primeiro lugar na eliminatória da Região Norte, a comitiva de Seia ruma à Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril para disputar a grande final, onde apresentará dois produtos inovadores desenvolvidos em parceria com a Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) do Instituto Politécnico da Guarda.

O GERAt, uma iniciativa conjunta do Turismo de Portugal e da Direção-Geral da Educação, foi recentemente reconhecido pela União Europeia como uma boa prática no setor. O projeto passou a integrar a prestigiada plataforma europeia Transition Pathways for Tourism, que reúne e divulga iniciativas determinantes para a transição sustentável, resiliente e digital do turismo no espaço comunitário.

Fugindo aos moldes da sala de aula tradicional, o projeto desafia os alunos do 3.º ciclo e do ensino secundário a desenharem soluções e conceitos turísticos práticos que valorizem o potencial das suas regiões. Os projetos finalistas competem agora ao mais alto nível, com a perspetiva de receberem apoio técnico e financeiro para a sua posterior implementação real no terreno.

A participação da Escola Secundária de Seia destaca-se pelo forte cunho comunitário e científico. O trabalho conjunto com a ESTH de Seia permitiu aos estudantes cruzar o conhecimento escolar com a especialização universitária, resultando em dois produtos turísticos focados na valorização dos recursos endógenos e na dinamização económica da região da Serra da Estrela.

A sessão final de amanhã colocará frente a frente os melhores projetos de todo o país, num evento que pretende demonstrar como a ligação entre as escolas, a comunidade e o território pode ditar o futuro do turismo em Portugal.

O JSM falou com Margarida Amaral diretora do Agrupamento de Escolas de Seia, Alexandre Martins, Subdiretor da Escola superior de Turismo e Hotelaria de Seia, Marco Gonçalves, Professor na Escola Secundária de Seia e um dos responsáveis do projeto Essência Serrana.

(Entrevista gravada no dia 26 de maio 2026)

GNR, Miguel Araújo, Nena e Joana Almeirante e Mizzy Miles nas Festas do Concelho de Seia

Mizzy Miles, Nena e Joana Almeirante, GNR e Miguel Araújo são os nomes que encabeçam as Festas do Concelho de Seia 2026, que decorrem de 12 a 15 de agosto no Parque Municipal. A iniciativa, que todos os anos mobiliza milhares de pessoas, inicia no Dia Internacional da Juventude e prolonga-se até sábado, proporcionando um último dia de festa em pleno fim de semana.

Durante quatro dias, o principal evento festivo do concelho volta a transformar o centro da cidade num espaço de encontro, convívio e animação, reunindo residentes, emigrantes e visitantes num ambiente de celebração que marca o verão em Seia.

A abertura das festividades acontece a 12 de agosto, Dia Internacional da Juventude, com a atuação de Mizzy Miles, um dos artistas mais ouvidos da música urbana portuguesa. No dia 13 sobem ao palco Nena e Joana Almeirante, protagonistas de um projeto conjunto que tem conquistado público e crítica. A 14 de agosto é a vez dos GNR, uma das bandas mais emblemáticas da música portuguesa, enquanto Miguel Araújo encerra as festividades no dia 15, num concerto que promete reunir diferentes gerações em torno de um dos mais reconhecidos cantautores nacionais.

O programa integra ainda atuações no palco secundário com Idioteque, The Cover Van, Noura e Aurora Pinto, reforçando a diversidade musical do evento. A animação noturna prossegue com DJs convidados, entre os quais I Love Baile Funk, DJ Kika Lewis e DJ Diego Miranda, culminando na última noite com a festa temática “Party Battle Delirious – Old vs New”, dedicada aos êxitos das décadas de 80, 90 e 2000.

Promovidas pelo Município de Seia, as Festas do Concelho constituem um dos momentos de maior mobilização da comunidade e um importante fator de dinamização económica para o comércio local, restauração e setor turístico, afirmando simultaneamente o concelho como destino de eventos e de lazer durante o verão.

O programa completo das Festas do Concelho 2026 será divulgado oportunamente, incluindo as restantes atividades culturais, recreativas e de animação que complementarão a programação musical.

Santa Marinha vai viajar no tempo este sábado e domingo, com a iniciativa Vila Medieval

Estivemos à conversa com Rafael Abreu, presidente da Junta de Freguesia de Santa Marinha, vila que vai acolher já este fim de semana o evento Vila Medieval.

Nos próximos dias 30 e 31 de maio, as ruas de Santa Marinha serão o palco de uma autêntica viagem ao passado. A iniciativa Vila Medieval promete transformar a freguesia num cenário histórico, onde os sons, cheiros e sabores de outrora voltam a ser protagonistas.

Marcelo Rebelo de Sousa marca presença nos “Dias Abertos” da Escola Secundária de Seia

O antigo Presidente da República foi a figura central do primeiro dia, dividindo o seu tempo entre uma aula-debate com os mais jovens e uma visita demorada à comunidade escolar, onde inaugurou uma exposição e acompanhou o progresso das obras no estabelecimento de ensino.

A Escola Secundária de Seia deu ontem o pontapé de saída para a iniciativa “Dias Abertos”, um evento de dois dias. O programa, que se estende até ao final do dia de hoje, promete um forte envolvimento comunitário através de mostras, declamações, momentos musicais e várias atividades desportivas.

O grande destaque da jornada de abertura foi a receção ao antigo Presidente da República, o Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa. A agenda do académico e político começou preenchida logo pela manhã de ontem e estendeu-se até à tarde, dividindo-se entre o ensino superior e a escola secundária.

Manhã de debate e reflexão académica

Pelas 11h30, as atenções concentraram-se nas instalações da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH). Foi aí que Marcelo Rebelo de Sousa conduziu uma aula-debate direcionada aos alunos do 11º e 12º anos da Escola Secundária de Seia. O encontro proporcionou um espaço de diálogo direto entre o antigo chefe de Estado e os estudantes, estimulando a reflexão sobre temas da atualidade.

Tarde de afetos, “selfies” e inauguração de exposição

No período da tarde, pelas 14h30, o antigo Presidente deslocou-se à Escola Secundária de Seia. Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou o momento para acompanhar de perto a realidade da instituição, realizando uma visita técnica às obras de requalificação que se encontram a decorrer nesta instituição escolar.

Como já é habitual nas suas aparições públicas, a proximidade com os jovens foi uma constante. O político esteve em contacto direto com a comunidade escolar, distribuindo os tradicionais afetos e respondendo prontamente aos pedidos dos alunos para as habituais “selfies”. A visita culminou com o momento formal de inauguração da exposição da Semana das Artes na escola.

Dia de África comemorado na Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa esteve na Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia (ESTH) esta segunda-feira, dia 25 de maio, para protagonizar uma aula-debate integrada na iniciativa “Dias Abertos” do Agrupamento de Escolas de Seia.

A Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia (ESTH/IPG) transformou-se, esta segunda-feira, no palco central das comemorações do “Dia de África”. O momento alto do programa foi a receção ao antigo Presidente da República, o Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, que se deslocou à instituição para conduzir uma aula-debate dirigida aos alunos do 11.º e 12.º anos, no âmbito dos Dias Abertos do Agrupamento de Escolas de Seia.

A escolha das instalações da ESTH para a realização desta palestra deveu-se às obras de reabilitação na Escola Secundária de Seia. Para tal, o evento necessitava de um espaço alternativo com as condições adequadas. A forte parceria entre o Agrupamento de Escolas de Seia e a Escola Superior permitiu esta cedência, reforçando os laços entre o ensino secundário e o ensino superior no concelho.

Auditório da ESTH de Seia encheu para a aula-debate

Sob o tema “Educação, Vocação e Futuro”, o antigo Presidente da República ligou a experiência de aprender à educação para a cidadania.
Ainda nesta ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa almoçou no restaurante da ESTH de Seia, onde teve a oportunidade de degustar um menu de cozinha africana, denominado “Sabores de África”, integralmente preparado por alunos do curso da licenciatura em Restauração e Catering.

Cultura e gastronomia no “Dia de África”

O programa do “Dia de África” incluiu, ainda, a abertura da exposição “Áfricas Minhas” e do mural “África do meu Coração”. Teve, também, o concurso relâmpago “3 minutos sobre África”, mensagens institucionais e dos estudantes africanos e afrodescendentes. Houve, igualmente, vários momentos dedicados à identidade e à música.

Há três meses, Sofia trocou a vibrante e movimentada Luanda, capital de Angola, pela tranquilidade e pelo clima frio de Seia. Atualmente a frequentar o curso de Gestão Hoteleira na Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH), a jovem estudante confessa que os primeiros tempos foram difíceis, mas a cidade serrana já a conquistou.
No âmbito das comemorações do Dia da África no campus, Sofia partilhou a sua jornada de adaptação, os segredos da gastronomia angolana e o significado profundo do traje real com que captou todas as atenções.

Pedro chegou a Portugal há cerca de 70 dias. Aluno da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH), em Seia, o jovem angolano abraçou a mudança com o entusiasmo de quem vê na distância não um isolamento, mas uma oportunidade de crescimento.
No Dia da África, celebrado nesta Escola Superior de Seia, Pedro conversou sobre os desafios da adaptação, as saudades de casa e a paixão pela poesia que carrega na mala.

O dia encerrou com um desfile de moda e um Sunset/DJ Afro no jardim da escola.

Seia homenageou Soldados da Paz no Dia Municipal do Bombeiro com entrega de novos equipamentos às corporações do concelho

O Município de Seia celebrou, ontem (24 de maio), o Dia Municipal do Bombeiro. A iniciativa, realizada em parceria com as corporações de Loriga, São Romão e Seia, ficou marcada pela homenagem pública aos “soldados da paz” e pelo reforço dos meios operacionais das três corporações do concelho.

As comemorações tiveram início junto ao Monumento ao Bombeiro, em Seia. Num momento solene e emotivo, realizou-se uma formatura conjunta dos três corpos de bombeiros, seguida da deposição de uma coroa de flores. O ato serviu para evocar e reconhecer o trabalho diário de homens e mulheres que, com dedicação e coragem, se colocam ao serviço da proteção de pessoas e bens.

A celebração estendeu-se depois às ruas da cidade, com um desfile apeado e motorizado pelas principais artérias de Seia, que permitiu à comunidade local associar-se à efeméride e manifestar o seu tributo às corporações.

O programa culminou com a sessão solene nas instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Seia, que contou com a presença de representantes de várias entidades oficiais.

O grande destaque da cerimónia foi a entrega de novos equipamentos às três corporações do concelho. Segundo a autarquia, este investimento traduz o compromisso contínuo do Município de Seia no reforço das capacidades operacionais e na melhoria das condições de trabalho e segurança dos bombeiros voluntários.

Uma tradição com história

Instituído em 2017, o Dia Municipal do Bombeiro visa valorizar publicamente a missão das corporações locais, destacando o seu profissionalismo e disponibilidade permanente. Além da homenagem, a iniciativa pretende sensibilizar a população para a importância do voluntariado e para o papel insubstituível que estas instituições desempenham na proteção civil, no socorro e no combate a incêndios.

Simulacro no Hospital de Seia testa resposta a incêndio

O Hospital de Seia realizou um simulacro de incêndio que mobilizou 25 bombeiros, uma viatura plataforma, duas ambulâncias, dois veículos de combate a incêndios e um veículo de abastecimento, num exercício que simulou ainda três vítimas. A ação teve como objetivo testar a capacidade de resposta dos meios de socorro e a articulação entre as equipas envolvidas.

Durante o simulacro, foram postos à prova os procedimentos de evacuação, o combate às chamas e o socorro às vítimas, num cenário pensado para avaliar o tempo de reação e a coordenação operacional. O exercício permitiu também reforçar a preparação dos operacionais para situações reais de emergência.

A presença de diferentes meios no terreno, entre eles a plataforma elevatória e os veículos de combate e abastecimento, permitiu treinar uma resposta mais completa a um eventual incêndio em ambiente hospitalar. As três vítimas simuladas ajudaram a testar os procedimentos de triagem, assistência pré-hospitalar e transporte.

Este tipo de iniciativa é considerado essencial para reforçar a segurança de utentes, profissionais de saúde e operacionais, garantindo maior eficácia numa situação de risco real.

Desporto escolar: portas que se fecham

Num tempo em que tanto se debate o impacto dos ecrãs na vida dos mais jovens, e em que os seus efeitos negativos são cada vez mais evidentes, torna-se difícil compreender o progressivo afastamento, ou mesmo o quase desaparecimento, do desporto escolar.
Aquilo que durante décadas representou uma das principais portas de entrada para a prática desportiva, para o desenvolvimento do espírito de equipa e para a construção de um verdadeiro sentido de pertença, há muito que caminha para um silencioso desligar da tomada, sem alarme nem debate público, mas com consequências reais e profundas.

O desporto escolar nunca foi apenas competição. Era descoberta. Era o primeiro contacto com diferentes modalidades, a oportunidade de experimentar, falhar, evoluir e encontrar um lugar dentro de um grupo. Era, acima de tudo, um espaço inclusivo, onde cada criança podia explorar as suas capacidades, descobrir motivações e criar hábitos saudáveis para a vida. Era também um complemento essencial ao ensino formal, ajudando a formar cidadãos mais disciplinados, resilientes e cooperantes.

No concelho de Seia, contudo, vive um realidade muito limitada. No concelho onde outrora existia uma oferta diversificada, com modalidades como futebol, basquetebol, voleibol e ginástica, capaz de responder a diferentes interesses e talentos, resta hoje praticamente uma única opção: o voleibol. Esta realidade mantém-se há décadas e resulta de sucessivas pressões exercidas junto das várias escolas para concentrarem o desporto escolar numa só modalidade.

Não está em causa o mérito do voleibol, nem o trabalho relevante que tem sido desenvolvido a nível local, com resultados e atletas de qualidade reconhecida. O problema é estrutural. Quando se promove quase exclusivamente uma modalidade, condiciona-se a liberdade de escolha, limita-se a descoberta de outras aptidões e empobrece-se o ecossistema desportivo local, regional e nacional.

O risco de fomentar apenas uma modalidade nas escolas não é teórico, é bem real e já se observa em contextos próximos. Num concelho vizinho, recentemente, um clube de basquetebol candidatou-se a uma iniciativa da Federação Portuguesa de Basquetebol, o programa “Basquetebol 3×3 nas escolas”. No âmbito dessa ação, foram enviados materiais desportivos e merchandising para as escolas locais, com o objetivo de incentivar a prática e dar a conhecer a modalidade.

A resposta foi surpreendente e preocupante: o material acabou por ser devolvido, com a indicação das escolas de que não havia interesse. E porquê? Porque nesse território a pressão instalada aponta para a prática exclusiva de outra modalidade, neste caso o andebol. Este tipo de situação levanta uma questão essencial: qual é, afinal, a missão da escola no contexto do desporto? A escola não deve ser um prolongamento de interesses externos, nem um instrumento de captação de atletas para o clube A ou B. A sua função é muito mais ampla e nobre. Cabe-lhe fomentar a prática desportiva de forma abrangente, plural e inclusiva, apresentando aos alunos diferentes modalidades, permitindo-lhes experimentar, escolher e desenvolver-se de acordo com os seus interesses e capacidades.

Quando essa diversidade desaparece, perde-se muito mais do que opções desportivas. Perdem-se oportunidades de inclusão, perde-se potencial humano, perdem-se caminhos que poderiam fazer a diferença na vida de muitos jovens. E quando não há espaço para todos, muitos acabam inevitavelmente por ficar de fora. A consequência é um afastamento progressivo da prática desportiva, precisamente numa fase da vida em que esta é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e social.

Recuperar e valorizar o desporto escolar é, por isso, mais do que uma questão desportiva. É uma questão educativa, social e até de saúde pública. É garantir que as escolas continuam a ser espaços de descoberta, de crescimento e de igualdade de oportunidades. Porque cada modalidade que desaparece representa uma porta que se fecha. E essas portas fazem hoje mais falta do que nunca.

Os Hobbies e a Sustentabilidade

A sustentabilidade é um tema de extrema importância e cada vez mais presente na sociedade atual, dada a necessidade de preservação do meio ambiente e de utilização consciente dos recursos naturais com o intuito de melhorar a qualidade de vida das gerações presentes e futuras, podendo os hobbies dar um excelente contributo para esse objetivo.
Por outro lado, na denominada terceira idade, manter-se ativo é fundamental para a saúde física, mental e emocional, pelo que, nessa fase da vida, os hobbies desempenham um papel muito importante em termos de ocupação do tempo livre, proporcionando momentos de lazer, bem-estar e desenvolvimento pessoal, sendo a sua escolha fundamental para ajudar o Planeta e preservar a saúde individual.
A relação entre hobbies e sustentabilidade mostra, portanto, que o lazer pode ir além do entretenimento, tornando-se uma ferramenta de transformação social e ambiental, pelo que ao escolher hobbies que respeitem o meio ambiente, as pessoas contribuem para um futuro mais equilibrado, consciente e sustentável.
As caminhadas diárias são um dos hobbies que atualmente é bastante praticado, e que deve continuar a ser promovido, dado que são uma forma de prevenir doenças e, quando é o caso de serem feitas em ambiente natural, ajudam também as pessoas a compreender melhor a importância de preservação dos ecossistemas. Se a esta atividade juntarmos, em simultâneo, a observação e estudo da fauna e da flora locais estimulamos ainda mais o respeito pelo meio ambiente.
Uma outra atividade que muitas pessoas desenvolvem após a reforma, e que se transforma frequentemente em hobby, é o cultivo de uma pequena horta ou a produção agrícola e frutícola em pequena escala, atividades que requerem cuidados frequentes e que ligam ao ciclo da própria Natureza, proporcionando prazer, obrigando a atividade física e tendo, inclusive, algum retorno em termos de economia familiar.
Importa referir que mesmo em ambiente urbano é possível ter uma pequena horticultura doméstica, por exemplo cultivar legumes e ervas na varanda, diminuindo assim a necessidade de comprar produtos embalados e transportados de longas distâncias.
Existem também pessoas que têm como hobbies o artesanato com materiais recicláveis, que podem ser de diversa natureza: restauração e fabrico de móveis, produção de objetos de utilidade ou de decoração utilizando materiais naturais e genuínos ou elaboração de artigos em crochet, contribuindo assim para a diminuição do desperdício e a redução de consumos excessivos ou supérfluos.
A sustentabilidade pode também ser promovida, inclusive por pessoas com mobilidade reduzida, através de hobbies ligados à consciência ambiental como a leitura, a escrita a fotografia, o desenho ou a pintura sobre temas ambientais, permitindo assim a partilha de informação e a sensibilização de outras pessoas para a temática ambiental, o que permite incentivar a mudança de comportamentos na sociedade..
xistem naturalmente muitos outros hobbies relacionados com a temática ambiental.

Existem naturalmente muitos outros hobbies relacionados com a temática ambiental como por exemplo o andar de bicicleta, como forma de lazer, mas também como substituição do automóvel para deslocações curtas, o que permite reduzir a poluição e a emissão de gases com efeito de estufa para a atmosfera, contribuindo em simultâneo para a preservação da saúde individual.

Refira-se que, de Norte a Sul de Portugal, existem vários exemplos de criação de ciclovias, que continuam em expansão, para incentivar a mobilidade sustentável através duma maior utilização da bicicleta.

Atualmente existem também mais de 300 Kms de linhas férreas que foram transformadas em ecopistas, ou seja, em percursos de natureza que resultam da reconversão de canais ferroviários já desativados onde agora circulam pessoas a pé, de bicicleta, de skate e até de patins.
Evidencie-se também a cozinha sustentável que, aproveitando adequadamente as sobras de alimentos, evita desperdício, constituindo uma excelente prática que deverá continuar a ser estimulada e utilizada com frequência.

Um outro hobby com ligação direta à sustentabilidade é a prática do voluntariado ambiental de que a plantação de árvores, a limpeza de praias ou a atividade de eliminação de espécies invasoras nas florestas constituem bons exemplos.

O que é decisivo é ter consciência de que pequenas ações podem fazer uma grande diferença e de que as escolhas para a ocupação dos nossos tempos livres podem ser um instrumento de preservação do Planeta, existindo múltiplas formas de cada um dar o seu contributo

Qualquer pessoa cria vídeos. Poucas criam impacto

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Durante anos, produzir vídeo foi sinónimo de conhecimento técnico, equipamentos caros e longas horas de edição. Hoje, esse cenário mudou radicalmente, com o avanço da IA, qualquer pessoa consegue criar um vídeo em poucos minutos.

Existem ferramentas que escrevem guiões, selecionam imagens, editam automaticamente e até escolhem música, tudo com uma intervenção humana mínima. Esta evolução trouxe velocidade e acessibilidade, mas também levantou uma questão inevitável: se a tecnologia já faz quase tudo, qual é, afinal, o papel do videógrafo?

Aquilo que antes diferenciava um profissional desta área, que era a sua capacidade técnica deixou de ser um fator decisivo, visto que com a evolução da IA todas as tarefas como fazer cortes, criar legendas e corrigir cor passaram a ser feitas através de um simples clique. No entanto apesar da eficiência destas ferramentas de IA existe uma dimensão do vídeo que continua fora do alcance da IA que é a capacidade de pensar, interpretar e decidir, isto porque a criação de um vídeo é muito mais que juntar imagens, é entender o objetivo de cada projeto, é entender o publico e acima de tudo é passar uma mensagem porque um vídeo pode ser perfeito no aspeto técnico e mesmo assim falhar redondamente no aspeto principal que é passar a mensagem.

A IA veio tornar a criação de vídeo mais rápida, mais barata e mais acessível, mas também tornou mais evidente a diferença entre produzir conteúdo e criar algo com significado. No cenário atual, não ganha quem faz mais vídeos, mas quem faz melhores vídeos. O futuro da videografia não está ameaçado, está a ser redefinido. E, nesse futuro, destacam-se os profissionais que vão para além da técnica e conseguem dar propósito ao que produzem. Porque, no final, não é o vídeo em si que importa, mas aquilo que ele consegue provocar em quem o vê.