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Era também por aqui que devia começar o inquérito de avaliação de satisfação da obra de requalificação urbana denominada “Porta da Estrela”.

A avaliação desta requalificação tem vindo a ser manifestada de várias formas mas, para uma séria avaliação sobre o que e como foi feito, era importante incluir, no texto de introdução ao inquérito, o custo inicial da obra, o prazo de execução e os respetivos desvios.

A câmara municipal até pode investir uns tostões numa obra mas, mesmo com tostões, deve avaliar necessidades, custos e definir prioridades.

Mais ainda quando se trata de milhões, exige-se que a câmara municipal seja rigorosa nos investimentos em função duma estratégia que promova o desenvolvimento do concelho e o bem-estar das populações.

Nenhum destes requisitos foi cumprido para a decisão sobre esta requalificação e o resultado final é incompatível com o dinheiro “gasto” na obra, longe da desejada “referência no domínio da mobilidade urbana”, conforme referido no texto de introdução ao inquérito.

Convém ainda referir que há um equívoco, para não dizer uma mentira, quando se refere que “a operação Porta da Estrela está concluída”. Poderão estar concluídos os trabalhos do âmbito da empreitada de construção civil mas, isso, por si só, não poderá ser entendido como a requalificação urbana e paisagística da área central da cidade.

Não cabe na cabeça de ninguém classificar de requalificação paisagística o atual aspeto da “rotunda das pedrinhas”.
E fazia parte da requalificação a não utilização da construção já batizada de “crematório” ? O município colocou-se a jeito para o batizarem dessa forma, ao não ocupar o espaço nem dar mostras de saber qual o destino que pretende dar àquele abscesso, a não ser o de queimar o dinheiro dos contribuintes. Chegou a falar-se que seriam transferidos para lá os serviços e valências do atual posto de turismo, mas só confirma o nível de incompetência e a falta de visão.

Há perguntas feitas no questionário, como são exemplo as relativas às condições de circulação para bicicletas e para os transportes públicos (autocarros/táxis), que só podem ser entendidas com ironia.

E não venham com o argumento de que esta obra foi ideia do “anterior”. Luciano Ribeiro estava lá, era vice-presidente e não me recordo de lhe ouvir algum reparo. Penso mesmo que Luciano Ribeiro teve tempo e argumentos para reverter parte da obra, mesmo com custos, mas revelava alguma sensatez e, com inteligência, seria compreendido e com ganhos para o seu lado.

Como já vi escrito, e bem, aquela área urbana já precisa ser requalificada, assim como precisa ser requalificado o executivo da câmara, e não é preciso tanto dinheiro.

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