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Salvé o ano de 2026

Foi com muita alegria palmas, foguetes, festas e cantares que recebemos o ano de 2026 na esperança que todos os dias do ano nos traga mais paz e prosperidade.
Por todos os cantos da terra se fizeram festas e a alegria estampada nos rostos era visível. As pessoas cumprimentavam-se umas às outras, desejando um bom Ano Novo. É certo que as condições atmosféricas não foram as melhores, mas a força da juventude misturada com a nostalgia do passado mantiveram-se bem vivas para dar entusiasmo às gerações vindoiras.
Começámos o ano pródigo com eventos e com as eleições para a Presidência da República. As televisões, rádios, jornais, arruadas ou comícios serviram para trazer Portugal em “ebulição” acabando, esta primeira etapa, no dia 18 de janeiro, com a eleição de 2 candidatos para a 2ª volta, que se realiza no dia 8 de fevereiro. Até lá, os 2 candidatos apurados, António José Seguro e André Ventura têm que conquistar e convencer os eleitores a votar neles. Para nós, porque conhecemos de perto o Dr. António José Seguro, sabemos que ele é aquele que tem mais qualidades humanas e políticas e, desde sempre, foi a voz dos mais desfavorecidos da sociedade. Por isso, é o único que deve ser eleito como o mais alto representante de Portugal. A sua honestidade, educação, sensatez e caracter irão, com certeza, elevar o bom nome de Portugal.
É já no próximo dia 8 que se realizam as tradicionais festividades em honra do Mártir e Santo São Brás, em Santa Marinha, que pela sua longevidade são bastante concorridas. Nós que, desde a nossa meninice as vivemos com muita alegria e fé, esperamos que a juventude de Santa Marinha as mantenha com o mesmo sentido, pois foi a ela que se deve esta tradição com o envolvimento de toda a população.
De realçar que o próprio dia de homenagem ao Santo é o dia 3 de fevereiro, alterado, este ano, talvez pelo calendário religioso da paróquia.
Em qualquer caso, esta festa sempre teve o carácter muito mais religioso que profano.
Esperamos e fazemos votos que não alterem este sentido para que continue a ser objeto de gratidão.
Vamos entrar no mês de fevereiro. É um mês de folias em que o ambiente leva muitas pessoas à degradação. A folia vai estar presente, o que achamos muito bem, mas não nos devemos esquecer nunca da mensagem de Natal, festejada há pouco mais de um mês: “Paz na terra aos homens de boa vontade”.
Ao pensar assim, não nos devemos esquecer das guerras que proliferam por todo o mundo, com tanta gente a morrer; uns encontram-se num leito da cama a sofrer e outros tantos desamparados que andam pelo mundo e que nada têm.
É com isso que nos devemos preocupar, porque o supérfluo que se esbanja nas folias, festas e festinhas era o suficiente para matar a fome a milhões de pessoas.
Seria agradável que tanta gente pudesse pensar não nos milhares ou milhões que tenham nos bancos, mas que soubessem gerir o ordenado que recebem pensando nos amanhãs que se aproximam e rápido.
Sentimos esta recomendação, porque lidamos com ela diariamente e é um dever de alertar as pessoas para o óbvio.
“A pessoa cega não é aquela que não vê, mas toda aquela que não quer ver”.

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